História Imagine BTS - As Sete Portas - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags As Sete Portas, As Setes, Bangtan Boys, Bts Sete, Imagine, Imagine Bts, Imagine J-hope, Imagine Jimin, Imagine Jin, Imagine V, Pecados, Porta, Sete, Sete Pecados, Sete Portas
Exibições 115
Palavras 2.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Harem, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Seinen
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 11 - O mundo de Namjoon


Fanfic / Fanfiction Imagine BTS - As Sete Portas - Capítulo 11 - O mundo de Namjoon

Ok... Eu não sei o está acontecendo aqui, ou melhor, eu nunca soube o que esta acontecendo aqui! Por favor, alguém me EXPLICA!

- Acho que o Tae vai dormir por um tempo. – diz Namjoon calmamente. – Devemos ir na frente então?

- Ah? – respondi confusa. – Ir aonde?

- Ora, para a próxima porta! – respondeu ele.

- Mas e o Tae? – perguntei preocupada

- Ele vai ficar bem. – falou ele confiante.

Fiquei pensativa. Será mesmo que o Tae vai ficar bem depois de toda essa loucura?

“Você está ficando sem tempo” Ouvi a voz falar em minha cabeça.

Ah! Que vozinha irritante, que vontade de dá na cara da dona dessa voz! Porque é de mulher com toda a certeza!

- Vamos. – falei.

Namjoon assentiu com um sorriso.

- Mas onde é a saída? Não encontrei a porta ainda. – comentei.

- Não tem saída, é necessário criar uma. – disse ele.

Ao falar isso ele fez um circulo no ar e esperou alguns segundos. Onde ele tinha tocado apareceu uma espécie de abertura azul. Ela fazia barulho como se ventasse dentro dela. Goku! Ele abre portais!

- Um portal? – perguntei perplexa.

- Sim. – respondeu ele contente. - Vamos? – ele me ofereceu a mão.

- Vamos!

Peguei na mão de Namjoon e atravessei o portal. Era como se por um instante eu tivesse entrando dentro de um vendaval que á qualquer momento iria me fazer voar. Em poucos segundos estávamos dentro do que parecia uma floresta.

Era a floresta mais linda que eu já tinha visto, repleta de plantas e árvores exóticas. E como posso dizer... Ela era limpa! O chão era repleto de grama e de pequenas flores. Não havia insetos em demasiado, o único que vi foi uma borboleta azul e mais nada!

- Esse lugar é lindo! – comentei.

- Obrigado. - disse ele orgulhoso.

- Como isso aqui é possível? – perguntei boba.

- Bem... – disse ele passando a mão nos cabelos e olhando timidamente o chão. – Digamos que tudo que eu imagino é possível aqui.

- Não! – falei surpresa. – Você está brincado né!

Ele sorriu e negou.

- Então você quer dizer que se você imaginar uma... – pensei numa coisa aleatória. – Numa arvore de sorvete, ela vai aparecer?

Ele ergueu a sobrancelha e com uma piscadinha lá estava, uma árvore de sorvete diante de mim.

- Namjoon você é O cara! – falei rindo e atacando a árvore.

Apesar de toda aquela loucura eu já estava me sentindo meio esfomeada e confesso que minha barriga já tinha começado a roncar.

- Se você estiver com vontade de comer algo, me fale. – disse ele gentilmente.

Esse Namjoon... Não duvido que ele ouviu minha barriga resmungar, porém, eu devo ter atacado a arvore de sorvete de tal maneira que era evidente que eu estava faminta.

Ri constrangida

- Até que uma comida seria boa. – comentei inocentemente.

Ele sorriu e estalou os dedos, o chão tremeu e como se estivesse tendo um terremoto. Fiquei preocupada. Será isso um lapso na imaginação de Namjoon? Será que ele está bem? Goku! Será que ele também tem problema de personalidade como o V?

Outro V eu não aguento!

