História Imagine Hot - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Luisinea

Visualizações 1.297
Palavras 2.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aloaloalo?

Eu sou a amiga da safada da Anne, e a partir de hoje eu terei que postar os imagines pra ela, já que a vagabunda ta quase tirando férias da faculdade e os professores não estão perdoando, ela ta sem tempo até mesmo de bater uma siririca (nossa, ela vai me matar quando ver isso). Eu não vou postar aqui pra sempre não, provavelmente quando a Anne tiver um tempo livre ela volta, mas enquanto não tem eu posto por ela. Na verdade, só vou postar pq ela perdeu a dignidade me pedindo pra postar pq nn queria deixar vcs na mão, então né
"Luísa, não seria mais fácil postar os imagines na conta dela?"
Nãaao, pq ela me deu a senha da conta dela quase chorando quando fui me colocar como co-autora da história, se inventar que vou postar lá mesmo ela me esquarteja e me joga pros gato dela ke
Ah! Sobre os pedidos, pra quem já pediu pode ficar sussa, ela me passou todos eles.
Ta, eu não vou mais prolongar isso aqui. O que precisam saber é que meu nome é Luísa (não que isso seja importante) e que vai ser eu quem vai postar os imagines no lugar na Anne, beleuza? Então ta bom.

Boa leitura <3 (espero que gostem, é a primeira vez que tô fazendo esse tipo de coisa, eu não sou safada!)

Capítulo 9 - Justin Bieber • VIII


— S/N? — Meu pai disse enquanto batia na porta.

— Pode entrar. — Eram 9hrs da manhã, e eu havia acabado de acordar.

— Filha, você sabe que eu e a Pattie estamos nos dando muito bem, certo? Você gosta dela, ela gosta de você... — Veio até a cama. — Pattie tem um filho, — Sentou-se ao meu lado. — seu nome é Justin e ele deve ter mais ou menos a sua idade. Pattie e eu pensamos em apresentarmos vocês dois, já que nossa relação está indo muito bem e quem sabe possamos morar juntos.

— Pensa em casar com ela? — Arregalo os olhos, pela surpresa.

— Não! Casar por enquanto não. Talvez só juntar nossas coisas e morarmos todos juntos... Para ver no que dá. — Solto um suspiro aliviada. Não que eu não goste da Pattie, ela é um amor de pessoa e ela está fazendo meu pai feliz, já que depois do acidente da minha mãe meu pai não costumava se divertir como está se divertindo agora, mas eu acho que casar seria uma decisão precipitada. — Voltando ao que eu estava dizendo... Pattie e eu achamos legal apresentarmos vocês um ao outro, hoje mesmo, no apartamento de Justin.

— Vocês vão junto?

— Não... Eu preciso ir lá na empresa organizar algumas coisas e a Pattie vai ir comigo, para jantarmos mais tarde.

— Vai me deixar sozinha com um estranho?

— Filha, ele não é um estranho, eu conheci Justin e ele é um bom menino... Ou você acha que eu deixaria você sozinha com alguém que eu não conhecesse?

— Não né...

— Então pronto! Você vai? — Minha vontade era de dizer não, mas eu não conseguia falar isso ao meu pai.

— Tudo bem... Eu vou. Que horas?

— Às 17hrs, ou sei lá. Vocês conversam melhor e não ficaria tarde para eu ir te buscar.

— Ok... O que eu visto?

— Jura que quer perguntar isso justo para mim? — Rimos. — Chama a Blair, ela te ajuda. — Blair é a filha da tia Spencer, uma das cozinheiras aqui de casa, Blair sempre está por aqui e hoje não foi diferente. — Mas não se preocupe com isso por agora, ainda é cedo.

— Então tá, né.

— Eu já vou descer, viu?! — Confirmo com a cabeça e ele me dá um beijo na testa, antes de ir em direção à porta.

Horas se passaram, já eram 16hrs quando decido me arrumar. Chamo Blair, e não demora muito para ela subir aqui no quarto.

— O que foi? — Entrou e fechou a porta, sentando-se na cama.

— Preciso de uma ajuda sua!

— Quer que eu fique dormindo no seu lugar enquanto você sai escondida do seu pai de novo? — Eu ia responder, mas ela me corta. — Jamais! Seu pai quase me deu um selinho achando que era você.

— Não, não é isso. Meu pai quer que eu vá para casa do filho da Pattie agora para conhecer ele melhor, já que meu pai e a Pattie estão pensando em morar juntos, eu não faço a mínima ideia do que vestir...

— Eu não sou de ir em encontros, você sabe disso... Mas... Vamos ver. — Veio até o guarda-roupa.

— Isso não é um encontro, Blair! — Reviro os olhos.

— Olha, eu gosto desse vestido... — Ignorou completamente o que eu falei. Ela me mostrou um vestido turquesa, que ia até mais ou menos na metade das minhas coxas, ele era rodado e eu adorava esse vestido. — Você poderia colocar essa jaqueta aqui também. — Tirou do guarda-roupa uma jaqueta sem mangas de lavagem clara, que nem mesmo eu sabia que tinha ali. — Vai dar um ar mais menininha e ele não vai imaginar que você é safada, como é.

