História I'm sorry - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lílian Evans, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Nymphadora Tonks, Percy Weasley, Personagens Originais, Remo Lupin, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Harry Potter, Irmã
Visualizações 125
Palavras 2.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OIIII GENTEEEEE! *desviando de panelas voadoras*
EU SEI! Atrasei-me, mas a escola tem começado a apertar. JURO QUE VOU DAR O MEU MÁXIMO!
Queria aproveitar o momento para agradecer todos os favoritos da fic. MUITO OBRIGADA DO FUNDO DO MEU <3
Bom, vamos para o cap!

Capítulo 19 - Harry's rescue


Fanfic / Fanfiction I'm sorry - Capítulo 19 - Harry's rescue

(…)

 Sabia que era errado, mas mesmo assim, às 23:20, Willow saía do quarto em bicos de pés, para não acordar Ginny, e com a varinha e o seu manto da invisibilidade, caso fosse necessário. Tinham combinado ir ter à arrecadação e Willow já estava atrasada.

 Quando chegou à pequena casinha de madeira, Fred, George e Ron, que exigiu ir com eles, estavam já lá dentro.

- Vocês mulheres levam uma eternidade a se vestir…- disse Fred, em tom de troça.

- Ah, Ah, Ah, mas que engraçadinhos que estamos hoje.- disse Willow sarcástica.- Onde está o carro?

- Venha.- disse George, abrindo a porta da casinha de madeira e dirigindo-se ao que parecia a entrada de uma floresta. Mas foi lá que encontraram um carro Muggle, com algumas marcas de ferrugem e amolgadelas, nada comparado aos carros que Willow via passar em Londres. Willow sentou-se à frente, juntamente com Fred, que ia a guiar. O carro fora expandido magicamente, tanto que a parte de trás, apesar de não parecer, era bastante extensa, dando espaço suficiente para George e Ron se sentarem confortavelmente.

- Você tem certeza que sabe guiar isto?- perguntou Willow, antes de partirem.

- Claro!- disse Fred, ligando o carro.- Se os Muggles conseguem eu também consigo.

 E dito isto, colocou o pé no acelerador, fazendo com que o carro subisse a pique. O estômago de Willow andava às voltas com tantas subidas repentinas, mas, mal passaram o nível das nuvens, ficou deslumbrada pela beleza da cidade adormecida. Algures por lá, uma família estava a dormir, ou talvez um jovem estivesse a ler algum artigo fascinante. Talvez, o rapaz que encontrara também morasse ali. Aliás, como não morar? Era como se o mundo todo coubesse naquela cidadezinha que parecia ser tão grande. Como é que alguém não poderia querer morar num lugar tão belo quanto aquele. Visto das nuvens, parecia que lá em baixo não havia problemas, nem guerra, nem a Menina-Que-Sobreviveu. Acima das nuvens era como um novo mundo para Willow.

(…)

- Rua dos Alfeneiros, aqui vamos nós. Distraída nos seus pensamentos, Willow nem reparou que já estavam a descer, até chegarem à janela do número quatro. Esta estava bloqueada por grades de metal extremamente grossas, como se Harry fosse um prisioneiro.

 Willow abriu a porta e disse.

- Eu vou tentar chamá-lo. Fred, segure no meu braço.

 E ele assim o fez. Agarrou no braço de Willow com tanta força que lhe chegava a doer. Aparentemente os treinos de Quadribol faziam-lhe bem.

 Entretanto, Willow debruçou-se na porta e, passando o braço esguio pelas barras de metal, bateu à janela, com cuidado para não acordar os tios. Harry apareceu à janela. Devia ter crescido uns centímetros, mas o rosto continuava o mesmo. Os mesmos óculos, os mesmos olhos, os mesmos cabelos bagunçados, a mesma cicatriz. Primeiro, olhou para ela como se estivesse a sonhar, mas quando esta lhe deitou um sorriso, ele sabia que aquilo não era nenhum sonho. Ron, entretanto também se debruçara na sua janela.

- O que vocês estão aqui a fazer?- perguntou

- Viemos salvar-te, tontinho- respondeu Willow

- Mas como…

- O meu pai enfeitiçou este carro, por isso decidimos usá-lo.- interrompeu Ron.- Venha, precisamos de ir. Mas primeiro, temos de tratar dessas grades.

 Fred virou o carro no mesmo minuto, e, com movimentos sincronizados, Ron e George colocaram dois ganchos nas extremidades das grades. Depois, Fred acelerou a fundo, jogando Willow para trás, fazendo com que as grades se rompessem da parede e caíssem com um estrondo no chão. Willow tinha quase a certeza que tinham acordado toda a família, pois uma luz acendera-se no interior da casa.

