História IMAGINE com Bangtan! - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Oneshot
Exibições 286
Palavras 2.612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Min Yoongi × Colegial


— Você veio até aqui... — Me puxou para dentro pelo pulso. — Já estava indo embora, mas, entre!

— Não entendi, eu não deveria estar aqui? — Indaguei franzindo a testa.

— Sim, só que está tarde. — Pegou o celular no bolso, olhou a tela sem desbloquear. — Não tanto, na verdade.

  Yoongi se dirigiu até uma das prateleiras ali, pegando sua mochila e colocando-a nas costas. Virou o corpo para mim, sorrindo brevemente. Ergueu uma das mãos em minha direção.

— Me dê. — Apontou o caderno de música em meus braços. — Me dê e explique-se.

— Ah, claro! — Empurrei a capa negra contra ele. — É seu.

— Eu sei. — Seus dedos se fecharam em volta das letras. Min suspirou aliviado, somente por tocar naquilo.

  Com uma paciência inexplicável, o garoto guardou o objeto em seu bolsa. Observei a leveza que seus movimentos simples possuíam. Não precisava ser extremamente inteligente para entender que o caderno era muito precioso para ele. Todo o cuidado no manuseio das folhas amareladas passavam a ideia de que Min faria tudo para proteger aquelas composições.

— Estou esperando. — Anunciou ao cruzar os braços.

— Olha, eu sei que deveria ter devolvido. — Comecei a argumentar. Acabei dando um passo para trás, ao ver Yoongi andar em minha direção. — E-eu...

— Você foi uma péssima garota. — Murmurou ao se aproximar mais.

  Minhas costas bateram na lataria do caminhão. Prendi a respiração, olhando nos olhos puxados dele. Suas mãos ladearam meus ombros. Ouvi o choque das palmas dele contra a parte metálica em que meu corpo se apoiava. Yoongi estava um pouco curvado, para que nossos rostos ficassem na mesma altura.

— Sabe o que faço com garotas malvadas? — A voz rouca me causou um arrepio.

  Mas que droga estava acontecendo?!

— Que fofa, ficou vermelha! — Brincou, usando sua voz normal, beliscando a ponta de meu nariz.

  Pisquei atordoada. E, pelo ardor em minhas bochechas, Yoongi estava certo. Colei-me mais na parede. Pensei que o garoto tentaria algo, porém se afastou. Vi Min parecer triste, ou arrependido, por ter me deixado sem graça.

— Não devolvi antes porque gostei das coisas que li... — Sussurro nervosa. — Sei que estou errada...

— Está tudo bem. Esqueça. — Pediu, levantando uma das mãos. — Só... Vem comigo. Prometo me comportar.

  Timidamente, deslizei meus dedos pela palma pálida. Dei um sorriso, a sensação de ter minha pele na dele era ótima, mesmo que fosse somente um pouco.

 Logo estávamos saindo, passando pelo beco, chegando à rua principal... fazendo tudo com sorrisos enormes, de modo quase infantil. Yoongi tinha certo poder sobre mim.

   Quando paramos em frente à casa dele, Min girou meu corpo, segurando-me pela cintura. Já estava tensa por estar de volta àquele lugar, ao sentir os dedos longos passeando perigosamente próximos à minha barriga, quase sufoquei.

— O que houve? Parece angustiada... — Comentou com a testa franzida em preocupação. — Meus pais não estão em casa, não fique com medo.

Agora estava entrando em combustão... ficaríamos sozinhos alí?

— Acho que deve ser confuso, não é? — Sorriu sem humor. — Trazer-te até aqui, sem motivos aparentes... mas, depois de tudo o que aconteceu, parei pra pensar. E cheguei a uma conclusão: preciso conversar com alguém.

   Enquanto falava, Min fitava o chão de modo perdido. Os olhos pareciam sem vida, sem perspectiva de nada.

— Como você leu as coisas que escrevi — Voltou a me encarar, usando falso tom de animação. —, escolhi conversar contigo. Creio que você tem mais chances de conseguir me entender. E não tem mais ninguém pra quem eu possa correr. Você também não tem amigos, então não corro risco de ouvir por aí tudo o que vou te dizer. 

  Sorriu de canto, verdadeiramente. Me guiou pela mão, conduzindo-me para dentro da casa em que ele levou um tapa do próprio pai. Tentei não pensar nisso enquanto passava pela porta marrom.

Fiquei surpresa ao encontrar um piano encostado em uma das paredes da sala, bem ao lado das escadas que levavam ao segundo andar. Começava a imaginar que os pais de Yoongi eram contra todo gênero musical, por isso quase não acreditei que havia mesmo um piano ali.

