História IMAGINE, UGH! - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Estágio, Imagine
Visualizações 0
Palavras 1.992
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - End


Sua versão on:

"Isso importa, eu gosto, amo você!"

Ele disse.

Sim. Ele disse. É. Tantas pessoas já me disseram essas mesmas palavras, e todas me abandonaram. Menos meus pais. Se aceitar isso, que acontece?

Jimin chamou de selvagem por querer apenas me defender.

Algo bem idiota… Poderia voltar lá e dizer: ah, acontece, realmente fui isso.

"Então, deixe dizer algo!"

"Sim"

"Ela começou. Empurrou na verdade enquanto estava quieta."

"Então, compreenda que vivemos em culturas diferentes, se eu lhe disse aquilo, não foi querendo ser algo pior, ou te tornar! Foi apenas por dizer, enfatizando! Mas tudo bem, não mudará em nada, você vai embora da mesma maneira. E nada posso fazer. Ah, s/n… Esse mundo não pode apenas deitar e bolar em seus pés."

"Sinto muito, então!"

"Vai então?"

"Eu preciso pensar. Preciso resolver uns problemas, não… não toque"

Ver-lo sair daquele quarto acabado, fez virar a pior pessoa desse mundo. O orgulho gera isso.

Às vezes só queria não ter nada, ou conhecido ele. Penso assim por que o machuquei. Eu não presto!

***

Ao chegar de volta em meu país, sentei-me no chão do aeroporto, enquanto isso todos passam por mim encarando como se fosse louca, respirando as minhas origens. Papai se aproximou, pegando minha mochila, e abraçando.

"Está em casa agora."

"É."

Nunca chorei de verdade na frente do meu pai, apenas fingia para querer algo, e era atendida com muito orgulho.

"Oh, bebê, papai tá aqui…"

" Pai, eu sou mimada?"

"Oh, por que fala isso?"

"Sei não."

Senti o sol na pele, era verão, e nunca pensei em desejar tanto isso, e escutei meu pai falar sobre que a minha mãe está fazendo. Na verdade, ela nem está doente, falsamente disse que estava, assim era o seu plano para ter de volta em seus braços.

Papai descobriu, pois a médica geral, que se formou em psicologia, conversou com meu pai em segredo, dizendo tudo, exatamente tudo. As enfermidades que sofre, é apenas algo mental inventado.

"Sobre você ser mimada…" - Meu pai pagou um belo de um cachorro quente recheado, e um copo de suco de laranja. "É de fato genético"

"É?"

"Sim, sabe, sua mãe, ela inventou como disse. A personalidade formada, espelhada na qual você se tornou hoje, é por causa da mamãe."

"Pai, pufff, eu não sou tão…"

"Você quando não queria ir para escola, fingia doença. E colocando os meninos que não gostava muito, mandavam todos para diretoria. Suas amigas, ainda, às têm?"

"Todas eram umas vadias!"

"Não, era por que você, filha, odiava quando elas iam contra seus princípios, e qualquer coisa era um big: me adorem! Se não, vai embora, olha que aconteceu, eu e sua mãe, suas BFF!"

"Pai, estou tentando mudar."

"Está?"

Pensei meus conceitos e histórico. Quanto mais dizia que vou mudar pensar no próximo, mais pensava em mim, e o como precisava da atenção.

"É, meu… ex… me disse a mesma coisa…"

"Estou contente pelo seu desejo para mudança"

***

Ao chegar, por fim, na minha casa, abracei minha mãe que estava com uma tosse seca, e bastante corada, e mais Magra. Ela contente, antes mexia uma sopa de legumes, no qual deixou de lado para abraçar.

"Meu deus, filha, jamais saia de perto! Eu te amo tanto, filha"

"Mãe, estou bem. Voce parece bem"

"Ah, umas dores nas costas, mas… Vou melhorar, meu bebê!"

"Tá bom, querida. Ela precisa descansar."

"Pai, eu preciso falar com vocês, mais tarde."

"Tudo bem"

Meu quarto estava exatamente igual. As coisas estavam no mesmo lugar, e meu mural de fotos só tinha eu e meus pais, sem muitos amigos. Repensei em minhas atitudes, e sentei-me na cadeira da escrivaninha, e pensei no Jimin, e o quão bondoso foi para comigo, eu, egoísta tentando ser alguém... Por uma razão tão boba, terminar daquele jeito...

Ele tinha razão sobre quase tudo, não poderia deixar diminuir sempre a cada vez que errasse.

Estava tão cansada que dormi chorando pensando na minha vida. E no que faria.

