História Imagine BTS (Bangtan Boys) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hentai, Hoseok, Imagine, Jimin, Jin, Jungkook, Nanjoom, Suga
Exibições 101
Palavras 2.561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ultima parte do imagine do Jungkook. Espero que gostem e, desculpe se a parte hot não ficou tão boa, sou péssima nessas coisas :)

Desculpa qualquer erro de português.

Boa Leitura!!!!

Capítulo 3 - A Judia escondida ( Jungkook) Part 2


Fanfic / Fanfiction Imagine BTS (Bangtan Boys) - Capítulo 3 - A Judia escondida ( Jungkook) Part 2

 

 

—Só faça o que estou lhe ordenando, me leve para seu quarto.

Eu estava eufórico, a excitação tinha se apossado em cada comprimento do meu corpo, e eu estava adorando isso. Finalmente, depois de tanto tempo eu a tinha sobre meu controle, em minhas mãos. Consigo sentir a agitação em todo meu ser apenas imaginando em varias coisas que posso fazer com ela na cama, no escuro, em baixo dos lençóis, apenas nós dois, pelados. Oh! Como eu ansiava desesperadamente por isso.

Pude ver o pequenino corpo de S/N se estremecer com minha ordem, ela estava amedrontada, conseguia enxergar isso em seus olhos, aliás, belos olhos. Com receio ela se levante do chão com as mãos tremulas e olha-me como se pedisse socorro, para que eu recuasse com minha ordem e deixa-la em paz.  Tics, tics, nego com a cabeça o seu pedido de misericórdia, esperei muito tempo por esse momento e, não vou desistir agora.

S/N engole seco. Consigo ver seus olhos marejando novamente ameaçando transbordar em lágrimas, ela passa por mim e se dirige para cozinha, não deixo de segui-la, ela vai para o fundo da cozinha abrindo uma porta de madeira velha quase caindo aos pedaços, essa porta se dá para uma escada, ela começa a subir os degraus e vou logo atrás, a escada e a divisa de sua casa e o restaurante. Depois que piso no ultimo degrau, reparo todo ambiente da casa, cores frias; como cinza e branco, a única coisa que colore o ambiente dos cômodos e as flores de plásticos, conforme ando atrás de S/N pela casa, é isso que consigo reparar e, tirando as flores tudo que resta como decoração são retratos nas paredes, feios e ridiculamente sem graças, as fotografias não tem sorriso, muito menos um lugar espontâneo; apenas sentados, encarando a câmera sem expressão, sem sentimentos.

S/N abre uma grande porta e adentra no lugar, faço a mesma e percebo que é seu quarto, o leito onde repousa sua cabeça todas as noites, onde ela foi tocada por aquele homem, meu olhar foca em cada milímetro invadindo sua privacidade. O quarto não é grande coisa, uma cama, onde o forro de cama também é cinza, uma cômoda, janela tampada com uma cortina velha e só. Eu realmente esperava mais.

Aproximo-me novamente da porta e vejo que a chave se mantem na fechadura, tranco a porta e coloco a chave no meu bolso e, viro-me para encarar S/N e, involuntariamente sorrio.

 

Agora era apenas eu e ela.

Sem escapatória.

 

S/N estava parada no meio do quarto, imóvel e possivelmente prendendo sua respiração o máximo que pode, ela encara um ponto fixo na parede, incomodada com minha presença, algo que não era novidade.  Sento-me na beirada da enorme cama de casal e encaro de cima a baixo, mordo os lábios, ela deve ser tão gostosa.

—Tira as roupas. —S/N me encara assustada, como se estivesse entendido errado. —Vamos tire a roupa.

—Eu não... —ela suspirou como se fosse ganhar coragem. —Eu não quero fazer isso. —gargalhei de sua cara, arqueio as sobrancelhas em deboche. Em passos largos seguro seu antebraço e a puxo juntando seu corpo ao meu, S/N ainda matinha o olhar medroso. Eu odiava esse seu olhar.

—Pena que você não tem escolha. —sussurrei em seu ouvido. Girei seu corpo, fazendo-a ficar de costa para mim. —Você vai tirar bem lentamente cada peça de roupa sua, devagar, quero ver seu corpo, suas curvas até ficar totalmente nua para mim.

—Por quê? —sua voz é tremula. —Kommandant...