Logo ouvi passos, alguém estava correndo, e vinha rápido em nossa direção. Observei apreensiva quem iria aparecer enquanto Namjoon esperava calmo.

E ali saindo de trás de uma mangueira, não é que apareceu o menino Jungkook? (Com aquele olhar de PARDON? Eu ri baixinho)

- Olá líder! – cumprimentou ele. – Olá (S/N)!

Gente é o psicopata do Jungkook mesmo? Tomara que dessa vez ele não fique nessa de me trancar pra sempre junto dele, porque de amor doentio eu já tive o suficiente!

- O restaurante está pronto, venham comer! – chamou ele e saiu correndo de novo em direção á mata.

Olhei confusa da mata para Namjoon. Restaurante?

- Vamos? – disse ele simplesmente.

- Vamos, mas antes de irmos, me esclarece uma coisa. – falei séria parando diante dele e me sentindo minúscula diante de seus 1.81 m de altura. – Aquele é o Jean Jungkook?

Ele riu

- Não, é só a imagem que tenho dele.

Ainda continuei confusa.

- O que penso dele! – disse ele um pouco impaciente. - Se eu te ver como uma criança saltitante então a sua imagem será você saltitante, entendeu?

Assenti.

- Agora podemos ir! – afirmei

Fomos calmamente em direção ao restaurante que sinceramente me surpreendeu. Era um chalé lindo, cheio de flores. De dentro do chalé vinha um cheiro maravilhoso de comida e de sua chaminé saia fumaça.

Jungkook estava nos esperando sorridente na porta. Ao chegarmos ele abriu a porta e soltou um breve “bom apetite”.

Ao entrarmos fiquei pasma, que ao contrario do que aparentava exteriormente o lugar era grande e moderno. A decoração era de um restaurante caro (que tenho certeza que na minha vida nunca irei, só agora com Namjoon em seu mundo imaginário).

- Boa noite, posso leva-los á mesa? – ouvi uma voz conhecida falar.

Olhei para á minha direita, e não é que Hoseok estava ali! Elegante e com um sorriso cativante ele cordialmente nos conduziu á mesa e nos trouxe o cardápio.

Ao abrir o cardápio fiquei surpresa ao perceber que todos os meus pratos favoritos estavam no menu. TODOS! Eu queria sinceramente de todo o coração comer todos, mas como sou uma só escolhi por uma lasanha. Depois que Hoseok levou nossos pedidos encarei Namjoon.

- E então, todos os membros são seus empregados em sua imaginação?

Ele riu

- Mais ou menos isso. – disse ele dando risada- Mas eles não são MEUS empregados, eles apenas estão NOS servindo. – disse ele fingindo inocência.

- Deixa disso Namjoon! – eu ri. – Quero sô saber de quem é isso aqui! Vou perguntar e tenho certeza que a resposta vai ser você.

- Pergunte á um dos funcionários. – incentivou ele brincalhão. – Você irá se surpreender com a resposta.

Repentinamente ouvimos um piano começar a tocar, era uma melodia triste e calma e logo uma voz começou a cantar. Era uma voz maravilhosa e que eu conhecia bem.

“Im sorry, im sorry my sistar...”

Sim, eu conheço essa voz. Procurei o dono da voz até o encontrar timidamente no palco do restaurante. Tae estava espetacular cantando sua música enquanto Suga o acompanhava tocando piano. Quem diria que Suga toca...

- Eu não sabia que o Suga tocava. – comentei.

- Ah, ele toca muito bem. – elogiou Namjoon. – Na verdade ele é excelente!

Concordei com a cabeça, Suga tocava com leveza como se tocar fosse tão fácil como respirar.

- Aqui está a lasanha da senhora e a salada do senhor. – ouvi uma voz dizer.

Não... Não me diga que...

