História Imagine Park Jimin - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Rap Monster
Tags Imagine, Jimin, Você
Exibições 88
Palavras 2.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Parte 3


Fanfic / Fanfiction Imagine Park Jimin - Capítulo 3 - Parte 3

Assenti e esperei seu pedido.

— Quero que se dispa para mim. Sozinha.

O olhei surpresa. Como? Ele queria mesmo que eu tirasse minha roupa na sua frente? Era impossível! Minha vergonha não permitiria.

— E-eu não posso fazer isso... — Desvei o olhar. Comecei a encarar o chão como se fosse a coisa mais bonita no mundo.

— Vamos lá... Vai ser divertido! — Me encorajou. Tinha a voz rouca e arrastada. - Se fizer, terá uma boa recompensa...

Havia algo no tom de sua voz que me chamou atenção. Olhei para Chimchim bem a tempo de ver suas mãos tirando o cinto da calça e em seguida soltando o botão. Prendi o fôlego, sentindo as bochechas queimarem.

Respirei fundo, sentindo meu corpo estremecer suavemente, puxando o zíper do moletom negro para baixo. Não que eu estivesse interessada na tal "recompensa"... Mentira.

O frio que fazia ali invadiu a peça de roupa e entendi o motivo de Jimin estar totalmente arrepiado. E, ao olhar para ele para constatar se ainda estava daquele jeito ou não, me deparei com seu olhar em cada movimento meu.

Puxei as abas da roupa para o lado, revelando uma blusa em tom creme, de alças finas, vendo Jimin se contorcer. Apoiou os cotovelos na cama, ficando parcialmente deitado, sem desviar sua atenção do "show particular" que estava tendo.

— Devagar. — Ordenou. — Está indo muito rápido, devagar.

— Quer tornar isso mais constrangedor? — Revirei os olhos.

— Não, mais prazeroso. — Sorriu de canto e baixei a cabeça, totalmente tomada pela timidez.

Toquei a barra da camiseta pequena e soltei. Bufei, não irritada mas, por estar com vergonha de fazer aquilo. Mordi o lábio inferior, que estava inchado por culpa dos beijos anteriores, enquanto pensava: "Jimin já viu você antes. Não há nada em seu corpo que ele não conheça", tentando me convencer. E, realmente, aquilo era mais que verdade. Só não tive coragem de encara-lo ao puxar as alças para baixo, deixando-as escorregarem por meus ombros.

Um arfar alto invadiu meus pensamentos e encontrei um corado menino, apertando as coxas uma na outra, sobre minha cama. Os lábios entreabertos puxavam o ar com força, enquanto os olhos vidrados passeavam por mim.

— Se retirar mais uma peça desse jeito, todo rápido, eu vou punir você. — Me avisou. Não pude conter um sorriso. Vendo seu olhar sugestivo, apenas deixei minha mente vaguear e imaginar mil e uma coisas. O que me deixou mais vermelha ainda. — Continue. — Ordenou com voz firme.

— Sim, Mestre. - Provoquei e assisti o maior sentar ereto. A seriedade estampada em sua face chegou a me assustar.

— Tire as roupas. — Rouco e profundo, o sussurro pareceu chegar em minha coluna, me fazendo perder o controle das pernas.

E, de repente cheia de coragem, desci o zíper da calça o mais devagar que consegui. Soltei o botão, erguendo o olhar em direção a Jimin. O garoto mirava minhas mãos como se fossem a coisa mais preciosa deste mundo. Encheu o peito, soltando o ar com dificuldade pelos lábios separados minimamente.

— Assim está bom...? — Perguntei, a voz trêmula, agoniada.

Hm. — Foi a única resposta que obtive.

Segurei as abas da peça, pronta para desce-la da forma que ele queria que eu fizesse. Mas um lado meu, o que estava curiosa com que tipo de punição receberia dele me fez abaixar o jeans de forma rápida e desajeitada.

Jimin nunca havia feito esses joguinhos comigo e tinha total certeza que ele não me machucaria... Sorri minimamente, com os cabelos em frente ao rosto, ainda curvada.

Ergui o olhar para encontrá-lo, sua expressão de desagrado deixava óbvio que ele não estava feliz com meu ato.

Levantou-se de uma única vez, rapidamente, e veio em minha direção. Endireitei minha postura e o fitei. Tentava segurar o sorriso.

— Por que fez isso? — o tom de sua voz parecia ter se agravado, mais rouco, mais arrastado, mais sexy...

— Foi sem querer. — Sussurrei, mas até mesmo eu percebi o riso em minha voz.

Jimin nem se deu ao trabalho de responder. Os dedos pequenos deram a volta em meu pulso, apertando o suficiente para deixar pequenas marcas. Fui arrastada, levada ao centro do quarto. As molas cama rangeram quando fui atirada sobre elas.

— Não minta, você foi uma menina má porque quis. — Disse subindo sobre mim, rápido como um gato.

— Não, não fui. — Tinha um sorriso em meu rosto. Jimin estava sério e isso fez com que meus lábios ficassem retos. Ele não estava brincado. — O que você vai fazer? — De repente minha voz saiu baixa e trêmula.

