Hist√≥ria Imagine com Min Suga ūüíē - Cap√≠tulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Suga Imagine Você
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Palavras 2.502
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
G√™neros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta hist√≥ria s√£o apenas alus√Ķes a pessoas reais e nenhuma das situa√ß√Ķes e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma fic√ß√£o. Os eventuais personagens originais desta hist√≥ria s√£o de minha propriedade intelectual. Hist√≥ria sem fins lucrativos, feita apenas de f√£ para f√£ sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - "Eu te amo"


Fanfic / Fanfiction Imagine com Min Suga 💕 - Cap√≠tulo 1 - "Eu te amo"

O som de gargalhadas preenchia totalmente o espaço. A minha alta e, sinceramente, medonha. Tinha pena de quem já a ouviu. A dele, completamente contagiante, o som mais maravilhoso que existia. Adorava ouvi-lo rir, não importa o que eu tivesse que fazer.

— Você é tão idiota! — Acusei enquanto continuava a rir desesperadamente. Estávamos deitados em sua cama, no seu quarto no dormitório dos meninos do Bangtan, em um raro momento de folga. Com o próximo álbum prestes a ser lançado, quase não nos encontrávamos.

E isso me deixava triste.

Suga é meu melhor amigo, e eu adorava conversar com ele o tempo todo. Ter momentos de paz ao seu lado.

Mas, felizmente, Big Hit nos deu um tempo!

— Ei, eu não tive culpa! — se defendeu ao me tacar um travesseiro, acertando meu rosto com um pouco de força. O que me fez lhe lançar um olhar mortal dispersando a crise de riso e ele rir novamente.

Min me contava sobre o recente fansign onde uma fã sem noção o perguntou se tinha fotos nuas no celular e se queria passar pra ela. Depois do choque inicial, o garoto simplesmente respondeu "Pra quê fotos? Não prefere ver pessoalmente?". Claro que ele falou aquilo para provoca-la, mesmo que estivesse envergonhado, jamais admitiria isso.

E confesso que senti uma pontada de ciúmes ao ouvir essa frase. Mais forte do que deveria.

Porém, o motivo das risadas foi a reação da garota. Primeiro, chocada. Depois, muito, muito, muita rubra e por último, simplesmente levantou, saiu correndo e gritando: Min Yoongi é um homem perigoso! Deixando todos completando confusos encarando-o.

Claro que me acabei de rir nesse momento. Sua imitação hilária da situação juntamente com o rosto vermelho deixava tudo mais engraçado.

— Sr. Min Yoongi, — disse com voz sombria, despertando sua atenção — espero que esteja preparado para as consequências do que acaba de fazer.

— Ah, não, não, não! — Dizia sem parar, me fitando. — Nem pense em fazer o que acho que está pensando em fazer. — Me alertou, se afastando.

Tarde demais.

Eu já atacava sua barriga e todo local sensível lhe provocando novas ondas de gargalhadas.

Ah, como eu amava aquele som!

Pra falar a verdade, eu o amava.

Acho que era bem óbvio para todos que nos conheciam, menos pra ele. E não sei se preferia que ele soubesse ou não. O medo da rejeição e de estragar o que tínhamos me deixava extremamente receosa.

Ágil como um felino, o garoto segurou meus pulsos, me girou na cama e ficou por cima de mim.

— Rá! Venci. — Sorriu largamente, como uma criança. Os olhinhos praticamente fechados, as bochechas normalmente pálidas, rosadas. Ele estava lindo, como sempre.

Ambos estávamos ofegantes após todas as crises de risos. Então, nos encarando, procurávamos retomar o fôlego. O que não funcionava muito comigo. Ele sempre tinha um efeito arrasador sobre mim.

Eu era tão idiota!

Meu coração acelerava mais que antes, minha pulsação martelava fortemente em meus ouvidos.

Droga! Aonde estava meu autocontrole?

Min, que não parecia mais calmo que eu, me olhava intensamente. Quis desviar o olhar do seu, mas isso sempre me foi impossível. A todo tempo me perdia naquelas orbes escuras. Porém, aquele tipo de situação não me fazia bem, então, tentei tirá-lo de cima de mim. Contudo, o garoto não se moveu.

