História Imagine Xiumin: Boneco de Porcelana - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chen, Kris Wu, Personagens Originais, Xiumin
Tags Exo, Família, Imagine, Mortos, Romance, Xiumin
Visualizações 228
Palavras 784
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Nova casa


Terminou de colocar as malas no quarto quando notou aquele belo boneco, tinha o tamanho de sua irmãzinha de 5 anos e usava um traje típico da era vitoriana, seus olhos azuis e vazios pareciam encará-la em cima daquela estante de madeira que ficava ao lado da janela cinzenta, encarou o boneco colocando as mãos na cintura fechadas em um punho.

— Ele parece de algum filme de terror. — disse seu irmão mais velho aparecendo no quarto a assustando, riu satisfeito e escorou na porta aberta. — Não concorda?

— Não, ele é bonito demais para isso. — aproximou-se do boneco e o pegou no colo encarando-o mais de perto e sorrindo com a beleza do mesmo, olhos puxados, cabelo castanho escuro curto e um topete, lábios pequenos e rosados, bochechas cheias e mãos pequenas. — Sabe se estava aqui quando nos mudamos? — virou-se para o mais velho e ele encarou o boneco cruzando os braços.

— Acho que sim, pelo que a mãe comentou a família que era dona dessa casa e tinham um boneco que cuidaram por gerações por um motivo, devem ter esquecido e logo voltarão para buscar. — respondeu olhando-a. — Se não buscarem provavelmente jogarão fora. — a mãe dos dois chamou o rapaz e ele bufou. — Mais trabalho para o garanhão aqui. — saiu dali deixando-a sozinha com o boneco novamente, ele despertava a sua curiosidade.

No jantar sua família conversava sobre alguns assuntos que inicialmente não lhe atraía, até que comentaram sobre o boneco, imediatamente virou-se para eles atenta e curiosa.

— Vão jogar aquela coisa fora? — perguntou seu irmão espetando a comida sem vontade de ingeri-la.

— Que coisa? — perguntou sua mãe em dúvida.

— O boneco.

— Verei se os antigos proprietários o querem, caso contrário jogarei sim. — respondeu sorrindo de canto.

— Deixa que eu fico com ele. — disse atraindo a atenção de todos na mesa. — Não precisa jogar fora.

— Não está grande demais para brincar com bonecos s/n? — perguntou seu pai arqueando uma sobrancelha.

—Vai ser enfeite. — respondeu levantando-se e pegando seu prato vazio. — Além do mais, não tenho muitos itens decorativos desde que a -nome da sua irmã- nasceu.

— De novo esse assunto? Ela é só uma criança. — repreendeu sua mãe.

— Que quebra tudo o que vê, não aguento mais. — disse ficando com raiva, saiu então da sala de jantar e foi para a cozinha colocar o prato na máquina de lavar louças, em seguida subiu para o quarto e lá estava o boneco na estante sentado encarando a parede.

1 semana depois...

Sentada na cama enquanto lia um livro, acabou pegando no sono e despertou no quarto, mas ele estava diferente e azulado, lá fora somente a noite assustadoramente sombria e solitária, dentro fazia muito frio. Com medo e curiosa olhou ao redor e notou que havia um rapaz adormecido próximo a porta fechada, mesmo com a cabeça baixa dava para ver sua semelhança com o boneco, levantou-se e foi até ele o cutucando, de imediato despertou e a encarou surpreso.

— O que faz aqui? — levantou e a rodeou querendo ter certeza do que via. — Por acaso morreu também?

— Como assim morreu? Não estou entendendo nada. — a encarou confusa.

— Kyungsoo saberá responder se morreu mesmo ou não. — pegou em seu pulso e a levou para fora dali, em seguida desceram as escadas e foram para a sala, lá havia um asiático de cabelo preto usando um roupão dourado e pés descalços, pele pálida e olhos grandes. — Psiu. — o rapaz virou-se e os encarou com ar de superioridade, seu cabelo com corte militar e a boca em formato de coração.

— Quer o que dessa vez vovô? — perguntou ele a surpreendendo.

— Veja como fala com os mais velhos pivete. — repreendeu semicerrando os olhos e sentando-se no sofá, sentou ao lado dele observando o rapaz, estava sentado na poltrona de pernas cruzadas.

— Fala logo o que quer.

— Ela está morta? — a olhou de cima em baixo e negou com a cabeça. — Como veio parar aqui então?

— Simples, ela deve ser médium, e se quer saber vovô. — levantou-se e apontou o jornal enrolado na sua direção. — Ela vai te ajudar a sair daqui como pediu para aquele verme.

—  Poderiam me explicar isso melhor? — estava confusa.

— Depois, — andou até o mais velho e fez sinal para que levantasse, assim que o fez apontou para a cozinha. — faça exatamente o que eu disser e você garota, ele é aquele boneco do seu quarto. — ficou paralisada com o que ele disse e em silêncio. — Assim que acordar procure em algum meio de comunicação ri... — despertou no mundo real e levantou-se rapidamente encarando o boneco, estava do mesmo jeito, olhou para a janela e ainda estava de noite.

— Só era um sonho. — riu e notou os olhos do boneco brilharem a assustando. — Ou não.



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