História Imagine Hot - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 2.454
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


★Incesto então quem não gosta, não leia...

Boa leitura
Xoxoxo

PS: NÃO REVISADO!

Capítulo 7 - Ivana Sara Bieber


Fanfic / Fanfiction Imagine Hot - Capítulo 7 - Ivana Sara Bieber

Ivana Sara Bieber

     Acordo com meu irmão me chamando, queria que ele tivesse mais paciência para me acorda, queria que minha mãe me acordasse mas não ela tinha que viajar de deixar Justin no comando só por que ele é o mais velho nessa merda.

— Acorda logo Ivana. — ele reclama.

— Bom dia pra você também, coisa chata. — do um sorriso falso pra ele.

— Levanta maninha, ou não espero você para ir a escola e você vai ter que ir andando. — ele diz saindo do quarto e me apreço para levantar. Sim ele teria coragem de me deixar indo andando.

    Bom deixa eu me apresentar, sou Ivana Sara Bieber, tenho 16 anos, sou mais ou menos alta cabelos cacheados e escuros até o ombro, pele morena, olhos castanhos e corpo podemos ser dizer que bem bonito.... Não sou filha única e nem a mais velha como eu queria, tenho um irmão e ele sim é o mais velho. Justin cursa o ensino médio e o último ano. Somos totalmente o oposto um do outro. Justin é possessivo, serio e totalmente severo com tudo. Eu sou brincalhona, totalmente desorganizada e super amiga.

— Já tá pronta? — Justin entra sem bater e me vê de roupas íntimas.

— Não caralho. — reviro os olhos e aponto para fora.

— Okay. — ele levanta as mãos no ar e sai sorrindo, nossa ele sorrindo pela manhã é loucura né!?

(...)

     Desso as escadas correndo e pego uma maçã encontrando meu irmão na sala.

— Vamos. — chamo e ele assente se levantando. Entro no carro e ele em seguida.

— Não demora na hora da saída, tenho trabalhos para fazer e não posso esperar sua boa vontade. — ele diz seco e reviro os olhos.

— Qualquer coisa eu vou com o Wendell. — dou de ombro.

— Porra nenhuma que tu vai com esse moleque. — ele diz todo grosso, idiota.

— Então não fica de graça. — indago.

— Vou te mostrar algo engraçado. — ele solta um risinho sinistros.

     Chego na escola e Justin começa a falar que é com ele que tenho que vim, senão ele me ponhe de castigo, idiota.

— Morena! — Wendell me puxa para ele me beijando no rosto e me dando um selinho. Wendell é meu amigo desde pequeno, ele foi meu primeiro e agora só trocamos selinhos e nos pegamos quando da vontade. Justin não suporta ele assim como ele não suporta o Justin, os dois não podem nem se vê, por isso nunca fico perto dele na frente do Justin e ele nem vai lá em casa, eu sempre vou na dele.

— Meu amor. — digo abraçada com ele.

— Vamos para aula? — ele me puxa.

— Vamos. — seguro em sua mão subindo para sala.

(...)

     As aulas foram entediantes, então como sai mais cedo fiquei na quadra com Wendell esperando dar a hora para Justin sair e eu encontrar com ele no portão de saída. A escola é grande e Justin estuda no outro prédio, então não tem como ele me encontrar com Wendell.

— Eu ainda quero beijar na boca hoje. — Wendell diz rindo.

— Para de graça. — reviro os olhos.

— Fala sério, tem um mês que não beijo. — ele bufa.

— Também tenho um beijo que não beijo. — faço beicinho.

— Eu sei, a última vez que beijamos a gente se beijou. — rimos e concordo.

— Então a gente pode fazer de novo. — encaro o mesmo.

— É a gente pode. — ele me puxou para um beijo e sorri com isso, seu beijo é bom e sua pegada é muito gostosa mas infelizmente algum ser humano me puxa para longe de Wendell e quando abro os olhos vejo Justin em cima do meu amigo batendo no mesmo.

— Justin. — grito.

— Cala a porra da sua boca, vadia do caralho. — ele grita me assustando, algumas pessoas já começam a ficar em volta e eu puxo Justin com força para sair de cima do Wendell.

— Idiota. — Wendel cospe e Justin ameça ir para cima do mesmo mas eu seguro seu braço.

— Vamos embora. — peço e ele me olha furiosamente.

— Sim, vamos. — ele diz rude me pegando pelo braço e me arrastando pela escola.

— Tá me machucando. — digo puxando meu braço e ele aperta com mais força.

— Calada! — ele diz ainda mais bravo.

— Tá doendo, Justin. — disse e ele para.

