História Imagine Kim Taehyung: JUNTOS PELO ACASO - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 21
Palavras 1.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo 01


Fanfic / Fanfiction Imagine Kim Taehyung: JUNTOS PELO ACASO - Capítulo 1 - Capítulo 01

POV. (S.N)

- Omma, você e o Appa têm mesmo que ir? - perguntei fazendo biquinho.

- Pela milésima vez (S.N), sim, nós temos. - minha Omma respondeu. Ela não estava exagerando. Eu havia feito essa mesma pergunta por pelo menos umas mil vezes só nessa semana. Isso porque a viagem foi planejada há mais de um mês atrás. Eles estavam indo visitar meus avós paternos que moravam em Jeonju, no sul do país. Minha Omma pegou a última mala que estava faltando e caminhou até o carro. Sem pensar duas vezes, fui atrás dela.

- Vão deixar a única filha de vocês sozinha? - perguntei apontando pra mim mesma.

- (S.N) pare de drama! - meu Appa me advertiu.

- Você não vai ficar sozinha. - minha Omma disse colocando a mala no porta-malas. - Pedi à senhora Sooh que cuidasse de você. - ela disse apontando para a senhora que estava na porta de casa. Eu olhei na direção dela. Ela acenou sorrindo, eu dei um sorriso rápido como resposta e rapidamente me virei para minha Omma novamente. - Além do mais, daqui uma semana você irá cursar o primeiro ano do ensino médio. Já tem idade o suficiente pra se cuidar sozinha. - minha Omma continuou.

- Sinceramente eu não te entendo. Primeiro você diz que pediu àquela criatura, que se encontra já com o pé na cova, para tomar conta de mim. Depois diz que já tenho idade o suficiente para cuidar de mim mesma. - eu disse revirando os olhos.

- (S.N)! - meu Appa e minha Omma me advertiram em uníssono.

- O que foi? Estou dizendo apenas verdades. - me defendi de braços cruzados. Meu Appa caminhou até mim e depositou um beijo em minha testa.

- Serão só três dias, eu prometo. Você irá ficar bem. - ele disse acariciando minha bochecha. Eu revirei os olhos.

- Prometo que trarei uma mala só com roupas novas e presentes pra você. - minha Omma disse. Ela me conhecia muito bem. E, infelizmente, sabia como me convencer de algo. Eu era uma obsessiva compulsiva por roupas e, muitas vezes, minha mãe usava isso à seu favor. Eu fiquei séria. Ela depositou um beijo em minha testa e caminhou para dentro do carro. - Vamos querido! O trânsito deve estar um caos à essa hora então temos que nos apressar. - ela gritou já dentro do carro. Meu Appa caminhou até o carro e entrou. - Tchau filha! Nós te amamos! - minha Omma gritou acenando. Eu continuei séria. Não demorou muito e eles partiram. Eu bufei e caminhei para dentro de casa. Ao entrar, vi a minha suposta "babá" praticamente esparramada no sofá, ligando a televisão. Eu a observei por um tempo. Ela colocou os pés na mesinha em frente ao sofá e apanhou uma enorme tigela que estava do seu lado. Fiquei na ponta dos pés para saber o que era. Era uma tigela de pipoca. Eu revirei os olhos.

- Só três dias (S.N). Só três dias. - eu disse à mim mesma enquanto subia as escadas. Caminhei para dentro do meu quarto e me joguei na cama fitando o teto. Em meio aquele momento que parecia não ter fim, ouvi meu celular tocar me fazendo suspirar aliviada por alguém ter lembrado de mim em muma sexta-feira à noite. Rapidamente atendi. 

LIGAÇÃO ON

- Yoboseyo?! - eu disse fechando os olhos.

Por que eu tenho a impressão de que você estava dormindo? - arregalei os olhos rapidamente ao ouvir a voz rouca e sexy de Yugyeom. Por quê? Ele era meu primeiro amor desde o primário. Se ele sabia? Infelizmente sim. Você deve estar se perguntando Por que infelizmente? Essa garota é louca? Sim. Eu sou louca. Mas não é esse o problema. O problema é que eu era uma garota inocente apesar de sempre estar rodeada de amigos. Cá entre nós, nem o meu primeiro beijo eu tinha dado ainda. Rapidamente me levantei e arregalei os olhos.