— Eu poderia te xingar se não estivesse me ajudando.

— Me respeita. — Jogou o vestido e a jaqueta na cama. — Agora vamos ver um sapato para você... — Foi até a "estante" que eu guardava meus sapatos. — Quer um tênis? Eu acho legal. — Me mostrou um tênis todo branco.

— Tá, pode ser. — Pego o tênis de sua mão e vou até a cama. — Fecha os olhinhos.

— Meu amor, o que tu tem aí eu também tenho! — Foi para o banheiro. Como já havia tomado banho, visto o vestido e a jaqueta, e calço o tênis. — Pode ir?

— Pode. — Ela saiu do banheiro.

— Que amor! — Sorriu. — Agora precisamos colocar um reboco nessa sua cara feia. — Pegou em minha mão e me puxou até a penteadeira. Blair me maquiou, ela não fez nada exagerado, muito pelo contrário, quase não dava para ver que eu estava maquiada.

— E o cabelo?

— S/N? — Meu pai grita lá de baixo, provavelmente já deu 17hrs.

— Já estou indo!

— Seu cabelo tá bonito assim, mas pende a franja com uma tiara. — Confirmo com a cabeça e pego uma tiara de pedrinhas, e coloco no cabelo prendendo a franja. — Quem vê nem imagina o que você faz quando tá sozinha...

— O que eu faço quando estou sozinha? — Levanto.

— Ah... Não sei! — Diz, nos fazendo ir.

— Vamos logo. — Passo perfume e Blair e eu vamos em direção à porta, onde passamos por ela e fomos para a sala de estar.

Meu pai estava me esperando, quando me vê ele me elogia e a mesma coisa foi quando a mãe da Blair viu. Nos despedimos das duas e fomos em direção ao carro do meu pai, onde entramos e ele dá partindo, indo em direção à casa do Justin. Não demora muito para chegarmos no prédio onde ele mora, meu pai desce comigo e fala com o porteiro, que logo permite que eu entre. Meu pai me fala qual que é o andar e o número do apartamento de Justin, eu pego o elevador e vou até o sétimo andar, que é onde ele mora. Ao chegar, procuro o número do seu quarto e bato na porta assim que encontro.

— Já vai! — Ouço alguém gritar, provavelmente é o Justin. Não demora muito para um garoto abrir a porta, ele era um pouco parecido com Pattie e era muito bonito, por sinal. — Oi, você que é a S/N? — O garoto me olha de cima abaixo e sorri.

— Sim... Você é o Justin? — Ele confirma com a cabeça.

— Entra. — Deu espaço e eu entrei.

O apartamento tinha uma decoração muito bonita, mas não acho que tenha sido Justin que tenha decorado o apartamento. Justin me deixou na sala e foi até a cozinha, sento-me no sofá e espero ele voltar. Assim que ele volta, ele senta ao meu lado e liga a televisão, colocando em um canal aleatório.

— Então... Você gosta de água? — Pergunta, sem jeito.

Alguns minutos se passaram, Justin e eu encontrávamos assunto aos poucos, até que sentimos um cheiro de fumassa, pergunto ao Justin se ele deixou alguma coisa no fogo e ele saiu correndo até a cozinha, vou até a cozinha e ele estava tirando uma forma do forno.

— Acho que vamos jantar comida requentada... — Coloca a forma na pia, parecia ser lasanha. — Sou muito burro, meu Deus! Eu comprei isso daqui para não passar vergonha, era só esquentar. — Não aguento e dou risada. — Você dá risada, né?! — Me acompanha.

— Desculpa. — Paro de rir e ele me olha. — O que foi?

— Nada. — Deu de ombros. — O que acontece se eu jogar água aqui?

— Eu não sei, mas é melhor deixar esfriar.

— Verdade. — Voltamos para a sala. — Vem cá, você namora?

— Não, por quê? — Respondo sem graça.

— Curiosidade. — Deu de ombros. — Vamos... Brincar um pouquinho, já que não tem nada para fazer?

— Brincar... Em qual sentido?

— Ah, você sabe... — Insinuou alguma coisa com as mãos, que eu entendi perfeitamente. — Vamos aproveitar que ainda não somos totalmente irmãos.

— Você tá falando sério? — O olho surpresa, ele confirma com a cabeça. — Para de me zoar! — Forço uma risada.

— Não, eu não estou te zoando. É sério! — Se aproximou.

— Justin! — Tentei me afastar, mas ele me segura. — Isso não tá certo, acabamos de.nos conhecer e logo menos vamos ser irmãos!

— Mas ainda não somos, e ninguém vai saber... A não ser que você conte. — Uma de suas mãos foram até minha coxa.

— Justin, eu vou embora!

— Não estou te impedindo. — Beijou meu pescoço, eu arfo pelo seu toque repentino.