Na manhã seguinte, acordei com a minha mãe me acariciando, e em pé, papai segurando uma bandeja recheadas de torradinhas, e geleia de morango, frutas vermelhas, e copo de suco de laranja forte.

"Bom dia."

"Bom dia, filha. Fizemos um café especial"

"É, percebi"

"Você está bem?"

"Estou, e você mamãe?"

"Muito melhor agora, vendo você aqui de volta"

" Eu preciso falar com vocês sobre uma coisa… É muito importante, e espero que entenda à minha Concepção viver por conta própria; mãe, pai, eu amo muito vocês, mas a partir de hoje, minha vida também pertence à alguém que espera no outro lado do oceano. Entendo que meu sonho sempre foi à França, por incrível que pareça, os franceses são tão "eu em primeiro", e estava tão cega que me tornei egoísta, iguais a eles, só pensava em meus princípios, não que seja péssimo! Mas espero que me entendam, lá onde irei não é a Coréia do Norte, é o sul, onde está meu sol, minha Neve, eu quero que vocês tenham ciência de hoje, sejam sinceros comigo, segurem minha mão, porém também, me deixem voar! E NEM quero que vocês fiquem presos a mim, eu tenho alguém que me espera além de vocês. Eu vou voltar muito forte e mudada. Mamãe eu espelhei bastante em ti, então cresci uma criança maluca, no sentido do egoísmo ter crescido, e só pensa nos próprios princípios sem usar a verdadeira empatia; papai você me ensinou algo importante ontem que foi ser verdadeira, e ter amigos. E, hoje é meu último dia, nas próximas vindas será para visita!"

Esperei um show da minha mãe, mas ela não fez nada além de abraçar, e dizer que sentia muito por não fazer de mim uma criança normal, e sim uma criança que só pensava em si própria. Papai apenas chorou, e abraçou logo em seguida.

***

Dois meses depois:

Assim que cheguei na Coréia do sul, corri desesperada pelos andares do aeroporto procurando uma saída, com o coreano básico dos básicos, consegui um táxi. Mostrei o endereço ao motorista que pouco sabia falar inglês.

Ao chegar no destino, a casa da senhora, paguei o táxi, e as minhas malas, corri tropeçando, abri o portão, e respirei fundo. Meu coração doía tanto.

A senhora apareceu do nada com várias sacolas do mercado, manejava os plásticos nervosa, e se assustou ao me ver. A unica coisa que perguntei foi sobre Jimin, claro, ela mal respondeu, encarou fazendo assim a confirmação de seus pensamentos: ela estava com Chim sobre o meu teto. Eu sabia!

Ela apenas respondeu que ele tinha ido prestar cursinho para ganhar bolsa gratuita na faculdade privada. Nunca que soubesse. Apenas o enxergava como homem, e desaparecer, voltar com livros. Esse pouco tempo que ele me buscava, aparecia com novas idéias e conceitos sobre algo, nem o estimulava a pensar. E nunca dizia nada, nem perguntava como estava, apenas queria mais, algo mais o prazer.

Isso era errado.

Perguntei o endereço local, ela me disse como se tivesse sendo obrigada, e fiquei atordoada, pois não sabia como chegar lá, perguntei para ela novamente o que iria fazer, se estava trabalhando, queria que me fizesse um único favor.

"Eu estou ocupada"

"Senhora, em todo tempo que estive na sua casa nunca lhe pedir nada além de comida e dormida, e mesmo assim meus pagavam minha estadia, vi sua atenção voltada para ele, tudo que Chim fazia era errado e horrível, quem é para julgar alguém que está debaixo do mesmo teto e tem o mesmo sangue, e jamais fez nada de errado? É seu sobrinho que está la, alguém que vai ficar lado segurando sua mão, e dando segurança, na velhice. Respeite esse momento, e vá pelo menos ver seu filho!"

"Olha, se ele não passar, eu não sei que faço!" - Ela respondeu depois de um breve silêncio.

"Ele vai passar!"

Durante o trajeto inteiro, fomos em silêncio, e por mais que seja algo curioso, depois de cometer algum erro sempre penso neles por dias, ou anos, e isso aconteceu com a vida que deixei para trás, sentada ao lado da senhora, sorri sem graça, e completei:

"Desculpe pelo que disse, estava bastante cansada, ainda estou, mas isso não justifica. Justifica?"

"Melhor calar a boca. Só vim pra cá, por que você é uma ótima menina, e abriu meus olhos de alguma forma."

"Eu… tá."

