História I'm Your Hope - Jung Hoseok - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~CharlieAlways

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Romance
Exibições 6
Palavras 1.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 3- Hold me and say that everything will be alright.


Fanfic / Fanfiction I'm Your Hope - Jung Hoseok - Capítulo 3 - 3- Hold me and say that everything will be alright.

Na manhã seguinte eu levantei consideravelmente mais calma, eu já não sentia aquele aperto sôfrego em meu peito, e muito menos pensava na quantidade de coisas que ilusionei a respeito de Taehyung.

Era apenas eu, mais um dia levantando da cama para recomeçar o ciclo que todos os dias sou obrigada a seguir... Mais um dia, com mais merdas para acontecer, apenas.

Eu olhava o sol da janela de meu quarto perguntado internamente se algum dia tudo isso iria mudar, toda essa dor... E todos esses sentimentos pesados demais. Mas eu não chegava em conclusão nenhuma, porque eu sabia que ainda muita dor estava por vir.

Talvez nem sempre fosse tudo destinado a se tornar merda, mas comigo, BookJoo, virava.

Eu sabia destruir a vida das pessoas ou a minha mesma de uma maneira quase que profissional, e por isso eu tentava ao máximo não me apegar tanto aos outros... Bom não foi o caso com Taehyung, e nem com JungHope, meu melhor amigo virtual que não se revela.

(...)

1 ano atrás

Eu caminhava com uma calma que contradizia toda minha angústia momentânea, eu podia ouvir os risos e os comentários maldosos sobre mim, como também sentia malícia e inveja de muitos.

Para então ouvir mais uma vez no dia, alguns cochichos.

"Cara você ouviu a nova?" um dos garotos sussurrava de maneira não muito disfarçada para seu amigo na euforia do corredor.

"Nova? Não cara, por que?" perguntou.

"Todos estão falando dessa tal de BookJoo! Fiquei sabendo que ela ficou com o Chanyeol do departamento de administração . Ele disse que ela não é tão quietinha assim nos momentos quentes." e riu.

apertei a alsa de minha bolsa andando pouco a frente deles, eu podia ouvir tudo, e por isso rezei para não deixar que uma lágrima rolasse de meus olhos.

"O que?! Ela ficou com o Chanyeol? Poha cara! Eu realmente achei que ela era diferente, mais na verdade é só mais uma vadia na faculdade, aposto que ela é fácil."

A cada palavra meu corpo estremecia, era quase como se eu não sentisse o chão ali, firme me sustentando. E com isso quase vacilei ao caminhar um pouco mais.

"É, olha só isso."

De repente o garoto se virou e olhou rapidamente para trás, ele estava a procura de algo, ou melhor alguém. Esse alguém era eu...

Os rumores eram verdade, eu tinha realmente ficado com Park Chanyeol, o mulherengo da faculdade, porém rumores nem sempre carregam a verdade. Nos beijamos, rimos e bebemos algumas poucas latas de um energético misturado com pouquíssimo álcool, porém ele queria ir além. Chanyeol me levou para um canto... Um canto sombrio no qual não me lembro direito, porém tudo que realmente lembro é de sua respiração aquecida batendo contra meu rosto, e seu gosto fraco de cigarro misturado ao álcool.

Era uma noite quente assim como nossos corpos devido á pouca bebida. Ele queria ir além, e eu só queria provar mais do sabor fraco e adocicado de seu hálito.

Ele queria aquilo, eu não.

Ele queria diversão, eu não.

Ele me marcar, e foi aí que eu pedi para que parasse.

Ele não ouviu, eu pedi.

Ele continuou e eu o empurrei, e foi aí, nesse momento que Chanyeol ficou com raiva. Ele se levantou bruscamente do sofá no qual nos beijávamos e gritou comigo dizendo o quão "puta", e imbecil eu era. E desde essa noite que começaram os rumores.

O garoto se aproximou de mim e seu amigo olhava-nos curioso.

- Ei, Book, como vai? - perguntou simplista lançando-me uma piscadela.

Eu engoli em seco para então responder.

- Bem... Eu acho.

- Escuta, tá afim de se divertir?

- Não valeu. - recusei.

