História Imagine~ (Jungkook) Jogo Perigoso - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungkook, V
Visualizações 313
Palavras 986
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaaaaaa
Geeente me perdoem!
Eu havia dito que postaria capítulo novo na semana passada. Ocorreu um imprevisto e não teve como, me perdoem!
Mas! Cá estou eu de novo!
Espero que gostem desse capítulo!
BOA LEITURA SERUMANINHOS DO MEU CORAÇÃO KOKORO!
💙💘💘💘

Capítulo 25 - Esquecendo os problemas


Ela queria ficar. 

Eu não a obrigava mais a ficar comigo, ela queria. 

Ao pronunciar aquela palavras, ela se virou, escondendo o rosto de mim. Permaneceu imóvel, deitada de lado. Encarei a janela, vendo que a tarde já começava a desaparecer. O tempo passava tão rápido. 

O tempo estava correndo contra mim. 

Deitei do lado dela, virando meu corpo de lado, assim como o seu. Cheguei mais perto, aproximando minha boca do pescoço de Mikaella , que estava descoberto. Dei um leve beijo ali, sentindo a pela dela se arrepiar. Coloquei minha mão em sua cintura, fechando os olhos e sentindo um cansaço repentino tomar conta de mim. Ela não se mexia, eu apenas observava sua respiração mais normalizada e sabia que seus olhos estavam abertos, sabia que ela estava pensando em algo. Pensando em tudo. 

- E seu braço? - sua voz repentina me fez despertar de inúmeros pensamentos. Olhei meu braço, não sentindo mais tanta dor. 

- Eu já tinha me esquecido disso. 

- Se eu dormir, quando acordar as coisas vão continuar as mesmas? - entranhei aquela pergunta, a vendo virar o corpo e ficar de barriga para cima na cama, continuei na mesma posição, olhando seu rosto. - Você vai estar aqui? 

- É claro que eu vou estar aqui. - olhei nos olhos dela, tentando passar confiança. 

- Você não entendeu. - ela riu de leve, balançando a cabeça de forma negativa. - Você vai estar aqui ou aquele que me trouxe até Los Angeles? Qual dos dois? - seu olhar ficou triste ao mencionar a segunda opção. Não consegui esconder o desconforto que aquilo me causou. Eu sabia que a fazia sofrer sendo como eu era, sabia que Mikaella tentaria de todas as formas me mudar. Eu não podia deixar de me sentir culpado, com medo e confuso. Eu não sabia se conseguiria mudar, se aquilo ainda tinha volta. 

Um longo caminho já tinha sido percorrido... Ainda restava tempo para retornar? 

- Eu não gosto de ver ninguém chorando por mim. - não respondi diretamente sua pergunta, mas disse o que queria dizer. - Não mereço as lágrimas de ninguém. 

- Merece as minhas. - ela sempre tinha uma resposta na ponta da língua. Aquela mulher sempre me deixava sem saber o que dizer, como ela conseguia? 

Movimentei meu corpo, apoiando minhas duas mãos na cama, uma de cada lado do corpo de Mikaella , ficando por cima dela. Olhou-me surpresa, encolhendo um pouco o corpo. 

- Eu sinto que tenho que aproveitar esse momento, como se logo ele fosse acabar. - ela olhou para meu braço e depois para meu rosto. - Sinto que logo essa pessoa que está no quarto comigo vai sumir de novo. Se eu pudesse segurá-la de algum jeito, eu faria qualquer coisa. - soltei o peso do meu corpo com cuidado sobre ela, grudando nossos lábios de novo. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, separando nossas bocas. 

- Por que você não diz nada? 

- Porque eu não sei o que dizer, eu tenho medo de te prometer algo e não conseguir cumprir. Também tento, juro que tento, segurar essa pessoa que está aqui agora, mas não sei por quanto tempo eu vou aguentar. 

- Eu sei que você consegue. - saí de cima dela, bufando. 

- Por que você não tem medo de mim? - seu olhar foi de confusão. - Por que não pode simplesmente sentir medo e tornar as coisas mais fáceis? 

- Você quer isso, Jeon ? Quer que eu sinta medo de você? - ela me desafiou com o olhar, ainda deitada. - Seja sincero! 

- Não! - voltei a deitar na cama, com o corpo meio longe do dela. Ficamos em silêncio por alguns minutos, e o aperto no meu peito só aumentava, a vontade de explodir me consumia, mas eu não podia demonstrar que era um fraco, que eu ainda sentia falta dos meus pais juntos, sentia falta da minha vida, sentia falta de poder dizer que eu realmente estava feliz. Eu sentia que não conseguiria segurar aquele choro por muito tempo e Mikaella percebeu isso, se aproximando de mim. Passou a mão pelo meu peito e encostou a cabeça no mesmo. 

- Desculpe. - eu disse, sentindo meus olhos arderem e logo marejarem, ela se levantou e fez com que eu também me levantasse. Passou o braço pelo meu ombro, me envolvendo em um abraço. Encaixei minha cabeça em seu ombro, me sentindo a pessoa mais fraca do mundo. – Mas, por favor, você pode fazer com que essa dor diminua? Me faça esquecer de algum jeito... Eu não aguento mais todo esse peso sobre mim. - as lágrimas desciam pelo meu rosto e ela só apertava ainda mais o abraço, me fazendo sentir o calor do seu corpo. 

- Me escuta, Kook ... - ela havia me chamado de Kook , isso deveria ter acontecido no máximo duas vezes desde que nos conhecemos. - Se imagine diferente, se imagine como você gostaria de ter sido todo esse tempo. - eu não entendia onde ela queria chegar, mas obedeci. A imagem que veio em minha cabeça parecia tão distante, tão estranha. - Agora, pense no que te impede de ser desse jeito... - tudo impedia, tudo. - Pensou? Ok, agora use a sua arma e atire nessas coisas, pronto! Você está livre! - ela riu e depois de algum tempo eu não pude deixar de acompanhar seu riso. - Foi uma brincadeira. 

- Só você mesmo, Mika ! - arrisquei o apelido, mordendo o pescoço dela de leve, tirando meu rosto dali e a puxando para ambos deitarmos na cama. 

- Agora vamos dormir, eu tô morta! - ela fechou os olhos com força, segurando minha mão. 

- Nós nem fizemos nada hoje, eu nem te cansei... Por que tá assim, Peterson ? - senti um murro em meu braço que estava bom, sorrindo depois. 


Notas Finais


Bom! Ficou bem pequeno, mas não se preocupem logo logo postarei outro!
Opiniões estão totalmente disponíveis aqui!
Agradeço mais uma vez por estarem acompanhando a fic!
AMO VOCÊS!
💘💘💘💘💘💘


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