Voltei o meu olhar para o garçom que colocava o prato diante de mim e lá estava Jimin! Fique estupefata não só por ele ser o garçom como também por ele ter ficado terrivelmente gostoso vestido de garçom! Como ele conseguiu fazer isso?! Até mesmo na imaginação de Namjoon ele consegue ser sexy! Goku, alguém segura esse homem!

- Os senhores aceitam vinho? – perguntou ele.

- Não obrigado. – respondeu Namjoon polidamente.

Jimin falou um rápido bom apetite e foi embora.

- Hei! – contestei – Como você sabe que eu não quero tomar vinho.

- Eu te conheço (S/N) e sei que não bebe. – respondeu ele com um sorriso.

- Hum, eu posso ter mudado de opinião. – provoquei.

- Duvido. – respondeu ele.

Sorrimos. Era agradável estar com Namjoon. Quando o vi nenhuma memória veio á tona, mas como posso dizer, eu meio que não precisava das memórias para me dar bem com ele.

Após o prato principal, minha lasanha espetacularmente deliciosa, veio a sobremesa. Bolo de chocolate com sorvete de creme. Goku, só você sabe como eu sonho em comer isso aos montes!

Jimin trouxe a sobremesa e novamente saiu rapidamente de perto de nós. (não antes de eu reparar naquela beleza de bunda dele, Goku, ele deveria usar aquela calça de garçom a vida inteira!).

Quando eu já estava quase terminando minha sobremesa Namjoon chamou Hoseok.

- Hoseok, chame o dono do restaurante, por favor, quero o parabenizar.

- Claro senhor.

Encarei Namjoon descrente.

- Sério Namjoon que você vai mesmo provar para mim que você não é o dono do restaurante? Mesmo isso aqui sendo parte do seu mundo, de sua imaginação?

Ele riu.

-Vou.

Fiz som de lamento.

- Não acredito que você fez isso, que coisa feia.

Ele riu.

Ouvi passos, mas não olhei de primeira, pois estava muito ocupada raspando do prato toda a calda de chocolate do bolo que me tinha escapado.

- Vejo que a senhora gostou! – ouvi uma voz dizer satisfeita.

Pera...  O Dono é...

- Jin! – falei.

Ele sorriu. Jin estava vestindo uma roupa rosa de chef, e seu chapéu de chef era um grande chapéu do Mario (sim, aquele Mario, jogo da nitendo que ele ama!).

- Olá dono do restaurante e chef de cozinha. – cumprimentou Namjoon.

- E seu melhor amigo. – completou Jin.

Eles sorriram um para outro. Por mais que eles estejam apenas sorrindo, só eu ainda imagino um Namjin ali? Tipo... Acho que vou ficar de vela aqui.

- Mas porque o dono e chef? – perguntou Jin puxando uma cadeira para se juntar á nós.

-Ela achava que eu seria o dono. – respondeu Namjoon.

- Ah! – disse Jin. – Surpresa?

- Um pouco. – respondi fingindo ter tido o orgulho ferido os fazendo rir.

Olhei todo aquele lugar, era incrível tudo que Namjoon imaginou. Mesmo os outros membros sendo funcionários de um restaurante , todos ainda pareciam estar ali de alguma forma, como se estivessem atuando o tempo todo e tudo fosse voltar ao normal á qualquer momento.

Mesmo eu não sabendo qual é o normal.

Tae ainda cantava, ele começou a cantar someone like you da Adele e sinceramente ainda fico pasma em como ele canta bem. Essa musica me lembrou do mundo, do mundo longe deles, da minha vida que eu quase não me lembro.

A música me lembrou que estou presa dentro de uma confusão e o que que eu procuro são respostas.

- Namjoon eu preciso de respostas, preciso entender o que está acontecendo. – falei.

Ele me olhou sério.

- Eu não vou mentir, eu não posso te ajudar. Nenhum de nós pode. – disse ele indicando todos os membros do grupo que repentinamente tinham aparecido ali.

Suspirei desgostosa.

- Mas há uma forma de você conseguir suas respostas. - falou ele.