- Ah qual é, uma noite, eu você é mais uma galera incluindo meu amigão ali. - apontou para o amigo que acenou rapidamente.

- Não, valeu. - repeti mais friamente, até que então o garoto se aproximou e sussurrou em meu ouvido.

- Tudo bem, eu entendo. Uma vez com fama de puta nada pode se mudar. Boa sorte. - ele então deu um tapa descarado em minha bunda e com isso eu desabei por dentro.

Eu não conseguia enxergar devido às lágrimas, eu só lembro que corri o mais rápido que meus pulmões aguentavam e parti para a árvore na área de descanso me desatando em choro pesado e soluços esganiçados e estridentes de mais.

Eu não estava ali, estava flutuando em algum lugar distante, ao menos era oque queria imaginar, até que ouço uma voz pouco distante dizer:

- Você está bem? - sua voz parecia preocupada - essa é uma maneira muito pesada de chorar... Posso me sentar?

Eu levantei minha cabeça que estava enterrada em meus joelhos para então reconhecer aquele rosto. Kim Taehyung, o garoto da sala ao lado da minha.

Seu rosto contornava um sorriso gentil, e seus olhos expressavam o quão sincero ele estava sendo.

Eu não disse nada, nem mesmo dei indícios de que queria conversar naquele momento. Então ele riu inasalado.

- Rumores, sempre há um fundo de mentira neles. - ele olhava para as nuvens e com isso as palavras pareciam dançar de seus lábios - Acho que as pessoas encontram um meio de escapatória nelas, porque se houver rumores sobre um outro alguém, isso significa que suas bundas vão estar a salvo, já que vão estar todos ocupados falando da desgraça do momento.

Eu cessava as lágrimas de pouco em pouco, mas não porque estava totalmente calma, e sim, porque queria ouvi-lo.

- As pessoas tendem a ser idiotas sempre. Não importa aonde você vá ou quando, sempre vai tar aquele para lhe causar dor. Esse é o problema, a dor nunca nos deixa. - então ele se virou para mim e sorriu mais uma vez abertamente.

- Você fica linda quando sorri, prefiro te ver assim... - ele limpou as lágrimas já secas de minha face para então apertar minhas bochechas e me forçar a sorrir.

Foi doloroso? Foi, mas minha careta arrancou dele alguns risos, e com isso ri também reclamando de dor e mal notando que eu já sorria.

- Viu só? Você fica linda assim. - ele retirou seu celular do bolso e tirou uma foto de mim rapidamente.

- Apaga isso! Tá horrível, meu olho está inchado! - Eu tentava alcançar o celular de suas mãos, porém ele as erguia.

- Não, vai ser o meu tesouro. - eu ainda tentava retirar o celular de suas mãos, até que em um momento de deslize ele selou minha bochecha para então se levantar indiferente e com aquele mesmo sorriso que era tão simples porém que dizia tão pouco para dizer:

- Você é maravilhosa BookJoo, apaixonante e maravilhosa... Lembre-se, sorria! - e fez uma careta fofa na última sílaba.

Ele saiu caminhando e olhando para a tela de seu celular, na qual ostentava minha foto tirada a poucos minutos atrás.

E naquele momento eu já tinha percebido... Kim Taehyung era diferente, um diferente bom, e talvez o diferente necessário para me fazer sorrir e me preencher.

Tempos atuais

Eu andava pelos corredores da faculdade sem muita animação visível no olhar, o garoto do dia passado era de minha sala, foi uma descoberta e tanto para mim, mas por algum motivo ele não parava me me olhar com aquela sua preocupação desnecessária, eu não o conhecia e não era uma criança. Eu sei me cuidar.

Então no meio de mais uma de suas olhadas tratei de olhá-lo com a raiva visível no olhar como um pedido mudo para que parasse.

Porém ele não parou.

Eu estava irritada, frustrada e distante.

Eu andava pelo corredor a caminho da biblioteca quando então senti meu celular vibrar em meu bolso.

JungHope: Você está bem? Fiquei preocupado... Só por favor me diga oque está sentindo, não posso te olhar sem querer te abraçar."_ Era junghope. Eu confiava nele mais do que em mim mesma, então comecei.

Bookjoo: ... Eu Já não sei mais, só me diz quando isso vai parar?_perguntei digitando com o coração enfraquecendo a cada batida.

