História Imagine J-Hope - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, J-hope, Você
Exibições 1.430
Palavras 3.543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello everybody!

Quem gostou do comeback do BTS levanta a mão... Lol

E depois de ter algumas respostas do propósito das porras subliminares que a bighit tava fazendo...

Olha quem está de volta? Kk

Já chegamos a parte onze... Mano... Não era pra ser tão longa assim o imagine kkkk

Bom dessa vez eu não demorei, OK. Eu demorei , mas não demorei um mês...

Eu queria um capítulo curto, mas não sei o que acontece comigo, sério, eu queria tanto um capítulo de mil palavras mas eu não consigo... Fazer o que neh...

O capítulo não está muito bom... E pode ter ficado sem sentido também... Eu não sou capaz de opinar... Kkk eu ando meio brisada esses dias...

Pra quem acompanha minhas outras fics (que já estão mofando sem uma atualização ) eu atualiza-las OK? Prometi para mim mesma que ainda fazeria isso essa semana... (Mas como minhas promessas não valem nada já sabem neh kk)

Bom, acho que não tenho mais nada pra falar...

PS: essas fotos novas do hobii tá chuchu beleza..... Kkkk (que gíria velha) lol

Desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 12 - Capítulo Único Part.11


Fanfic / Fanfiction Imagine J-Hope - Capítulo 12 - Capítulo Único Part.11

Eu queria poder enfiar minha cabeça em um buraco e nunca mais tira-la de lá.

Eu não sei o que havia dado em mim para gritar daquele jeito...

OK. Talvez eu soubesse sim o que deu em mim... Ciúmes. Muito ciúmes. Ciúmes de Hoseok. O que piorava 100% a situação que estava. Eu não deveria ter ciúmes de Hoseok. Pra começar nós nem tínhamos nada. Não éramos um casal , nem tínhamos um compromisso. Pena que meu cérebro idiota não lembrou disso antes de gritar aquelas palavras para quem quisesse ouvir. 

Mas eu ainda podia remediar a burrice que fiz. Era só manter a calma e inventar uma desculpa que eles acreditassem, eu era capaz de fazer isso... Eu era completamente capaz de fazer isso...

Mas eu não fiz...

Mais uma vez minhas emoções falaram mais alto e eu saí correndo da sala.

Já do lado de fora eu parei para me perguntar que droga eu acabei de fazer. Já não bastava gritar eu ainda tinha que correr e demonstrar ainda mais que ver Jéssica no colo de Hoseok não me agradava em nada? Eu tive vontade de voltar a sala e deixar claro que aquela cena não mexia comigo , mas isso seria ainda mais estranho , então eu fiz a única coisa que poderia fazer nesse momento. Corri para bem longe dali.

Eu tento fazer o mesmo caminho que fizemos para chegar ao escritório e quando consigo chegar a porta de entrada há dois seguranças a guardando. Eu fico um pouco desanimada. Não que eu quisesse fugir. Ate porque eu não queria ficar perdida no meio do nada que era aquele lugar. Mas eu queria pelo menos andar pelo jardim da casa que era muito bonito. Mas como eu já tinha um passado de fugas eles concerteza achariam que eu queria fugir.

Eu só continuo caminhando só que agora para o lado oposto de que estava. Os seguranças me olham atentos e desconfiadas mas eu os ignoro.

Andava distraída pelos corredores quando sinto um cheiro maravilhoso. O cheiro de comida. Automaticamente minha barriga ronca e eu me lembro que ainda não havia comido nada.

O cheiro me leva até a cozinha que era grande e na cor branca .Havia algumas mulheres trabalhando ali e panelas no fogo, seja lá o que elas cozinhavam o cheiro era ótimo.

Eu uso a minha melhor cara de piedade e imploro por comida que felizmente elas não me negam.







▪✖✴✖▪






Eu já estava satisfeita. As mulheres me deram liberdade para mexer na geladeira e comer o que eu tivesse vontade. Eu acabei pegando um bolo confeitado que estava muito bonito. Eu estava confusa sobre o que aconteceu mais cedo e o açúcar sempre foi um grande amigo que me ajudava a pensar melhor.

Apesar de estar satisfeita eu ainda continuei levando o garfo a minha boca, comendo como se não houvesse amanhã. E apesar do açúcar ser um bom conselheiro ele não me dava as respostas que eu queria ouvir do porquê do meu ciúme com Hoseok.