— Você ainda não sentiu dor nenhuma, Ivana. — ele sorri diabolicamente e eu engulo em seco sentindo o medo tomar conta de mim. Justin né joga dentro do carro dando a volta ele entra e me olha furiosamente e logo depois sinto meu rosto queimar com um tapa bem estalado que ele me dá.

— Tá ficando maluco? — grito.

— Vagabunda tem que apanhar. — ele me olha com raiva e fico em silêncio sentindo meu rosto queimar, e ainda não entendo o que estava acontecendo. O por que dele está assim comigo.

    Assim que chegamos em casa saio correndo do carro e entro em casa e assim que chego nas escadas Justin segura meu braço me puxando para baixo.

— Vamos conversar. — ele me encsra furioso.

— Não encosta em mim. — peço magoada.

— Eu não estou pedido nada Ivana, nos vamos conversar por bem ou por mal. — ele rosna apertando meu braço.

— Me larga. — grito e ele me dá outro tapa no rosto.

— Calada porra. — ele me coloca nos seus ombros me levanto até seu quarto e me jogando na cama dele. — Você se portou como uma vadia. — ele cospe.

— Você nunca mais vai me bater. — eu digo passando a mão no meu rosto, me levanto e ele me segura.

— Com você eu faço o que quiser, sou seu irmão mais velho. — ele grita.

— Grande merdas. — sorrio debochada e ele me lasca outro tapa e quando viro dou um tapa na cara dele também. Eu sei que os que ele está me dando ele não está usando força por que senão me machucaria de Verdade, mas o que dei tenho certeza que machucou. Ele me joga na parede e aperta meus braços e eu começo a sentir dor.

— Me diga a verdade, o que você tem com aquele moleque? — ele pronunciar cada palavra cuspindo veneno.

— Ele é meu amigo. — sou sincera.

— Agora você beija seus amigos na boca? — ele pergunta rindo ironicamente.

— Não é da porra da sua conta. — grito e ele da um tapa na minha perna agora e eu dou um berro de dor mas por mais que pareça estranho eu estou provocando por que tô gostando de ver ele assim, por que tô começando a achar que sei o que é isso.

— Me responde. — ele rosna.

— Não, só ele. — ele deixa outro tapa na minha perna.

— Desgraçado. — falo fechando os olhos com dor.

— Você já dormiu com ele? — ele me olha com sangue nos olhos e sorrio.

— Ele foi meu primeiro. — dou de ombro e ele me joga na cama com força vindo por cima de mim ele puxa meu cabelo e deixa outro tapa só que agora na minha bunda.

— Vadia. — ele cospe e sai de cima da cama e puxa o cabelo com força. Me levanto rindo e vou até ele impressando o mesmo na parede.

— Isso tudo é ciúmes? — pergunto rindo.

— O que? Tá louca? — ele se faz de desentendido.

— Queria está no lugar dele? — pergunto achando tudo uma loucura mas faço o que tenho vontade.

— Não. — ele responde mais para ele do que pra mim e eu sorrio por dentro. Pego a mão dele é depósito em minhas pernas que estão de fora por canta da saia curta do colégio e a respiração dele acelera. — O que está fazendo? — pergunta ficando nervoso e começo a desabotoar sua camisa.

— Não queria está no lugar dele mesmo, Justin? — pergunto e ele nega olhando para minha perna.

— Sou sei irmão. — ele diz mas não se afasta.

— Eu sei. — sorrio e paro saindo de perto dele e ele me olha desapontado.

— Tá vendo, se comporta como uma vagabunda. — ele segura meu braço com força e bufo.

— Isso não é problema seu. — dou de ombro.

— É sim. — ele diz me puxando para ele com força e me beijando, entrelaço minhas pernas nele e o mesmo deixa um apertão na minha coxa.

— Você é meu irmão, não deveria me beijar. — digo tirando sua blusa.

— E você não deveria tirar minha roupa. — ele diz tirando minha blusa.

— Sou uma vagabunda, lembra? — fala e me joga na cama deixando um tapa no meu rosto mas um tapa leve.

— Minha vagabunda, agora. — ele beija meus seios e meu pescoço.

— A gente vai mesmo transar? — pergunto rindo.

— Você não quer? — ele me encara.

— Quero. — respondo e ele tira meu sutiã e minha saia.

— E eu te quero a muito tempo. — ele beija minha barriga.

— É? — suspiro.

— É, maninha. — ele morde os lábios e tira minha calcinha.

    Sim, isso é totalmente errado, ele é meu irmão e no máximo eu deveria dar um beijo na bochecha mas quando se é irmã de Justin Bieber, não se pode julgar né!?

