História Imagine Fã - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Imagine Dragons
Personagens Ben McKee, Dan Reynolds, Daniel Platzman, Wayne "Wing" Sermon
Tags Imagine Dragons
Visualizações 12
Palavras 2.984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uma vida dura e corrida também tem suas felicidades. Uma fã um dia terá sua hora.

Capítulo 1 - Um sonho e um boneco


 

 

               Ligo meu carro, olho pros lados pra ver se não há nada que possa me atrapalhar, vejo que não, então dou a partida e saio de casa.

               Ligo o rádio e escuto as notícias. Hum, parece que o presidente roubou mais milhões do povo por aqui. Mudo a estação mas só ouço jornais da manhã. Detesto esses jornais, nunca dão uma notícia boa!

               Uma vez que paro no semáforo, vejo Joy, meu colega de trabalho acenar pra mim, em sua Ferrari vermelha, se achando o todo poderoso. Detesto Joy também. Esbanja sua riqueza falsa, mas todos sabemos que seu cartão de crédito está bloqueado a dois meses.

               Meu trabalho fica há quinze minutos da minha casa, gosto de dirigir e trabalhar pela manhã, me sinto bem. Porém hoje, estou ansiosa demais e será difícil me concentrar em algo.

               Estaciono o carro e desço pra entrar na empresa. Quando chego em minha sala, Violeta me espera com um sorriso. Ela tem a mesma idade que eu, porém não é nada responsável, se comparando a mim, claro, pois também não sou exemplo de organização e responsabilidade.

               -- Bom dia, princesinha!  --  ela grita me dando um olhar travesso.  --  E aí, já foi preza hoje?

               -- Cala a boca!  --  eu rio me sentando e ligando o computador.

               -- Tenho um presentinho pra você! Olha só:

               Violeta tira da gaveta uma caixa média embrulhada com papel vermelho.

               Gosto demais de Violeta. O trabalho era uma chatice até a chefe trocar Joy pra por ela em minha sala. Nos tornamos amigas desde então e compartilhamos tudo, fofocas, boatos, presentes, festas... No começo eu odiava trabalhar, principalmente naquela empresa, onde o salário não era muito e o trabalho nunca foi pouco. Vivi e eu trabalhamos em escritório, numa importadora de balas. Mas quando Vivi se mudou pra lá, tudo ficou mais divertido e além do mais, sou a única La de casa que está trabalhando fixamente.

               Pego a caixa com um sorriso, já imaginando o que possa ser. Desembrulho rápido e vejo o que estava esperando a tempos: O álbum de fotos da minha banda preferida! Mais não um álbum qualquer, o único que veio pro nosso país, autografado e com pôsteres bônus! Vivi deve ter gastado muito pra encomendar e comprar. Na capa tem a foto dos quatro integrantes e isso já me anima tanto!

               Dou um abraço nela depois de um pulo de felicidade!

               -- Ah! Obrigada, Vivi! Você é demais!

               -- De nada! Feliz aniversário, cadela!

               As cinco da tarde me arrumo pra ir a escola. O dia foi longo! Trabalhar o dia todo é mais cansativo que cuidar de meus irmãos. E olha que dão mais trabalho que qualquer coisa que já vi. Parece que completar dezoito anos é privilégio naquela empresa. Ganhei presentes, flores e até um cd da minha banda. Já tenho esse, mas vou guardar também.

               Se eu pudesse faltar hoje, seria demais! Mas mamãe diz que não quer uma filha sem futuro. Hum, pena que ela não diz isso pra Marcos, que tem vinte e dois anos na cara e não faz merda nem uma na vida. Nem pra terminar o ensino médio aquele inútil prestou. Falando na desgraça...

               -- Fala, maninha.  --  ele diz entrando no quarto um minuto antes de eu começar a trocar de roupa.

               -- Sai daqui que eu quero me trocar!  --  digo ríspida.

               -- Relaxa! Só vim dar parabéns! Feliz aniversário! Agora já pode ir pra festas comigo.

               -- Eu tenho uma ideia melhor: Que tal você ir trabalhar, comigo?  --  eu zombo.

               -- Vai se foder.  --  ele fecha a porta.

               Idiota! Não ligo se ele é meu irmão, odeio, odeio, odeio Marcos com todo o ódio que pode   ver em uma garota de dezoito anos e um metro e sessenta de altura. Se eu pudesse eliminá-lo dessa casa, faria qualquer coisa, mesmo!