Olhei nos seus olhos sem acreditar e ele sorriu.  Namjoon apontou para uma das paredes do restaurante e lá um portal apareceu. Diferente de quando ele abriu no quarto de Tae, aquele portal era silencioso e sua cor era branca.  

Levantei da cadeira. Agora eu finalmente ia entender tudo, ia me lembrar de tudo e finalmente voltar a qualquer lugar de onde eu saí. Tudo ia ficar bem.

- (S/N). – chamou ele segurando meu braço. – Eu preciso te dizer... Uma vez que você atravessa uma porta você não pode voltar.

- Sim, Suga me avisou disso. – afirmei.

Ele balançou a cabeça triste.

-Não é só isso, ao você fechar a porta, os seus laços com a pessoa se apagará, você não vai mais se lembrar dela e ela de você.

Prendi a respiração. Como assim? Quer dizer que eu vou esquecer ele? Que eu vou esquecer todos os outros por quem passei?

- Sabe... O meu mundo não é só feito de minha imaginação, ele também é feito de futuro. Aqui também aparece o que pode acontecer, por isso Jin é dono de um restaurante, é um sonho dele.

- E fico feliz de saber que isso provavelmente vai dar certo! – disse ele feliz quebrando o momento e recebendo olhares repreendedores dos outros membros.

Eu ri.

Namjoon também riu, se aproximou e segurou minhas mãos. Olhando em meus olhos ele disse:

- Aqui também têm o nosso futuro.

Arregalei os olhos, como assim o nosso futuro?

Ouvi risos, e uma correria. Mas não era um riso qualquer eram risos de crianças. Três crianças risonhas correram em nossa direção. Dois meninos e uma menina.

A menina correu na direção de Jin gritando:

- Tio, me salva, eles querem me pegar!

Ela pulou no colo de Jin que fingindo estar bravo disse autoritário aos meninos:

- Eu não vou deixar vocês tocarem na minha princesa!

A menina riu e ele também, enquanto os meninos lhe mostraram a língua e vieram correndo e nossa direção. Um se agarrou a Namjoon e o outro a mim.

Olhei espantada para eles e para Namjoon que sorria para eles.

- O que vocês estão aprontando? – disse ele.

- Pai! Estamos brincando de policia e ladrão! – falou o menino agarrado á ele.

O menino que estava abraçado a mim (ou melhor ás minhas pernas) puxou minha roupa e fez expressão de chateado:

- Mãe! A Yuna está roubando! Quem disse que ela pode pedir ajuda pro tio Jin? Isso não é justo! – ele bateu o pé no chão.

Ele me encarou esperando que eu dissesse algo, mas eu estava chocada demais para falar alguma coisa. Namjoon intercedeu por mim.

- Isso realmente não é justo Jaebum. - ele agachou e ficou no mesmo nível que os dois meninos. - Vamos fazer o seguinte: você, Yuna e Youngjae vão junto ao tio Jin comer sorvete, depois nos resolvemos o que faremos com a trapaceira da Yuna. – falou ele brincando.

- Ok! – respondeu os dois.

Jaebum era quase a copia de Namjoon, mas Youngjae era quase minha versão masculina!

Yuna desceu do colo de Jin e segurou em sua mão direita enquanto os dois meninos a mão esquerda de Jin. Eles foram em direção á cozinha, mas antes de entrarem lá Yuna correu e veio em minha direção.

Ela parou e pediu para que eu abaixasse para ficar cara a cara com ela. Agachei e fiquei impressionada em como ao mesmo tempo ela era parecida com Namjoon e semelhante á mim. Era uma mistura perfeita de mim e de Namjoon. Aquilo me encantava e me assustava ao mesmo tempo.

- Te amo mamãe!- Ela me deu um beijo no rosto. - Vê se não demora! – disse ela autoritária e saiu correndo em direção á cozinha.