- Bolo! - Uma voz feliz grita ao meu lado e eu quase caio da cadeira pelo susto. Olho para o lado e vejo Jéssica sorrindo enquanto olha o bolo. Eu abaixo minha cabeça e encaro o prato sujo com o resto de bolo nele.  - Posso me sentar aqui? - Pergunta com a voz não tão feliz como antes. Balanço a cabeça positivamente e ouço ela arrastando uma cadeira ao lado da minha e se sentando. - Eu posso pegar um pedaço do bolo? - Novamente eu asceno positivamente. Depois que ela se serve e murmura o quanto aquilo estava bom eu sinto seus olhos em mim e meio sem querer eu levanto o meu olhar e a encaro.

- Desculpe __________ . Eu não sabia que você gostava do J-Hope. - Olha para o chão.

- Peraí o que você disse? - Digo com uma raiva começando a crescer em mim novamente.

- Que eu não sabia que você gostava dele...

- Não. - Meio que grito fazendo ela e algumas cozinheiras me olharem . - Você chamou ele de quê? - Digo mais baixo, mas não com menos raiva .

- J-Hope?

- J-Hope... - Sorrio com escárneo.

Como ela se atreveu a botar um apelido nele? Só eu ali tinha o direito de o chamar pelo nome e só eu tinha o direito de o chamar por um apelido. Jéssica era praticamente uma desconhecida, devia chamar ele por Sr. Jung e nada mais.

- Vocês estão tão íntimos assim para se chamar por apelidos? - Sorrio mais uma vez.

- Não é que... Eu pensei no nome e...

- E o quê? - Aperto o garfo em minha mão com força. É melhor ela tomar cuidado com o que vai dizer ou eu enfio esse garfo na garganta dela.

- Se antes eu tinha dúvidas agora eu tenho certeza. - Ela ri e isso me faz apertar o garfo com mais força. Do que ela estava rindo? Ela estava prestes a morrer com um garfo enfiado na garganta e ela ri?

- Certeza do quê? - Digo entre dentes.

- De que você gosta do J-Ho... Quer dizer do Sr. Jung...

- Eu não gosto dele. - Solto o garfo encima do prato fazendo um barulho alto ser ouvido em toda a cozinha.

- __________. Você deu mais importância ao fato de eu ter o apelidado do que eu dizer que você gostava dele.

- Não. Eu não lembro de você ter dito que eu gostava dele ... - A olho ainda com raiva. Mas o sorriso dela de ' eu estou certa ' faz um pouco da raiva sumir.

Mas que droga eu estou fazendo? Brigando só por causa de um apelido bobo. A que ponto eu cheguei? Deixa que eu mesma respondo essa. Ao fundo do poço. É exatamente aí onde estou junto com a minha dignidade.

- Tudo bem você admitir que gosta dele...

- Mas eu não gosto...

- Shh... Deixa eu terminar... Tudo bem admitir que gosta dele. Eu sei que sua família não se importava com você. E quando sua irmã morreu seus pais passaram a te odiar mais ainda. E o Sr. Jung mesmo que de um jeito estranho se importa com você. Acho que se importa mais do que seus pais se importaram com um dia. E é normal você acabar se apegando a ele e quem sabe gostando dele. Você pode se abrir comigo. Eu sou sua amiga, não irei te julgar.

- Eu não gosto dele. - Digo firme. Eu não admitiria isso . Até porque não era verdade.

- OK... - Jéssica revira os olhos. - Mas ele gosta de você e disso eu tenho certeza.

- E porque você tem tanta certeza assim?

- Se você está viva aqui significa que ele aceitou te ajudar em sua vingança. Isso já é um sinal. Você estava com o pior inimigo dele , isso já era o suficiente para ele te matar , ou sei lá , fazer você virar prostituta dele de novo. Mas não. Ele aceitou te ajudar. Quer prova de amor maior que essa?

- Mas ele não me ajudou porque gosta de mim. Ele queria algo em troca. - Reviro os olhos. Para mim a única pessoa que Hoseok gostava era dele mesmo.

- Aposto que esse algo tem haver com você...

- É... Mais ou menos...

- Eu sabia. - Diz de modo convencido.

- Mas isso não prova nada.

- OK. Tem mais uma coisa. Sabe o que ele acabou de me dizer no escritório? - Se aproxima de mim e sussurra para que ninguém ouça.

- O quê? - Pergunto curiosa e com um pouco de medo também. Hoseok era uma caixinha de surpresa e as vezes temia o que ele poderia fazer.

- Que eu podia o abraçar o quanto quisesse...

- E você ainda acha que ele gosta de mim?

