História (Imagine) Voodoo Doll - BamBam (GOT7) - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens BamBam
Tags Aimeudeus, Bambam, Especial Halloween, Got7, Got7 Smut, Hentai, Imagine, Imagine K-pop, Imagines, K-pop, Oneshot, Porrajhope, Smut, Smut Got7
Exibições 650
Palavras 2.419
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGAY DE NOVO
SIM
DOIS EM UM DIA
ADORO
FIZ ESSE HJ MESMO
GOSTEI DEMAIS MIGAS
BEM, VAI TER MAIS ESPECIAL DE HALLOWEEN, VOU FAZER DAQUI A POUCO, SÓ N SEI SE POSTO NÉ IOAHSAIHSA
ESPERO Q GOSTEM
BJS

Capítulo 1 - Won't you please stop loving me to death?


"Se eu não posso te dar, pise em mim 

Ninguém consegue tratar você imprudentemente 

Seja qual for a razão, você precisa de mim 

Eu que me tornei um boneco para lutar por você" 

(Imagine) Voodoo Doll - BamBam 

Os olhos dele aquela noite estavam com uma cor diferente. Vermelho. A cor do feitiço que ele receberá de uma Feiticeira que o queria de qualquer jeito. 

Tomado pelo desespero quando ficava sã, ele corria atrás daquela que fez sua vida um inferno. 

(S/n), filha de Hades com uma mundana, era a personificação do mal, desejo e desespero de BamBam. O mais cobiçado da pequena Aldeia onde o mesmo mora com seus familiares. A Feiticeira - ou Bruxa, como todos da pequena Aldeia a chamam -, era temida por todos os homens que lá habitam. Historias sempre circularam de que a mesma escolhia seu amado e fazia o mesmo cair em seu encanto, todos saberiam quando ela teria "O Escolhido". Seria em uma noite de lua cheia, os lobos estariam inquietos e os bebes não iriam parar de chorar. Um homem iria sumir e sua mãe iria gritar entre os quatro ventos, levando todos os moradores lamentar por mais uma vez aquilo que acontecerá. 

O Escolhido iria voltar na manhã seguinte, onde todos esperavam, seus lábios inchados, o olhos que antes vermelho voltavam ao normal, apenas usando um moletom e em seu peito esquerdo, logo em cima onde bate seu coração enfeitiçado, estaria a marca da (S/n). Suas iniciais com uma estrela ao lado, mostrando que aquele não tinha mais saída, seria confinado até o fim de sua vida, ou quando ela enjoar do homem ou ele ter um fim trágico se matando. 

O destino daqueles pobres homens era incerto e BamBam percebeu isso quando decidiu enfrentar aquela que amedrontava seu lar. 

 

O homem pisava fortemente contra os galhos da floresta que tinha perto da Aldeia. A lenda era que sua casa ficava perto da colina, onde era o fim da densa mata. Ele estava irado, seus olhos ardiam em raiva, em sua mão estava uma tocha, o fogo crepitava na madeira, fazendo uma melodia junto aos galhos sendo quebrados. Era uma noite fria e sua mãe acordará gritando novamente com o pesadelo que a ronda desde que o garoto completou suas 19 primaveras no começo do mês. 

A Feiticeira aparecia no sonho de sua mãe, rindo de seu desespero, ao seu lado, BamBam era segurado pelo pescoço com os olhos vermelhos, ele parecia não respirar, e com um aceno negativo vindo da temida, o pescoço dele era quebrado e a mulher adormecida acordava chorando e chamando pelo filho que chegava rapidamente até sua mãe, que mostrava alivio ao ver o filho com os olhos da cor que nascerá. 

Mas aquela noite foi a última gota da paciência de BamBam. Era como uma goteira no teto e pingos caiam toda noite e naquela noite especifica, a vasilha transbordou. 

O garoto chegará no centro da floresta e gritará de raiva, espantando os corvos que lá estavam, uma risada fora ouvida por BamBam, e ele passará seus olhos em volta, não encontrando nada além do verde escuro. 

