História A louca do elevador - Capítulo 84


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Comedia, Dança, Drama, Hentai, Imagine Min Yoongi, Imagine Suga, Jikook, Kpop, Min, Min Suga, Min Yoongi, Musica, Namjin, Revelaçoes, Romance, Suga, Suga Min Yoongi, Suga (yoongi), Suga Hot, Vhope, Yaoi, Yoongi
Visualizações 5.147
Palavras 3.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


TÔ DIGITANDO PELO CELULAR, ENTÃO PERDOEM OS ERROS, ESTOU DIGITANDO RÁPIDO.

Capítulo 84 - Pesadelo de Jin


Fanfic / Fanfiction A louca do elevador - Capítulo 84 - Pesadelo de Jin

Jin, o mais velho do grupo, o mais propenço a ter grandes responsabilidades por ser um hyung... e ao mesmo tempo, o mais sensível entre todos eles. Vaidoso, dono de uma beleza impecável e um ótimo gosto pra moda. Ele definitivamente é um hyung admirável não apenas por questões físicas, mas também por ser dono de um bondoso coração.

Um garoto como o Jin, apenas sente vontade de realizar seus sonhos ao lado de seus melhores amigos. E se ele tem conseguido isso depois de tantos anos, foi por causa do árduo trabalho em equipe. Conseguiram premiações em seu país e também em outros. No entanto, seu pesadelo voltou juntamente com seu passado. E seu passado? Tinha um nome e um corpo impecável, afinal, estamos falando de Wook.

Mesmo sendo assumido "gay" entre seus amigos de grupo, a mídia não faria ideia da situação conflituosa em que Jin se encontrava. Seu ex, que ele tanto amou, tentou uma reaproximação. Mesmo depois de alguns anos sem vê-lo, Jin achou que a mágoa já teria sido cicatrizada, mas não, ela estava ali, ela sempre permaneceu intacta em sua mente e coração.

Desde a festa da empresa, percebeu o novato que iria trabalhar na empresa. Mais precisamente: seu ex.

Pois bem, a raiva que sentiu naquele instante lhe fez inchar de tanto ódio. Ele queria avançar com tudo sobre Wook e meter-lhe vários sôcos e tapas, mas não poderia, mesmo que tentasse, ele óbviamente iria apanhar do cara que era mais alto que si. Afinal de contas, já haviam se passado anos desde a separação, e Jin não podia tentar agredí-lo de uma hora pra outra. As pessoas da festa iriam interpretá-lo mal e provávelmente a discussão iria chegar aos ouvidos de seus superiores. Jin não tinha outra opção que não fosse  aguentar olhar para a cara do rapaz que tanto amou e que em troca recebeu uma grande surra humilhante. Se sentiu humilhado. Até hoje se sentiu assim.

Wook havia começado a trabalhar na empresa alguns dias atrás e seu cargo era importante, mesmo que Jin chegasse ao ponto de implorar para seus superiores demitirem ele, ele teria que aguentar o outro ali por um bom tempo. Claro que Jin poderia abrir o jogo com o restante do grupo e contar-lhes a verdade sobre o seu relacionamento do passado, mas alguns anos já haviam se passado e Jin não se achava no direito de preocupar os mais novos e nem a empresa em geral. Ninguém tinha culpa de ter sido um tôlo que entregou seu coração ao cara errado quando era mais jovem. Ele nem mesmo conhecia os garotos do grupo naquela época!

Era um passado que precisava ser enterrado. Mesmo que ele visse o Wook pelos corredores da empresa, ele teria que tratá-lo com o mínimo de respeito possível, nem que esse respeito fosse apenas um cumprimento formal e frio.

E foi pensando dessa forma que ele acordou nessa amanhã.

