História Imagine BTS - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibições 623
Palavras 1.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse imagine é dedicado à ~Toriih, espero que goste, flor. Esse também é um dos meus favoritos no momento.

Capítulo 19 - Imagine Rap Monster


Fanfic / Fanfiction Imagine BTS - Capítulo 19 - Imagine Rap Monster

(S/N) POV

– A florzinha resolveu voltar pra casa? – pulei de susto ao escutar a voz de Namjoon e me virei, encontrando-o sentado na poltrona em meio a escuridão da sala. Por um momento até pensei em me preocupar, mas já havia virado costume meu quanto dele chegar tarde em casa.
– Não precisava ficar aí parado e acordado, não tinha que se preocupar. – disse fechando a porta, demorando mais que o necessário, preparando-me para suportar mais uma briga. Liguei a luz e encarei meu namorado.
– Acho que não vai me dizer onde estava...
– Exato, não tenho motivos para isso... – disse erguendo a cabeça, eu não estava fazendo nada de errado, só fiquei algumas horas a mais no trabalho adiantando o serviço para o dia seguinte, tudo para evitar o momento de vir para casa.
– Não tem motivos? Além do fato de ser minha namorada? É, tem razão, também não vejo. – ele disse ironicamente.
– Não é extremamente hilário como você só se lembra que sou sua namorada nos momentos que lhe convém? – não pude resistir ao sarcasmo e o ouvi bufar.
– Não, não é nem um pouco hilário. – ele  respondeu sério, levantando da poltrona e ajeitou sua camisa. Não pude evitar de observá-lo. Mesmo que nosso namoro já tivesse acabado há algum tempo, não podia mentir, nem por um segundo sequer, o quanto ele continuava lindo.
Namjoon sempre teve aquela beleza enigmática, silenciosa, ele nunca gostou muito de chamar atenção, ele era o tipo de pessoa que chegava de mansinho, devagar e quando você percebe, já tinha se rendido completamente.
E a beleza de Namjoon, não era apenas o corpo ou o rosto, era um conjunto completo. Desde a voz rouca ao intenso olhar, o sorriso bonito e natural...
E agora o encarando ali, parecendo impotente, vejo que nunca poderia ter sido tão egocêntrica a ponto de achar que poderia resistir a ele, porque isso era impossível e eu estava pagando um preço alto e doloroso no final de tudo.
– É sobre isso que eu gostaria de falar com você. – pisquei repetidas vezes tentando entender o que ele havia dito. Não precisei de muito esforço, ao olhar para o canto esquerdo da sala perto da porta, estavam suas malas, indicando o que ele queria dizer. Engoli em seco ao compreender o significado de tudo aquilo e o encarei, tentando evitar que um desespero sem noção tomasse conta de mim.
– Você está indo embora? – perguntei aos sussurros. 
– Sim, é o certo a fazer, (S/N) – ele  respirou fundo. – até porque, ao que parece, esse namoro já acabou, certo?
– É... Claro que acabou. – inflei o peito dolorido. – Não tem como levar a diante um namoro tomado por traições.
– Você realmente acredita nisso, não é? – não respondi.  – Se é o que você pensa, não posso fazer mais nada. Acho até que insisti demais em recuperar algo que não depende somente de mim.
– Devia parar de bancar o inocente quando sabemos que você nem chega perto de ser um. – disse irritada.
Já não suportava mais no quanto ele insistia em se dizer inocente, era pesado demais a ilusão que tudo aquilo poderia ser mentira.
– Sabemos? – aproximou-se até ficar a poucos centímetros de mim, encarando-me firmemente. – Posso ser inúmeras coisas, mas não sou um traidor. Nunca, está ouvindo bem? Nunca te trai. Mas parece que a minha palavra não vale de muita coisa aqui! – sua respiração estava irregular e seus olhos brilhavam como se pegassem fogo. – Você preferiu acreditar na sua 'amiga' do que no seu próprio namorado, (S/N)!
– Ela te viu me traindo.
– NÃO!– gritou de repente, assustando-me com o tom de voz. Quando conseguiu controlar sua respiração, ele voltou aos meus olhos. – Ela não me viu te traindo porque eu nunca te trai. Kira sempre teve de inveja de você, sempre deu em cima de mim e inventou tudo aquilo para destruir nosso namoro e você está caindo nesse joguinho patético.
– Não, isso não faz sentido… – neguei repetidas vezes, com medo de ter cometido um erro muito grande.
– E o seu namorado te traindo faz? Você sabe que ela nunca superou eu ter escolhido namorar com você ao invés de ficar com ela. Ela ao menos te provou alguma coisa? – permaneci em silêncio, constrangida. – E a palavra dela vale mais do que a minha? (S/N), nos conhecemos há anos, a palavra dela vale mais que todos esses anos de namoro? Vale mais do que os nossos planos de construir uma família? Vale mais do que os meses que eu continuei aqui tentando recuperar esse namoro, mesmo sendo ignorado por você? Vale  mais do que tudo o que eu fiz por você?