JungHope: o que você está falando, Book? Me explica por favor, eu faço qualquer coisa para não deixar você se sentir assim."_

BookJoo: Eu só quero saber quando essa... Essa dor acaba, ela não tem fim, nunca vai ter."_

JungHope: Book..._ Ele não sabia ao certo oque me dizer, então tentei mudar de assunto.

BookJoo: Ontem algo estranho aconteceu comigo."_

JungHope: Algo como?"_

BookJoo: Um garoto que descobri ser de minha sala me levou a um lugar e disse que seria o melhor local para colocar a mente em ordem. Ele também disse que era seu lugar favorito no colégio, e então ele me levou para casa..."_ expliquei.

Ele demorou para responder.

JungHope: O que achou dele?"_

BookJoo: Eu o acho estranho, se possível queria que me deixasse em paz, ele me olha durante todas as aulas e parece preocupado até demais comigo, mas o fato é que sei me cuidar muito bem. Não sou a porra de uma criança! E eu... Eu nem o conheço, quem é ele?"_

JungHope: Ele... Ele ao menos disse o próprio nome?"_

BookJoo: Jung Hoseok ou algo assim, a princípio ele não é uma pessoa ruim... Eu me exaltei, desculpa."_

JungHope: De qualquer forma descanse, hm? Você está com alguns pares de olheiras... E droga! Eu odeio te ver assim."_

BookJoo: Então venha aqui, me abraçe e dugs que tudo vai ficar bem."_

JungHope: Eu... Não posso."_

BookJoo: Então está mentindo, não acredito em você."_

eu digitei, e antes mesmo dele responder, desliguei a tela de meu celular guardando-o em meu bolso e retornando com meus passos rumo a biblioteca, porém antes mesmo de ir ao meus destino e ainda aérea a conversa recente sinto um aperto em meu braço impedindo-me de me locomover.

- Precisamos conversar... - Nem precisei me virar para saber quem era.

Taehyung...

- Não temos nada para conversar. - fui mais ríspida do que calculei.

- Por que não retorna minhas ligações? Por que está me ignorando? - ele perguntava com os dedos cravados em meu braço como se sua vida dependesse disso.

- Por que não olha para você mesmo e responde por mim, hm? - Sorri de canto não soando amigável ou gentil.

- Book!

- Só me deixa.

- Você quer terminar?

- Já terminamos.

- Por quê?! Não vou te deixar ir sem me dizer o motivo.

- ME SOLTA! - me debati percebendo só então o quão vermelha eu estava, de raiva claro. Meu corpo fervia por completo e com isso imprevisívelmente o empurrei com força vendo-o arregalar os olhos.

- Não se atreva a tocar em mim de novo, não se atreva a-

E ele me calou com um selar que começou curto e lento para logo tomar um rumo mais quente e sincronizado. E Deus, como eu o odiava! E me odiava mais ainda por sentir saudade deste contato, seus lábios... Seu hálito fraco adocicado e a maneira na qual ele me fazia só dele.

O beijo já estava profundoe quando me dei por conta, era levada para uma sala pequena no meio do corredor que era mais conhecida como a sala do zelador. E foi ali, onde nos beijávamos com saudade e anseio até que senti sua mão apertar minha cintura aproximando nossos corpos.

Eu estava flutuante, nada mais parecia importar, até que uma de suas mãos contornam as bandas de minhas nádegas apertando a carne ali com vontade.

Me afasto bruscamente me socando internamente por finalmente acordar depois de quase me entregar aos braços daquele que me fez sofrer...

Repentinamente ameacei correr para fora dali, porém ele fora mais rápido puxando meu braço e me mantendo ali novamente, encurralada entre parede de concreto gelado e seu corpo intimidadoramente maior.

- Não fuja de nada que goste. - ele Disse para então segurar meus pulsos sobre o concreto e selar meu pescoço calmamente.

- Me solta! Por favor, me solta! - a essa altura eu lutava fechando meus olhos com força, e quando menos percebi, senti seu corpo ser afastado do meu com brutalidade, como se tivesse sido puxado a força. E quando abri meus olhos, me surpreendi com uma cena que agradeci internamente por estar acontecendo.



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