Abriu os olhos e bocejou. Se espreguiçou esticando seus braços e pernas, porém, permaneceu deitado em sua cama. Sentiu preguiça de levantar, mas precisava. Depois de alguns minutos curtindo o conforto de seus lençóis, levantou e foi em direção ao banheiro do seu quarto. Tomou um banho demorado, lavou seus cabelos com cuidado, escovo os dentes ainda debaixo do chuveiro e quando terminou o banho, passou hidratante corporal. Jin é um rapaz vaidoso com seu corpo e mente, e atitudes como essa eram normais em sua rotina. 

Saindo do banheiro apenas com uma toalha amarrada na cintura enquanto secava o cabelo com outra toalha, sentiu seu coração quase sair pela boca pelo susto de ver o mais novo  deitado em sua cama mexendo no celular. Pensou em reclamar de Namjoon, mas apenas suspirou e ignorou sua presença ali. Foi em direção ao seu armário e procurou algo confortável pra vestir. Não é que ele não se importasse com a presença do mais novo, mas ele já era acostumado com o"entra e sai" dos integrantes de grupo no seu quarto. Enquanto procurava algo pra vestir, Namjoon fala algo que prendeu sua atenção.

— Vai sair? - Namjoon falou ainda deitado mexendo em seu celular.

— Sim, acho que vou dar umas voltas sem rumo. - respondeu ainda procurando algo em seu armário.

— Entendo. - o outro respondeu parando o jogo do celular e olhando o mais velho - Não tem medo dessa toalha cair?

— Quê? - Jin respondeu com uma pergunta, se surpreendeu com a pergunta do outro que lhe fitava. 

— É que... - coçou a nuca - Você uma vez falou que não gostava de ficar apenas de toalha na frente dos outros porque tinha medo dela cair. - soltou um riso que fez as covinhas em suas bochechas aparecerem e Jin corou ao lembrar do seu medo.

A verdade é que Jin estava tão sobrecarregado de pensamentos tortuosos que nem se deu conta de que estava apenas de toalha na frente de Namjoon.

— Não é como se você nunca tivesse me visto assim. - respondeu timido e olhando para os lados, mesmo sem saber o motivo do nervosismo.

— Ah, qual é? As únicas vezes que te vi só de toalha foi na época antes do debut e... covenhamos que éramos um pouco crianças. - soltou uma risada que fez com que Jin lhe olhasse rapidamente. 

— Exatamente, Namjoon, éramos infantis naquela época. Além do mais, você era virgem não sabia quase nada do assunto. - brincou com o mais novo que era mais alto que si.

— É, hyung, mas as coisas mudam e eu mudei. E claro, se tem uma coisa que eu não sou mais, essa coisa é ser virgem. - mordeu o lábio inferior por impulso, e é claro que Namjoon não percebia as reações que seu próprio corpo fazia - Não sou mais virgem, sou mais alto que você e até minha voz continua mais grave que a sua.

Na cabeça de Namjoon, ele apenas estava dizendo coisas normais para o mais velho. Namjoon era hétero, certo? Então não havia motivos pra se preocupar em falar coisas como essas pra seu amigo. Pois bem, ele não se preocupava, estava apenas brincando e conversando com um amigo de grupo. No entanto, Jin ria e ao mesmo tempo se sentia desconfortável em estar apenas de toalha sendo observado pelo mais novo. Ao contrário de Namjoon, Jin é gay, e os dois sabiam disso. Ter amigos gays nunca foi um problema pra Namjoon, que sempre se mostrou apoiador dos direitos de outras pessoas viverem a vida amorosa da forma que quiserem e acharem melhor. Ele sabia que Jin era gay e que ele mesmo seria hétero, entretanto, era inegável o fato de Jin ser seu amigo mais bonito. E o fato dele estar de toalha na sua frente era algo realmente... apreciável. Se Jin tivesse uma vagina no meio das pernas, Namjoon já teria avançado sobre a beleza incrível de Jin. Mas não, Jin não tinha uma vagina, e isso fazia Namjoon lembrar que ele era apenas seu amigo. Um amigo bonito, gostoso pra caralho e só de toalha na sua frente. Mas claro, apenas um amigo. Sua vida de hétero estava intacta, pelo menos era o que estava dizendo a si mesmo pra não focar nas partes baixas do amigo. Sério, Jin não tinha uma vagina, então, aquela vontade absurda de olhar pra baixo não devia nem acontecer. Mas acontecia, ele querendo ou não.