- Eu ainda não acabei. - Revira os olhos. - Ele disse que eu poderia o abraçar mas só na sua frente...

- E isso prova o que? - Falo revoltada. - Só prova que ele gosta de me irritar! Nada mais.

- Prova que ele quer fazer ciúmes em você. Porque ele gosta de você!

- Ainda não faz sentido pra mim. - Cruzo os braços fazendo um bico.

- Pelo amor de Jeová __________! - Grita olhando para o céu - Ele te faz ciúmes porque quer ver sua raiva, desse jeito ele tem a certeza que você também gosta dele. Que esse amor é correspondido... E o fato de você não querer enxergar isso não vai mudar que é verdade. Você gosta dele e ele de você! Fim . Entendeu? Não tem mas, nem porém... - Diz de modo exasperado.

- Ainda acho que você está louca... - Murmuro. Jéssica não diz nada só revira os olhos e termina de comer seu pedaço de bolo.

A nossa conversa rodava em minha mente e admito que pensar na possibilidade de Hoseok gostar de mim me deixou feliz.

✖✖✖


Pov. Yang Mi



Eu , Derek e o velho estávamos na mansão do idoso.

A cena que encontramos lá foi surpreendente, corpos jogados pelo chão , seguranças amarrados, e pelo o que pude entender todas as garotas haviam sido libertadas, não havia ficado uma para contar história.

Mas a gota d'água para o velho foi entrar em sua mansão e encontrar seu quadro caro em pedaços. E como sempre ele descobriu sua raiva em mim.

- É bom o seu plano dar certo sua prostituta ou não será Jung a te matar e sim eu! - Me agarra pelos cabelos e eu tento me segurar para não xingar o velho e piorar ainda mais minha situação.

- Vai dar certo. Acredite em mim. - Digo entre dentes.

- Pelo bem da sua vida miserável é melhor que dê mesmo vádia. - Me empurra para longe e eu só não caio no chão porque esbarro em Derek e ele me segura.  O velho sai para xingar seus seguranças que ainda estavam vivos e nos deixa a sós.

- Vamos sair daqui Yang. Esse velho é louco. - Derek murmura.

- Nós não podemos. Esqueceu que o Jung está solto por aí pronto para nos matar?

- Não sei se você percebeu mas esse velho também pode nos matar...

O velho volta antes que eu possa dizer mais alguma coisa. Ele grita aos seguranças que revirem a cidade atrás de suas garotas e não descanssem até acharem todas.

- Vamos. - Caminha até seu carro e eu o sigo puxando Derek que não queria sair do lugar.

Explico o lugar que iríamos ao motorista, era um lugar acima de qualquer suspeita mas lá dentro havia a solução de nossos problemas com Jung.

-Sabe quem estava junto com Jung na hora do ataque? - O velho quebra o silêncio dentro do carro. - Aquela vádia da __________*... - Eu e Derek nos olhamos nervosos. Aquele garota ainda estar viva não era bom sinal. E mais uma vez eu amaldiçou o dia que Jung trouxe aquela vagabunda para a mansão. Tudo era tão mais fácil sem ela... A única coisa que me consolava era saber que ela e o idiota do Jung morreriam logo.

O lugar parecia ainda mais degradante do que me lembrava e tanto Derek quanto o velho torceram o nariz quando viram aquilo.

- Tem certeza que é essa pocilga? - Pergunta o velho.

- Sim. Você estava esperando o quê? Um hotel cinco estrelas?

- Tanto faz. - O velho dá de ombro. - Desde que ele me ajude ele pode morar até debaixo da ponte. Eu não me importo. - O velho caminha até a entrada do lugar e eu sigo atrás.

Assim que entramos ali percebo que o lugar ainda era mais repugnante por dentro. Paredes descascadas, móveis do século passado e um cheiro insuportável de velho.

Eu nunca estive em um asilo antes mas espero que nem todos sejam assim, vai saber, caso eu vá parar em um não quero que seja um lixo como esse.

- Pois não... - A recepcionista , uma velha gorda, pergunta assim que nos aproximamos do balcão.

- Eu quero ver um ... Velho.

Eu sorrio discretamente quando o velho diz isso.

' É só você se olhar no espelho ' , Debocho em pensamento.

- As visitas só são permitidas quarta, sexta e domingo. - Diz em uma voz nasalada.

- É um caso de vida ou morte. - O velho diz entre dentes.

- Sinto muito senhor... - Volta seu olhar para a TV que passava um programa qualquer de culinária.