—Eu adoro quando você me chama desse jeito. —acariciei sua cintura por cima daqueles panos. —Mas, quando for gemer, por favor, chama-me de Jungkook, quero ver o quão erótico é você pronunciando meu nome. —selei seu pescoço lentamente, provocando arrepios em sua pele macia. —Agora tire a roupa. —soltei-a voltando onde eu estava antes, sentando na cama.

Nos próximos segundos eu comtemplei a visão do paraíso ou do inferno seja lá qual é o melhor.  S/N mesmo tímida me fez ir a loucura só tirando aqueles trapos para mim, ela retirou sua blusa que fedia a comida pela cabeça, deixando seus ombros expostos, eu a vi respirando fundo antes de se agachar, empinando sua bunda em minha direção antes de retirar sua saia longa vermelha desbotada, deixando apenas sua camisola branca, curta em cima das coxas, deixando apenas duas finas alças cobrindo seu busto.  A camisola dava-me a maravilhosa visão de suas curvas e sua bundinha onde eu adoraria bater.

— Kommandant... —soluçou.

—Vire-se para mim. —ordenei. S/N lentamente virou-se para mim, permitindo-me olhar os bicos dos seus seios totalmente amostra por baixo da camisola. Céus! Ela era tão gostosa. Apertei meu pau por cima da calça, totalmente excitando tendo a visão da Judia. Eu odiava sua raça, mas S/N era uma judia fascinante e eu a odiava por isso.  Indiquei com o meu dedo que ela se aproximasse e, assim ela me obedeceu, fiquei de pé, reparando-a de cima a baixo. Toquei em sua bochecha recebendo uma feição de nojo e repulsa, faria ela se arrepender por essa feição. Acariciei sua bochecha com meu polegar e levemente acariciei sua nunca, puxando sua cabeça para cima me dando total espaço para seu pescoço, encostei meu rosto ali, cheirando-a, ela tinha um cheiro bom, nada de perfume, apenas a fragrância natural.

Meus lábios se encontrarem com sua pele, distribuindo beijos por toda extensão, deixando rastro da minha saliva em sua pele, rocei meus dentes dando uma mordida em seu pescoço que com certeza deixaria marca no dia seguinte, S/N geme desconfortável com meu ato, porém não dou à mínima.

 

Hoje ela será minha.

Do jeito que eu quiser.

 

Puxo a presilha que mantém seu cabelo em um coque e, deixo os fios caírem sobre suas costas, afasto um pouco para encará-la. Linda, totalmente sexy e seria mais ainda se desmanchando de prazer por mim.

Sem paciência para jogos, vou desabotoando um por um os botões do meu uniforme e o retiro por completo jogando em qualquer lugar, desfivelo meu cinto e desabotoo minha calça deixando que ela se deslize pelas minhas pernas junto com a cueca, ficando completamente nu. S/N abaixa a cabeça totalmente horrorizada a me ver sem roupa.  Volto a me sentar no colchão e pego o pulso da garota a forçando a ficar entre minhas pernas, S/N olha para o outro lado, completamente vermelha ao estar próxima do meu pênins, no entanto, seguro os fios de seus cabelos macios, obrigando-a encarar seu novo brinquedo.

—Chupe-o, o lambe, só não o morda.  —ela engole seco ainda encarando o meu pênins seriamente.

—Eu não... sei fazer isso.

—Só o coloque na boca e deixa sua língua fazer o trabalho. —peguei sua mão e a incentivei tocar em meu pênins, fazendo movimentos de vai e vem. —Assim. —suspirei adorando seu toque, sua mãozinha gelada fazia movimentos tímidos, mas deliciosos.  Deixei que meu corpo caísse sobre a cama, apreciando seus toques, há quanto tempo esperava por isso, desde o dia em que ela me serviu no restaurante senti-me atraindo por ela, sua pele, seu rosto, sua boca, eu adorava a olhar nos rápidos minutos que ela aparecia para servir o jantar, o que sempre deixava incomodada e, gostava disso até certo ponto. Quantas noites eu passei sem dormir, imaginando ela comigo, em meus braços, quantos sonhos nada puros eu tive com ela, e agora ela estava ali todinha para mim, tudo por causa de uma chantagem, se isso me incomodava? Sim, detestava tê-la dessa forma, porém ela aprenderia gostar.

