História Imagine J-Hope - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, J-hope, Você
Exibições 1.494
Palavras 1.728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Três dias...

Somente três dias...

Essa foi minha demora ...

Nem acredito que não demorei um mês... Kkkk

Esse capítulo está curto mas me obriguei a posta-lo para agradecer os mais de 700 favoritos na fanfic... Sério não há palavras para expressar minha felicidade, eu nunca pensei que uma fanfic minha poderia ser tão popular e eu agradeço a cada um de vocês que acompanham a fic é suportam minha enrolação... Sério... Amo muito vocês! ♥

O capítulo não está lá essas coisas mas eu escrevi ele em menos de vinte e quatro horas então relevem...

Desculpem os erros e boa leitura...
PS: todo 'Jung' que aparecer no capítulo estará se referindo ao pai de Hoseok.

Capítulo 13 - Capítulo Único Part.12


Fanfic / Fanfiction Imagine J-Hope - Capítulo 13 - Capítulo Único Part.12

Pov. Yang Mi

Eu observava Jung feliz olhando o escritório mediano da casa do velho. Derek não saia do meu pé, ele parecia com medo já que durante o caminho até a mansão o cadeirante não pareceu muito normal.

- Yang... Me sirva um vinho. O vinho mais caro que ele tenha. - Aponta para o velho. Eu olho para o dono da casa que se encontrava sentado em frente ao cadeirante,  o velho revira os olhos e ascena autorizando que eu o sirva um vinho.

Já com uma taça cheia de vinho na mão esquerda o cadeirante suspira satisfeito.

- Conhecendo meu filho como conheço, nesse momento ele deve estar morrendo de raiva e socando a infeliz mais próximo.

- Provavelmente... - O velho concorda.

- Mas é claro que vocês não me tiraram daquele xiqueiro só para fazer raiva em Hoseok não é mesmo?

- Não. - O velho sorri e se levanta da cadeira.

- Então... Quais são seus outros planos para mim? - O Jung pai ri. - Ah não... Não me diga ainda. - Aperta um botão de sua cadeira de rodas, que apesar de motorizada era - muito - velha, e a cadeira se move para frente. Ele circula o velho que se encontrava parado próximo a Jung , o cadeirante se locomovia com tão bem com a cadeira quanto se moveria com duas pernas. - O que mais me interessa agora é o que EU,  irei ganhar em troca ajudando vocês...

- O que você irá ganhar? - O velho ri e sai do círculo que Jung insistia fazer envolta dele. - Deixa eu ver... - Finge pensar. - Você pode ganhar a chanche de não ter seus braços cortados; ou melhor ,pode ganhar a chance de ainda ficar vivo, e se eu estiver de bom humor quem sabe ganhe a chance de voltar para aquele asilo nojento, o que já é muito mais do que você merece. - O velho diz de um jeito rude.

Para mim, oferecer pelo menos uma merreca seria mais eficaz, mas o cadeirante não poderia exigir isso, afinal , ele não tinha escolha, era só um velho inválido, uma sombra do que já foi.

Mas ao contrário do que imaginei o Jung não se intimidou nem ao menos se irritou. Ele só riu. Mas não foi uma simples risada, aquelas que você dá repleta de sarcasmo. Foi uma risada verdadeira, uma que te faz perder o fôlego, aquela que você dá quando ouve algo muito engraçado. E isso só reforçou que o pai de Hoseok não era nem um pouco normal.

- Do que você está rindo infeliz? - O velho pergunta nervoso. Mas Jung não o responde de imediato. Primeiro ele toma um gole de vinho para se acalmar.

- Você... Sempre hilário... Hilário e burro... - O cadeirante limpa uma lágrima falsa.

- Olha aqui lixo, é melhor tomar cuidado como fala comigo. Você está na minha casa e eu poderia te matar em um piscar de olhos.

- É mesmo? - Jung arqueia as sobrancelhas. - Você pode me matar em um piscar de olhos? - Finge estar surpreso mas acaba rindo. - Você sabe com quem está falando? - Sorri.

- Sim. Estou falando com um inválido. Que foi jogado em  asilo precário pelo próprio filho , que a propósito , não está em uma cadeira de rodas mas é tão inútil quanto o pai...

- Você sabe o que eu fazia antes de parar naquela asilo precário? - Pergunta se aproximando do velho que estava encostado na mesa. Ele não parecia nervoso, e se você prestasse bem a atenção era possível ver um sorriso quase imperceptível em seus lábios. - Eu era o mafioso mais respeitado de todo este estado. E sabe o que eu fiz antes de virar o maior mafioso da porra desse estado? Eu matei o chefe da gangue de merda de um bairro que era uma merda maior ainda... Gangue que eu fazia parte...

- Do que você está falando? - O velho pergunta confuso. Eu me fazia a mesma pergunta.

- Acalme-se ... Já estou chegando onde eu quero. - Sorri. - E sabe o que eu fiz antes de entrar para aquela gangue? Eu levei um tiro da polícia. Eu já estava sendo procurado a bastante tempo por ela e sabe porque? - O cadeirante faz uma pausa e todos ali o olham ainda sem entender nada. - Essa é a parte que você diz: 'porque'? - Sussurra para o velho que o olha como se ele fosse louco. Jung revira os olhos e tira algo de baixo da coberta suja que cobria suas pernas. - Eu era o melhor batedor de carteira que essa cidade já teve... - Aponta um revólver para o velho que arregala os olhos surpreso e busca sua arma que não se encontrava mais em sua cintura.

- Seu...

- Seu o quê? - Ri escandalosamente. - Inválido? Inútil? - Ri ainda mais alto. - O único inútil aqui é você desgraçado! - Grita nervoso.

Hoseok além de ser o xérox do pai , ainda havia herdado a bipolaridade dele.