— Me solta. — Justin me soltou e nós nos entreolhamos.

— Pode ir se quiser de ombros.

— Tá bravo?

— Tenho um motivo para estar?

— Odeio quando me respondam com uma pergunta! — Reviro os olhos, ele não fala nada, apenas desvia o olhar. — Isso não está certo, Justin.

— Eu sei que não, mas não tem graça viver uma vida certinha. — Deu uma pausa. — E além do mais, nem somos irmãos de sangue, não dá nada.

— Ta bom, Justin. — Ele me olha, com os olhos arregalados. — Eu não quero que fique com raiva de mim só por isso, até porquê nossos pais estão muito bem juntos e ficaria chato se nós não nos falassemos, já que vamos dividir a mesma casa logo menos. Você é um filho da puta daquele que consegue convencer uma pessoa, e é só por isso mesmo que eu vou ficar com você, então, por favor...

— Na verdade é porquê sou um puta de um gostoso. — Fui interrompida.

— Eu vou fingir que não ouvi isso! — Coloco a mão no rosto. — Vamos logo com isso? — Justin dá um sorrisinho pervertido e me faz sentar em seu colo.


Ele segura em minha nuca e aproxima meu rosto do seu, unindo nossos lábios. Era um beijo desesperado, Justin pediu passagem e eu cedi. Era difícil admitir, mas Justin sabia beijar muito bem! Ao ficarmos sem fôlego fomos obrigados à nos separarmos, desci meus beijos até seu maxilar onde deixei uma leve mordida, e assim fiz quando cheguei em seu pescoço, beijei seu pescoço e deixei algumas mordidias por lá acompanhadas de chupões. Justin me deitou no sofá e ficou por cima, tirou meu vestido e em seguida o sutiã que estava usando, ele não deu muita atenção aos meus seios, apenas os olhou e massageou. Foi até a barra da minha calcinha roçando sua boca em minha barriga, tirou minha calcinha com sua boca e pegou uma bala do bolso de sua calça, colocou na boca e logo depois se abaixou, ficando de frente para a minha intimidade. Começou chupando minha entrada, arqueio minhas costas ao sentir a regrescancia de sua língua, Justin faz com que eu entrelaça minhas pernas em seu pescoço e aperta minha coxa, começando à chupar meu clitóris, fazendo movimentos circulares com a língua e de vez em quando mordiscava o mesmo. Ao sentir que estava chegando ao meu orgasmo Justin aumentou a velocidade de seus movimentos, de vez em quando me penetrava com sua língua e fazia movimentos de vai e vem, fazendo com que eu chegue ao meu ápice. Justin "limpou" minha intimidade com sua língua e me deu um beijo breve, que logo é separado por Justin, que dessa vez vai até os meus seios, onde massageava um deles e brincava com o outro. Enquanto isso, tiro sua camiseta, e logo após tento abaixar sua calça, o bastante para que eu consiga ter uma visão da sua enorme ereção, aperto seu membro ainda coberto pela sua cueca e ouço Justin gemer. Tento inverter as posições, mas Justin não deixa, ele tira sua box e me beija. Pego seu membro pela base e pincelo seu membro em minha intimidade, desde a entrada até meu clitóris, onde também faço movimentos circulares. Já não suportando mais ser torturado, Justin força seu pênis contra a minha entrada e aos poucos ia me penetrando. Ao já estar completamente dentro de mim, ele se apóia em um dos "braços" do sofá e começa se movimentando, primeiro se movimentando lentamente e depois aumentando a velocidade aos poucos.

— Oh, Deus! — Fecho os olhos com força.

— Justin. — Me corrigiu.

Justin aumentou seus movimentos — se é que era possível —, arrenhei sua nuca com força e relaxei meu corpo, sentindo ser atingida pelo meu ápice. Sinto as veias de Justin engrossarem dentro de mim, ele estava prestes à chegar ao seu orgasmos assim como eu, mas não podia gozar dentro de mim, então peço para que ele tire, ela tira e me olha com uma expressão confusa. Ele se senta no sofá e eu me ajoelho na sua frente, seguro seu membro pela base e abocanho o mesmo, fazendo movimentos de vai e vem,  masturbando com a mão o que não cabia em minha boca. Vire e mexe eu tirava seu membro da boca e fazia movimentos circulares com a língua na glande de seu pênis, passava a língua pela base do seu pênis até suas bolas, isso até ele gozar em meu pescoço. Levanto e Justin puxa minha nuca, aproximando meu rosto do seu e beijando minha boca na sequência.


Notas Finais


MAIS UMA COISINHA! Mas essa é pra Larissa/Lorena/Laura (eu esqueci o nome dela, mas eu acho que é Larissa,as se não for, é uma menina que ela conversa por aqui), a Anne pediu pra avisar pra vc nn ficar xatchada com ela por não estar te respondendo, é que ela realmente ta sem tempo pra entrar no spirit.
~ espero do fundo do meu coração que ela tenha lido isso


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