História Imagine Bangtan Boys - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 24
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sei la, sejam felizes..!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Imagine Bangtan Boys - Capítulo 1 - Capítulo 1

Eu precisava falar com ele, então bati na porta.

- Sim! Posso ajudar? - uma senhora abriu a porta sorridente e animada.

- Ah, o seu filho está?

- Ele está no banho, se quiser entrar  e espera-lo.

- É, eu vou ficar aqui fora mesmo, ta calor não é. - que desculpa é essa.

- Tudo bem. - ela ia virando as costas para entrar mas virou para mim de novo. - Abbey? - como ela sabe meu nome? Meu Deus me ajude.

- Não, não sou. - sorri sem graça.

- Ah Sim, por que se fosse seria capaz do meu filho te matar do tanto que ele chegou aqui bravo e xingando essa tal de Abbey. - ela deu um sorriso igual ao seu filho, lindo sorriso. - Estanho não é, meu filho disse que ela viria aqui procura-lo e que ele acabaria com ela dai você aparece, e não é ela, esse menino não presta. - sorriu e eu ri sem reação quase tendo um ataque cardíaco.

- Ah Sim, diga que eu estou esperando ele aqui fora, por gentileza.

- Digo Sim. - entrou.

Eu acredito que com aquela futura conversa com ele eu teria apenas uns 5% de vida. Cara nunca fiquei tão nervosa em toda minha vida.

- Vai da merda, vai da merda, vai da merda. - eu andava de um lado pro outro desesperada em silêncio.

De repente a porta abre e eu congelei, ele sai olhando pra frente talvez me procurando, sem mais nem menos ele me olha e seu olhar é mais frio que gelo e isso me deixa mais nervosa e desesperada. Ele ri soprado, fecha a porta e vem andando até mim.

- Minha mãe disse que tinha uma menina aqui fora, muito bonita por sinal me esperando, até cheguei a pensar que seria uma menina realmente bonita e que me faria te esquecer. - porra, que facada no estômago. - Além de ter mentido seu nome pra minha mãe, o que voce quer Abbey?

- Olha, eu..

- Por favor, se for pra mentir como de costume, melhor cair fora, eu estou com raiva e cansado não quero passar dos limites. - sentou em um dos bancos de madeiras que haviam ali com várias flores enfeitando, me deixando em pé definitivamente imóvel e sem qualquer tipo de reação. - Vai ficar em pé mesmo? Então a conversa vai ser rápida? - olhei pra ele e aquela vontade de chorar apareceu do nada e eu abaixei a cabeça e me sentei no banco em frente ao dele, porém os bancos não eram perto um do outro. E as luzes apagaram, deixando a varanda mal iluminada, somente as luzes que iluminavam a rua que deixava o local com uma fraca iluminação.

- Você tem que acreditar em mim.

- Acontece que eu não sou um idiota mais Abbey, eu fui trouxa esse tempo todo e você nunca teve um pingo de pena de mim.

- Eu posso falar? - o olhei, e mesmo com uma péssima iluminação eu podia sentir sua frieza.

- Você quis dizer mentir não é. Então pode continuar. - aquilo estava me deixando acabada, sim estava me deixando pior que eu já estava.

- Eu não estou mentindo, eu juro. - um, duas, três lágrimas caíram e eu suspirei com toda dor que eu sentia. - Eu nunca te fiz de trouxa e muito menos te enganei uma vez se quer em toda a nossa relação, desde o começo voce sabe que eu te amo mais que tudo, sabe que eu nunca seria capaz de fazer o que voce tanto acha que eu fiz. - respirei forte e ofegante e eu sentia seu olhar sob mim e isso me causava arrepios nervosos. - O pior de tudo é saber que você acredita no que te falam sobre mim, você sabe de toda a minha vida, tudo o que eu faço e ainda tudo o que eu passei, isso dói, dói demais e saber que você ignora a verdade e que me ignora a um mês, isso me mata por dentro. - enxuguei as lágrimas, minha voz estava uma merda, não sabia se chorava ou se falava tudo o que eu tinha pra falar.

- Isso é tudo? - sua frieza era a morte pra mim.

- Eu vou voltar pro Brasil, meu pai quer que eu trabalhe com ele na empresa e..

- Quando?

- Amanhã cedo. - O silêncio permaneceu entre nós deixando ambos nervosos, ele não falava nada só me olhava, como ele estava virado de costas para a rua a luz não pegava ele direito, mas parece que Deus estava louco pra deixar minha tristeza bastante explícita e a luz pegava metada do meu corpo.

- E resolveu vir aqui pra dizer que me ama e que vai embora amanhã?

- Eu vinha aqui todas as noites tentar falar com você, fiquei um mês fazendo isso, mas eu nao tinha coragem por que sabia que voce ia me tratar da mesma forma que está me tratando agora, então eu voltava pra casa pior do que já estava, mas eu tive que criar coragem hoje. - abaixei a cabeça e mordi o lábio tentando segurar o choro que era mil vezes mais forte do que eu.

- Porra Abbey. - ele levantou nervoso me dando um susto e ficou parado na minha frente com as mãos no pescoço e a cabeça tombada pra tras. - Eu te amo, mas te odeio ao mesmo tempo. O que eu faço agora?

- Continue acreditando nos seus amigos que me odeiam, quem sabe eles tem uma solução pra isso. - levantei pegando minha bolsa ficando frente a frente com ele e sai mas ele puxou meu braço me fazendo voltar a ficar perto dele.

- Você me ama? - senti seu perfume e fechei os olhos para sentir seu cheiro mais um pouco. - Por favor me responde.

- Sim. - sussurrei e encostei minha cabeça em seu ombro. - Sempre te amei. - ele passou suas mãos em minha cintura nos unindo mais.

- Eu não sei o que vou fazer, se voce está falando a verdade por que esta indo embora? 

- Por que não quero sofrer mais do que estou sofrendo por você, preciso te esquecer.

- Eu te amo.- pegou meu rosto e levantou a altura do seu. - Não vá. - um beijo calmo, triste e como todos os outros, cheio de amor e dor.

- Eu preciso. - o abracei e sorri triste. - Espero que esse não seja o último Adeus. 

- Eu te amo Abbey.

- Eu te amo Park Jimin.


Notas Finais


Até o próximo..


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