— Se vire. — Foi a única coisa que me disse.

Chim...

— Se vire, ou vai ficar pior. — usava o indicador, fazendo círculos no ar, sinalizando que eu ficasse de bruços.

Rolei o corpo com calma, de vagar, do jeito que deveria ter tirado a calça. Estava quase certa de que em meu rosto estava estampado um painel de terror e luxúria. Se tinha medo do que estava prestes a acontecer? Sim. Se isso estava ou não me excitando? Sim, estava, e muito.

— Me diga um número, entre um e dez. — Pediu, agora com a voz mais suave.

— Sete? — O arrependimento veio logo em seguida. Sete era um número alto e, dependendo do que fosse, iria ser uma punição longa...

— Sete, — repetiu ele — caso não aguente mais e for muito pra você, diga... Morango. Chame isso de "palavra de segurança" e não a esqueça. Assim que disser, irei parar.

Então ele retirou todas as minhas peças remanescentes, sem cerimônias dessa vez, me deixando completamente nua sob sua seu olhar faminto. Apesar do medo e receio, a tensão sexual era quase palatável ali.

— Agora, como você foi uma garota má, precisará receber a punição — sussurrou, a voz exalando luxúria. Suas mãos corriam por meu corpo, deslizando sobre minha pele macia como se procurasse decorar cada detalhe com o tato. — Feche os olhos. — Seu tom autoritário não deixou espaço para questionamentos. O fiz rapidamente.

A ansiedade tomava meu ser; o que ele pretendia fazer? E, de tudo o que eu podia pensar, ele fez o mais inesperado: com sua língua invadiu minha intimidade.

Ofeguei de surpresa e prazer.

Sua língua deslizava com destreza por minha região totalmente sensibilizada, fazendo círculos no meu clitóris e, vez ou outra, simulando estocadas. Seus dedos começaram a trabalhar no mesmo ritmo e local que sua boca. Não conseguia para de gemer e implorar por mais.

Senti os primeiros espasmos do orgasmo que já se aproximava. Ansiando pelo prazer máximo, comecei a me mover despudoradamente em sua boca, mas suas mãos me seguraram no lugar, impedindo-me de continuar os movimentos de atrito e sua boca se afastou.

Soltei um protesto de frustração e o olhei por cima de meu ombro.

— Você quer gozar? — Seu rosto estava sério, quente.

Assenti.

Meu corpo precisava urgentemente de alívio.

— P-por favor, Jimin — Ele sorriu, de lado e provocativo.

— Não. Essa será sua punição: vou me deliciar com seu sabor e nas sete vezes em que você estiver quase chegando lá, eu irei parar.

Arregalei os olhos em surpresa.

— O-o quê...?

Outra vez o maldito não me respondeu. Ao contrário, sua boca voltou a se ocupar comigo. Cheguei a dar um pequeno grito, agarrando os lençóis com força. Faltava pouco, já podia sentir... Estava perto...

— E aí? — Parou e se ergueu outra vez. — Qual a sensação?

— O-odeio... Você... — Tentava dizer.

— Ah, claro. — Sorriu divertido. Pude ouvir suas calças sendo abaixadas. — E, como não quero que perca essa excitação toda...

Debruçou o próprio corpo sobre o meu. As mãos desceram por minhas costelas e pararam em meus seios. Malditas mãos macias...

— Acho que isso vai ajudar. — Comentou ao apertar e massagear meus seios sensíveis, com ajuda de suas mãozinhas. — E isso...

Empurrou a cintura contra a minha. A cueca quase não impedia-me de sentir o membro excitado através do atrito de nossas intimidades.

E novamente eu estava acesa, excitada ao extremo. Jimin conhecia meu corpo melhor do que ninguém, o que o tornava perfeito para me torturar.

E quando quase cheguei ao ápice ele cessou os movimentos de novo.

Chim Chim, por favor... — Lágrimas de frustração já preenchiam meus olhos, quando voltei a cabeça para ele outra vez.

— É frustrante, não é? Quando não atendem a um simples pedido seu. — seu olhar estava mais selvagem que nunca, enquanto aproveita meu rosto virado em sua direção para sussurrar em meu ouvido: — Foi assim que me senti quando você me desobedeceu.

— M-mas.... J-Jimin... — Tentava defender-me, meu tom suplicante, desesperado.

Eu sabia que ele estava certo, mas ainda assim precisava dele, do alívio que somente seu corpo poderia me proporcionar.

— P-por favor.

— Você sabe que não adianta usar essa voz. — Sorriu alto. — Fique calma...

Seus dedos voltaram a deslizar para dentro de meu corpo. Dessa vez ele permitiu-me movimentar o quadril. Voltei a gemer, indo e voltando contra aquela mão suave de forma rápida, buscando o fim daquela agonia.

Retirou o indicador e o médio bem antes do tempo. Já estava com o rosto nos travesseiros, exausta pela brincadeira sádica dele.

— Essa foi... a quarta vez. — anunciou rouco.

