História Imagine BTS - Meu Intercâmbio para a Coreia do Sul - Capítulo 58


Escrita por: ~ e ~Cah_Yoongi

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Colegial, Fluffy, Imagine, Romance, Shoujo
Exibições 271
Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem desse cap gatas... Ele ficou grande só pra compensar esses dias que fiquei sem postar ;-;
Boa leitura <3

Capítulo 58 - É necessário...


Ele se aproximou mais, fiz o mesmo, e selamos nossos lábios em um beijo nunca experimentado... Era como se... Fosse um beijo de despedida... Era esse o real sentimento...

{...}

Já estava anoitecendo, depois de muita conversa e despedidas eu e TaeHyung decidimos voltar para a faculdade.

— Tae, vou tomar meu banho e depois vou visitar minha mãe okei? – Disse jogando minha bolsa num canto do quarto.

— Okei, quer que eu te leve? – Ele perguntou se jogando na cama.

— Não precisa, eu pego um táxi, obrigada. – Eu disse entrando para o banheiro.

Tomei um banho rápido, fiz aquela maquiagem básica e o mais natural possível, até porque eu estava um caos depois de tanto chorar e por ter saído recentemente do hospital. Coloquei um All-Star preto, uma calça jeans simples e uma regata branca, fazia tempo que eu não me vestia assim e me sentia bonita, poder ter essa sensação novamente é muito bom. Prendi meu cabelo num coque/penteado, respirei fundo, já me preparando mentalmente para a conversa com minha mãe, e saí do banheiro.

— Já estou indo Tae, até mais. – Disse recolhendo minha bolsa que tinha jogado no chão a alguns minutos atrás.

— Uau, você vai só conversar com a sua mãe mesmo não é? – TaeHyung disse se sentando na cama e apoiando a cabeça na cabeceira.

— É, por quê? – Perguntei me virando para ele.

— Eu ficaria meio preocupado se você saísse para outro lugar assim, faz tanto tempo que não te vejo tão arrumada... – Ele suspirou.

— Obrigada Tae, pode não parecer, mas isso me alegra muito, o tempo no hospital foi difícil, eu me senti tão horrível e tão... Acho melhor eu ir indo Tae, não sei por que toquei nesse assunto. – Disse pressionando minhas têmporas, de alguma maneira fazer isso me acalma.

— Entendo... Vê se não demora muito, qualquer coisa me liga okei?

— Okei, até mais Tae... – Disse me aproximando e depositando um rápido beijo em sua testa.

Liguei para o táxi enquanto caminhava até a saída da faculdade.

— Você pode tentar se apressar se possível? Acabei me atrasando um pouco... – Eu dizia no telefone enquanto caminhava apressadamente, podemos dizer que eu estava “correndo devagar”. – Muito obrigada mesm-... – E novamente a distraída tromba em alguém que virava o corredor, que consequentemente fez as coisas de ambos caírem e voarem pelo corredor, tanto celular quanto os papéis que ela segurava.

— Aigo... Perdão, eu sou uma distraíd-... Jimin? – Dizia enquanto recolhia os papéis, assim que olho para a tal pessoa, não é ninguém mais ninguém menos do que Park Jimin.

— E nos encontramos novamente não é mesmo? – Ele disse, fazendo com que eu me lembrasse do dia em que nos esbarramos nesse mesmo corredor e caímos.

— Parece que sim... Aqui, seus papéis... – Entreguei a ele e recolhi meu celular que foi parar do outro lado do corredor.

— Quebrou? – Jimin perguntou se aproximando.

— Ainda bem que não... Não sei o que eu seria sem esse celular. – Eu disse dando um sorriso de lado. – Desculpe-me novamente Jimin.

— Sem problemas, acho que só esbarrando com você conseguimos conversar assim, só você e eu... TaeHyung sempre está no meio para atrapalhar. – Ele disse dando mais um passo para frente e eu dei um para trás.

— Err... Jimin... Eu gostaria muito de poder conversar com você, mas infelizmente não vai dar, deixa pra próxima... – Eu disse indo em direção a saída.

— Espera. – Ele disse segurando meu pulso. – Onde vai tão arrumada e com tanta pressa? Se quiser eu posso te levar, seja lá onde você quiser ir. – Ele disse dando um sorriso torto.

— Não precisa Jimin, obrigada. E respondendo sua pergunta estou indo encontrar minha mãe, e obrigada pelo elogio. – Dei um sorriso amarelo e soltei meu pulso de sua mão. – Até algum dia desses... – Eu disse e finalmente consegui sair da faculdade, Jimin estava muito estranho, era como se... Ele estivesse me cantando... Não pode ser, ele não seria tão ousado, ele sabe e muito bem que eu e TaeHyung namoramos e... Aigo, minha cabeça está muito cheia, foco _______, foco. Saí da faculdade e o táxi já estava lá a minha espera.