— Meu amado chegará mais cedo. — A voz de (S/n) ecoou pela mata, um arrepio surgiu na espinha de BamBam e ele se encontrou arrependido de ter ido confrontar a Feiticeira. 

— O que você quer de mim? — O garoto perguntou dando um giro, olhando em sua volta e não encontrando nada. Ele sentia os olhos dela a observando e a avaliando. — Deixe minha mãe em paz! 

— Amor. — (S/n) apenas disse, BamBam fez uma expressão de confusão. — Eu quero seu amor. 

— Mas eu não te amo! — Ele respondeu parado olhando para a mata a sua frente, uma movimentação o chamou atenção. 

— Ainda. — Ela sussurrou atrás do mesmo, que virou rapidamente, colocando a tocha em sua frente, encontrando o rosto da mulher que assombrava toda a Aldeia. 

Ele esperava qualquer coisa, menos aquela aparência. 

Seus olhos estavam em um tom amarelado forte, mostrando o quão poderosa ela estava, sua expressão era totalmente delicada. Seu cabelo estava em um alto rabo de cavalo, seu corpo estava justo em uma roupa de couro e em seus ombros estava uma capa vermelha, como nas historias em que sua mãe o contava para dormir quando tinha nove anos. 

— (S/n)? — BamBam perguntou em um murmuro 

— A própria. — Ela respondeu rondando o garoto que acompanhava seus movimentos. — Como anda a minha reputação lá na Aldeia? O ultimo disse que eles iriam vir me buscar, me preparei para isso. — Ela continuou, parou na frente do mesmo, passou seus dedos que continha anéis e sua unha era enorme, no rosto liso de BamBam. — Mas todos que vieram me confrontar morreram. Aquele Escolhido não era o certo. — Ela finalizou dando dos ombros. 

— O certo? — BamBam perguntou se afastando da mão gelada da Feiticeira. 

— Eles irão vir me caçar novamente, BamBam. — ela respondeu em um suspiro. Todo Escolhido fazia a mesma pergunta, eles não contavam as historias dela na Aldeia? Custava contar essa parte? — E meu Escolhido deve me proteger. 

— Eu não irei te proteger. — Ele disse jogando sua tocha em direção a (S/n) que desviou rapidamente sumindo do local onde se encontrava, sobrando apenas uma fumaça. 

— Seu amor tem que ser forte o suficiente, não tem escolha. — Ela respondeu atrás dele, que virou assustado a encarando. — Você chegou mais cedo, eu iria te encontrar só em dois meses. — Ela falou chegando mais perto do garoto. Pegou o mesmo pelo pescoço e com uma rapidez sobrenatural, chegará no cômodo de sua casa, seu quarto. — Eu irei fazer você me amar, BamBam. 

— Isso é impossível, eu amo outra pessoa. — Ele respondeu com dificuldade na voz por ainda estar com seu pescoço apertado pela a mais poderosa. 

(S/n) gargalhou, soltou o garoto a sua frente que caiu no chão de madeira, ela gargalhou como nunca havia gargalhado a anos. BamBam se sentiu envergonhado. 

— Não ama. — Ela retrucou. — Você ao menos nunca beijou uma garota! — Ela disse colocando as mãos em seu quadril e olhando o mesmo ainda caído no chão com o rosto vermelho. 

— C-o-como você sabe disso? — BamBam perguntou se encolhendo no chão, suas costas estava apoiada na cama do cômodo. 

— Eu sei tudo sobre meu Escolhido. — (S/n) respondeu dando dos ombros, retirando sua capa, soltando seu cabelo, ela estava de costas para o garoto que olhou em volta, viu a porta de madeira fechada, era a saída daquele pesadelo. — Não vai conseguir. — A Feiticeira cantarolou, ainda retirando os anéis de seu dedo, BamBam a olhou surpreso.  

Ela se virou para o mesmo, que mantinha seus olhos no corpo dela. Ela chegou lentamente ao corpo do garoto, pegou ele pelos braços e o sentou na sua cama. Os olhos de BamBam não saiam do corpo de (S/n), ele não conseguia. 