- Você não vai atirar... - O velho ri nervosamente. - Você vai morrer no instante segundo que fizer isso...

- Eu sei. - Jung finge tristeza. - Mas eu não tenho nada a perder... Só um asilo precário,não é mesmo... Já você... É outra história. - Sorri maligno.

- Não atire Jung. Eu faço o que você quiser... - O velho implora .

- Eu sei que você fará... - Ri. - Eu sei que você está em minhas mãos... - Joga a arma em direção ao velho que a pega e logo aponta para a cabeça do cadeirante.

- Parece que o jogo virou não é mesmo... - O velho sorri vitorioso engatilhando a arma.

- Está enganado. - Jung toma de seu vinho tranquilamente. - Eu ainda te tenho nas mãos...

- Tem certeza? - O velho encosta a arma na cabeça de Jung.

- Pare com essa droga. - Bufa aborrecido. - Eu não vou implorar por minha vida como você. - Ri debochadamente. - Eu sei que você não irá atirar. Você precisa de mim. Se não precisasse não me procuraria... Apesar do meu filho ser um inútil como você disse , ainda assim ele é demais para alguém como você... - O olha com nojo. - ...Ser capaz de lidar... E é aí que eu entro... Você sabe que eu sou o único capaz de derrotar meu filho... E você não vai me matar , porque estaria assinando sua própria sentença de morte.  - Sorri ao perceber que deixou o velho sem palavras. - Então é bom você ser bem generoso, ou todos vocês... Iram morrer. - Gargalha.

- Yang. Vamos fugir daqui. - Derek murmura.

- Você está louco?! Fugir pra onde?

- Não estou louco. Louco são eles. Louco somos nós de ficar aqui com eles. O pai de Jung é ainda mais louco que o velho. Ele vai acabar nos matando. Diretamente ou indiretamente... - Derek sussurra e eu desvio minha atenção do dois senhores que descutiam sobre quanto Jung receberia e olho o rosto apavorado de Derek.

- Ele é louco mas é nossa única esperança. Nós iremos morrer de qualquer jeito... Mas com eles pelo menos temos uma chance de sobreviver. - Volto minha atenção para os dois senhores que ainda discutiam , pelo jeito aquela conversa seria longa...

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- Eu sabia que você na era tão burro... - O cadeirante comenta tomando sua quinta taça de vinho, apesar disso  ele não parecia alterado, Jung sempre foi um cara resistente a álcool.

- Cale a boca. - O velho bufa irritado.

Depois de longos minutos eles finalmente chegaram a um acordo. Jung receberia uma boa quantia em dinheiro e documentos falsos com uma outra identidade para ajudar a destruir o próprio filho.

- Você é tão mal humorado ... Deve ser por isso que envelheceu tão rápido... Da última vez que te vi você não estava tão velho, nem tem enrugado...

- Da última vez que te vi você não estava em uma cadeiras de rodas, nem era um zé ninguém...

- Sim... - Balança a cabeça negativamente. - Filhos são tão ingratos. Você envelhece e eles te abandonam...

- Seu filho não te abandonou. Ele tentou te matar... E não foi porque você ficou velho... Foi porque você sempre foi um desgraçado... - Comento e Jung sorri.

- Detalhes... Nada mais... Mas agora que eu irei receber uma boa grana pelo meu serviço eu preciso saber o porquê de vocês estarem querendo matar o meu filho...

- Seu maldito filho roubou algo que me pertence... - O velho diz nervoso.

- E o que foi? Dinheiro? Armas? Drogas? - Jung pergunta curioso.

- Não.

- Não? - Jung o olha confuso. - Então o que foi?

- Uma vádia. - Respondo a ele deixando transparecer toda minha raiva.

- Peraí... Deixa eu ver se entendi... Isso tudo só é por causa de uma garota?

- Acho que sim. - Derek que até agora estava mudo em toda a conversa diz.

O silêncio da sala é quebrado pelas risadas escandalosas de Jung.

- Isso tudo só por causa de uma vadiazinha?

- Não é só por causa da garota. - O velho diz nervoso. - Aquele infeliz entrou aqui e roubou algo que era meu... Ele sempre foi uma pedra no meu sapato e eu quero acabar com ele.

- OK. OK. Agora me digam uma coisa... Essa garota é só mais uma prostituta para Hoseok ou é algo mais?

- Ele sempre a tratou de um jeito especial. - Digo com raiva só de lembrar. - Ela sempre foi a queridinha. Até a liberdade ele deu a ela...

- É mesmo? - Pergunta surpreso. - Nem parece que é meu filho. - Faz cara de nojo.

- Eu quero matar aquele desgraçado. Mas antes eu quero ver ele sofrer como nunca sofreu antes...  - Comenta o velho.

- E eu sei como fazer isso... Sei como trazer Hoseok até nós, sei como faze-lo sofrer e sei como faze-lo implorar por piedade... - Jung sorri de um jeito maligno.

- E como você faria isso? - O velho pergunta curioso. 

- Nós iremos sequestrar a garota dele...




Notas Finais


Comentários abertos para ameaças ao pai de Hoseok... Kkk

O pai dele é um grande FDP que fazer grandes fdputagens...

Uma leitora que não lembro nick sugeriu um grupo da fic no whats e eu achei uma boa ideia... Então se você querer participar é só deixar seu número...

Vamos interagir comigo... Sou uma pessoa legal... Kkk quem sabe eu poste lá alguns pequenos textos para atiçar sua curiosidade dos próximos capítulos... Kkk

Bom... Como sempre digo,.comentem porque isso me incentiva muito a postar . deixe sua opinião ela é muito importante para mim...

Não esqueça de deixar seu número nos comentários...

Bjs da Strange... ♥


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