História IMAGINE J-Hope - REGRAS QUEBRADAS (segunda temporada) - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens J-hope, Personagens Originais, Suga
Tags Bangtan Boys, Exo, Got7, Imagine, Monsta X
Visualizações 99
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Só pode ser castigo



Quinze minutos depois, estou no corredor do andar de cima da Fairview House, e o lugar está tão quieto que fico ainda mais deprimido. Merda. Acho que o supervisor é mesmo um general. 
Não ouço um pio em nenhum dos quartos, nem posso ligar para Taemin para saber se a festa foi cancelada, porque, na pressa de fugir de casa, esqueci o celular.
Nunca vim ao quarto de Taemin antes, então fico no corredor um instante, tentando lembrar o número que ele escreveu na mensagem hoje mais cedo: duzentos e vinte? Ou duzentos e trinta? Passo devagar por cada uma das portas, e meu dilema se resolve quando percebo que nem existe um quarto duzentos e trinta.
Então só pode ser duzentos e vinte.
Bato à porta. Ouço passos quase imediatamente. Pelo menos tem alguém em casa. Bom sinal.
Então a porta se abre e me vejo fitando uma completa estranha. Uma estranha muito bonita, mas, ainda assim, uma estranha.
A menina pisca ao me ver, surpresa. Os olhos castanho-claros são do mesmo tom do cabelo, preso numa trança comprida jogada por cima do ombro. Ela está de calça xadrez de pijama e com um moletom preto com o logotipo da universidade. Pelo silêncio absoluto no cômodo, está na cara que bati à porta errada.
“Oi”, digo sem jeito. “Então… é… Acho que este não é o quarto do Taemin, né?”
“Hum, não.”
“Merda.” Aperto os lábios. “Ele falou duzentos e vinte.”
“Um de vocês se confundiu.” Ela faz uma pausa. “Não tem nenhum Taemin neste andar. Ele é do primeiro ano?”
“Terceiro.”
“Ah. Então ele não mora neste prédio. Aqui só tem calouros.” Ela brinca com a ponta da trança enquanto fala, sem me fitar nos olhos.
“Merda”, murmuro de novo.
“Tem certeza de que ele falou que morava na Fairview House?”
Fico na dúvida. Eu tinha certeza, mas agora… nem tanto. Taemin e eu não saímos muito, pelo menos não sozinhos. Em geral, esbarro com ele nas festas depois dos jogos, ou ele aparece em casa com os caras do time.
“Não tenho a menor ideia”, respondo, com um suspiro.
“Por que não liga para ele?” Ela continua evitando meu olhar. Agora está fitando as meias de lã como se fossem a coisa mais fascinante que já viu.
“Esqueci o telefone em casa.” Droga. Enquanto avalio minhas opções, corro a mão pelo cabelo.
“Posso usar o seu?”
“Hum… pode.”
Embora pareça hesitante, ela abre a porta um pouco mais e me convida a entrar. Seu quarto é a típica acomodação dupla, com tudo em dobro, mas, enquanto um lado é todo organizado, o outro é a central da bagunça. Está na cara que essa menina e sua companheira de quarto têm opiniões muito diferentes sobre arrumação.
Por alguma razão, não me surpreendo quando ela caminha na direção do lado arrumado. A garota tem cara de organizada. Ela vai até a mesa, desconecta um celular do carregador e me oferece. “Pode usar.”
No instante em que o telefone troca de mãos, a garota se afasta em direção à porta.
“Não precisa ficar assim tão longe”, digo, secamente. “A menos que esteja se preparando para fugir.”
Suas bochechas ficam cor-de-rosa.
Sorrindo, passo o dedo na tela do telefone. “Não esquenta. Vou só usar o telefone. Não vim matar você.”
“Ah, eu sei. Ou pelo menos acho”, balbucia ela. “Quer dizer, você parece normal, mas, até aí, muitos assassinos em série também parecem. Sabia que Ted Bundy era muito bonito?” Ela arregala os olhos. “Já pensou que maluquice? Você está andando por aí, conhece um cara lindo e fica toda ‘Ai, meu Deus, ele é perfeito’. Então vai até a casa dele e encontra um altar no porão com roupas feitas de pele humana e bonecas Barbie com os olhos arrancados e…”
“Nossa”, interrompo. “Alguém já disse que você fala muito?”
Suas bochechas ficam ainda mais coradas. “Desculpa. Fico meio tagarela quando estou nervosa.”
Abro outro sorriso. “Eu deixo você nervosa?”
“Não. Bom, talvez um pouco. Quer dizer, não conheço você e… sabe como é, ‘nunca fale com estranhos’ e coisa e tal. Mas tenho certeza de que você não é perigoso”, ela acrescenta, depressa.“Mas você sabe…”
“Sei. Ted Bundy”, resumo, fazendo força para não rir.
Ela volta a brincar com a trança, e o fato de ter desviado o olhar me dá a oportunidade de estudá-la mais atentamente. Cara, ela é muito bonita. Não linda de morrer nem nada assim, mas tem um jeito de menina comum que é bem legal. Rosto delicado e uma pele suave que parece saída de um comercial de maquiagem.
“Você vai ligar?”
Pisco, lembrando, de repente, por que entrei aqui. Olho para o telefone na minha mão, examinando o teclado numérico com a mesma atenção de quando a estava estudando momentos antes.
“É só apertar os números com os dedos e depois apertar o botão verde.”
Ergo a cabeça. Seu sorriso incontido provoca em mim uma gargalhada. “Obrigado”, respondo.“Mas…” Deixo escapar um suspiro melancólico. “Acabei de me dar conta de que não sei o número dele. Está gravado no celular.”
Merda. Será que é castigo por cobiçar a namorada de YoonGi? Ficar preso numa sexta à noite sem telefone nem carona para casa? Acho que mereço.
“Deixa pra lá. Vou chamar um táxi”, decido, por fim. Por sorte, sei o número do serviço do campus, mas sou colocado na espera. Ao ouvir a musiquinha de elevador, reprimo um gemido.
“Colocaram você na espera, né?”
“É.” Olho para ela de novo. “Aliás, meu nome é Hoseok. Obrigado por me deixar usar o telefone.”
“Sem problema.” Ela faz uma pausa. “Meu nome é Gaby.”
A música para por um instante, depois de um clique, mas, em vez de ouvir a voz do atendente, há outro clique e mais uma sequência de músicas. O que não me surpreende. É sexta à noite, o horário mais movimentado para os táxis do campus. Quem sabe quanto tempo vou ter que esperar?
Me deixo cair na beirada de uma das camas — a perfeitamente arrumada — e tento lembrar o número do serviço de táxi de Seul, a cidade onde fica a maioria das repúblicas, inclusive a minha. Mas meu cérebro deu branco, por isso suspiro e aturo mais um pouco de música de elevador.
Meu olhar se volta para o laptop aberto do outro lado da cama. Quando percebo o que está na tela, viro para Gaby, surpreso.
“Você está vendo Duro de matar?”
“Duro de matar 2, na verdade.” Ela parece envergonhada. “Tô fazendo uma maratona. Acabei de terminar o primeiro.”


Notas Finais


vou ir mimi kkk ate amanha a noite amoras


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