História Imagine Hot (Kpop) - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, EXO, Got7, Monsta X, Seventeen
Personagens Baekhyun, BamBam, Boo Seungkwan, Chanyeol, Chen, D.O, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Hyung Won, I'M, Jackson, Jang Doyoon, JB, Jennie, Jeon Wonwoo, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jisoo, Joo Heon, Junghan "Jeonghan", Jungkook, Kai, Ki Hyun, Kim Mingyu, Kris Wu, Lay, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Lisa, Lu Han, Mark, Min Hyuk, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Sehun, Seungcheol "S.Coups", Seungri, Shin Dongjin, Show Nu, Soonyoung "Hoshi", Suga, Suho, T.O.P, Taeyang, Tao, V, Wen Junhui "JUN", Won Ho, Xiumin, Xu Ming Hao "THE8", Yao MingMing, Youngjae, Yugyeom
Tags Bambam, Bangtan Boys, Bigbang, Bts, Got7, Hentai, Hoseok, Imagine, Imagine Hot, Jackson Wang, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jooheon, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Mark Tuan, Markson, Min Yoongi, Monsta X, Namjoon, Park Jimin, Rap Monster, Rapmon, Seventeen, Shownu, Suga, Taehyung, Wonho, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 881
Palavras 3.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


2h14 da manhã.
Eu tô com fome.

Capítulo 17 - Tédio, pornô e outras coisas. — Do Kyungsoo (EXO)


Fanfic / Fanfiction Imagine Hot (Kpop) - Capítulo 17 - Tédio, pornô e outras coisas. — Do Kyungsoo (EXO)

 Depois de um ano totalmente conturbado na cidade em que morava, decidi pausar minha faculdade e ir para a casa do meu avô no interior. Ele morava numa cidadezinha pequena, pacata e extremamente chata.

O lugar era tão pequeno que quase todos os estabelecimentos comerciais pertenciam a ele ou a alguém da família que morava por lá. Assim que cheguei na casa fui recebida por ele. Jantamos e eu fui dormir... e assim resumiu uns três dias. Era muito chato. Eu só havia ido pra lá pra me livrar das confusões que havia me metido na cidade. Sim, eu era uma garota problema, na visão dos meus pais e todo o restante da família.

— Eu preciso ir à cidade vizinha. — meu avô disse durante o café da manhã. — e a casa vai ser detetizada. Tudo bem se você ficar fora durante o dia?

— Uhum. Só... Não tenho onde ficar.

— Conheço um lugar. — ele sorriu.

Terminamos o café e meu avô me levou até o centro minúsculo da cidade. Estacionamos na frente de uma pequena loja. Segundo a fachada tratava-se de uma locadora. Assumo que fazia uns cinco anos que não entrava em uma. Quer dizer, desde que a Internet virou algo comum, ninguém mais alugava filmes. Isso é, aqui alugavam.

Assim que entramos na porta um sininho anunciou nossa chegada e o olhar tedioso de um garoto pairou sob nós.

— Bom dia, Soo. — meu avô falou sorrindo. Ele era aquela pessoa que sempre estava de bom humor.

— Bom dia. — o garoto respondeu e tombou a cabeça pro lado, me olhando. — pra você também.

— Ah. — balancei a cabeça. — bom dia…

— Quero te pedir um favor. — meu avô se apoiou no balcão. — preciso ir à cidade e preciso que alguém tome conta da minha menina. — ele riu. — a casa está sendo detetizada.

— Insetos? — o garoto arqueou a sobrancelha.

— Dos bravos. — meu avô assentiu.

— Boa sorte com eles. — o garoto falou com seu tom de tédio.

Meu avô afastou-se dali e tocou meu ombro, me dando um beijo na testa seguido de um sorriso.

— Boa sorte com essa fera aqui, Soo. — ele riu e saiu.

Um longo silêncio tomou conta do lugar, andei pelo lugar, correndo meus dedos pela prateleira, observando alguns filmes dali. A maioria eu já tinha visto ou ouvido falar. Suspirei pesadamente. Aquilo era extremamente tedioso. Nenhuma alma viva entrou naquele lugar por quase uma hora.

Alternei meu tempo ali entre as prateleiras, organizando alguns filmes em ordem alfabética por puro toque, sentei numa cadeira que havia ali lendo umas quatrocentos revistas que achei numa caixa. Tudo isso sendo completado por um olhar de tédio e desprezo do garoto dali que estava com o olhar fixo em algum filme que ele assistia num notebook.