Sem que eu perceba sinto seus lábios tocaram em volta do meu pau, tocando minha glande com a língua, isso foi ir ao céu e voltar rapidamente, não consegui evitar o gemido quando sua boca me preencheu por completo, ela me chupava tão gostoso, como se eu fosse um doce, sua língua passeava por toda extensão do meu pênins e tudo que eu consegui fazer era fechar os olhos apreciando o momento, meu corpo borbulhava pelo momento excitante, eu não conseguia pensar em nada útil, tudo que ecoava na minha mente era mais e mais, eu precisava demais. A garota passou os dentes levemente dando uma gostosa sensação, meu coração estava palpitando e cada vez mais S/N acelerava os movimentos com a boca, arqueei meus quadris quase tocando em sua garganta. Eu estava prestes a gozar, mas não deixaria isso acontecer. Puxei S/N pelos cabelos fazendo-a largar meu pênins, segurei seus braços jogando-a na cama. Segurei suas pernas, abrindo-as para eu ficar entre elas.

Antes que ela abrisse a boca para pronunciar qualquer coisa, tomei-a para um beijo ardente, sentindo seus lábios nos meus, macios e suaves, segurei com firmeza seus pulsos enquanto minha língua avidamente explorava sua boquinha. Quando o ar nos faltou terminamos o beijo com um selinho. Mordo o modulo da sua orelha distribuindo beijos até seu colo, deslizando delicadamente as alças de sua camisola para baixo dando-me a visão completa dos seus seios, minha boca salivou querendo se perder no meio daquela gostosura, continuei com os beijos em seu colo, soltei seus pulsos e desci minhas mãos para seu quadril, subindo vagarosamente até suas costas, fazendo-a estremecer, era satisfatório suas reações ao meu toque.

 Minhas mãos apertaram aquelas delicias sentindo sua maciez, meu polegar contornou sua aréola vendo seu mamilo ficar totalmente rígido, o acariciei levemente e a garota se contorceu sob minhas mãos, os apertei mais uma vez os massageando com intensidade.

—Você gosta do que sente amor?  —perguntei enquanto continuava massageava seus seios vendo S/N fechar os olhos sentindo meu toque, ela poderia negar meus pedidos, dizer que era totalmente errado trair seu marido, entretanto, seus sentimentos não eram tão verdadeiros quanto seu corpo estava demonstrando. Os apertei com força a fazendo abrir os olhos e os fechar lentamente, suspirando.

—Que sentir minha boca neles? —passei levemente minha língua no bico do seu seio direito o contornando seu mamilo, vendo a mulher a minha frente arfar. S/N me pegou pelos cabelos e empurrou minha cabeça ao seu mamilo rígido, soltei um riso contra o mesmo e abri minha boca chupando seus seios, essa seria minha nova diversão, os chupava com vontade a ouvindo gemer, eu chupava igual uma criança chupa sua bala favorita sem parar até perder o gosto em sua boca, rastros de saliva foram deixados junto com uma pequena mordida no bico de seus seios passando para o outro fazendo a mesma coisa.

— Kommandant...

—Gostosa. —Mordi seu lábio inferior o puxando.

Voltei a distribuir beijos em todo seu corpo apetitoso, passando entre seus seios os vendo babado com minha saliva, descendo para sua barriga lisinha até chegar à minha parte favorita ou como meu amigo denomina de “casa”, meu pau latejava querendo ansiosamente se afundar dentro dela.

—Logo, logo vou estar dentro de você, bombardeando essa bucetinha gostosa. — Pousei minhas mãos em suas coxas as apertando com força deixando as marcas dos meus dedos em sua pele. —Vou sujar seu leito conjugal com impureza carnal.