POV Jimin

“Sei que o que eu acabei de fazer foi errado, extremamente errado. Mas eu não sei por que fiz, por algum motivo que eu não sei, _______ mexe comigo de uma maneira diferente, eu nunca me senti assim perto de uma garota . Eu não sei, quando converso com ela eu me sinto diferente, talvez porque ela seja uma garota inexplicavelmente bonita, educada e gente boa. Será que estou apaixonado? Aish, se por algum acaso TaeHyung ficar sabendo disso estou ferrado... Vou me segurar daqui para frente, quem sabe algum dia esse namoro acaba e eu tenho alguma chance...”

— Aqui o seu pagamento, obrigada por ser rápido. – Disse pagando o taxista e rapidamente saindo do carro.

— Annyeonghaseyo, eu vim visitar minha mãe, o número do apartamento é 304, poderia avisar que eu cheguei? – Perguntei para a recepcionista do hotel.

— Claro, enquanto vou avisando sua chegada a senhorita pode ir subindo. – Ela disse discando no telefone.

— Obrigada.

Subi de elevador até o terceiro andar, quando as portas se abriram meu coração começou a disparar. Tenho que me acalmar, é só uma conversa para acertarmos minha viagem de volta... Chegando na porta do quarto começo a escutar uma gritaria extremamente alta. Os vizinhos dos quartos ao lado começaram a sair para verem qual seria o motivo para aquela barulhada.

— O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Uma mulher saiu do quarto ao lado com os olhos flamejantes de ódio, com bobs nos cabelos, algodões entre os dedos dos pés e segurando uma lixa de unha que eu pensava que iria quebrar de tanto força que ela fazia. – JÁ É DE NOITE E EU ACORDO CEDO AMANHÃ!

— Realmente, alguém avisa para essa vizinha aí que já é tarde! – Um rapaz que tinha saído do quarto em frente reclamou, ele tinha olheiras escuras e bolsas profundas ao redor dos olhos, usava um terno bem cortado e os cabelos estavam desarrumados. – A senhorita sabe de alguma coisa? Parece que pretende entrar nesse quarto aí. – Ele disse para mim apontando para o quarto da minha mãe.

— Eu realmente não sei o que está acontecendo, mas acho melhor vocês voltarem para seus quartos, eu irei resolver isso o mais rápido possível, desculpe o incômodo. – Eu disse extremamente preocupada.

— Assim espero. – Ele disse voltando para seu quarto e batendo a porta com força. Aos poucos todos os curiosos que estavam pelos corredores entraram em seus quartos.

Bati na porta e nada, bati mais uma vez, nada. Bati com mais força ainda, e escutei passos e gritos se aproximando.

— VOCÊ NÃO VAI ABRIR ESSA PORTA! – Escutei uma voz masculina gritando.

— MÃE! SOU EU! QUEM ESTÁ AÍ COM A SENHORA? – Gritei através da porta.

— Filha! – Ela parou de falar por um segundo. – A mamãe está bem, você pode voltar amanhã para conversarmos, agora a mamãe está meio ocupada... – Percebi que ela mentia, eu sempre sei quando ela mente, algo está acontecendo, e não é bom.

— QUEM ESTÁ AÍ COM A SENHORA?

— N-não tem n-ninguém meu a-amor... É a t-televisão que está alta, s-só isso... Agora v-volta para a f-faculdade. – Escutei a voz trêmula dela cada vez mais baixa.

— MÃE O QUE ESTÁ ACONTECENDO?!

— NADA! SAIA AGORA DAQUI! – Escutei ela gritar.

Eu me afastei da porta, algo realmente não está certo... Pelo visto não vou conseguir entrar nesse quarto tão cedo... Decido voltar para a recepção e explicar o que está acontecendo, assim talvez eu entrasse lá.

— Okei senhorita, recebemos diversas ligações reclamando do barulho que estava no quarto 304 agora. Tentamos ligar e sempre desligavam. Vamos chamar a polícia, assim que chegarem destrancaremos a porta com a cópia da chave. Você deseja um chá, uma água? Está pálida e tremendo. – A recepcionista disse.

— Por favor, só uma água... – Eu disse apoiando meus cotovelos no balcão e colocando meu rosto entre as mãos.

— Aqui está. – Ela me entregou um copo d’água. – Já ligamos para a polícia, tente se acalmar senhorita, tudo piora com o desespero.

— Okei, obrigada... – Eu disse tomando um gole d’água.

Após 15 minutos de espera uma viatura policial para na porta do hotel.

— Chegamos por causa do problema do quarto 304. – Um policial disse, acompanhado de mais cinco, à recepcionista.

— Okei já vamos pegar a cópia, um segundo. – Ela disse se retirando.