— Não é porque você tem uma voz mais grossa e é mais alto e masculino que eu que... ah, quer saber? tanto faz...- falou entrando novamente em seu banheiro pra vestir as roupas que pegou no armário. Depois de vestir, voltou ao seu quarto e observou o marmanjo que continuava ali quase pegando no sono em sua cama. 

Na mente de Kim Namjoon, vinha a certeza de que a cama de seu amigo era mais confortável que a sua. Quando estava prestes a tirar um cochilo, sentiu um toque no seu ombro esquerdo, era Jin pedindo pra ele se levantar porque não queria marmanjo dormindo na cama preciosa dele. Jin até tentou expulsá-lo dali, mas não conseguiu. O maior sabia fazer drama e se recusava a sair daquele conforto. E claro, Seokjin apenas riu da cena idiota que o outro fazia, parecia até uma criança mimada, mesmo tendo um corpo forte, alto, masculino, gostoso... enfim, Namjoon cresceu e se transformou numa fonte de pecado pra qualquer um que o observasse atentamente. Mas veja só, Namjoon ainda era seu amigo de grupo e Jin não se sentia bem em notar todas essas coisas no maior. 

Sacudiu a cabeça tentando espantar os pensamentos nada castos e chamou o outro pra sair. Óbviamente não era uma encontro romantico, e sim apenas sairem pra darem umas voltas sem rumo por Hondae. 

O lugar da juventude, dos dançarinos de rua, dos artistas e tudo mais. Mesmo depois da fama, eles sempre usavam disfarces e visitavam os festivais em Hondae.

Kim Namjoon aceitou prontamente, apesar do sono, e foi com Jin pra Hondae. Por mais que fosse manhã, Jin sentia necessidade de ir ali. Queria se distrair. 

Ao observar alguns dançarinos de rua e um aglomerado de pessoas vendo as apresentações, Namjoon observou que o pensamento de Jin não estavam onde seus olhos pareciam observar. Jin não estava pensando em como os caras dançavam bem, ele estava pensando no dia que se separou de Wook e de toda a humilhação que passou. A expressão de seu rosto era triste, então por impulso, Namjoon saiu de perto de si e foi em direção a uma sorveteria perto dali pra lhe comprar sorvete. Havia algo errado com o mais velho, mas ele não queria ser invasivo, não queria perguntar o que estava acontecendo e ter uma resposta negativa. Mesmo assim, não quis ficar de braços cruzados. Ele iria distrair Kim Seokjin. Amigos fazem isso, certo? 

Entregou o sorvete ao mais baixo que apenas sorriu, era o seu sorvete favorito. Morango. Não que o gosto fosse realmente o melhor, mas Jin gostava de rosa, então ficava feliz ao ver uma cor tão bonita em algo com um gosto tão incrível.

Passaram a manhã juntos apenas observando as apresentações pelo bairro, depois voltaram para almoçarem no refeitório da empresa juntos com os outros. Durante o almoço, Jin percebeu o quanto a vida lhe proporcionou coisas e pessoas boas, seus amigos e staffs eram um exemplo. Agora ele tinha amigos verdadeiros, não seria um ex namorado que tiraria sua paz, certo?

