História IMAGINE SUGA BTS - A louca do elevador - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Dança, Drama, Hentai, Musica, Revelaçoes, Romance, Suga, Violencia
Exibições 2.539
Palavras 973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Minha primeira fanfic aqui. Vou tentar o meu melhor!

Capítulo 1 - Decisão de sair do Brasil


Fanfic / Fanfiction IMAGINE SUGA BTS - A louca do elevador - Capítulo 1 - Decisão de sair do Brasil

Dormindo em uma madrugada de sábado, até que recebo uma ligação. Meu celular começa a tocar e eu atendo atordoada. Era meu avô.

Vô: Bruna, precisamos conversar.
 Eu: Poxa, o que aconteceu Senhor Chan? Sabia que aqui no Brasil ainda são 3 horas da madrugada de um sábado? (Digo olhando para o relógio da mesinha de cabeceira) Seja mais amável e me ligue quando amanhecer, ok? Agora eu vou voltar a dormir...
Avô: Nem se atreva a desligar esse telefone na cara de um idoso!
Eu: (Risos) Ok, Senhor Chan, o que houve? Qual o problema? (Digo me sentando na cama e tentando abrir meus olhos ainda fechados por causa do sono)
Avô: Bruna, você me prometeu que vinha pra Coreia depois dos 3 meses que eu estivesse aqui e organizasse tudo. Qual o seu problema? Não tem vergonha na cara de mentir pra seu pobre avô? (Diz gritando)
Eu: (Risos) Eu sei que eu prometi, me desculpe. Mas... eu realmente tenho que ir? Eu já tenho vinte anos, faço faculdade de Teatro que eu tanto sonhei; porque eu largaria minhas coisas daqui pra ir para a Coreia? Isso não tem lógica! Eu sei que eu prometi que iria logo em seguida, mas para o Senhor é fácil, porque é seu país. Vô, o Senhor veio para o Brasil quando eu tinha três anos, pra cuidar de mim. Eu entendo que queira voltar pra Coreia, mas eu nascí e crescí aqui; tem noção de como é difícil? (Ao dizer isso, sinto uma respiração pesada no outro lado da linha e logo percebi o quanto ele havia ficado decepcionado com minhas palavras.)
Avô: Até quando vai tentar se afastar do seu pai? Não tem curiosidade de procurá-lo e conhecê-lo? Acha mesmo que ficando no Brasil você vai conseguir esconder que tem laços com a Coreia do Sul?

(Ao ouvir tudo isso, fechei meus olhos por alguns segundos e os abri logo em seguida, liguei o abajur e continuei falando.)


Eu: Eu preciso pensar um pouco. Me dá mais uma semana pra decidir?
Avô: Tudo bem. Você tem até o próximo sábado pra me dar uma resposta, mas quero que saiba que por mais que você goste da sua vida no Brasil, um lado seu ainda sente vontade de conhecer seu pai e buscar saber mais da sua família paterna.

(Respirei profundamente e encerramos a ligação.)

É incrível o quanto a vida prega peças. Minha mãe era brasileira, meu pai coreano. Esse avô que ligou é o pai da minha mãe. Pra ser mais exata, um pai adotivo da minha mãe. E ele não se enganou ao dizer que eu preciso conhecer meu pai. Por mais que eu nunca tenha dito, meu avô sabe o que sinto antes de eu mesma saber. Ele tem até uma pôse de durão e adora dar gritos em mim, mas não adianta, apesar do jeito de durão, eu sei que ele me ama e só quer meu bem. Digamos que sou uma mulher de 20 anos, levando uma vida independente. Todos os dias pela manhã eu vou para a faculdade de Teatro, durante a tarde sou professora de Hip Hop. Não ganho muito dinheiro, mas é o suficiente pra me manter. Meu avô é um coreano bem tradicional, bem rígido, porém, por eu ser natural do Brasil e ter traços altamente brasileiros, ele entende um pouco minhas diferenças no agir e no falar. E sim, eu falo coreano graças a ele, que mesmo eu não tendo olhinhos puxados, desde a pré-escola fala comigo em coreano e me deu aulas de coreano. Eu até gosto da diferença de idiomas e me acostumei. No entanto, as vezes erro algumas palavras. A única coisa que percebo não me encaixar é com meu avô me ensinando a ser fofa. Ele já desistiu porque viu que eu não consigo ser tão fofa quanto as coreanas. No mesmo sábado, o despertador toca às 7 da manhã. Tinha tudo pra ser um sábado comum, até cair a ficha de que eu teria que aproveitar o tempo que me resta no Brasil. Sim, ao acordar eu percebo que tinha que aproveitar o tempo que me resta aqui. Organizei a apartamento apertadíssimo que eu dividia com meu avô, mas que agora só tinha eu. "Até que aquele velho faz falta." - Pensei. Terminando de organizar o lugar, saí em direção ao estúdio que trabalho. Por mais que eu seja professora a semana inteira, nos sábados a dona do estúdio me disponibiliza para que eu apenas possa me divertir dançando e criando coreografias sozinha. Confesso que além do teatro, a dança também tem sido o meu refúgio diante das incertezas da vida. Já é noite de sábado e decido ir pra casa tomar um banho e jantar. Logo em seguida, vou ao notebook e fico checando minhas redes sociais. Por impulso, coloquei em um site de vôos para Coreia do Sul e do nada, digo à mim mesma que eu precisava cair de vez em uma nova aventura. Comprei uma passagem na sexta pra chegar no sábado de manhã na Coreia. Durante a semana, tranquei a faculdade de teatro, me despedi do emprego no estúdio de dança e organizei tudo o que eu precisava pra sair do país. Chegou a sexta e lá estava eu no aeroporto com todas as malas. Na verdade eram apenas duas. Saí na sexta do Brasil e cheguei no sábado de manhã em Seul - Coreia. Eu me sentei em um dos bancos do aeroporto e pensei: "Ai meu Deus, eu sou uma louca! Meu avô nem sabe que eu vim, ele apenas acha que eu vou decidir ainda hoje. Coitado, vai ter o treco quando souber que eu já estou aqui." Mesmo estando em outro país, meu modo de vestir demonstrava bem que a Coreia não era o meu mundo.
BRUNA OFF
(Continua...)


 


Notas Finais


Esse capitulo foi apenas uma introdução. Foi mais pra falar sobre a personagem principal. Espero que tenham gostado. Até o próximo capítulo!


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