- Já disse que é um caso de vida ou morte . E quem vai morrer é você se não me deixar entrar. - O velho diz levando a mão até a cintura onde havia um revólver. A mulher o olha surpresa pela ameaça mas não dá sinal de que irá colaborar.

- Se retire ou irei chamar a polícia para tirar vocês daqui.

- Pode chamar. - O velho ri e a mulher pega o telefone amarelo , ela nem chega a discar os números , o velho tira o revolver da cintura e atira contra a cabeça da mulher que tomba a cabeça pra trás já morta.

- Eu disse que você iria morrer. - Sorri. - Vamos achar aquele homem antes que a polícia chegue. - Caminha para dentro do asilo e nós o seguimos.

Depois de ameaçar 3 funcionárias e matar mais uma o velho encontra quem tanto queria. Ele jogava xadrez com um outro velhinho , ambos cadeirantes, olhando assim nem parecia o mesmo homem que aterrorizou e destruiu famílias.

- Que surpresa agradável. - Comenta enquanto nós olha.

- Sua vez. - O senhor , de óculos fundo de garrafa, que jogava junto com ele diz.

- Cheque mate. - Diz feliz depois de fazer um movimento.

- Eu desisto. - O velhinho resmunga e sai empurrando sua cadeira de rodas.

- A que devo a honra de ser finalmente visitado por alguém? - Sorri.

- Eu quero destruir o seu filho. E você é o único que sabe como fazer isso. - O velho diz sem rodeios e o cadeirante sorri ainda mais largo.

- Destruir meu próprio filho? Quanto tempo eu esperei por isso... 


✖✖✖




Pov. __________




Já era noite, Jéssica já havia ido embora e prometeu que viria me buscar para vivermos em paz longe de tudo de ruim que passamos.

Apesar de eu ter ficado triste com sua partida, afinal nós podíamos nunca mais nos ver, eu ainda sim estava feliz por ela ser finalmente livre e ter a chance de recomeçar de novo.

Eu estava cansada , então tomei um banho e me deitei, tudo o que eu queria era relaxar, mas com tantos quartos naquela casa o Hoseok resolveu dormir justo no meu, na mesma cama que eu e para fechar com chave de ouro ele ainda me abraçou me deixando mais desconfortável ainda , e nem todas as minhas ameaças e pedidos para ele me soltar adiantaram.

Para evitar o desconforto eu fingi que adormeci, mas por dentro eu estava mais desperta do que nunca. Meu coração palpitava como louco e não duvido nada que Hoseok fosse capaz de escuta-lo , minhas respiração estava irregular e muitas vezes eu tive que repetir comigo mesma 'inspira e expira' porque até esses comandos básicos meu cérebro não queria obedecer.

Hoseok ainda não dormia e também não me fazia o favor de ficar quieto. Suas mãos acariciavam minha barriga por cima da camiseta larga que usava, seus dedos me faziam arrepiar e eu tinha que conter os tremores de meu corpo, as vezes ele roçava seu nariz em minha nuca e outras vezes ele roçava seu quadril no meu de um jeito obsceno.

Se eu não fingisse que dormisse pelo menos eu poderia o afastar. Mas não, eu apenas o deixei continuar na esperança que ele se cansasse e me deixasse em paz.

- Você está dormindo __________? - Sussurra em meu ouvido e um arrepio percorre meu corpo ao sentir seu hálito quente batendo em minha pele. Eu continuo a fingir que estava dormindo mas isso não impede Hoseok de fazer o que fez a seguir.

Sua mão direita que estava sobre meu corpo e antes acariciava minha barriga desce até meu short. Eu já prendia minha respiração pedindo a Deus para que ele parasse o que estava fazendo.

Mas minha oração não impede as ações de Hoseok. Ele desliza sua mão por minha intimidade que ainda estava coberta pelo short, sua mão esfrega aquele lugar e só aquele contato faz minha intimidade pulsar.

Não satisfeito só com isso Hoseok adentra com essa mesma mão por dentro da minha camisa e se o contato de sua mão com minha pele quase me fizeram suspirar, quando ele adentrou meu short e calcinha com sua mão e tocou meu clitóris com o dedo foi impossível não suspirar, e não foi um suspiro baixo e discreto, foi um suspiro daqueles, um quase gemido e meu esforço para fingir que dormia foi por água as baixo.

Hoseok ri discretamente e começa a estimular meu clitóris, seus movimentos são rápidos e precisos fazendo com que o resto de minha sanidade suma de vez.