Depois do almoço, voltou ao seu quarto e dormiu a tarde toda. Como tinha combinado com Namjoon mais cedo, eles iriam ver uma apresentação novamente em Hondae logo a noite. Era uma apresentação de Rappers que estavam começando agora, e por Namjoon ser um Rapper famoso, ele queria observar os novatos. De acordo com Kim Namjoon, os Rappers de rua, mesmo não sendo conhecidos pela mídia, muitas vezes eram mais talentosos do que os Rappers que são vigiados por anos e anos por grandes empresas. As vezes, as empresas meio que conseguem destruir o artista e ele perde o essêncial de Rapper. Foi esse o argumento que Namjoon disse pra convencer Seokjin de ir com ele ao campeonato de Rappers que iria ter às 8 horas da noite.

E lá estavam os dois, disfarçados entre a população que também observava os artistas duelando entre si. Namjoon estava feliz ao assistir aquilo. Ele um dia já tinha sido um artista como aqueles novatos, sem fama, sem um grande nome na indústria musical, mas ainda era um grande Rapper.

— Está tão feliz assim de ver os duelos? - Seokjin perguntou vendo o outro olhar pra si e sorrir.

— Claro que estou, Seokjin, eu nasci pra fazer Rap, então eu sei que esses caras estão lutando pelos sonhos deles de também fazerem Rap e viverem disso. Não é algo incrível? - sorriu pra Jin e voltou a observar as apresentações.

Jin achava incrível o quanto os olhos do mais alto brilhavam enquanto o mesmo encarava os que estavam em um pequeno palco improvisado.

Namjoon lutou muito pra conseguir ser um Rapper de sucesso, e ele sabia que foi difícil pra ele também. O mais incrível de tudo era ver a humildade que ele tinha ao voltar nos lugares que frequentava antes da fama grandiosa do grupo. Namjoon tinha um bom coração, Jin sempre soube disso. Ele irritante e o chamava de Princesa Pink, mas tinha um bom coração.

E um corpo gostoso pra caralho.

Mas claro, isso ninguém precisava saber, então Jin apenas guardou esse pensamento pra si e voltou a observar as apresentações junto ao outro que mantinha os olhos brilhando ao ver o quanto os artistas eram realmente bons, apesar de novatos.

(...)

— Vamos pegar um táxi e voltar pra empresa. - Namjoon disse pra Jin quando o show já tinha terminado.

— Nam, eu tenho que ficar um pouco aqui, vou comprar uma coisa pra o Jimin em uma loja aqui perto. Pode ir na frente que depois eu pego um táxi e volto ao dormitório.

— Hum... tem certeza? Tá tarde e... espera, deixa eu olhar a hora. - Namjoon tirou o celular do bolso e percebeu que o celular estava descarregado.

— Descarregou? - Jin perguntou rindo vendo o maior suspirar de raiva.

— Sim, o jeito é eu voltar com ele descarregado mesmo. - colocou o celular de volta no bolso - Eu vou pegar um táxi e ir agora. Não demore muito, okay? 

Encarou Jin que apenas riu e assentiu, logo se despediram.

Sendo assim, Namjoon voltou para o dormitório e Seokjin permaneceu  naquele bairro. Entrou em uma loja e comprou algumas coisas para Jimin. Ele sempre foi apegado ao pequeno, por isso o pequeno sempre pedia alguns agrados pra si. Jimin era fofo e por isso sempre conseguia presentinhos do mais velho que não conseguia recusar a fofura do garoto. Jimin era a peste mais fofa do grupo e Jin riu ao lembrar disso enquanto comprava alguns acessórios e fones de ouvido para o menor. 

Depois de meia hora, decidiu ir para o lado da cidade onde os táxis passavam de quinze em quinze minutos. Para o azar de Jin, ao invés de pegar o caminho normal, ele pegou um atalho. O problema era ter pego justamente um atalho em uma rua escura e perigosa pra si. Não que fosse muito longe da empresa, mas também não era muito perto assim. 

Veja bem, mesmo Jin sendo maior de idade, ele continuava sendo um rapaz bonito e sensível. Teve medo de atravessar aquela rua deserta. Sentiu uma pessoa atrás de si o seguindo, então decidiu apressar os passos, porém, foi chamado pelo seu nome e reconheceu aquela voz. 