- Rápido, coloque suas coisas aqui atrás!- disse, ajudando Harry, sendo novamente agarrada por Fred, mas desta vez pela barriga, enquanto se debruçava. Conseguiram passar o malão, quando Willow ouviu resmungos perto da porta. Passaram a gaiola de Edwiges na mesma altura em que a porta do quarto se abriu, revelando um homem bastante gordo, ostentando de um bigode bastante negro e farfalhudo, que só podia ser o seu tio Vernon. Atrás estava uma mulher, a tremer de medo, que Willow calculou sendo a sua tia Petúnia.

- Ahh seu malandro!- no momento em que Harry entrava para o carro, Vernon agarrou-lhe no pé. George e Ron puxavam-no com força para dentro, enquanto Fred arrastava Willow pela cintura para o seu lugar. Willow pesava uns humildes 58 quilos, não muito para a sua idade, mas odia afirmar que os treinos de Quadribol fizeram MESMO bem a Fred.

 Enquanto era arrastada, Willow olhou para a sua tia, que estava a olhar para ela. Talvez ao ver os seus olhos, iguais aos de Lily, o choque na sua cara apareceu dum modo repentino. Como poderia ela lembrar-se de Willow?

(…)

 Estavam a voar novamente para a Toca, mas desta vez num ambiente descontraído. Os primeiros raios de sol já odiam ser observados no horizonte. Como não dormira nada, Willow aproveitou para se recostar no assento e fechar os olhos por um momento. Quando os voltou a abrir, já estavam a aterrar na Toca.

 Deixaram o carro no mesmo lugar e, com cuidado para não serem vistos, encaminharam-se até à porta. Quando lá chegaram, relaxaram, observando que ninguém estava acordado. Nesse momento, o relógio dos Weasley, que não mostrava as horas, mas sim a posição dos membros da família, mexeu os ponteiros de Fred, George e Ron de “ Em viagem” para “Em casa”. Quando estavam a entrar na cozinha, foram interrompidos pela Sra. Weasley.

 

— Muito bem — disse ela.

— Bom-dia, mamãe — disse George, no que ele audivelmente pensou que era uma voz lampeira e cativante.

— Vocês fazem ideia da preocupação que tive? — perguntou a Sra. Weasley num sussurro letal.

— Desculpe, mamãe, mas sabe, tínhamos que...

Os três filhos da Sra. Weasley eram mais altos do que ela, mas encolheram à medida que a raiva da mãe ia desabando sobre eles.

 — As camas vazias! Nenhum bilhete! O carro desaparecido... Podia ter batido... Louca de preocupação... Vocês se importaram?... Nunca em minha vida... Esperem até seu pai voltar, nunca tivemos problemas assim com o Bill nem com o Charlie, nem com o Percy...

— O Percy perfeito — resmungou Fred.

— VOCÊS PODIAM SE MIRAR NO EXEMPLO DO PERCY! — berrou a Sra. Weasley, metendo o dedo no peito de Fred. — Vocês podiam ter morrido, podiam ter sido vistos, podiam ter feito seu pai perder o emprego...

 Willow e Harry entreolharam-se, não sabendo como reagir.

- Mas é claro que não vos culpo, meus queridos…- finalizou a Sra. Weasley, para Harry e Willow. Depois dirigiram-se todos à cozinha. Estavam todos sentados à mesa, quando o pai da família, Arthur Weasley, entra na cozinha, com um ar totalmente cansado.

— Que noite! — murmurou, tateando à procura do bule de chá enquanto todos se sentaram à sua volta. — Nove batidas. Nove! E o velho Mundungus Fletcher ainda tentou lançar-me um feitiço quando eu estava de costas...

O Sr. Weasley tomou um longo gole de chá e suspirou.

— Encontrou alguma coisa, pai? — perguntou Fred ansioso.

— Só encontrei umas chaves para portas que encolhem e uma chaleira que morde — bocejou o Sr. Weasley. — Houve as ocorrências feias, mas não foram no meu departamento. Mortlake foi levado para interrogatório sobre umas doninhas muito esquisitas, mas isto foi com a Comissão de Feitiços Experimentais, graças a Deus...

— Mas por que alguém ia se dar o trabalho de fazer chaves que encolhem? — perguntou George.

— Só para aborrecer os trouxas — suspirou o Sr. Weasley. — Vendem a eles uma chave que encolhe até desaparecer, de modo que nunca conseguem encontrá-la quando precisam... É claro que é muito difícil processar alguém porque nenhum trouxa vai admitir que a chave dele não para de encolher, insistem que vivem a perdê-las. Deus os abençoe, eles vão a extremos para fingir que magia não existe, mesmo que esteja no nariz deles... Mas as coisas que o nosso pessoal anda enfeitiçando, vocês não iriam acreditar...

