História Imagine BTS - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibições 318
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Acho que esse é o meu comeback! Haha
Depois de um tempo longe, finalmente, eu voltei!
Esse imagine é dedicado à ~SakaGuchi... Tentei fazer o máximo do que você pediu, espero que goste.

Capítulo 36 - Imagine Suga


- Eu tô com medo... - murmurei para Jimin no canto do camarim, ele me olhou um pouco aflito, mas sorriu.
- Não precisa ficar preocupada... Mas seria bem mais fácil se você dissesse qual é o problema. - ele disse, fazendo-me lembrar o motivo de estar ali. Havia avisado para Yoongi que precisávamos conversar, mas preferi esperar o show terminar, já que não sabia ao certo qual seria a reação dele com a notícia.
- O Yoongi gosta de crianças? - perguntei subitamente. Jimin me olhou confuso, mas logo pareceu entender, estava com os olhos arregalados.
- Você... Você está... - coloquei as mãos sobre sua boca, o impedindo de terminar a frase.
- Fica quieto. - sussurrei.
- Ei, o que vocês dois estão fazendo? - ouvi Yoongi perguntar, claramente achando estranho eu estar tapando a boca do Jimin.
- (S/N) quer falar algo.
- Jimin! - reclamei.
- O que aconteceu? - Yoongi perguntou um pouco impaciente.
- Eu... Eu... Er... - comecei a gaguejar olhando para os 7 garotos me encarando.
- Você...
- Eu... Eu estou... Eu... Eu estou grávida. - disse olhando para os meus próprios pés.
Todos que estavam no camarim arregalaram os olhos.
- O quê? Você tá falando sério? - Yoongi se aproximou.
- Como isso aconteceu? - ouvi Jungkook perguntar.
- Bom... Quando duas pessoas se amam, elas...
- Namjoon! - Yoongi disse alto fazendo Namjoon parar de falar. - Pode nos dar licença? Acho que (S/N) e eu precisamos de alguns minutos sozinhos.
- Vão treinar para o próximo? - Hoseok perguntou, rindo da própria piada. Mas o olhar de Yoogi em sua direção  foi suficiente para cessar os risos.
- Está falando sério mesmo? - Yoongi perguntou logo depois que os garotos saíram, balancei a cabeça positivamente.
- Olha, Yoongi... Eu vou entender perfeitamente se não quiser, afinal você tem o grupo e...
- Ei, do que está falando? - ele pegou meu rosto entre mãos.
- Isso não foi planejado, nós nem mesmo chegamos a falar na possibilidade... Você tem seus compromissos com o grupo, então...
- Em primeiro lugar, eu amo você... Mas do que tudo. Você tem razão, não planejamos isso, nem mesmo pensamos que pudesse acontecer... Mas vamos enfrentar isso juntos, como sempre fazemos!
- Tem certeza disso? - perguntei insegura. Ele apenas sorriu levemente e beijou meus lábios com carinho.
- Você ainda tem dúvida?

Yoongi POV

(S/N) ainda se encontrava trancada dentro do quarto desde que saímos do hospital. Não queria que ninguém a incomodasse enquanto ainda estivesse ali. Do nosso quarto era possível ouvir o abrir e fechar de portas e gavetas, o agitar inquieto das cortinas, o andar de um lado para o outro.
Gavetas se abriam, portas se fechavam. E eu tentava entender a atitude da minha namorada.
Desde que (S/N) sofreu um aborto espontâneo ao terceiro mês da primeira gestação, ela passava horas e horas trancada naquele cômodo, mexendo, pegando e olhando os poucos presentes, pequenos brinquedinhos e roupas que antes mesmo de nascer, nosso bebê já havia ganhado.
Eu sabia que nada seria fácil daqui para frente, sentia uma dor irreparável ao lembrar de quando recebemos a notícia do médico que o bebê não tinha batimentos cardíacos. O olhar assustado que (S/N) direcionou à mim...
(S/N) sempre seguiu as recomendações médicas, fez todos os exames, teve todos os cuidados. E ainda assim, não entendia o porque de termos perdido o bebê, mesmo com a explicação médica...
– Infelizmente a incidência de abortos espontâneos até a décima segunda semana de gestação ainda é um pouco elevada, mas ainda não sabemos bem o porque que isso acontece... - explicou o doutor. -... Mas vocês são um casal jovem, são saudáveis, podem tentar novamente ter um filho daqui um tempo.
– Não, não... - (S/N) resmungou em meu colo chorando. - Eu... Eu quero o nosso bebê, Yoongi… - disse entre lágrimas.
- Lamento pela perda senhorita. - o doutor olhou para nós com tristeza - Vou chamar a enfermeira para prepará-la para a retirada da placenta, com licença.
– Yoongi, por favor… - (S/N) suplicou fraca ao namorado. - O nosso bebê…
Perder um filho antes mesmo dele nascer, quem imagina isso? Entre nós dois, (S/N) era a que estava sofrendo mais. Ela agora se sentia insignificante, incapaz de ter filhos, não tinha mais esperanças de seu sonho de ser mãe se realizar, se sentia culpada por tudo.
Suspirando, levantei da cama e segui para o quarto ao lado, encontrando (S/N) encolhida perto da poltrona. Ela mantinha seus braços em volta de suas pernas e sua cabeça apoiada em seus joelhos. Olhava para um ponto fixo no chão, apesar de que era visível que a sua mente estava em outro lugar, bem diferente. A pouca luz do cômodo vinha de uma pequena fresta que a cortina não cobria da janela, deixando o ambiente com um ar ainda mais triste.
– Este frio não vai te fazer bem, amor... – disse se aproximando dela, peguei uma coberta bem grossa e coloquei sobre ela – Você está gelada, precisa se esquentar!
Antes que ela pudesse responder, a puxei delicadamente, fazendo-a se levantar. A levei para o nosso quarto que estava bem aquecido e coloquei (S/N) sobre a cama. – Vou preparar algo quente para tomarmos... – avisei após aumentar a potência do aquecedor. Fui até a cozinha, onde minutos depois voltei para o quarto, levando duas xícaras de chocolate quente. Me ajeitei na cama sentando atrás de (S/N), envolvendo seu corpo em meio aos meus braços.
Foram minutos de silêncio, um ouvindo a respiração e as batidas do coração do outro. Lembrei de como sentia falta desses momentos em que nós ficávamos curtindo a presença do outro. (S/N) e eu não ligavamos muito de sair, ir para festas, baladas, gostávamos de apreciar a companhia do outro.
– Você ainda me ama? – (S/N) perguntou de repente cortando o silêncio.
– Eu sempre vou te amar. – sussurrei ajeitando uma mecha do cabelo de (S/N) e depositando um beijo em seus lábios.
– Mesmo que eu não possa te dar filhos? – ela indagou no mesmo tom de voz, com um certo medo em suas palavras.
– Independentemente de termos filhos ou não. Se você aceitar, podemos fazer outras tentativas até conseguirmos, ou até mesmo adotar.
– Adotar? – ela ficou surpresa.
– Sim, por que não? Eu não me importaria em adotar uma criança, eu o consideraria do mesmo jeito. Não é preciso ser do meu sangue para ser meu filho, eu o trataria da mesma maneira. – dei uma pausa. – Tudo o eu mais quero é ter uma família com você, (S/N) e eu vou te amar da mesma maneira.
– Adotar… – (S/N) repetiu como se estivesse processando a ideia ainda. E logo depois deu o primeiro sorriso em semanas.



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