Observei ela correr com suas pequeninas perninhas até lá. Ela devia ter uns... Quatro á cinco anos? Não sei... Sou péssima com idades. Os meninos com certeza tinham uns 6 anos.

- Nam... – choraminguei. – Isso aí é jogo baixo. Você deveria ser processado por estar fazendo isso comigo.

- Não é jogo baixo, é um possível futuro! – disse ele esperançoso. –Eu só quero que você dê uma chance á nós!

Goku é mais!

- Nam... Não faz isso, eu preciso de respostas, eu não posso viver assim sem memória pra sempre. E também não posso viver nesse mundo imaginário e de prováveis futuros.

- Você pode! – disse ele insistente.

-Não eu não posso! Eu não quero viver com uma vida cheias de “E se...”, de probabilidade, de prováveis futuros! Que quero algo real eu quero ser, quero sentir. Quero o presente e não o futuro.

- Mas (S/N)...

- Mas nada Nam, eu preciso do presente e você só pode me oferecer o futuro. – digo firme.

- Então esse é um adeus? – diz ele visivelmente triste.

- Sim, isso é um adeus.- digo docemente.

O abraço como se isso dependesse da minha vida. Apesar de eu não ter me lembrado dele, eu tinha um enorme amor por ele, um amor que nem consigo explicar. E aquelas crianças... Jaebum, Youngjae e Yuna sendo meus filhos ou não, eu já os amo e os levarei no meu coração para sempre.

Olhei uma ultima vez nos olhos de Namjoon e entrei no portal. Em segundos ele desapareceu. Eu estava em um lugar semelhante á uma sala onde tinha vários móveis dourados e beges. As paredes eram num tom de azul esverdeado e havia fotos dos membros do BTS por todos os lugares.

- Finalmente você chegou! – disse uma voz conhecida.

Olhei para trás e lá estava Jin parecendo um príncipe com o cabelo gratinado em rosa e um blaser azul. Ele estava sentado numa mesa, tomando café. Parecia mais ser um estrangeiro na hora do chá do que um coreano.

- Jin! O que você...

- Não. – interrompeu-me ele com um sorriso. – Abraxas.

Olhei-o desconfiada.

- Você é burra ou o quê? Eu sou o Abraxas! – disse ele irritado. - Minha verdadeira forma não é essa, mas eu apareço como as pessoas querem me ver e então estou aqui parecendo o Jin.

- Tá irritado por quê? EU que devia estar irritada! Estou numa confusão do caralho por sua causa e nem me lembro o porque!

Ele riu.

- Eu esqueci que tinha apagado a sua memoria, desculpa, querida. – falou ele falsamente.

Senti uma enorme vontade de dar na cara do Abraxas, mas eu também estaria batendo no Jin e isso eu não consigo fazer.

- E então? Vai me dar “respostas” agora? – falei irônica. – Agora finalmente vou entender o que tá acontecendo nessa porra toda?

Ele riu.

- Claro, sente-se. – ele indicou uma cadeira diante dele.

-Não. – falei com raiva.

Ele me olhou impaciente.

- Melhor você sentar porque é historia é longa. - ele aconselhou.

Permaneci em pé. Jin, ou melhor, Abraxas bufou e de repente eu fui forçada por mãos invisíveis a me sentar.

- Como você é grosso!  -resmunguei.

- Olha aqui queridinha! – ele apontou se indicador acusadoramente para mim. – Só pra te deixar claro essa confusão toda, é culpa sua que fez merda.

- O que?! – falei revoltada.

- E agora cala a boca que eu vou te explicar! – falou ele sério.

Goku, mas que desaforo!


Notas Finais


Olá meus amores! Gente o que foi aquelas crianças!!! Eu queria elas pra mim! kkkkk
Espero de coração que vocês tenham curtido esse cap!
Finalmente tudo vai ter sentido! (ante tarde do que nunca)
Agora é o Abraxas quem vai falar!kkkk
Bjos do core! obrigada á todos por tudo! comentários, favoritos e notas!
até o/


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