Não pude suportar todas aquelas palavras e comecei a chorar copiosamente, virando-me de costas para que ele não pudesse me ver. Sempre odiei que me vissem chorando. E então chorei como nunca havia chorado. Chorei pelo meu erro de não ter acreditado nele quando a palavra dele deveria ter bastado, chorei por todos os meses que perdemos brigando ou nos odiando, chorei pela dor de ser a culpada por tudo aquilo, mas, principalmente, chorei por medo de ser tarde demais para consertar as coisas. Como pude ser tão burra?
Respirei fundo algumas vezes e ao conseguir me controlar, virei-me pronta para pedir perdão, mas Namjoon não estava mais lá e a porta estava aberta.
Namjoon havia ido embora.
Não, isso não!
Corri até a garagem fechada, desesperada para conseguir impedir que ele fosse embora, e o encontrei entrando no carro. Em um impulso, empurrei a porta, quase prendendo seu dedo, e o abracei com força, sendo correspondida com a mesma paixão.
– Me perdoa, me perdoa, me perdoa…– consegui sussurrar antes de ser beijada furiosamente por ele. Seus lábios eram urgentes contra os meus, talvez me punindo por todo o tempo perdido.
Quando finalmente consegui me separar de sua boca para respirar, o encarei.
– Me perdoa, Nam. Eu nunca deveria ter duvidado de você, sua palavra deveria ter bastado. Me perdoa, por favor…
– Depois falamos sobre isso. – e voltou a me beijar.
Com facilidade, fui carregada e apoiada no capô do carro, nunca deixando de ser beijada. A urgência daquele beijo era tanta que não conseguimos pensar em nada além daquele momento, não nos importando com preliminares, camisinha ou a porta da garagem estar ou não fechada.
Com toda a pressa, consegui levantar a saia o suficiente para que minha calcinha ficasse a mostra enquanto Namjoon abaixava a calça o suficiente para que seu membro saísse da boxer preta que usava.
– Olha pra mim. – ele pediu enquanto afastava a minha calcinha para o lado e me penetrava fundo, fazendo-me gemer com a sensação de ser preenchida.
Apertei seus ombros fortemente, não conseguindo aguentar a sensação sozinha. Não sei se era pela falta que eu sentia dele ou pela excitante sensação de perigo por a porta estar aberta enquanto eu era tomada daquela forma, mas tudo estava sendo intenso demais para conseguir suportar.
– Porra. – Namjoon grunhiu enquanto levava a mão até meu clítoris inchado e o estimulava, até que não consegui aguentar mais, liberando-me intensamente, perdendo todos os sentidos enquanto meu quadril tremia violentamente, o meu olhar desfocava e eu não conseguia emitir nenhum som sequer.
Assim que consegui me acalmar, pude acompanhar o exato momento que Namjoon atingiu o orgasmo, com seu rosto contraindo violentamente enquanto apertava minhas pernas com força e grunhia roucamente. Uma visão dos deuses!
Quando Namjoon se acalmou, pousou sua cabeça nos meus ombros e eu aproveitei a oportunidade para acariciar seu cabelo e nuca. Depois de alguns minutos, me arrisquei a ser a primeira a falar.
– Podemos falar agora? –  ele assentiu, tentando se afastar. Impedi prendendo-o entre minhas pernas, para que ele permanecesse dentro de mim. – Não sai ainda, por favor.
– Tudo bem. – ele sorriu. – Sobre o quer falar primeiro?
– Sobre nós. – respirei fundo, tomando coragem. – Eu quero te pedir  desculpas por não ter acreditado em você quando me disse que não havia me traído. Eu não sei porque não acreditei… Na verdade, eu sei, é que estávamos brigando tanto na época, vivíamos discutindo e nos ignorando que quando Kira me disse que havia te visto com outra, eu enlouqueci.
– (S/N), um casal que não briga, é porque já não se ama mais. Se brigávamos, é porque nos importávamos um com o outro, é porque queríamos consertar o que estava errado para que não precisasse acontecer uma separação. Quanto a uma traição, eu jamais iria fazer isso com você, comigo ou com a gente, você sabe o quanto eu odeio isso, o quanto eu acho desrespeitoso e desnecessário, porra! Tanto com você, quanto comigo.
– Eu sei, me perdoa. – Abaixei a cabeça, envergonhada.
– Mas se eu fiquei todos esses meses nessa casa, tentando uma reconciliação, e aguentando esse péssimo clima é porque eu te amo e não queria uma separação. Só decidi ir embora agora porque acreditava que já não tinha mais volta. Mas parece que eu estava errado.– sorriu. – Você ainda quer lutar por esse namoro, (S/N)?
– Mais do que tudo. – disse sorrindo, deixando uma lágrima descer. Sendo beijada novamente. – Isso quer dizer que você não vai mais embora, não é?
– (S/N), sem você, eu não vou a lugar algum.



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