Continuava me olhando.

Corado.

 — Min? — O chamei confusa. O que tinha dado nele?

— Desculpe.

E antes que eu processa-se o pedido e/ou pergunta-se o porquê, ele me beijou. Um simples encostar de lábios, mas que provocou arrepios por todo o meu corpo.

 Ele se afastou, tão rápido quanto antes e me encarou. Provavelmente, eu estava de olhos arregalados em surpresa, extremamente corada. Não esperava por aquilo, tão de repente.

— O quê...? — Ele me interrompeu.

— Desculpe. — Pediu novamente antes de me beijar de novo. Aquilo estava muito estranho, mas tão bom que nublava minha mente.

Suspirei contra seus lábios e abri minha boca em um pedido silencioso para que aprofundasse mais o beijo. Percebi que ele estava aliviado com minha reação quando a tensão se esvaiu de seu corpo. Yoongi soltou meus pulsos e segurou meu rosto entre suas mãos, beijando-me com mais intensidade e roubando todo meu fôlego.

Encerrou nosso beijo com um singelo selinho. O sorriso de criança de volta aos pequenos e rosados lábios do homem.

— Não sabe o quanto ansiei por isso, marrentinha.

Aquilo me pegou tão de surpresa quanto antes.

— Como...?

Ele continuava com o sorriso estampado em sua face.

— Não sabe o inferno que era ficar tão perto de você, sem poder fazer isso —  segurou meus cabelos com uma força inesperadamente gostosa e beijou meu pescoço — ou isso. — mordeu meu lábio inferior, sugando-o logo após.

— Mi-Min — gemi seu nome. Seus lábios caminharam até minha orelha, em uma lenta trilha de beijos suaves e molhados.

— Se você ficar gemendo meu nome dessa forma, a situação vai ficar muito difícil pro meu autocontrole, sabia? — sussurrou com a voz rouca, exalando luxúria.

Meu corpo, assim como meu rosto, estava quente. O calor dominando tudo e me fazendo ansiar por mais contato. Com as mãos, que estavam livres, agarrei os cabelos de sua nuca e o puxei para mim, beijando-o de forma voraz.

— Então o perca — revidei de forma tímida e ofegante. O desejo nublando minha linha de raciocínio.

Mas de algo eu tinha certeza: eu precisava desesperadamente dele.

Suga não parecia tão diferente de mim. O desejo dilatava suas pupilas, o volume já bem visível em seu short de moletom, totalmente ofegante e vermelho.

Ele se ergueu, segurando a barra da camiseta e a retirando pela cabeça. Não vi onde ele a jogou, meu olhos não saíam de sua pele desnuda e quis toca-lo naquele momento. Mas suas mãos me impediram.

Soltei um resmungo de protesto.

— Nãnãninanão, mocinha — um sorriso malicioso estampado — Hoje, você não fará nada. Apenas me deixará ama-la como sempre quís, ok?

Surpresa, apenas assenti. Confiava nele mais do quê em qualquer outra pessoa.

— Vem cá — me fez sentar na cama e ergueu meu queixo para beijá-lo. Sua língua enroscando na minha em um valsar suave e excitante. Pôs as mãos na barra de minha camisa e a ergueu. Separando nossos lábios para retirar o tecido branco pôr minha cabeça. Assim como a sua, ela foi parar em qualquer lugar que não vi, dessa vez por estar tão envergonhada que não ousei abrir os olhos.

Senti sua respiração quente em minha orelha.

— Você não sabe o quanto está linda nesse momento.

Não resisti em abrir os olhos e encara-lo.

Min Yoongi, mordendo o lábio e de cabelos desgrenhados por minhas mãos, me "comia" com os olhos. Sua reação ao meu corpo me deixava inesperadamente excitada. Ele me fazia sentir desejada. Com um dedo indicador, contornou a pele desnuda dos meus seios. Meu coração batendo de forma frenética. Eu quis desesperadamente beija-lo, mas ele não deixou.

Bufei frustrada.

 — Por quê? — Minha voz, apenas um muxoxo. Poxa, eu também quero toca-lo!