               Pô, ele não nos ajuda em nada, sabe que a mãe não está em condições de trabalhar, Pietro, meu irmão de trinta anos manda dinheiro pra gente e vem visitar de vez em quando, mas nem ele ganha o suficiente, Marcos não cuida de Dalila, minha irmã adotiva de seis anos, que mamãe encontrou numa lata de lixo; e papai morreu quando eu tinha doze anos. Ele era nossa salvação, sempre estava lutando e sacrificando tudo por nós. Mas um acidente de moto o levou, mas não de nossos corações. Mas Marcos, ao invés de ser homem e pelo menos tentar ajudar, não. Aquele vadio coça o saco o dia todo, não lava uma louça e ainda quer gastar meu dinheiro. Mas de mim, ele não ganha um centavo e quando eu mando, ele faz as coisas, pois sabe que se não fizer, torno a vida dele um inferno, como já tento fazer há tempos. Odeio meu irmão e queria que minha mãe fosse pelo menos só um pouquinho rígida com esse merda!

               Termino meu banho e  café e ando até a escola. Ligo os fones de ouvido e ouço a música Beliver, que não enjoa nunca!

               Imagine Dragons! Como amo esses quatro! É deles o álbum tão maravilhoso, que fiquei vendo o dia todo! Está guardada em minha mente a imagem da foto do vocalista, Dan Reynolds sem camisa! Céus, ele é tão lindo! Mas eles são injustos, justo nesse mês, o mês do meu aniversário, eles resolvem vir pra esse país. Poxa, aprendi a falar em inglês só pra quando eles viessem, eu saber falar alguma coisa, sei décor todas as músicas, as letras, melodias, toques e como tocar a guitarra, bateria e baixo das músicas. Mas justo nesse mês, tinha que ser justo nesse mês? No mês que as contas vieram altas pra caramba, agora que estou mais dura que pão de três dias! Pô Imagine Dragons, cadê a consideração com sua maior fã?

               Lola, Pedro e Carlos me esperam no portão da  escola.

               -- Parabéns!  --  eles gritam!

               Meus amigos são incríveis. Lola é a garota mais mandona e fofa que já conheci, Carlos é misterioso e na dele, se abre apenas comigo e Pedro, ah, nunca vi ninguém mais bipolar que esse. Numa hora sorri, na outra diz que está bravo porque ninguém sorriu com ele. Mas todos são fofos, até demais!

               -- Hei, agora que você tem dezoito, podemos te pôr pra dirigir o carro do meu pai.  --  diz Lola.

               Sou a mais velha entre eles.

               -- Claro, se quiserem que eu vá presa!  --  ironizo.

               -- Você já pode também, já tem dezoito!  --  zomba Pedro.

               As piadinhas não vão acabar tão cedo. Carlos me dá de presente um pôster de Dan Reynolds. Com certeza ocupará uma parede do meu quarto. Sei que muitas garotas querem um carro, um celular ou até mesmo uma festa de dezoito anos, mas as coisas do Imagine Dragons que estou ganhando já estão fazendo-me mais feliz que as outras fariam. Até porquê, quem me daria um carro? Meus amigos juraram arrumar uma festa pra mim, embora eu tenha dito que não é preciso, mas eu já tenho um celular, então, só preciso de dinheiro.

               O pessoal da minha sala é generoso e comprou um bolo pra mim, perdemos uma aula cantando parabéns e festejando.

               -- Lia!  --  chama Edu.

               Eduardo é tão lindo, tão... Sei La, indescritível e o melhor de tudo é que me dá atenção. Tenho paixonites por ele desde o sexto ano do ensino fundamental e acho que ele sabe muito bem disso! Não sei se gosto dele pois é bonito, carinhoso ou por simplesmente também ser o maior fã de Imagine Dragons que conheço. Seja como for, esse ultimo fato nos une muito. Mas agora ele também está sem dinheiro e indignado com nossa banda preferida! O show começa hoje as onze da noite e ele e eu combinamos de passar essas horas juntos, pra nos consolarmos comendo chocolate e assistindo varias lives dos Imagines na tevê, lives antigas, claro, na casa dele. Isso vai ser perfeito, só eu e ele, no meu aniversário, Assistindo aos Dragons. Só espero que não role nada entre nós dois, não estou tendo muito tempo pra pensar em paixão no momento.

               -- Oi!  --  sorrio apontando o pacote de batatas fritas pra ele.  --  Quer?

               -- Quero.  --  ele pega um punhado grande e enfia um monte na boca.  --  Hum!  --  ele diz limpando a boca terminando de mastigar.  --  Você vai La pra casa hoje, NE?

               -- Lógico! Já avisei minha mãe.

               -- Falou que talvez vá dormir lá?

               -- Falei. Ela disse que se eu for perder a virgindade, não posso esquecer de jeito nem um do preservativo.

               -- Adoro sua mãe!  --  ele ri.  --  Pode deixar que eu tenho um monte em casa! Só estava esperando você ir lá.

               -- Edu!  --  reclamo rindo.

               __ Nos vemos depois. Não falte, seu presente ta lá em casa.

               A noite parece não passar. Hoje a aula termina mais cedo e vou de carro com Edu uma hora antes da normal. Chegamos a casa dele as nove horas.