— Boa noite senhor. – Eu disse estendendo minha mão. – Eu sou _______, filha da mulher que está no quarto 304, peço que sejam cuidadosos ao entrarem, escutei uma voz nunca ouvida por mim antes, e era um homem, parecia alterado e nervoso.

— Obrigado pela informação senhorita _______. – Ele apertou minha mão. – Sou delegado Woo Taewon, você pode me dar mais detalhes, por favor?

— Eles conversavam em português, minha mãe e eu somos do Brasil, então provavelmente esse tal homem também é de lá. Já tem um tempo que minha mãe não se envolve com outro homem, já que as relações com meu pai não foram muito boas porque ele nunca andava sóbrio. Eu cheguei no quarto e escutei uma gritaria sem fim, os vizinhos reclamavam, e quando eu tentei entrar minha mãe inventou uma desculpa de que a televisão estava alta e me expulsou, isso tudo através da porta.

— Entendo, vamos tentar novamente entrar pacificamente, se não obtermos resposta, invadiremos okei?

— Okei. Muita obrigada. – Eu disse sentindo certo alívio, Taewon parece ser de confiança.

— Só estou fazendo meu trabalho moça. – Ele disse e deu uma rápida piscada em minha direção. Eu nem dei tanta importância para essa “cantada” por causa da minha preocupação.

Chegamos ao quarto e os policiais começaram a tentar entrar, ameaçavam invadir, falavam que eram da polícia, mas não obtiveram resposta alguma.

— Vamos ter que entrar. – Um dos policiais disse e pegou a cópia da chave com um dos funcionários que nos acompanhava.

A porta foi destrancada e aberta, os policiais entraram no quarto, um por um e não permitiram que eu e nem o funcionário entrássemos antes de revistarem o local.

— MAIS UM PASSO E ELA MORRE. – Escutei a mesma voz masculina gritar, a mesma voz de antes.

Eu tentei entrar para ver o que acontecia, mas o funcionário segurou meu pulso.

— Acho melhor você ficar, pode atrapalhar e acabar piorando as coisas.

— Que se dane, a minha mãe está ali! – Soltei meu pulso e entrei no quarto sem pensar duas vezes. – MÃE... – Fiquei em choque quando vi a cena.

Um cara que eu nunca vi antes na minha vida segurava um canivete no pescoço da minha mãe, meu coração disparou, lágrimas rolavam rapidamente por meu rosto ao ver o rosto assustado da minha mãe completamente molhado por lágrimas.

— F-filha... – Ela sussurrou assustada.

— EU JÁ FALEI PARA VOCÊ FICAR CALADA MULHER! – O homem gritou com ela afundando a lâmina em sua pele, mas não cortando, só assustando-a. O homem era estranho, seus olhos eram esbugalhados e davam medo, tinha cabelo baixo, escuro e enrolado, usava roupas comuns, calça jeans, uma blusa vermelha e um tênis, era extremamente magro e tinha a pele ligeiramente morena. Seu olhar dava medo, ele parecia um louco, completamente maluco.

— M-mãe... – Eu sussurrei, colocando a mão sobre metade do meu rosto, o que está acontecendo?

— A mamãe não falou para a filhinha do namoradinho que ela arrumou? – Ele disse olhando fixamente no fundo dos meus olhos com aquele olhar de louco, e ainda deu um sorriso sínico.

— N-namorado? – Eu disse sem compreender.

— Pelo visto você presta pra guardar segredos não é mesmo mulher? – Ele disse voltando o olhar para a minha mãe.

— Senhor, vamos pedir mais uma vez, largue essa arma, libere a moça, e tudo será resolvido mais facilmente. – O policial falou em inglês.

— Eu não entendo essa língua aí não ô japa. – Ele disse ironicamente. – Traduz pra mim mulher! – Ele disse voltando a apertar o canivete contra o pescoço da minha mãe.

Ela traduziu, com dificuldade, mas traduziu.

— Então fala para esse aí que eu só te largo quando todo mundo sair do quarto! – Ele disse a minha mãe. Ela começou a falar porém eu a cortei, não aguentava ver ela se esforçando nessas condições, traduzi rapidamente para o coreano e o policial assentiu.

— Plano B. – Taewon cochichou para os policiais em coreano.

Um dos policiais sacou uma arma rapidamente e deu um tiro no pé do homem, o que fez com que ele caísse no chão e consequentemente largasse minha mãe.

— FILHA! – Ela disse correndo em minha direção com os olhos cheios que logo transbordaram.

— MÃE! – Eu disse a abraçando forte, também chorando loucamente.

— Você está preso em nome da lei, comunicaremos sobre seus atos com seu país, enquanto isso você ficará preso sob tutela da polícia coreana. – Taewon disse algemando o homem.

Os policais levaram o homem para fora do quarto, porém quando ele passou por mim e por minha mãe, meu corpo se arrepiou todo.