— Já disse: não farás nada. E você concordou, não?

Desviei o olhar. Droga.

Ele riu. Um riso rouco e sensual.

Me assustei quando meu corpo foi jogado contra o colchão de supetão e não conti um grito surpreso. Sua mão foi para minha boca enquanto ele novamente ficava por cima de mim.

— Shh! Não queremos que ninguém nos interrompa agora, não é?

Quis dizer que a culpa era dele, mas sua mão não se moveu.

Fiquei quieta.

— Boa menina — Ele soltou uma piscadela pra mim — Agora... quê tal tirarmos isso aqui?

Segurou no cós da minha calça e abriu o botão. Respirei fundo. Sentindo meu sangue pulsando de forma ensurdecedora nos meus ouvidos. Suas mãos já começavam a retirar o jeans pelas minhas pernas. Fechei os olhos fortemente ao sentir minha pele exposta ao frio. Mas o que me fazia tremer era saber que seu olhar estava ali: nas minhas pernas e na minha calcinha rendada, negra.

Senti seus dedos passearem em uma exploração torturante por todo meu corpo, evitando as partes que mais ansiavam por seu toque.

— Essa é a visão mais bela que já tive. Não me canso de te admirar. — Seu tom não me deixava duvidar de que era realmente aquilo que ele pensava. — Tão linda... Ei, abra os olhos.

Fiz como pedido.

— Eu te amo

Meu mundo parou. Nesse exato momento, perdi o fôlego e lágrimas encheram os meus olhos na medida em que processava suas palavras. Aquilo era algum tipo de sonho...? Não podia ser real! Mas se era, eu não queria acordar nunca mais.

— É sério? — Minha voz estava embargada e as lágrimas que tentava reprimir irromperam por minhas pálpebras.

— Ei, boba. Você acha que eu brincaria com isso? É óbvio que é sério. — o tom de reprimenda foi facilmente notado por mim.

Ele odiava quando duvidam de si. Logo ele, que era mais sincero do que normalmente as pessoas estão acostumadas a lidar. Então o beijei, não sendo impedida dessa vez.

Estava tão feliz!

O puxei pelos cabelos para mais perto, sentindo minha pele colada a sua. Era aquilo que eu queria: pele com pele. Mas desejava ainda mais.

— Por favor ... Preciso de você.

— E eu, de você. Mas antes... Vamos nos livrar de alguns empecilhos.

Dito isso, ele se ergueu e voltou, totalmente nu, logo após. Tentei não encarar todo seu corpo, mas foi-me impossível. Toda a extensão de pele pálida exposta parecia suplicar por minha atenção. Desviei o olhar completamente rubra quando suas mãos ergueram meu queixo. Sua boca encostou na minha em um singelo selinho.

— Sua vez.

Arqueei as costas, a mão indo diretamente ao fecho do sutiã, abrindo e retirando-o de forma lenta e, admito, desajeitada. Seu olhar voltou-se para meus seios totalmente amostras agora. O coreano mordia o lábio de forma sensual, me causando inveja de seus dentes. Queria morde-lo também.

Quando movi minha mão para retirar a última peça, suas mãos me detiveram.

 — Não. Essa eu faço questão de retirar.

Min beijou-me novamente. Sua língua me deixando cada vez mais acesa. Logo, ele já estava distribuindo beijos por meu rosto, pescoço e descendo para meus seios.

Lá, sua brincadeira torturante teve início.

Meus mamilos, totalmente sensíveis pela excitação, foram mordidos e lambidos. As sensações mil vezes mais intensas do quê o esperado. Eu agarrava fortemente os lençóis, mordendo os lábios para conter os gemidos que ele provocava. Como se não quisesse sair daquela parte, mas precisasse se retirar, ele desceu distribuindo ainda mais beijos quentes e molhados. Ao chegar no cós da calcinha, ergueu o olhar. Labaredas de luxúria brilhavam para mim por suas orbes.

Prendi a respiração.

Com os dentes, ele começou a retirar a peça, as presas raspando minha intimidade, me fazendo gemer seu nome. Sem a peça em meu corpo, deslizou um dedo sobre minha abertura. Gemi mais ainda, ansiando por um maior contato.