— Jimini... — Solucei ao empurrar o quadril erguido contra o dele. Tão alucinada, comecei a rebolar contra o volume ainda guardado na cueca. Esfregava-me ali sem nenhuma vergonha.

Park Jimin estava me enlouquecendo.

Sem aviso, o garoto agarrou-me pela cintura e girou meu corpo. Afundei as costas no colchão, erguendo os braços para alcança-lo e trazê-lo para mim. Quase consegui! Porém, Chimchim prendeu meus pulsos.

— Quero que essas suas mãos toquem em outro lugar. — Sorriu de forma provocante, o que contrastava com o rubor infantil no rosto de menino.

Automaticamente me soltei e toquei no tecido fino da cueca. Ele arfou, quase gemeu, novamente prendendo minhas mãos, fazendo minhas carícias pararem.

— Não aqui. — Ficou mais vermelho ao apontar para a própria ereção. — Ainda não.

Conduziu minhas duas mãos para os lugares certos. E então foi minha vez de ficar como um pimentão.

— E-ei, Mini... — Minha voz tinha um tom de súplica.

— Vamos, pequena. — Começou a beijar meu pescoço. — Faça só um pouco.

Continuei indecisa, com as mãos paradas em minha barriga. Mas, havia algo que Park Jimin me pedia e eu não atendia?

Minha respiração acelerava mais a cada vez que descia os dedos para minha intimidade. Ofeguei baixo contra o peito dele, quando toquei a área extremamente sensível. As mãos macias do garoto dominaram meus seios. Isso me fez gemer alto e criar coragem para fazer o que ele queria. E eu estava febril, precisava extravassar todas aquelas sensões...

Apertei os olhos ao pressiornar meu clitóris com uma força gostosa, meus dedos fazendo circulos pela região, explorando, sentindo. Era a primeira vez que fazia aquilo e, admito, estava gostando mais do que pensei.

Mas não eram as mãos de Park que me tocavam...

Parei com o movimento de meus dedos e abri os olhos. Jimin já não mais atacava meus seios e olhava-me confuso.

— Por que parou?

Mesmo naquelas condições ainda conseguia ficar envergonhada. Pelos deuses, era tão difícil!

Respeirei fundo.

— P-porque eu prefiro quando vo-você faz... isso... lá... — Admiti, desviando o olhar para qualquer lugar que não fosse seu belo rosto.

O quarto ficou em completo silêncio, aumentando ainda mais meu constrangimento. Fiz mal em admitir aquilo...?

Voltei a fitá-lo a tempo de ver um sorriso de compreensão estampado nos lábios rosados.

— Bebê — Chamou-me, ainda sorrindo — Eu sei que prefere que eu o faça. Mas também quero vê-la se dando prazer. Não sabe o quanto ficas adoravel ao fazê-lo.

— M-mas — Silenciou-me com o indicador em meus lábios.

— Faça-mos assim: você faz isso por mim e depois eu a tomo como achar melhor — Seu polegar contornou meus lábios e seu olhar o acompanhou — Acho que já sofreu o suficiente com o cástigo, porém, realmente quero ver isso.

Sobre os joelhos e mãos, Jimin passou a língua pelos lábios, esperando. Ofegando baixo, fechei os olhos e... bem, voltei a tocar-me.

Dessa vez fui mais além, imitando as ações anteriores do garoto. Meu gemido baixo fez Park sorrir. Quase parei. Só não o fiz por precisar de algum alívio. Inesperadamente, sussurrei o nome dele. Meio consciente, movi minha mão, como Jimin havia feito.

Segurando perto de meus joelhos, Chimchim afastou minhas pernas, dando-lhe uma visão completa de tudo o que eu estava fazendo. O movimento quase me faz parar, mas prossegui. O olhar faminto e desejoso dele me impulsionava a continuar. Suas reações a cada toque, gemido e chamado meu deixavam claro que ele estava adorando aquilo. Não conseguia fechar as pálpebras mesmo com o intenso prazer, não queria perder nenhuma de suas expressões.

Aumentei a intensidade da carícia, penetrando dois dedos em minha entrada encharcada, gemendo alto ao sentir a invasão lenta e prazerosa. A procura de mais atrito meu quadril moveu-se sobre meus dedos em um ritmo alucinado. Delirando de prazer já não conseguia mais refrear meus movimentos e nem raciocinar logicamente, a vergonha já havia esvaido-se há muito tempo e meu corpo so clamava pelo orgasmo que novamente ameaçava chegar.

Senti os primeiros espasmos com clareza, meus olhos fechando fortemente, aguçando os outros sentidos, intensificando todo meu prazer. Gritando seu nome, cheguei em meu ápice. Desfaleci sobre o colchão. Com meus pulmões clamando por ar, sentia como se houvesse corrido uma maratona.

Permiti que meus olhos abrissem um por um para procurar pelo garoto e surpriendi-me quando o encontrei face a face comigo. Sem tempo para pronunciar qualquer coisa senti seus lábios chocaram-se contra os meus em um beijo feroz.

— Viu...? Foi divertido... - Sua voz rouca estava tão intensa, tão sexy. — Mas ainda não acabou...



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