- B-bom é-é q-que e-eu....- comecei a gaguejar. Ele riu. "Ah! Essa risada!"

Ei, fique calma! - ele disse ainda rindo. - Só estava brincando. - ele continuou. Eu engoli seco.

- P-por q-que v-você m-me l-ligou? - perguntei e me bati mentalmente por ainda estar gaguejando.

Os meninos vão dar uma festa às 20:00 e....eles pediram pra convidar você. - ele disse.

É mentira (S.N)! - ouvi um garoto dizer.

Cala a boca! - Yugyeom disse.

Ele que insistiu pra poder convidar você! - ouvi outro garoto dizer. Esta voz eu conhecia muito bem. Era o Mark.

Será que dá pra vocês calarem a boca ou eu vou ter que bater em vocês? - Yugyeom gritou. Eu automaticamente corei ao ouvir essa conversa. - Enfim, aparece por lá. Vai ser na casa do Mark. - ele continuou.

- T-tá. E-eu v-vou p-pensar. - eu respondi. Pude ouvir sua risada soprada e em seguida ele desligou. 

LIGAÇÃO OFF

 "Pensar? Qual é o seu problema (S.N)? É, eu já suspeitava que eu era idiota. Mas acabo de me dar a certeza." Novamente me deitei na cama fitando o teto. Eu só tinha 14 anos e nunca tinha ido à uma festa antes. Eu não sabia o que vestir, não sabia como me comportar, muito menos como era uma festa. "Qual é (S.N)! Você não pode continuar com essa inocência pelo resto da vida."

- Quem é você? - perguntei à mim mesma. "Sua consciência." - Ótimo! Estou conversando comigo mesma. Só posso estar louca mesmo. - eu ironizei. "Você sempre teve um lado louco. Só não o ativa porque não quer." - Cala a boca! - resmunguei. "Não pode mandar à si mesma calar a boca." Bufei. "Você precisa ir à essa festa." - Posso saber o porquê? - perguntei. "Daqui uma semana você vai entrar no ensino médio." - Idaí? - perguntei. "Ouvi dizer que os populares pegam no pé dos novatos." - Idaí? - perguntei. "Eles pegam ainda mais no pé dos novatos que nunca foram em festas." - Idaí? - perguntei. "Eles pegam ainda mais no pé dos novatos que nunca foram em festas e que ainda não tiveram o primeiro beijo." Engoli seco. - Você é minha consciência, não devia jogar isso na minha cara. - eu disse me sentando. "Estou aqui pra te orientar. Serei tipo sua fada madrinha." - E o que quer que eu faça? - perguntei. "Vá a festa." - Eu não posso. - eu disse. "Pode sim. Pra dizer a verdade, esse é o momento perfeito pra você mudar radicalmente sua vida. Seus pais estão viajando, há uma velha tomando conta de você que à essa hora não está nem aí se você está viva ou não, e o mais importante de tudo, Yugyeom quem te convidou." Engoli seco novamente. - Você tem razão. - eu disse me levantando. "O quê?!" - Eu vou à essa festa. - eu disse caminhando até o meu guarda-roupa. "É assim que se fala!" - Nada vai me atrapalhar. - eu disse abrindo o guarda-roupa. "Isso aí!" A primeira sensação que tive ao abrir o guarda-roupa, foi de decepção. - Nada, a não ser......- comecei a dizer. "O quê? O que foi?" - Eu não tenho ideia do que vestir. - eu disse. "E é por isso que eu estou aqui!" - Oh meu Deus! - eu disse com voz de choro. "O que foi?" - Minha determinação foi embora. - eu disse caminhando até a cama e me sentando ainda com voz de choro. "Não se preocupe com isso. Como eu disse, serei sua fada madrinha." Eu fitava o guarda-roupa ainda aberto. "Já tenho algo em mente." - O quê? - perguntei. "Lembra-se do seu vestido azul bebê e branco?" (imagem de capa) - Sim. - respondi. "Ele ficará perfeito em você." - Tem certeza? - perguntei. "Por que não descobre você mesma?" Peguei meu celular e desbloqueei para ver as horas. - São 18:30. Acha que dá tempo? - perguntei. "Mas é claro que dá. Afinal, você está indo à uma festa ou ao seu casamento?" Eu sorri me levantando e caminhando até o banheiro. Me despi e entrei no box já ligando o chuveiro. Demorei alguns minutos só pensando em ninguém mais ninguém menos que ele, Yugyeom. Mesmo não estando perto eu sentia que ele mexia comigo de um jeito inexplicável. Saí do banheiro e caminhei até meu guarda-roupa. Peguei as peças que a minha "consciência" havia me indicado e as vesti. Em seguida fui até a minha penteadeira e fiz uma maquiagem básica. Eu não queria chamar muita atenção já que era a minha primeira festa. Penteei o cabelo deixando-o para o lado direito. Então fui até meu espelho de corpo inteiro para me ver. - Uau. - eu disse dando uma volta. - Nem parece que sou eu. - continuei. "Você está linda." - Tem certeza? Não estou exagerada? - perguntei. "Fique calma! Você está linda. Nem parece que é a sua primeira festa." Suspirei aliviada. "Pronta?" - Pronta. - respondi. Peguei meu celular e o desbloqueei para ver as horas. Eram 20:05. - Droga! - reclamei saindo do quarto. Caminhei lentamente até as escadas. Aí viria meu segundo desafio: a senhora Sooh. Ela não poderia nem sonhar que eu iria à uma festa à essa hora. Desci as escadas o mais silenciosa possível. Estava tudo escuro. A única luz que iluminava o lugar era a da televisão, onde estava passando um dos filmes antigos que a senhora Sooh adorava. Depois de descer o último degrau, ouvi um barulho assustador. Olhei na direção em que ele vinha. Era a senhora Sooh. Ela estava roncando e babando ao mesmo tempo. - Só pode ser brincadeira. - sussurrei. Então caminhei até a porta da sala.