Rocei meus dedos levemente em sua intimidade fazendo um pequeno carinho ali, vendo a quão encharcada estava, meladinha por mim, para mim, encarei sua carne inchada e gotejando, não tem mais nada delicioso do que ver uma mulher dessa forma. Abri suas pernas as colocando por cima do meu ombro abaixando meus lábios para focar em sua fenda, minha língua passeou em seu ventre sentindo sua excitação me fazendo desejar mais, separei suas dobras úmidas causando um gemido baixo de S/N, brinquei dentro de seu ventre entrando e saindo, subindo e descendo lentamente para provoca-la, explorei tudo aquilo que eu tinha direito, circulei com a ponta da língua seus clitóris inchados, S/N apenas se contorcia toda em busca de alivio, o que me deixava satisfeito, continuei chupando, mordiscando, contornando minha língua naquela bocetinha deliciosa, quando seus músculos ficaram tensos e ela começou a mover o quadris esfregando ainda mais seu ventre em minha boca deduzir que ela estava chegando ao seu ápice, pronta para derramar seu  doce em minha boca, então comecei a chupar mais suavemente..... Incansavelmente até ela soltar um gemido longo e ofegante sentindo os espasmos se apoderar do seu corpo; parei no mesmo instante de chupa-la antes que ela gozasse. Pude contemplar seu cenho franzido em confusão. Soltei uma leve risada nasalada.

—Aposto que seu marido nunca lhe tocou dessa forma. —sussurrei baixinho em seu ouvido, sua reação tornou-se minhas palavras em verdade. —Fico feliz em saber disso. Sabe por que não deixei ter seu orgasmo? —lhe perguntei enquanto acariciava com as pontas dos dedos os bicos do seu peito. —Dessa forma você irá querer mais de mim, você vai ansiar por prazer e, é isso que vou lhe dar essa noite: prazer.

Peguei meu pênis totalmente petrificado e latejando implorando para se enterrar dentro dessa delicia a minha frente, passei minha glande delicadamente em toda sua intimidade separando seus lábios vaginais. A penetrei mergulhando meu membro naquela entrada maravilhosa; mordi os lábios com força soltando um gemido rouco, ela era tão apertadinha, meu membro entrou com um pouco de dificuldade, mas logo senti que estava encaixando nela até o fundo.

— Então me sinta entrando na sua bocetinha gostosa, princesa – murmurei enquanto subia e descia nela. S/N Arqueou as costas suspirando dominada pela tensão tanto quanto eu.

Ela era gostosa demais, seu interior era quente, a cada movimento, sinto meu autocontrole se perder; faço movimentos de vai e vem entrando totalmente, insaciavelmente e deliciosamente nessa boceta quente dos infernos. Enquanto eu me movimentava dentro dela seus mamilos durinhos rocavam em meu peito, porra!! Isso era muito bom, era tão quentinha, tão apertadinha, me fazia ir com mais força ouvindo gemidos baixos e roucos, segurei fortemente suas coxas e as enlacei em minha cintura permitindo meu pau entrar mais fundo, segurei em sua cintura indo com mais força, a possuindo por inteiro, eu queria mais, meu corpo parecia anestesiado, tento evitar o máximo que posso os meus gemidos, no entanto, é impossível limitar meus sons de prazer.

S/N cravou as unhas em meu braço e, gemi indo ainda com mais força, fazendo a cama ranger com o contato com nossos corpos. S/N mordeu o seu lábio inferior. Sua intimidade se retorceu, pulsando a toda velocidade apertando meu membro em seu interior.

— Goza para mim, S/N. — Incitei puxando seu quadril contra o meu. —Goza em mim. Quero te sentir toda molhadinha apertando meu pau

—Oh Jungkook. —ela gemeu meu nome perdendo a voz sendo tomada pela sensação que fez seu corpo tremer em baixo de mim sentindo seu leitinho lambuzando toda extensão do meu pau, me deixei levar pelo prazer que tomava conta do meu ser sacudindo meus quadris contra os delas ainda mais rápido, sentir a explosão furiosa dentro de mim, não parei meus movimentos, eu queria prolongar esse prazer indescritível. Soltei um longo gemido de prazer enquanto minha porra jorrava dentro dela.

O cansaço tomou conta do meu corpo, cair sobre S/N, tentando normalizar minha respiração ofegante. Gotículas de suor se deslizam pelo meu cabelo, meu rosto estava entre seus seios, era confortável ali. Ninguém pronunciava uma palavra sequer, a única coisa que quebrava nosso silencio era nossas respirações descompassadas. O ar ao nosso redor cheirava ao sexo que tínhamos acabado de fazer, não foi o melhor da minha vida, porém o fato de eu gostar dela fazia esse momento especial.

 

Sinto muito Antony, eu roubei sua mulher.

Agora ela era minha.


Notas Finais


Espero muito que tenham gostado, se tiverem alguma sugestão de Imagine e só dizer nos comentários.

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Beijão para vocês <3333


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