— Tão molhada... Acho que nem precisamos de preliminares. — sorriu de forma convencida — Não sabia que causava todo esse efeito em ti.

A vontade de estapeá-lo foi enorme e só não o fiz porque sua boca e língua invadiram minha boceta. Gritei de prazer e ele parou de se mover, lançando um olhar de repreenda para mim. Fiquei quieta e logo sua língua habilidosa voltava a trabalhar em meu clitóris. Seu olhar não deixava o meu, observando minhas reações, testando o que me dava mais prazer.

E tudo ficava mais erótico e excitante.

Sem aguentar mais, me desmanchei em seus lábios com um grito abafado pela mordida no lençol, com ele me masturbando mais intensamente, prolongando meu orgasmo. Minha mente ficando enevoada. Ofegante, tentava acalmar a respiração.

Que intenso!

— Tão doce

Só percebi que Yoongi havia voltado para cima de mim quando sussurrou em meu ouvido. Porém, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, fui completamente preenchida pelo membro do coreano.

Meu grito foi abafado dessa vez por sua mão, enquanto o próprio gemia meu nome.

— Tão apertada...

— Y-Yoongi — Gemi, quando ele retirou sua mão dos meus lábios e começou com as estocadas, fortes e lentas. Tão prazerosas que faziam eu me contorcer embaixo de si.

— Noona, acho que você acaba de me deixar loucamente viciado — Disse em um rosnado provocante.

O puxei mais para mim e o beijei, gemendo em sua boca. Arranhei fortemente suas costas quando o senti ir mais rápido. Minhas palavras não passavam de sons incoerentes e que nem eu mesma compreendia. Sentia que meu orgasmo estava próximo e que Min estava da mesma forma. Com uma estocada forte e profunda, onde alcançou um ponto sensível dentro de mim, gritei seu nome mais alto do que devia e me desfiz ao redor do seu membro enquanto ainda continuava com suas estocadas.

  Percebi que havia alcançado seu ápice quando um rosnado grave e profundo saiu de sua garganta e ele pôs o rosto em meus seios. Ofegantes, ambos tentávamos recuperar o compasso da respiração. O senti deslizar de dentro mim e dar um beijo em cada um dos meus mamilos e me lançar um olhar satisfeito.

Sorri.

— Eu te amo. — Dessa vez fui eu quem declarou.

O sorriso de menino, largo e sincero, voltou aos seus lábios. Suga me beijou novamente, doce e intenso.

— Acho que precisamos de uma segunda rodada em comemoração! — Disse em tom animado e sugestivo.

Gargalhei diante de sua declaração. Ia respondê-lo quando a porta foi aberta de repente.

— Hyung, você viu... Epa! — Um Hoseok completamente surpreso e corado nos encarava.

Gritei e me escondi atrás de Yoongi, usando o lençol branco para me cobrir.

— Desculpa! Não sabia que... quer dizer, eu achei que... nada! Tô saindo! — O rapper saiu às pressas do quarto.

Olhava para porta em choque, morrendo de vergonha quando ouço a risada do rapaz à minha frente.

— Você viu a cara dele?! — Riu mais ainda.

O dei um tapa nas costas.

— Você tá louco? Ele quase me viu completamente nua! Que vergonha, Deus!

Cobri meus olhos com as mãos. Como poderia olhar para Hope sem querer me enterrar em um buraco agora?

— Ei, calma. — Disse tirando minhas mãos de meus olhos. — Olha pra mim. Ele não viu nada, tá? Se acalma.

Respirei fundo. Mas estava difícil. Ele quase me viu nua!

Ia gritar isso quando senti seus lábios nos meus. Sua língua enroscando na minha. Sugando meus lábios provocativamente.

— Tá mais calma? — Perguntou ao se afastar.

Apenas assenti. Os beijos dele eram tão maravilhosos!

O olhei, Suga sorria pra mim, bochechas rosadas e olhos quase fechados. Sua próxima oração me fez esquecer tudo que não fosse ele e nós, praticamente explodindo em felicidade.

Com seu tom de ternura e carinho, ele perguntou:

— Quer namorar comigo?

~ FIM ~



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