Um homem entrou e seguiu pelo corredor, entrando numa pequena sala com uma cortina na porta, saindo logo depois com alguns dvds. Passou pelo balcão e foi embora em seguida. Eu não tinha notado aquela salinha antes.

— O que tem ali?

— Sério que não sabe? — ele levantou os olhos, me encarando. Neguei em seguida. — Pornô.

Fiquei olhando pra ele confusa. Ele estava brincando com a minha cara? As pessoas além de alugar filmes, alugavam Pornô. Meu Deus do céu. Balancei a cabeça e dei alguns passos na direção da salinha. Minha curiosidade falou mais alto. Abri a cortina e quando pensei em entrar a voz do garoto fez meu corpo travar ali.

— Eu se fosse você não entrava aí. — ele riu baixo. Nem se quer olhava pra mim.

Revirei os olhos e entrei no lugar. Tinha várias prateleiras com diversos filmes, com capas extremamente horríveis. Numa pequena TV passava um dos filmes. Realmente eu não deveria ter entrado ali. O filme era antigo e de muito mal gosto.

Sai dali e dei umas voltas entre as prateleiras.

— Muito traumatizada? — ele levantou a sobrancelha.

— É só sexo... — dei uma volta, indo para o corredor do lado. —… muito mal feito.

— Não sabia que tinha jeito certo de se fazer. — ele não tirava os olhos do computador.

— Não de se fazer. Mas sim de produzir para que os outros assistam. — retruquei.

— Temos uma especialista em porno aqui. — debochou.

— Apenas tenho bom gosto. — retribui o deboche. — a propósito. Tinha um filme rolando lá. Você que colocou?

— Tá vendo mais alguém aqui?

— Só o seu sarcasmo. Mas acho que ele não escolheria um filme tão ruim.— me aproximei do balcão e sentei no mesmo. — Qual é o critério pra escolher o filme que vai ser exibido?

— O primeiro que meu braço alcançar sem eu ter que fazer esforço.

— Ótimo critério. — revirei meus olhos.

— Qual deveria ser o critério então senhorita expert em pornô. — ele por fim me olhou. Mesmo olhar de tédio. Mas seus lábios eram bonitos. Ele também. Mesmo com aquela cara de quem vai roubar sua alma no tapa. — Melhor capa?

— É um bom critério. — assenti. — aposto que se eu for lá eu acho um de boa qualidade.

— Paguei pra ver. — ele revirou os olhos.

Cerrei meus olhos e levantei. Me livrei da jaqueta jeans que usava e fiquei apenas com minha regata branca, indo novamente para a salinha.

Dei uma caminhada entre os dvds e de fato, todos pareciam ruins então peguei o que parecia ser melhorzinho. Pela data era mais recente. Voltei para onde o garoto estava e larguei no balcão.

Ele me olhou e em seguida pegou o DVD, observando o mesmo.

— Certeza? — arqueou a sobrancelha.

— Certeza absoluta… — me debrucei no balcão. Eu estava a duas horas ali e não sabia o nome dele. — qual o seu nome?

— Kyungsoo. — falou sem tirar os olhos do computador.

Fiquei olhando pra ele enquanto colocava o DVD no notebook e aguardava o arquivo abrir. Ele me chamou fazendo um gesto com a mão então eu pulei por cima do balcão, me debruçando na parte de dentro do balcão, passando a olhar para a tela do notebook.

— Vai ficar em pé? — ele me olhou e eu assenti.

o arquivo abriu e ele deu Play, recostando-se na cadeira que estava sentado. Dez minutos de porno e eu quase vomitei de tão ruim que era. Havia sido enganada pela capa. Merda! Seria bom, se não tivesse um lance de fetiches estranhos envolvido. Suspirei derrotada.

— Meu deus! Tira isso. — virei meu rosto pro lado. Não podia mais ver aquilo.

— E eu tinha razão. — ele fechou o notebook. — Se tem uma coisa que não consegue ser bom em nenhum aspecto, é pornô. Forçado de mais, fictício de mais. Uma completa bosta.

— Tá dizendo que não assiste pornô?

— Tô dizendo que é ruim. Não que eu não assista. — ele deu de ombros. — de qualquer forma, especialista em pornô. Você perdeu.

— Ainda bem que não apostamos nada. — dei de ombros também.

— Perdi essa chance. — ele girou a cadeira e virou novamente para o notebook, dessa vez fechado.

— E o que apostariamos? — arqueei a sobrancelha, curiosa.

— Não sei. — ele deu de ombros. — o que você apostaria?