Ele não queria ter ouvido a voz dele. Então logo em seguida se virou pra confirmar se era mesmo a voz de quem imaginava, e realmente era. 

O Pai de Wook estava ali. Jin sentiu medo e raiva, depois se questionou o motivo daquele maldito estar ali o olhando com um olhar provocador. O medo de Seokjin era tão intenso que mesmo pensando em gritar, nada saia. Nenhuma palavra, nada mesmo. 

O mais velho se aproximou de Seokjin rapidamente e Seokjin sentiu algo indo atrás de si. Era os dois capangas do pai de Wook. Chutaram-lhe as costas e Jin caiu aos pés do maldito Senhor. Aquilo doeu muito e o mesmo deu um grito alto de dor emquanto recebia mais alguns golpes. Por sorte, os golpes não lhe acertavam a face, apenas o restante do corpo.

Chutes, sôcos e empurrões.

Jin estava fraco, seu corpo tremia de dor e cansaço. Quis que Namjoon voltasse pra socorrê-lo, mas sabia que isto seria impossível. A essa hora da noite, Namjoon já estava chegando no dormitório e prestes a dormir. Não havia como escapar da setença, Jin oficialmente estava encurralado.

Por um instante teve medo de morrer ali. Afinal, porquê depois de tantos anos o pai de Wook ainda queria infernizar sua vida? Isso não fazia sentido pra Jin, pensou enquanto recebia chutes dos dois capangas.

— Me deixa em paz! Porquê faz isso? - Jin tentou questionar mesmo com dificuldade pra respirar, ele estava ao ponto de quase desmaiar.

— Eu vou ser direto com você. Se quiser se manter vivo e saudável por muito tempo, vai ter que fingir que não me conhece e não dirá pra ninguém que tive o desprazer de tê-lo como genro. Essa é a forma de alertá-lo do que acontecerá caso você disser a alguém da empresa que me conhece.

Seokjin continuava estendido no chão encarando aquele monstro em sua frente, ele não entendia o que o mais velho queria dizer com tudo aquilo. Nada fazia sentido pra si. 

O mais velho então continuou:

— Em breve estarei na empresa e negociarei algumas coisas, não quero um garotinho como você no meu caminho atrapalhando minha vida financeira. Eu vi seu pequeno passeio de hoje, azar o seu que aquele seu amiguinho não está aqui pra protegê-lo como fez o dia todo. E mais uma coisa.... não diga a ninguém dessa nossa conversinha. Se eu souber de algo, farei coisas piores com você. Está avisado, não é porque agora tá famosinho que deixou de ser a puta que desvirtuou meu filho.

(...)

 

O cretino e os capangas sairam em um carro e o deixaram naquela rua escura e solitário. Seu corpo todo doía, sua mente estava confusa e as lágrimas insistiam em cair do seu rosto amedrontado. Por um instante pensou em ligar pra Namjoon, mas o telefone do mesmo estava descarregado. Quis a proteção do maior. Quis que o maior sentisse o perigo e viesse até si, mas isso não é um conto de fadas e ele não voltaria pra buscá-lo.

Decidiu ligar pra uma das pessoas mais centradas que conhecia e que não espalharia falsos boatos pela empresa inteira: Yoongi.

Min Yoongi podia não ser o doce de pessoa, mas era um amigo confiável e maduro. Com dificuldade ligou algumas vezes e depois de algumas chamadas, o outro atendeu.

Como não tinha forças pra se levantar e caminhar rumo a um táxi, se deixou permanecer naquele chão frio e sujo aguardando o amigo de grupo. Ficou chorando, pensando em como explicar sua situação. Seu peito doía, seu corpo tinha pontos arroxeados. Ele sabia que os cortes na perna não eram graves, mesmo assim doíam. E o pior era que ele sentia estar em um pesadelo, e na verdade parecia realmente um.

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...