— COMO CARROS, POR EXEMPLO?

A Sra. Weasley aparecera, empunhando um longo atiçador como uma espada. Os olhos do Sr. Weasley se arregalaram. Ele olhou com cara de culpa para a mulher.

— Carros, Molly, querida?

— É Arthur, carros — disse a Sra. Weasley, os olhos faiscando. — Imagine só um bruxo comprar um carro velho e enferrujado e dizer à mulher que só quer desmontá-lo para ver como funciona, quando na realidade o enfeitiçou para fazê-lo voar. O Sr. Weasley piscou os olhos. — Bom, querida, acho que você vai descobrir que ele estava agindo dentro da lei quando fez isso, mesmo que... Ah... Tivesse agido melhor se, hum, se tivesse contado a verdade à mulher... Há um furo na lei, você vai descobrir... Desde que ele não tivesse intenção de voar no carro, o fato de que o carro poderá voar não...

— Arthur Weasley, você providenciou para que houvesse um furo nessa lei quando a escreveu! — gritou a Sra. Weasley. — Só para você poder continuar a se distrair com aquela lixaria dos trouxas no seu barraco! E para sua informação, Harry chegou hoje de manhã naquele carro que você não tinha intenção de fazer voar!

— Harry? — exclamou o Sr. Weasley sem entender — Que Harry? Ele olhou à volta, viu Harry e deu um salto. — Deus do céu, é Harry Potter? Muito prazer em conhecê-lo. Ron tem falado tanto em...

— Os seus filhos foram naquele carro até a casa de Harry e voltaram de lá ontem á noite! E conseguiram arrastar a pobre Willow com eles!— gritou a Sra. Weasley. — Que é que você me diz disso, hein?

- Na verdade, Sra. Weasley…- tentou falar Willow, sendo interrompida por Percy.

-Vocês voaram a onde?!

— Vocês fizeram mesmo isso? — perguntou o Sr. Weasley, ansioso. — E o carro voou bem? Eu... Eu quero dizer — gaguejou, enquanto voavam faíscas dos olhos da Sra. Weasley — que... Isso foi muito errado, meninos... Muito errado mesmo...

 A conversa foi finalizada quando a coruja da família, Errol, bateu contra a janela. Percy levantou-se e retirou as cartas que este tinha no bico.

— Cartas da escola — disse, passando a Harry e Willow envelopes idênticos de pergaminho amarelado, endereçados com tinta verde. - Dumbledore já sabe que você está aqui, Willow, ele não perde um detalhe, aquele homem. Vocês dois também receberam — acrescentou ele, quando Fred e Jorge entraram descontraídos, ainda de pijamas.

 Durante alguns minutos fez-se silêncio enquanto todos liam as cartas. A de Willow mandava-o tomar o Expresso de Hogwarts como sempre na estação de King’s Cross, no dia 1º de setembro. Trazia também uma lista dos novos livros que ia precisar para o próximo ano letivo.

MATERIAL PARA OS ALUNOS DO QUARTO ANO: ƒ

- O Livro Padrão de feitiços, 5ª série de Miranda Goshawk. ƒ

-Como dominar um espírito agourento de Gilderoy Lockhart.

ƒ- Como se divertir com vampiros de Gilderoy Lockhart. ƒ

- Férias com bruxas malvadas de Gilderoy Lockhart. ƒ

- Roleta das Maldições imperdoáveis de Gilderoy Lockhart. ƒ

-Excursões com dementadores de Gilderoy Lockhart. ƒ

-Passeios com lobisomens de Gilderoy Lockhart. ƒ

-Um ano com o Ieti de Gilderoy Lockhart.

Willow, que terminara de ler a lista, deu uma espiada na de Harry.

— Mandaram você comprar todos os livros de Lockhart também! — admirou-se.

— O novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas deve ser fã dele, aposto que é uma bruxa.- disse Fred, enquanto Willow fazia cara feia.

- Nem todas as raparigas gostam do Lockhart!

- Mas você não é bem….AU!- disse enquanto esta lhe beliscava o braço várias vezes

— Esse material não vai sair barato — comentou George, lançando um olhar rápido aos pais. — Os livros de Lockhart são bem carinhos...

— Daremos um jeito — disse a Sra. Weasley, embora tivesse a expressão preocupada. — Espero poder comprar a maioria do material de Gina de segunda mão.

— Ah, você vai entrar para Hogwarts este ano? — perguntou Harry a Gina. Ela confirmou com a cabeça, corando até a raiz dos cabelos flamejantes e enfiou o cotovelo na manteigueira. Willow ria com a vergonha da menina. Fazia lembrar-se dela mesma com aquela idade.