— Um boquete. — Pensei alto, muito alto. Parabéns S/n! Ri em seguida tentando desviar a cagada que havia dito.

— É. Então eu realmente perdi a chance de me divertir. — sua voz parecia mais sugestiva do que eu esperava.

Virei meu rosto na direção do dele, infelizmente encontrando aquele olhar seifador de almas que ele tinha. Mordi o interior do meu lábio. Porque a idéia de fazer um boquete nele naquele momento pareceu algo tão bom?

Ele arqueou a sobrancelha esquerda.

— Você está pensando de mais. — sorriu de canto sem mostrar os dentes.

— Eu falei sem pensar. Tenho essa mania. — senti minhas bochechas corarem.

— Uma pena que tenha sido da boca pra fora. Fiquei interessado em saber se todos os filmes pornôs te ajudaram em algo.

Passei a língua nos lábios umedecendo os mesmos. Será mesmo que eu deveria? Quer dizer, faz duas horas e meia que havia conhecido ele e… bom, assistimos pornô juntos e além do mais, ele era o único cara gato que eu havia visto naquela cidade. Talvez fosse interessante.

Caminhei na direção dele lentamente, ainda pensando na hipótese de desistir mas logo fui puxada por uma de suas mãos, colocando-me de joelhos entre suas pernas. Seus dedos tocaram minha face, fazendo um breve carinho no local. Kyungsoo abaixou-se e me segurou pelo queixo, me beijando em seguida. Seus lábios cheios tocaram os meus de forma lenta e sua língua invadiu minha boca sem nem menção de avisar. Subi minha destra até seus cabelos mas ele segurou a mesma e desceu pelo seu corpo, colocando-a sob seu pau ainda desacordado, por cima das calças.

Arfei entre o beijo e abri o zíper da mesma, puxando um pouco pra baixo com a ajuda dele, logo o elástico da sua boxer teve o mesmo rumo. Envolvi meus dedos no seu pau e comecei a masturbá-lo sentindo seu membro dar sinais de vida na minha mão. Encerrei o beijo e desci meus lábios até sua glande rosada, passando a lamber a mesma. Fiz menção de parar quando o sininho da porta tocou, anunciando que alguém tinha entrado. Kyungsoo apenas levantou o tronco e levou a mão nos meus cabelos, me impedindo de parar.

Ele falou com a cliente e eu pude ouvir os passos dela pelo lugar. Kyungsoo me olhou por um breve instante e eu sorri de canto, sugando sua glande, fazendo ele morder o lábio inferior com aquela ação repentina.

Dei uma atenção especial para a sua glande, que logo em seguida começou a pingar pré-gozo, fazendo o garoto piscar lentamente. A voz da cliente roubou a atenção dele. Kyungsoo agiu normalmente, atendeu ela e logo seguida a porta foi fechada e ele voltou a olhar pra mim fixamente, envolvendo os dedos nos meus cabelos e prendendo-os em um rabo de cavalo. Abocanhei seu pau todo e comecei a chupá-lo com intensidade, ouvindo alguns gemidos roucos dele.

Não precisei me esforçar muito, bastou mais algumas sugadas, acompanhadas de meus dedos masturbando o restante que não cabia na minha boca para que ele despejasse seu líquido na minha língua sem aviso nenhum, gemendo baixo. Fitei seu rosto e seus olhos estavam fechados, enquanto seus lábios grossos avermelhados estavam semiabertos. Ele já era muito bonito, mas daquele jeito ficava mais ainda. Cheguei a conclusão que amava a expressão de prazer dele.

Continuei brincando com minha língua na pequena fenda úmida da sua glande sensível, arrancando diversos palavrões desconexos de si.

Suspirei vitoriosa e me levantei, sentando no balcão em seguida. Meus dedos tocaram meus lábios limpando os cantos dos mesmos.

— Você não presta. — ele sussurrou enquanto ajeitava as roupas.

— Eu sei. — dei uma risadinha e me deitei no balcão, jogando a cabeça pro lado e encarando seus lábios avermelhados, provavelmente por causa dos dentes apertados contra si.

Fechei meus olhos e joguei os dois braços a cima da cabeça, sob a madeira fria do balcão.

— Eu poderia foder você nesse balcão, agora. — ele disse com a voz rouca.

— É uma proposta? — perguntei com a voz arrastada enquanto me espreguiçava.

— Depende da sua resposta. — ele abriu a pequena portinha que dava acesso a parte de trás do balcão e saiu caminhando pelo lugar.