- Pare... Hoseok... - Digo com dificuldade. Quando percebe que eu parei de fingir Hoseok me virá até eu estar deitada de costas na cama, ele se posiciona em cima de mim ainda sem parar de estimular meu clitóris .  Hoseok não perde tempo com palavras que jogariam minha dignidade ainda mais na lama, ele só me beija afoito e desesperado, beijo que eu prontamente correspondo e também afasto mais as pernas para Hoseok ter mais acesso a minha intimidade.

Não importa o que eu diga ou pense, por mais vergonhoso que seja eu não conseguia resistir a Hoseok , não conseguia resistir aos seus toques, seus beijos, nem nada vindo dele. E eu me sentia horrível por isso, por mais que tentasse lembrar de tudo o que ele me fez já não conseguia o odiar como antes, ao mesmo tempo que lembrava como ele foi cruel comigo, lembrava de como ele,mesmo que fosse do jeito estranho dele, cuidou de mim. E mesmo negando tudo o que Jéssica disse , aquilo era a mais pura verdade.

Hoseok adentra com sua mão livre em minha camisa e toca em meus seios nus. Como Hoseok me pegou de surpresa ao dizer que dormiria comigo eu nem ao menos tive tempo de colocar um sutiã, outro motivo que me fez morrer de vergonha antes mas que parecia ter sido uma boa ideia agora.

Seus estímulos naquelas áreas sensíveis do meu corpo era demais para suportar, de então deixei de lado todo aquele papo de : 'não devia estar gostando disso'  e me entreguei ao momento. Meus quadris rebolaram sobre os dedos de Hoseok e minha mãos foram até seus cabelos puxando seus fios violentamente o que insentivou Hoseok a acelerar seus movimentos em minha intimidade.

- H-Hoseok... - Digo sem fôlego. Apesar de estar bem perto de um orgasmo eu não estava satisfeita só com seus dedos eu precisava de Hoseok. Precisava o sentir de todas as maneiras possíveis. Eu precisava dele dentro de mim agora.

Eu iria dizer isso para ele. Minha mente nublada pelo prazer cobriria a vergonha que sentiria ao proferir essas palavras. Mas não tenho tempo de dizer nada porque batidas fortes na porta fazem um pouco de lucidez voltar a minha mente confusa.  Eu tento me afastar de Hoseok,  tirar suas mãos de meu corpo, não porque eu estava arrependida mas porque a pessoa do outro lado estava quase jogando a porta a baixo e se ela entrasse me encontraria em uma situação constrangedora .

- Mas que caralho! O que foi? - Hoseok grita nervoso.

- Telefone para o senhor... - O homem diz do outro lado parando finalmente de socar a coitada da porta.

- Fale para ligar depois. Eu estou ocupado. - Volta seu olhar para mim pretendendo continuar de onde paramos mas o homem do outro lado não desiste.

- Mas é importante senhor...

- Mas que droga! - Hoseok de levanta nervoso da cama e eu ajeito minha roupa. Jung abre a porta com violência e encara o homem com um telefone na mão que se encolhe ao ver a expressão de seu chefe. - O que pode ser tão importante para você continuar me enchendo a porra do saco mesmo quando eu te mandei ir embora? - Diz em um tom calmo, mas para quem conhecia Hoseok como eu , sabia que ele estava prestes a arrancar a cabeça do infeliz fora. O homem se encolhe ainda mais e sussurra as palavras seguintes com medo da reação de seu chefe.

- Seu pai senhor... Ele fugiu junto com o velho...

Por Hoseok estar de costas para mim eu não consegui ver sua reação, mas pela cara de medo do homem a sua frente não foi uma das melhores.

Cabeças iam rolar e é melhor eu ficar bem longe para que a minha não seja uma dessas...



Notas Finais


Achou que iria ter hot neh... Muhahahaha! Mas pense pelo lado bom... Se tivesse hot o capítulo iria demorar mais um mês... Kk

Qual vai ser o plano do pai do hobii para destruir ele?

O imagine já está acabando... (Eu espero, se não surgir nenhuma outra ideia) eu já enrolei demais aqui. Era pra ser algo curto e olha o tamanho disso... Eu estou cheia de imagines pra fazer mas esse aqui não quer me largar. Mas Deus vai me ajudar a termina-lo...kkk

Talvez eu faça um último capítulo com o resumo de cada imagine para vocês escolherem o próximo? O que acham?

Bom... Vou parar de falar... Já falei demais...

Não esqueça de deixar seu comentário. Sua opinião é muito importante então comente...

Bjs da Strange...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...