               Não estou acostumada com tamanho conforto. Ele me mostra o quarto em que vou dormir e a primeira coisa em que penso é em como é tão maior do que o que divido com Dalila!

               -- Deixa suas coisas aí, Lia e eu te espero lá em baixo. Vou ligar a tevê e fazer pipoca.

               -- Okay.  --  ele sai e me deixa sozinha.

               O quarto é dele e ele dormirá na sala. Se conto pra Violeta que dormi na cama de Edu, ela vai dizer que me esfreguei nos cobertores pra grudar os germes dele em mim. Esse pensamento me faz rir. Olho pra uma gaveta entre aberta na cômoda e vejo algo que me faz sorrir maliciosa. Ele realmente tem muitas camisinhas, quantas garotas já trouxe pra esse quarto? Ou será que é um virgem esperando qualquer garota? Seja o que for, boto na cabeça que essa noite é de Imagine Dragons, então aconteça o que acontecer, não vou transar com Edu.

               Encontro-o sentado no sofá, todo largado. Consigo ver o volume entre suas pernas e desvio o olhar.

               -- Pronta?  --  ele pergunta acenando.  --  Pronta pra sofrer?

               -- Pode apostar que sim!

               Combinamos de chamar essa noite de: Noite do Sofrimento, já que não vamos realmente ao show, que fica tão perto da casa dele.

               Escolhemos ver uma live do show do novo álbum deles: Evolve, o qual eles estão vindo apresentar hoje. Estamos muito ansiosos, pois combinamos de só ver esse show gravado, juntos. Quando eles entram cantando Thunder, nosso coração bate forte e ele segura minha mão com força. Não sei se fico quente por esse motivo, ou porque Ben McKee está perfeito.

               Gosto de Dan Reynolds pois ele toca guitarra e canta muito, já Edu prefere Daniel Wayne Sermon e Bem pois gosta de baixo e violão.

               O show corre perfeitamente bem e Edu e eu estamos nos divertindo demais. Quando estamos na ultima música do show, Not Today, na qual eu quase choro lembrando do quão amo essa música, Edu corre pra algum quarto e volta logo com uma pequena caixa.

               -- Oops, quase esqueci.  --  ele diz.  --  Parabéns pelos seus dezoito anos! Mulher.

               -- Obrigada Edu!

               Abraço-o e torno a abrir a caixa. Quase todos os presentes que ganhei hoje tinham haver com Imagine, exceto uma blusa decotada de Lola, um batom e o relógio antigo e super especial de minha mãe e uma bota bonita de Pedro. Quando tiro a tampa da caixa, vejo um papel cartão com a escrita:

“Liana Felicite, feliz aniversário! Uma garota especial, merece o melhor presentes. Só vê se não grita muito alto, ta?”

               Tiro o papel e vejo um pequeno saquinho verde, minha cor preferida. Abro e vejo outro papel o embrulhando.

               -- Porra Edu, quanta embalagem!  --  brinco.  --  Que é que tem aqui? Passagens pra Pariz? Ah, já sei... É um...

               -- Cala a boca e abre, garota!

               Rasgo o pacote e vejo dois papeis iguais, virados em  branco. Mas no cantinho, há o símbolo do Kits Up Shows e quase paro de respirar. Viro os papeis e meu coração bate mais forte do que jamais fez.

               -- Edu? O... O que... O que é isso?  --  gelo por dentro.

               -- Leia, baixinha!  --  ele ri.

“Imagine Dragons Show, cadeiras vinte e seis e vinte sete, Camarote, vinte e três H, dia três de setembro.”

 

               -- Caramba!  --  Edu reclama tentando estacionar o carro.  --  Que merda, quer ver não ter vaga pra nós!

               Me mantenho calada. As únicas palavras que disse pra Edu desde que toquei aqueles caros ingressos foi um trêmulo obrigada e a indignação de ele ter feito isso por mim. Mas depois disso, minha fala não saiu.

               Estamos do lado de fora do estádio de shows e já posso ouvir a música vindo. São dez e quarenta e precisamos correr logo.

               Dez e quarenta e cinco agora. Edu estaciona o caro e descemos correndo pra que possamos achar logo nossas cadeiras.

               Não acredito que vou ficar tão perto, tão pertinho assim dos meus quatro amores, meus quatro mosqueteiros, os cantores de Radio Active! Ai meu Deus!

               -- Oi, moço!  --  Edu cumprimenta o segurança.

               O homem pede nossas identidades, pega os ingressos e nos deixa entrar. Caramba, ainda tremo e continuo sem dizer nada. Há vários bonecos dos Dragons pra vender em tamanho real.

               -- Hei, Lia, que acha da gente roubar esses bonecos? Dá pra fazer um show deles assim!