Eu ouvia seus passos lentos, logo em seguida o som da chave, a persiana que cobria o vidro da pequena porta de entrada. Abri meus olhos e encarei ele enquanto se aproximava de mim.

— E se a resposta for sim? — perguntei.

— Não gosto de "e se". Gosto de sim ou não. Não posso ficar muito tempo com isso aqui fechado.

— Já trouxe muitas garotas aqui pelo visto. — revirei meus olhos e sentei no balcão.

— É. Garotas do interior gostam de aventuras sexuais com garotos que trabalham em locadoras. — ele riu fraco enquanto ficava entre minhas pernas.

Kyungsoo analisou o local onde eu estava sentada. Era um pouco alto para fazermos qualquer coisa, eu já havia tido essa idéia mas ele era baixinho e isso estragou nossos planos.

Meus pensamentos foram cortados assim que seus lábios grossos e molhados tocaram meu pescoço, deixando um chupão dolorido pelo local, me fazendo suspirar pesado e fechar meus olhos. Pelo visto aquele garoto entediado não era tão tedioso quando eu imaginei que fosse.

— Sim ou não? — ele sussurrou próximo do meu ouvido enquanto suas mãos apertavam minhas coxas.

— Sim... — sussurrei de volta e rapidamente tive um dos meus seios agarrado.

Seus lábios maltratavam minha pele, com Beijos aflitos e chupoes fortes. Apesar de dolorido aquilo era bom. Minha blusa desapareceu mais rápido do que eu era capaz de perceber. Meu sutiã não demorou muito para fazer companhia pra onde quer que minha blusa estivesse.

O toque dos seus lábios cheios em um dos meus mamilos fez meu corpo irrijecer e um gritinho escapar dos meus lábios. Kyungsoo riu soprado contra meu mamilo fazendo o irrijecer.

— Eu nem te toquei e você já está toda sensível... — ele subiu os lábios e colou os mesmos no meu ouvido. — imagina quando eu colocar meus dedos na sua bocetinha e foder você lentamente…

Gemi baixo sentindo meu íntimo se contrair e várias pontadas abaixo do meu umbigo fazer minha calcinha ficar toda molhada.

Apertei minhas pernas ao redor do seu corpo e ele me empurrou pra trás, afastando minhas pernas e puxando meu jeans com uma facilidade que nem eu mesmo tinha pra tirar.

Eu poderia gozar só com as besteiras que ele sussurrava. Kyungsoo conseguia mexer com as minhas idéias mais sujas.

Seu polegar pressionou meu clitóris por cima da calcinha, fazendo meu corpo ter um pequeno espasmo. Dei um pulinho que logo foi contido pela mão dele, segurando minha coxa. Seu dedo voltou a esfregar a fenda entre os lábios da minha intimidade, fazendo meu líquido melar o tecido da minha calcinha. Ele descia e subia seu indicador, sempre pressionando a ponta do mesmo no meu clitóris fazendo minhas pernas tremerem.

Seu olhar era sensualmente assustador. Eu gostava da forma que ele me devorava com o mesmo.

Logo a última peça que me impedia de ficar totalmente a mercê dele foi arrancada do meu corpo e colocada no balcão. Seus olhos percorreram meu corpo todo e seu dedo novamente tocou meu íntimo, tocando minha entrada extremamente molhada, melando seus dedos ali e levando o mesmo nos lábios, chupando dois deles.

Kyungsoo abaixou-se na minha frente e logo afundou seus lábios entre minhas pernas lambendo meu clitóris, descendo em seguida e penetrando sua língua ali, fazendo meus olhos revirarem. Meus dedos afundaram-se nos seus fios negros e eu puxei os mesmos enquanto rebolava lentamente, sincronizando com os movimentos da sua língua.

Minhas pernas tremiam de tanto prazer. Eu estava tão perto de chegar ao meu ápice, e ele sabia daquilo, diminuiu o ritmo fazendo aquilo de uma forma lenta e extremamente torturante. Revirei meus olhos e por fim gozei na sua boca sentindo meu corpo inteiro tremer.

Depois de lamber meu íntimo, ele afastou os lábios e subiu até meu pescoço, beijando o mesmo enquanto seu polegar ainda tocava meu clitóris extremamente sensível fazendo meu corpo todo espasmar.

— Terminamos por aqui? — ele sussurrou e dirigiu seu olhar até o meu.

— Quer terminar aqui? — provoquei agarrando seus cabelos e puxando-o para um beijo afoito.

Ele rapidamente se entregou ao Beijo. Suas mãos tocaram minhas coxas e ele me pegou no colo, caminhando até uma sala escura, aparentemente um deposito, considerando a quantidade de caixas que haviam ali.