- Espere! - ouvi a senhora Sooh gritar. Eu travei. Congelei por dentro. Sério? É assim que a minha noite vai acabar? E eu nem sequer fui à festa. Me virei lentamente para ela. Ela estava.......dormindo. - Não me deixe Lee Min-ho! Eu te amo! - ela gritou.

- Tá legal, isso foi estranho. - sussurrei. "É melhor você andar logo antes que ela resolva correr atrás dele." - É, você tem razão. - eu disse me virando para a porta novamente. Esse seria o próximo desafio: abrir a porta e sair desapercebida. Girei lentamente a maçaneta. Quando eu a abria normalmente, ela parecia silenciosa. Mas naquele momento, ela parecia o estrondo causado durante o ataque às torres gêmeas. Depois de um bom tempo eu finalmente consegui. Já estava fora de casa com a porta atrás de mim fechada. "Você conseguiu." - Eu consegui? - perguntei. "Você conseguiu." - Eu consegui. - eu disse. "É, você conseguiu!" - É, eu consegui! - gritei. "Shhhhh! Quer acordar a velha louca?" - Desculpa. Eu esqueci. - sussurrei. "Vamos logo pra festa." - Sim senhora. - eu disse fazendo sinal de continência e caminhando. "Não me chame de senhora. Eu tenho a sua idade. Pra dizer a verdade somos a mesma pessoa." - Desculpe. Eu me esqueci. - eu disse. "Quer parar de se desculpar?" - Desc....-comecei a dizer mas eu mesma me interrompi. "Você por acaso sabe onde é a festa?" - Claro que sei. É na casa do Mark. - respondi. "E por acaso você sabe onde é a casa dele?" - Claro que sei. Eu costumava frequentar aquela casa. - respondi. "Já frequentou a casa de um garoto e mesmo assim ainda não foi beijada?" - Ei! Pega leve tá? Minha Omma costumava me levar na casa dele porque ela e a Omma dele eram amigas. - reclamei. "E o que vocês faziam exatamente?" - Bom, ele costumava chamar o Yugyeom pra brincarmos. - respondi sorrindo. "E mesmo assim você nunca foi beijada?" - Ei! Eu só tinha cinco anos. - reclamei. "Tudo bem, eu já entendi."



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