(…)

 Estavam a meio de uma partida de Quadribol, no quintal dos Weasley. Willow jogava na posição de chaser, e, com a destreza que tinha, conseguia passar entre Fred e George e desviar-se de um balanço antes de marcar. Quando marcava fazia sempre acrobacias com a vassoura, sendo que uma fez ela fizera o pino sobre a mesma.

 Depois da acabarem a partida, foram sentar-se por baixo duma árvore, a observar o entardecer. Percy não estava com eles. Como sempre, estava no quarto.

- Você ainda não nos explicou porque não respondeu às cartas, Harry…- disse Willow.

- Oh, pois é. Bem, eu dei de caras com um elfo doméstico, chamado Dobby, no meu quarto. Ele estava a dizer que não deveria voltar para Hogwarts, pois corria grande perigo e depois descuidou-se e disse que foi ele a esconder-me as vossas cartas, para que eu pensasse que vocês não se importavam comigo.

 Willow ergueu o sobreolho e Fred respondeu.

— Muito esquisito …

— Decididamente suspeito – concordou George. — E ele nem quis dizer-te quem estaria tramando tudo isso?

— Acho que ele não podia — respondeu Harry. — Todas as vezes que ele estava quase deixando escapar alguma coisa, começava a bater a cabeça na parede.

 Willow, Fred e Jorge se entreolharam.

 — O quê, vocês acham que ele estava mentindo para mim? — perguntou Harry.

— Bom — respondeu Fred —, vamos colocar a coisa assim...

— Elfos domésticos têm poderes mágicos próprios, mas em geral não podem usá-los sem a permissão dos donos. Calculo que o velho Dobby foi mandado para impedir que você voltasse a Hogwarts. Deve ser a ideia que alguém faz de uma brincadeira. Você pode imaginar alguém na escola que tenha raiva de você?- concluiu Willow.

 — Claro — disse Harry— Draco Malfoy. Ele me odeia.

— Draco Malfoy? — perguntou George, virando-se.

— O filho de Lúcio Malfoy?

— Claro, não é um nome muito comum, é? — disse Willow

— Por quê?- perguntou Harry.

 — Já ouvi papai falar nele. Era um grande seguidor de Você-Sabe-Quem.

— E quando Você-Sabe-Quem desapareceu — acrescentou Fred, esticando-se para olhar para Harry —, Lúcio Malfoy voltou dizendo que nunca tivera intenção de fazer nada. Um monte de merda... Papai acha que ele fazia parte do círculo íntimo de Você-Sabe-Quem.

 — Não sei se os Malfoy têm um elfo doméstico... — acrescentou Willow.

— Bom, seja quem for, os donos dele devem ter uma família de bruxos antiga e rica — disse Fred.

— É, a mãe sempre desejou que a gente tivesse um elfo doméstico para passar a roupa — comentou Jorge. — Mas só o que temos é um vampiro velho e incompetente no sótão e gnomos por todo o jardim. Elfos domésticos combinam com grandes casas senhoriais, castelos e lugares do gênero; você não toparia com um na nossa casa...

- Não sejam modestos.- reprimiu Willow.- Este lugar é muito mais belo que qualquer casa senhorial.

 Ficaram mais um tempo a conversar, até Ron e Harry irem para dentro de casa, dando a oportunidade de Willow perguntar algo que lhe estava preso na garganta.

- Uhmmm… A título de curiosidade… Vocês sabem aquele rapaz um ano mais velho que nós?

- Há uns quantos!- riram os gémeos.- Se não for de uma das equipas de Quadribol, não sabemos.

 Foi aí que se fez luz na cabeça de Willow. Era de lá que ela o conhecia. Ele jogava na equipa da Lufa-lufa.

- O seeker da lufa-lufa! Como é o nome dele?

- Cedric Diggory.- respondeu George.- Está apaixonada, é?

- Nada disso. Aposto que vocês é que estão!- ripostou Willow.

- Olha, não sei se é paixão.- respondeu George a rir.- Mas a tua colega de quarto, Angelina, é cá uma brasa!

 Fred e Willow desataram a rir, enquanto George ripostava.

- Mas melhor que eu, temos aqui o Fred que….

- Cala a boca!- disse Fred, irritado.

- Hmm Fred, quem é a sortuda?- disse Willow a rir, fazendo com que Fred ficasse mais vermelho que os cabelos.

- N-não é ninguém! George está disparatando!

 Riram-se os três, quebrando a tensão, e depois encaminharam-se, os três abraçados, em direção à Toca.


Notas Finais


HMMMM FRED QUEM É A SORTUDA? Percy vai começar a ser um fdp daqui a uns caps, mas ainda vai ter beijo Wircy!
Bjs e até ao próximo cap!!!!!! :3


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