     Sua boca vai até minha intimidade e sua língua faz leves carinhos na mesma me fazendo remexer debaixo dele, meu coração bate mais forte a cada segundo, a adrenalina me deixa acesa de forma rápida. Suas mãos seguram as minhas, uma de cada lado do meu corpo enquanto começa a esfregar meus clitóris com a língua e uma sensação prazerosa como nenhuma outra me invade, meu corpo inteiro está em chamas e eu só consigo pensar em seu pau na minha buceta imediatamente, então puxo sua cabeça para cima beijo sua boca sentindo meu saber com o sabor do seu beijo, ele solta as minhas mãos e massageia um de meus seios descendo sua boca para o outro é deixando leves mordidas no mesmo.

— Justin...por favor. — peço.

— Calma safada, logo você vai sentir o que você quer. — sua voz rouca me deixa ainda mais excitada e eu começo a mover minha cintura de encontro a seu pênis fazendo os mesmo se chorarem. — Se fizer malcriações, vai demorar mais. — ele geme assim que levanto minha cabeça e beijo seu pescoço, minha boca se enche de água e o empurro deitado o mesmo na cama e fico entre suas pernas, coloco quase todo seu pau em minha boca e ele puxa meus cabelos com força. — Cachorra... — ele geme e sinto minha intimidade pingar com cada palavra suja dele. Levanto minha cabeça e encaro seu rosto contorcido de prazer.

— Quer que eu continue? — pergunto com a voz mais sexy que posso.

— Não sei nem por que parou. — ele diz é sorri pra mim, mais uma vez coloco o que posso de seu pau em minha boca e ele geme em resposta, ele empurra minha cabeça e faço uma garganta profunda fazendo lágrimas caírem dos meus olhos mas não paro por que a vontade de te-lo é ainda maior. — Chega de brincar, maninha. — ele diz me puxando para ele e colando nossos lábios, seus beijos são melhores a cada segundo e suas mãos apertando cada parte do meu corpo só me deixa ainda mais louca de desejo.

— Justin... — imploro e ele me coloca deitada na cama.

— Vou te fazer gemer bem alto o meu nome. — ele sussurra em meu ouvido e entra em mim com força, meus olhos rolam de prazer e eu finco minhas unhas em suas costa, ele é grande e grosso e posso sentir cada veia do seu membro, as suas investidas são fortes e duras, como eu gosto...

—Jus..Justin..ma..mais...ra...rapido. — imploro mais uma vez e ele sorri aumentando os movimentos, nossos corpos se chocam em uma velocidade incrível e a sensação de tesão pelo meu irmão só aumenta, puxo seus cabelos e colo nossos lábios, ele aperta meu seio esquerdo e me beija duro. Um sexo selvagem e cheio de desejo reprimido. Nunca, se me dissessem alguma vez, eu acreditaria que eu dia eu transaria com meu irmão. Mas quer saber, não vou me arrepender nunca por que está sendo minha melhor foda.

— Vontade se rasgar vc ao meio. — ele geme em meu ouvido me fazendo ficar ainda mais melada. — Gostosa do caralho. — sussurra.

— Você tá fraquinho demais para quem quer me rasgar ao meio. — falo com a voz baixa tentando provoca-lo e pela cara dela sei que consegui. Só levantada e colocada de quatro, ele fica de joelhos na cama e entra em mim com tanta força que meu corpo e totalmente arremessado para frente e sim eu senti um pouco de dor mas o meu prazer é muito maior.

— E agora, a vadia ainda não está satisfeita? — ele pergunta dando um belo puxão no meu cabelo e deixando um tapa estalado na minha bunda.

— Você... sabe o que
... tem que fazer... — tento respirar normalmente e ouço sua risada debochada, uma de suas mãos apertam minha cintura e a outra desce para minha intimidade esfregando a mesma com força enquanto seu pau entra e sai de mim da forma mais gostosa do mundo.

— Goza pra mim. — ele pede e eu sinto meu corpo obedece-lo, como se eu fosse uma cachorrinha dele eu me deixo vir e gozo maravilhosamente, o mesmo tira a mão da minha buceta e leva até a boca. — Você é muito gostosa, tão doce. — ele rosna e em seguida deixa mais um tapa em minha bunda gozando dentro de mim.

    Caímos para o lado e ele esfrega minhas costa enquanto descaso minha cabeça em seu colo.

— Não usamos camisinha. — comento.

— É verdade. — ele diz. — Não sinto você incomodada por isso. — ele comenta me encarando.

— Eu tomo anticoncepcional. — sorrio.

— Então vamos poder foder sempre né? — ele me olha sorridente.

— Vamos é? — pergunto.

— Vamos. — ele afirma. — Agora você é só minha. — ele sussurra em meu ouvido com ar de possessivo, até que isso não vai se ruim...


Notas Finais


Desculpem os erros, terminei de escrever no trabalho e nem sempre dá tempo de revisar...

COMENTEM

Ivana, Espero que tenha gostado amor

Beijos de luz
Ate a próxima amores


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