— Não pense que se livrou de mim. – Ele ameaçou minha mãe.

— Vamos logo! – Taewon gritou com ele em inglês e o empurrou para fora.

Saímos do hotel e fomos para a viatura, de lá iríamos ir para uma delegacia fazer uma denúncia contra o homem. Chegando lá somente Taewon desceu da viatura, os outros policiais ficaram vigiando o cara louco.

— Pegamos a documentação dele, ele se chama Roberto Santos da Silva. – Ele disse em inglês para que eu e minha mãe entendêssemos. – Senhora, por qual motivo o senhor Roberto da Silva estava no seu quarto? – Ele perguntou para ela.

Minha mãe não respondeu, apenas ficou em silêncio e abaixou a cabeça.

— Mãe, abre o jogo, agora não tem mais como esconder nada. Quem era aquele cara, e por qual motivo ele disse que era seu namorado? – Eu perguntei apressada a minha mãe, quando disse isso Taewon começou a fazer algumas anotações.

— Eu queria esconder, mas não consegui. Roberto era sim, meu namorado, nos conhecemos no trabalho, no começo ele era um homem super atencioso, eu me abria com ele e conversava sobre os nossos problemas, falava sobre você minha filha, da saudade que eu sentia. Ele era minha válvula de escape. Porém quando começamos algo mais sério, percebi que ele mudou, ele começou a sempre me pedir dinheiro para sair, no começo eu até aceitava, mas porém o dinheiro começou a acabar, e eu comecei a negar, e da primeira vez que eu neguei ele... – Ela começou a chorar descontroladamente.

— Calma mãe... Continua...

— Ele ficou totalmente alterado e partiu pra cima de mim, então roubou meu dinheiro e ficou fora de casa por uns três dias. Depois ele voltou, eu tentei impedir, disse que não, que tudo estava acabado, que ele não era o mesmo, pegava meu dinheiro, saía de noite e voltava de manhã cheirando a bebida e drogas. Eu não aguentei, mas ele era mais forte, fazia ameaças sempre que dizia que iria te a polícia, por isso não denunciei antes. E quando seus amigos falaram para eu vir para a Coreia do Sul eu fiquei muito aliviada, meus planos eram morar aqui, porém ele me seguiu, ele descobriu que eu estava aqui. Disse que o dinheiro na conta acabou e que eu deveria voltar imediatamente para o Brasil. Por isso que eu disse para voltarmos minha filha... Por isso...

— Mãe... E-eu não sei o que dizer... – Eu disse espantada.

— Filha, perdão, e-eu perdi todo o nosso dinheiro, m-mais uma vez com um cafajeste. D-desculpa f-filha...

— Eu entendo o seu medo mãe. Só peço que da próxima vez que se envolver com um homem me avise, mesmo no começo da relação, sempre me avise. – Eu disse segurando firme suas mãos e olhando no fundo de seus olhos.

— O-okei filha... – Ela disse secando as lágrimas. – Mesmo assim temos que voltar para o Brasil, a nossa sorte é que eu criei outra conta bancária, assim podemos voltar e nos sustentar por uns três meses.

— Entendo, vou tentar arrumar um emprego de meio-período, assim ficamos mais tranquilas okei? Agora vá descansar, pegue um táxi, volte para o hotel, tome um ducha quente e relaxe. – Eu disse afagando seus cabelos. – Nós saímos daqui amanhã se possível, então relaxe.

— Okei minha filha, amanhã se possível voltamos... Muito obrigada filha, obrigada policial, se me dão licença, já vou indo... – Ela disse, deu-me um beijo estalado na testa, apertou a mão do policial e foi atrás de um táxi.

— Sinto muito pelo o que está acontecendo... – Taewon disse enquanto ainda anotava.

— Obrigada pela atenção senhor Taewon, agradeço muito seus serviços.

— Não precisa agradecer moça, como eu já disse, só fiz o meu trabalho. – Ele disse desviando seu olhar nas anotações para mim.

— Agora já vou indo, obrigada mais uma vez. – Sorri torto.

— Por nada. – Ele sorriu de volta. – Boa noite senhorita.

— Boa noite. – Eu disse saindo da delegacia.

Estou sem rumo agora, não sei o que fazer, o que devo fazer, aonde devo ir, com quem falar ou o que falar... Minha cabeça era uma confusão, decidi caminhar um pouco para esfriar os pensamentos, meu estômago roncava de fome, então parei em um restaurante e decidi lanchar por ali mesmo. Assim que me acalmar dessa turbulência eu ligo para TaeHyung e explico tudo...

Espero que ele entenda...


Notas Finais


Espero que tenham gostado <33
E sim, a fic está na reta final ;-;
Eu escrevi pouco hoje nas notas iniciais e nas finais por causa de uma coisinha que me atormenta chamada pressa kksdajsndkjsn


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