Chegamos em uma enorme instituição, foi difícil saber onde ficava a sala de testes, havia milhares de alunos de todos os cantos fazendo no mesmo dia, parecia algum festival. Pais de lado de fora, com presentes ansiosos pela saída dos filhos, mães sozinhas segurando bolsa de comida, pais sorridentes com filhos mais novos.

Era essa a recepção pós teste.

E se Chim, saísse e não enxergasse ninguém?

Mas fizemos diferente. Quando começou a sair turma por turma, pessoas e encontrando seus filhos e tirando selfies, ficamos esperando ele curiosas, levantando os olhares por cima da multidão. De repente, meu corpo inteiro paralisou, meus olhos não conseguiu distinguir reação e ação, segurava um buquê humilde de girassol, segurei tão firme, que machuquei meu dedo menor, sussurrei para mim mesma que o amava tanto, e quão incrível era. Do meu lado, a Senhora cruzou as mãos, e pela primeira vez, não a vi reclamar, apenas correu em direção do rapaz que também estava emocionado.

Abraçou-o, e disse algo em coreano, que aprendi a escutar e entender: Desculpa.

Depois, eu caminhei até ele, e disse:

"mian haeyo"

Senti seu coração acelerar, e apertar nós duas com todo entusiamo.

***

"Eu pensei que você tivesse ido embora de vez. Fiquei extremamente… Sabe…"

"Estava resolvendo algumas coisas. Por exemplo, ter visto permanente"

"Como o que?"

"É, meu chefe, da editora, ele me deu emprego com garantia, fechei o semestre na universidade, conversei com meus pais, a minha vida inteira sonhando com francês, e caí aqui por acaso, e conheci você. Pode parecer loucura, mas paixão, paixão não, amor! É algo tão bom. Estava vivendo esses dois meses fora, mas meu pensamento era você. E estou orgulhosa pelo que fez."

"Não te entendo"

"Desculpa."

"Voce me deixou"

"Fui apenas melhorar meu caráter."

"Não pode apenas ir, e voltar como se nada tivesse…"

"Aconteceu, infelizmente!" - segurei o rosto dele, passei meus dedos desenhando seu maxilar, e beijando o pescoço do mesmo. - "Mas, eu voltei."

"Vai voltar se eu disser algo de errado?"

"Provavelmente teremos uma dr"

Ele sorriu. Beijou-me.

De tanto considerar que o melhor beijo foi aquele, aquele e aquele outro, todos os beijos foram incrivelmente magníficos, sem expressões coerentes para uma explicação plausível, ele era tão romântico, diferente de mim, uma pessoa sem educação, na verdade, safada!

Eu acariciava suas costas, e às vezes cravava as unhas mal feitas por cima da roupa, fazia com que ele puxasse mais para perto.

Tenho a certeza que Jimin tinha várias interrogações, a principal ele deixou escapar:

"Por incrível que pareça, eu deveria odiar o amor partir de agora, foi mais uma decepção… Mas vi que não daria certo ficar com raiva da pessoa que viajou novamente só para estar aqui!"

"Ah, não faz sentido você ficar com raiva de mim, e minha vida? lá fora? minha vida no meu país que deixei para viver no teu país. contraditório seria se isso acontecesse. Entendo os motivos, mas precisamos de um grande espaço. Eu quero construir uma vida com você… por isso estou nesse país. Se tiver que morrer mil vezes, ressuscitar mil vezes, pediria para nas mil, estar ao seu lado!"

Encarei-o por Minutos, e seus olhos brilhavam tanto, e parecia estar emocionado. Também estava. E a única coisa que pedia aos céus era de nunca cometer erro por causa do meu orgulho. Olhando para ele, um anjo, comecei a trabalhar em meu comportamento.

"Eu te amo tanto"

Ele me beijou, e estávamos em um ritmo perfeito, um belo movimento lento. Experimentando cada textura carnal. Tocávamos sem vergonha nenhuma, parecia que conhecíamos nossos corpos, e cada defeito, cada sinal e cada gosto. Sim, eram um só. Eu senti-o pela primeira vez, e foi magicamente perfeito. Beijar seu pescoço, e ver sorrir, ajudando a tocar-me sem pudor. A respiração ofegante, e corações bombeando rapidamente. Nós sentíamos. Os gemidos tornaram pecadores, tornou gozo de satisfação. Descrever isso em meus pensamentos, e reviver o que aconteceu há minutos, faz ser a pessoa mais feliz. Então, ele me abraça de conchinha, e beija meu ombro.

" Boa noite, s/n, eu te amo"



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...