— Por quê eu? — BamBam perguntou engolindo um seco, ele observou (S/n) começar a retirar sua roupa. Primeiro sua camiseta preta, seus seios ficaram livres, sem nada para tampa-los, a mulher mordia o lábio fortemente olhando para o garoto que a observava sem piscar. Seus lábios abriram em surpresa. 

— Por que é você. — Ela respondeu chegando mais perto de BamBam que ao tentar se afastar, se deitou na cama. (S/n) sentou no colo do garoto e sentiu uma pequena protuberância embaixo de si. Por Hades, ela só tinha retirado a camiseta! 

— Você vai beber meu sangue? — Ele perguntou em um fio de voz. A Feiticeira o olhou incrédula, agora quem abria os lábios em surpresa era ela. 

— É isso que contam lá na Aldeia? — Ela perguntou brava e BamBam assentiu sem desviar os olhos. (S/n) deu uma risada maldosa e chegou perto do rosto do rapaz, a respiração de ambos se misturaram. — Eu não irei beber seu sangue. — Ela respondeu e o garoto suspirou em alivio. — Irei beber outra coisa. — Ela finalizou e logo depois tomou os lábios do garoto que não teve tempo de contestar sobre o que ouvirá. 

Ele correspondeu, por pura vontade, sem feitiços por parta da outra. Era isso que ela queria, o amor voluntário, seu feitiço iria só colocar mais intensidade no sentimento. 

(S/n) beijava com fervor os lábios do garoto, o mesmo não sabia onde colocar suas mãos, no começo eles ficaram parado em cima dos lençóis, mas ao sentir a mesma rebolar em seu colo, ele passou apertar o traseiro dela, fazendo ela rebolar mais forte contra si, ela deu um leve gemido e seus beijos foram para seu pescoço, ela deu uma mordida perto de seu pomo de Adão. BamBam tentava segurar seus suspiros, ele iria transar pela primeira vez, e iria ser com a Feiticeira mais temida de sua Aldeia, o quão puto seus conhecidos e familiares irão ficar? Ele não sabia e não queria pensar nisso, não naquele momento. 

As mãos de (S/n) desceram até o abdômen do garoto, fazendo ele encolher involuntariamente, as unhas da Feiticeira arranhavam o corpo do homem por cima das roupas. Ela passou suas mãos por baixo da camiseta dele, levantando para retirar. BamBam levantou seus braços sem protestar, ajudando retirar a camiseta, (S/n) começou beijar toda a extensão que agora estava sem a vestimenta. Ela deu um chupão no peito direito de BamBam, apenas para ele se lembrar que tudo o que ocorrerá naquele momento, não foi fruto de feitiço. A Feiticeira desceu seus beijos até o cós da moletom que BamBam usava, percebeu o quão duro ele já estava e isso aumentava o ego dela dez vezes mais. 
 

Ela retirou seu moletom junto  a sua cueca, e o garoto ao se sentir exposto ficou com vergonha, seu rosto estava vermelho e ele não conseguia olhar em direção a mulher. (S/n) pegou seu membro e começou a estimular, BamBam soltou um gemido alto e logo colocou sua mão em frente aos lábios, ela deu uma risada e observou atentamente as expressões do garoto que se remexia e gemia agora sem vergonha. 

— V-vai mais rápido. — BamBam pediu em um fio de voz, ele pousou seus olhos na mulher que estava ajoelha em sua frente, ele urrou quando (S/n) começou a chupa-lo. — Oh, Deus. 

A mulher chupava sua extensão com maestria, sem pudor, lambia, apertava e sugava todo o membro do garoto que gemia espantado com o que ele podia sentir. Isso era muito melhor que suas próprias mãos. 

Era maravilhoso, insano, errado e pior, ele estava amando. BamBam gemia palavras incompreensíveis e pode sentir seu corpo relaxar quando gozou. (S/n) fez o que disse, tomou toda sua porra, sem deixar qualquer tipo de resido, ele respirava com dificuldade, um de seus braços tampava sua visão e ele não pode ver a mulher retirar o resto de sua roupa e logo sentar em cima do mesmo. Ela fora de encontro com o membro do garoto que naquele momento já não estava duro, mas isso iria mudar. (S/n) beijou levemente os lábios do garoto que retribuiu, seus cabelos agora estavam sendo puxados por ele, ela gemia excitada, querendo mais. Ela voltara a rebolar, fazendo atrito em ambas intimidades e resultando no BamBam ficando excitado novamente. 