— Sabe tocar? — Pergunta irônico. — Está encarando o instrumento faz um bom tempo, caso não tenha percebido. 

— Quem? Eu? — Aponto para meu peito com o polegar. — Não, não. Não sei... você sabe?

   Yoongi deu um sorriso largo. O garoto, de repente, pareceu tomado por uma onda de bom humor. E eu estava adorando o lado Min Yoongi cheio de sorrisos.

  Sem responder minha pergunta, andou até o piano. Vi ele deixar a mochila cair no meio do caminho, parecendo hipnotizado pelo instrumento.

Seus dedos se cruzaram e estalaram alto em um único movimento. Logo estavam deslizando, não pelas teclas mas, na madeira envelhecida. 

— Quanto tempo...? — Deixa um murmuro escapar, dando tapinhas na poeira acumulada. 

  E finalmente começa a tocar. Sei que é algo clássico, o que me surpreende. Yoongi, pelo visto, era uma caixinha de surpresas! Os poucos minutos em que o garoto castigou o piano com os longos dedos foram incríveis. Havia sentimento, amor e dor, felicidade e tristeza, um bolo complexo de emoções intensas. E tudo era belo, assim como Min.

  Ofegante, parou de se movimentar. Apoiou as mãos de modo rude pelo teclado branco e preto. Os cabelos caindo na testa pálida, grudando em gotinhas de suor, deixando-o com uma aparência exausta. Mas, mesmo assim... Min estava tão... 

— Tão lindo... — Minha boca solta a frase sem consentimento. Yoongi me olha por cima do ombro e sorri. — A música! Quero dizer que a música...

— Garota boba. — Interrompe-me, se erguendo do pequeno banco. Pega a mochila do chão e caminha até a escadaria. Ao pisar no terceiro degrau, chamou: — Vem comigo. 

  Segui os passos de meu colega de classe, ainda insegura. Chegamos à um corredor, com carpetes nas portas cinzas nas paredes brancas que nos cercavam. Pegando um chaveiro no bolso da calça jeans rasgada, Yoongi destrancou uma das fechaduras. 

— Pode entrar. — Avisou ao empurrar a madeira tingida. — E está bagunçado, não estou nem aí. 

— Eu não ligo. — Dei de ombros.   Até que, comparado ao caminhão, estava organizando... só não vi nenhuma cadeira, ou mesa, por ali. Então fiquei de pé, enquanto Min deitava na cama de solteiro. 

Princesinha, aqui. — Bateu no colchão, sinalizando o lado abaixo de suas costelas. — Deite-se comigo.

   Engoli em seco. Foi minha vez de soltar a bolsa escolar, dando passos curtos e nervosos. Sentei na beirada do colchão, medindo cada espaço entre nós. Isso até o garoto agarrar meu pulso. Me puxou, bruto, jogando meu corpo sobre seu peito. Rodou nossas peles unidas, colocando-nos de lado, um de frente com o outro.

— Eu disse aqui — A voz rouca saiu em um sopro. Os olhos pequenos e quentes fitavam meus lábios. —, ao meu lado. — Passa os dedos por minha bochecha, afastando algumas mechas de meu bagunçado cabelo. 

  Depois de me encarar por um longo tempo, Min fitou o teto do quarto. Deixou minha nuca apoiada em seu braço, e não fiz questão de fugir dali.

— Acho que você já entendeu sobre meus pais, não? — Perguntou depois de outra longa pausa. — Cada dia a situação fica mais difícil. Fui expulso, na verdade. Não deveríamos estar aqui. — Sorriu sem humor. — Mas não dou a mínima. Essa também é minha casa, não podem me mandar para a rua. Não estou fazendo nada de errado! Eles não têm direito...

   Yoongi se calou. Observava o rosto contorcido em uma careta de desgosto, como se tivesse provando algo amargo. Percebia que Min não iria se aprofundar no assunto, só queria desabafar um pouco. E eu ouviria tudo sem reclamar.

— Queria que eles entendessem... — Confessou em um sussurro. — Gosto de compor, e um dia vou mostrar tudo isso. Vou escrever coisas que vão mudar as pessoas, fazê-las sentir boas coisas, passar boas mensagens! Não pela fama, ou dinheiro, mas... quero...

— Min? — Chamei baixinho.

  Seus olhos pequenos giraram até os meus. Novamente os sentimentos conflitantes. Poços profundos de tristezas e esperanças... me perdi naquele olhar tão cheio de sentidos.