Kyungsoo me colocou sentada em uma delas e se afastou de mim. Seus olhos continuavam me devorando inteira, fazendo meu corpo esquentar de novo. Ele se livrou da camiseta, seu abdômen não era definido mas isso fazia parte do seu charme.

— Vira e fica empinadinha pra mim. — sua voz estava incrivelmente sexy.

Obedeci rapidamente. Levantei e virei de costas pra ele. Apoiei minhas mãos numa pilha de caixas ela empinou meu corpo pra ele, fitando seu rosto pela lateral do ombro.

Suas mãos apertaram minha bunda, desferindo um tapa na mesma, seguido de um chupão em uma das minhas nádegas afastando-as.

Gemi mais alto do que queria quando sua língua tocou a entradinha do meu ânus, rodeando a mesma. Revirei meus olhos quando ele enfiou sua língua dentro de mim logo dando lugar para que seu dedo médio adentrasse minha entrada.

Aquilo havia doído muito. Eu nunca tinha deixado nenhum outro cara tocar ali, mas Kyungsoo conseguia me envolver de uma forma inebriante. Logo seu dedo ganhou a companhia de outro, fazendo um vaivém lento e muito dolorido alargando-me.

— Tão apertadinha. — sua voz baixa e rouca me envolveu. — meu pau já tá pulsando só de imaginar como deve ser foder você.

— Soo... — gemi arrastado impulsionando meu quadril pra trás, querendo mais dele. — isso é tão gostoso...

Aquela dor estava virando um prazer inexplicável. Eu sabia que aquilo não era um terço do que eu sentiria quando ele enfiasse seu pau em mim. Mas eu queria muito.

— Vai ficar muito mais. — rosnou e levantou, colando seu peito nas minhas costas e passando a me foder com os dedos rapidamente, colocando mais um dedo e me deixando ainda mais aberta pra ele.

Nunca na minha vida imaginei que seria tão gostoso foder com um estranho. Minha pele estava queimando e minha intimidade estava molhada novamente. Eu estava excitada de novo, pingando de tesao com seus dedos em mim.

Kyungsoo tirou seus dedos de mim e sem aviso nenhum colocou seu pau na minha entrada até então virgem, praticamente me rasgando inteira. Ele era tão grosso e estava melado com seu pré-gozo. Eu podia ouvir seus grunhidos e suas reclamações de como eu era apertada.

Minhas pernas amolecerem e meu maxilar se contraiu. Aquilo doía de mais, mas, atiçando meu lado sadomasoquista era uma dor completamente deliciosa. Seus lábios atacaram meu pescoço e sua mão voltou a me masturbar, enfiando um dedo ou dois na entrada da minha intimidade me fazendo gritar de prazer.

Suas estocadas lentas tornaram-se um ritmo frenético. Seu pau ia fundo e sua virilha se chocava com extrema força na minha bunda fazendo o som dos nossos corpos ecoarem pela sala.

Ele gemia e rosnava baixo contra meu pescoço, murmurando alguns palavrões sempre que atingia um ponto sensível meu e meu interior se contraia apertando seu pau.

Três, quatro estocadas e eu me desfiz na sua mão, sentindo meu goze escorrer nos seus dedos e meu corpo apertar seu pau.

—Ah caralho... eu vou gozar assim..- ele grunhiu.

— ahn... — gemi. — goza pra mim Soo. — falei manhosa.

Ele estocou com força mais algumas vezes vezes e logo senti seu líquido quente jorrar e preencher meu interior dolorido.

Logo ele tirou seu pau de dentro de mim, roçando o mesmo na entrada do meu íntimo.

— Você é muito gostosa.— sussurrou sussurrou e beijou meu pescoço.

Virei pra ele e beijei seus lábios lentamente sentindo seus braços envolverem meu corpo, acariciando minha pele nua.

Ele se vestiu e eu logo fiz o mesmo, assim que cacei minhas roupas espalhadas por todo canto. Kyungsoo abriu novamente a locadora e ficamos o resto do dia assistindo a filmes ruins no notebook dele, parando pra atender alguns clientes e nos beijarmos durante momentos de tédio.

Meu avô chegou no fim da tarde e fomos pra casa. Mas antes ele convidou Kyungsoo pra jantar lá.

Minha noite seria bem interessante. Principalmente a sobremesa…


Notas Finais


SatanSoo. Meu sonho.
Só queria esse homem. É pedir muito?

Até logo ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...