Ela queria mais, queria tudo e ela teria. BamBam tomou a liberdade de apertar os seios da mulher que gemeu em aprovação, seu corpo ainda fazia atrito com o dele, ela não iria aguentar mais.  

O garoto começou a passar seus lábios por toda extensão do pescoço da mulher, seus seios eram estimulados, o garoto deixando o cansaço e o resto da vergonha que sentiu, começou a movimentar sua pélvis, fazendo uma encenação, como se realmente tivesse penetrando a mulher. Sua paciência fora esgotada quando os lábios de BamBam fora para os seios dela, (S/n) pegou o membro do garoto e dirigiu até sua entrada, ela deslizou sem qualquer problema, sua intimidade estava molhada em um nível nunca descoberto por ela.  

Seu corpo subia e descia, fazendo seus seios saltarem de acordo com os movimentos que fazia, BamBam gemia alto, gemia o nome da feiticeira que gemia o nome do mesmo. 

Fora intenso, excitante, e o melhor ainda, satisfatório. 

— BamBam! — (S/n) gritou o nome do garoto que murmurou em resposta, os movimentos estavam mais rápidos e uma das mãos do garoto que se encontrava na cintura da mulher a ajudando, deu um leve tapa no traseiro da mulher que gemeu em deleite. 

O garoto chegará ao seu limite novamente, relaxando na cama, (S/n) ainda cavalgava em seu colo procurando o próprio ápice, que não demorou a chegar. Ela deitou no peito do garoto que respirava com dificuldade e olhava para o teto. Talvez, ele tenha se apaixonado, sem nenhum feitiço. 

— Et hac nocte et semper, tibi sunt mea. Sub sole et luna et stellis.* — (S/n) murmurou perto do ouvido de BamBam, o garoto não entendeu aquelas palavras proferidas e olhou em duvida para mulher que o encarava, ela com um gesto nas mãos, fez uma pequena fumaça rosa ir em direção aos olhos dele, BamBam apagará sem reagir ou muito menos tentar entender o que aconteceu. 

 

BamBam acordará onde viu pela primeira vez (S/n), talvez tudo aquilo não fora um sonho? Seu peito ardeu em pensar que sonhará com uma mulher como ela. 

O vento bateu em seu corpo e ele arrepiou, sentindo que estava sem a camiseta, olhou para seu peito e lá viu o símbolo tão falado nas lendas contadas pelos moradores da Aldeia, as iniciais da bruxa ao lado de uma estrela o assustaram de uma forma que ele levantou rapidamente, indo em direção á seu lar. Ele tropeçava nos galhos e pedras, seu moletom estava sujo e rasgado na coxa, seu corpo estava dolorido e sua respiração entre cortada. Por que ele se sentia estranho? 

Seus passos lentos fizeram o mesmo chegar até a Aldeia, onde todos estavam reunido, talvez o procurando? Um grito de uma mulher fora ouvido ao perceber o garoto saindo da floresta. 

Murmúrios foram ouvido quando ele chegou em uma distancia suficiente, sua mãe desmaiará e ele não entendendo o que aconteceu, tentou acudi-la, mas fora impedido pelos outros moradores. 

— Veio mais cedo. — Um homem grisalho disse olhando espantado para BamBam. 

— O que veio mais cedo? — Ele perguntou olhando em volta. 

— Seus olhos, — o carpinteiro da Aldeia começou. — está vermelho, criança. 

BamBam se assustou, então não fora um sonho, ele estava condenado. 

"Me conte a ira que se esconde dentro de você 

Minha carne eu estou te oferecendo 

Eu vou me devotar para sua felicidade" 

 

*Et hac nocte et semper, tibi sunt mea. Sub sole et luna et stellis. [E essa noite e sempre, você é meu. Sob o sol, a lua e as estrelas.] 



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