  Mesmo passando a imagem de homem viril, Min Yoongi era um doce por dentro. Apenas um garotinho cheio de grandes sonhos. Um garotinho que precisava ser protegido.

 — Sugar Free... — Brinquei ao lançar um sorriso fraco. — Estou aqui, agora. Não vou deixar você sozinho. Vou ficar ao seu lado.

— Por que? — Pareceu desconfiado.

— Porque... Acho que gosto de você. — As palavras ficaram rolando pelo ar e, como se dizer isso em voz alta me fizesse ver o invisível, percebi que era verdade: eu realmente gostava de Yoongi.

Sem esboçar nenhuma expressão, ele se aproximou ainda mais. Afundei as costas no colchão macio, arregalando os olhos, ouvindo o pulsar intenso de meu coração. E tudo ficou ainda mais complicado quando Min Yoongi, o menino revoltado, me beijou.

  Não havia ironia, trocadilhos maliciosos, nada. Somente um encostar de lábios suave e carinhoso. Quando se afastou, levemente corado, deu um grande e verdadeiro sorriso.

— Me desculpe... e obrigado. — Murmurou, me assustando ainda mais. Min sendo tão adorável? Ainda por cima comigo?! E pareceu que Yoongi ainda faria algo, mas paramos com tudo ao ouvir passos no corredor logo ali. — Meus pais chegaram! — Sussurrou em pânico. — Você tem que se esconder!

  Sem esperar nada, o garoto me empurrou para debaixo da cama. O impacto de meu corpo contra o chão ecoou pelo quarteirão inteiro, fazendo com que nossas respirações parassem.

Quem está aí? — Indagou quem estava do outro lado da porta. 

  Pela voz... o pai de Min Yoongi...

Com único movimento, o quarto foi escancarado. Meu colega de classe saltou no lugar, tomado pelo susto, assim como eu. Apertei os lábios para impedir que qualquer som saísse.

— Filho? — O homem pareceu surpreso.

— O-oi. — Nervoso, Yoongi gaguejou. Vi seus pés recuarem alguns passos. — Só vim buscar algumas coisas, já estou de saída.

— Não. Vamos conversar. — Pediu o mais velho. — Sua mãe me convenceu a deixar-te ficar conosco. Meu filho, eu...

   Houve uma breve pausa. Sob a cama, escondida entre algumas bolinhas de papel, tentava entender o porquê daquele silêncio todo.

— É sério? — Min deu uma leve risadinha. — Posso voltar pra casa?

— Não quero que meu filho fique na rua... — Murmurou o pai. — Pode voltar agora mesmo.

— Ah, pai! — Yoongi deu um passo em direção ao homem, mas ele recuou. Pareceu-me que Min lhe daria um abraço... — Desculpe...

— Sim, é só você rasgar aquele maldito caderno e estamos resolvidos! — Alegre, o pai de meu colega anunciou sua condição.

   Outra vez Min recuou. O ar voltou a ter aquela tensão inicial, assim como o silêncio.

Quando Yoongi disse "Não", pensei em sair correndo e gritando. Ouvir o bufar exasperado do mais velho me arrepiou por inteiro. Pelo visto, estava prestes a ver um homicídio!

— Onde está? — Perguntou ele. Toda a alegria e entusiasmo contidos na voz anteriormente indo para os ares. — Onde está aquele caderno?

   Meu amigo não respondeu. Mudo como nunca, continuou parado no centro do quarto. Isso até o pai se abaixar e pegar a mochila.

— Não toque nisto! — Gritou o garoto pálido. Seus pés se apressaram em chegar ao homem mais velho.

— Está aqui, não está?! — Zíperes foram abertos enquanto ele falava.

"Por favor, não mexa... não tire aquele sorriso do rosto de Yoongi!" Pedi mentalmente.

— Não, pai! — Desesperado, Min tentava recuperar seus objetos. Outra vez aquele estalar alto e Min caiu deitado. Uma das mãos estava na bochecha, cobrindo outra marca que começava surgir rapidamente.

   De debaixo do colchão, pude ouvir cada página ser rasgada. Pude ouvir o choro contido de Yoongi e suas súplicas. Ouvir os grunhidos irreais do pai dele. E pude ouvir a capa negra despedaçada cair no piso.

— Não tentarei mais fazer acordos. — Disse o pai. Andou até a porta aberta e a transpassou. — Saia desta casa.

   Mesmo depois que a porta foi fechada, não me movi. Tentava controlar minhas próprias emoções, tentava entender os dois lados da história. Tentava no mínimo me entender.