               Edu aperta no pulso do boneco de Dan Reynolds e o objeto canta I Bet My Live.

               -- Seria perfeito!  --  digo sem pensar.

               -- Oi! Diz a moça da lojinha.  --  Querem levar alguma coisa?

               __ Sim!  --  Edu afirma.  --  Quero esse boneco!

               -- Edu!  --  protesto.  --  Deve ser caro e olha o tamanho dessa coisa! Eu o quero muito mas, não podemos pegar depois?

               -- Olha, é melhor a gente levar agora, mesmo que tenhamos que dividir nossos acentos com ele, pois vamos voltar daqui a pouco e não vai ter mais.

               Não discuto com ele, pois foi esse garoto quem me trouxe aqui e irei realizar meu sonho graças a ele. Estou tão nervosa! Tão feliz! Gosto tanto de Edu!

               -- Onde vai dar essa porta que fica atrás da loja?  --  pergunta Edu olhando pra porta atrás do balcão.  --  Camarim?

               -- Mais ou menos.  --  ela sorri. Se você tiver a pulseira, pode até entrar no camarim.

               Edu me chama de canto.

               -- Eu tive uma ideia meio louca. Mas preciso que você colabore, sem sua chatice de dizer que é perigoso e tal.

 

Moça!  --  digo chegando perto dela.  --  Eu não sei se é verdade, mas disseram que alguém está procurando por ti, no banheiro feminino. Algum assistente do Imagine, sei La.

               -- Como assim?  --  ela parece atônita.

               -- Moça!  --  uma garota aparece do nada.  --  A senhorita pode me acompanhar rápido, até o banheiro feminino. Mas precisa ser... Meio escondido. Se é que me entende.

               -- Ah, desculpe, mas não posso abandonar a loja.

               -- Eu posso cuidar se quiser.  – digo.  --  Será uma honra pra mim e não conto pra ninguém.

               -- Faria isso por mim?

               -- Claro!  --  dou meu dedinho pra ela em juramento.

               Ela pensa, pensa e pensa, até que concorda. Fico louca quando ela tira sua pulseira de camarim e pôe na minha mão.

               -- Eu fico de guarda.  --  diz Edu, na porta da loja.

               A moça lhe entrega uma pulseira também e vejo seu rosto se avermelhar.

               Quando a moça sai com a garota, Dois meninos entram em nosso lugar.

               -- Já sabem o que dizer:  --  Edu começa.  --  Quando ela voltar, digam que nós tivemos que sair e vocês ficaram de guarda. Entenderam?  --  eles assentem.  --  Me encontrem depois do show e eu pago.

               -- Quanto você recebe de mesada?  --  sussurro no ouvido dele.

               -- Hum.  --  ele sorri pra mim.  --  Andei economizando pra esse show.

               Os garotos distraem o povão enquanto Edu destranca a porta de trás do balcão. São dez pras onze. Temos dez minutos.

 

               -- Você trancou a porta por dentro?  --  pergunto sem fôlego.

               __ Sim.  --  ele segura minha mão.

               Perguntamos a todos se sabem onde fica o camarim. Corremos tanto. Onze e cinqüenta e cinco.

               -- Lá!  --  grito vendo a grande vida anunciando o que queremos.

               Mostramos a fita aos seguranças. Com hesito, eles nos deixam entrar.

               As portas se abrem e entramos.

               -- Espera, Edu!

               _- O que foi?

               -- Eu só... Não acredito que estamos fazendo isso. Não acredito que isso é realmente, real.

               -- Olha: Você rala demais pra conseguir as coisas, uma hora, algo bom teria que te acontecer. Você vai vê-los agora e ponto.

               Ele dá um passo a frente e nervosa, eu o sigo.

               Não há ninguém na sala. Faço uma cara decepcionada, pensando que não vamos conhecê-los.

               -- Lá!  --  Edu sussurra e aponta pra outra porta, meio longe.

               Andamos e a medida em que chegamos perto, meu coração acelera, já que consigo ouvir a voz de Daniel Wayne falando sobre seu cabelo.

Edu toca a maçaneta, respira e puxa. Está trancada. Torna então a bater na porta. As risadas dos integrantes faz com que não ouçam a batida.

               Não fico parada. Corro pra porta e nos dois tornamos a bater o mais forte e rápido possível. Meu coração quase sai pela boca quando eles se calam. Ouço passos vindo pra porta e quase desmaio quando ouço a chave girando. Gira varias vezes até que o trinco se destranca. Vejo a fechadura se mexer e quase desmaio, mesmo. Me apoio em Edu, que também treme.

               Tudo o que vejo agora, é a imagem deles, quatro, em minha frente e meu sangue tão quente, tão quente, que pode queimar meus quatro amores, ali, me olhando.

 


Notas Finais


Qual seria sua reação frente a essa situação?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...