   Quando finalmente rastejei para fora dali, Yoongi não me encarou. Na verdade, ele ficou no chão, encolhido, com os braços apoiados nos joelhos.

— Sinto muito... — Foi a única coisa que saiu de minha boca.

— Vá embora. — Sua voz rouca estava falhando. — Saia pela janela. Meu pai não pode ver você aqui.

  Sem protestar, obedeci o garoto. Me abaixando somente para resgatar minha bolsa escolar e saindo logo em seguida.

   Não antes de pegar, sem ele perceber, todos os pedaços amassados e rasgados das letras que Yoongi havia escrito.



   Outra longa semana...  parece que meus dedos vão latejar pela eternidade. Meus olhos pesam, bocejo constantemente. Minha família diz que pareço exausta, até de longe.

  Mas todo meu esforço valerá a pena.

— Oi. — Chamo-o como alguns dias atrás. Outra vez ele ergue a cabeça e retira os fones.

— Diga, Princesinha. — Lança um sorriso de canto. Ainda conserva o capuz e agora também ostenta uma touca negra. Se olhar atentamente, posso enxergar a tristeza que ele esconde quase perfeitamente...

— Fiz algo pra você. — Digo animada, controlando o volume de minha voz pois não quero incomodar.

— Você? — Dá um assobio longo, expressando surpresa. — É alguma coisa de comer? Se for, acho que vou recusar. Você tem cara de quem não sabe cozinhar.

— Posso ir na sua Bat-Caverna hoje? — Ignoro o comentário sobre minhas habilidades culinárias.

— Sei lá. — Joga os ombros pra cima, fazendo cara de "Não estou nem aí". — Se quiser ir, problema seu.

 Ah, estou quase me arrependo de tentar ajuda-lo...

— Certo, depois da aula, então!

Mal acreditava que tinha feito aquilo. Nunca achei que fosse ter coragem para enfrentar Yoongi de frente, depois de tudo. E nunca achei que iríamos juntos para o caminhão abandonado. Andar ao lado de Min outra vez era quase como um sonho. 

Durante todo o tempo que passamos longe, com ele me ignorando propositalmente, percebi que gostava dele. Não sabia o porquê, mas gostava. E esse tipo de sentimento só crescia mais a cada dia...

— Vai dizer o que veio fazer aqui, ou não? — Perguntou meio irritado. — Está parada aí faz um bom tempo.

— Ah, sim! Desculpe, estava pensando em umas coisas... — Limpo a garganta, sentindo o rosto arder. — Olha, eu só quero que entenda que fiz isso por acreditar em você.

Tirei a mochila das costas e vasculhei dentro do bolso maior. Peguei o caderno pequeno, quase uma cópia exata do que havia sido destruído, e mostrei para ele.

Min Yoongi arregalou os olhos, arfando duas vezes. Estendi as folhas cheias das músicas que outrora haviam sido perdidas. Com os olhos cheios de lágrimas pequenas, meu companheiro de classe parecia chocado.

— Onde conseguiu isso?! — Agarrou meus pulsos e me puxou. Me deu um abraço apertado, tirando meu fôlego.

— Reescrevi cada palavra, cada linha, cada vírgula. — Sorri ao dizer aquilo. — Desculpe ter demorado tanto...

— Você... você escreveu...? — Senti o choro do menino molhar minha camiseta. Ele nos afastou e tentou, inutilmente, esconder as lágrimas. Revirou as páginas, sorrindo como uma criança. — É por isso que a letra é tão feia...

— Eu disse: estou ao seu lado, agora. — Toquei a ponta do nariz dele, mesmo com medo de sua reação. Para minha surpresa, ele apenas revirou os olhos. — Não vou deixar que nada aconteça com você, Yoongi.

— Obrigado, Princesinha. — Me abraçou outra vez, mais apertado ainda. Senti seus lábios em meus cabelos. — Muito obrigado...


Notas Finais


No começo fiquei animada com a ideia de contar essa história. Teria mais capítulos para ela, mas...
Está sendo horrível falar sobre a vida de Yoongi...
Não posso continuar com ela, e não posso deixar sem um final, então... Infelizmente, vou ter que parar por aqui.
É impossível, para mim, contar algo tão pessoal. Algo que Yoongi quer, de certa forma, esconder, algo que ele quer esquecer.
Desculpe, mas... não vou conseguir ir adiante.
Um bloqueio acabou dominando minha cabeça por causa disso, por saber que estou fazendo uma coisa "errada" e... está realmente complicado...
Sei que muitos vão me odiar, mas espero que me entenda...
Sinto muito...
Este é o fim desse Colegial.


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