História Imagines Boku No Hero - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Lida Tenya, Midoriya Izuku, Personagens Originais, Uraraka Ochako
Tags Boku No Hero, Imagines
Visualizações 123
Palavras 1.307
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AEHEHEHEOE! não deu pra fazer a bomba de capítulos hoje ;-; sorry!

Aqui estamos nós com o capítulo do Tomura, uhul!

Informações básicas

S/N: seu nome
S/S: seu sobrenome
S/N/C: seu nome completo
S/A: seu apelido

Individualidade

1°) Possessão! A pessoa pode sair do próprio corpo e possuir outras pessoas, objetos e animais; ganhando também suas individualidades, habilidades e memórias.

2°) Atração Carnal! A pessoa vira um imã para órgãos do corpo. Funciona como o Magnetismo, mas ao invés de poder controlar metal, a pessoa pode atrair para si até corações e rins!

Pseudônimo: Lilith

Capítulo 15 - Senpai ❇ Shigaraki Tomura


Fanfic / Fanfiction Imagines Boku No Hero - Capítulo 15 - Senpai ❇ Shigaraki Tomura

Narrador Point Of Vision

Você estava andando pelas ruas movimentadas da cidade japonesa, andar entre as pessoas sem se esbarrar em ao menos um distraído era praticamente impossível. O único lado bom desse formigueiro era, para você, a facilidade de se abater algumas carteiras ou jóias dando bobeira. Sua roupa pouco chamativa também ajudava, principalmente quando a touca do casaco esverdeado de bordas peludas fazia sombra sobre seus olhos violetas feito duas ametistas redondas. Tu era conhecida, uma vilã famosa, principalmente nos Estados Unidos. O problema é que você acabou se metendo numa enrascada por lá quando acabou assassinando uma pessoa famosa e teve uma repercussão maior do que imaginava.

Você acabou sendo "salva" por um homem. Ele te ajudou a sair do país e assim acabou chegando no Japão, cometendo um crime que outro chamando a atenção da Interpol. Agora S/N/C, ou Lilith, como era mais conhecida estava sendo procurada insistentemente como gato corre atrás de rato. Claro que essa mudança deu uma apagada nos rastros, mas nada que pudesse te tornar invisível. Você tinha acabado de saquear uma carteira de couro dum empresário distraído no telefone dele, quando o seu próprio toca. Praguejou baixinho tirando sua atenção do dinheiro presente na carteira e dando atenção ao aparelho. Um número desconhecido brilha no ecrã fazendo-te estranhar. Desde quando recebia telefonemas anônimos? Atendeu mesmo sabendo dos riscos deixando a pessoa do outro lado da minha falar primeiro; se fosse alguma voz conhecida, continuaria tal assunto.

—...— Esperou, parada no centro da rua cheia de gente com as íris roxas fixas no horizonte.

— S/S-san — Aquele tom autoritário que você odiava ecoou pelo seus tímpanos.

— Fala logo — Foi ríspida recebendo uma risada convencida.

— Isso é jeito de tratar um velho aliado?

— Velho você é, agora aliado... — Retrucou. — Desembucha.

Algumas pessoas já começavam a te olhar estranho, não seria para menos: uma garota parada no meio do nada, com uma touca escondendo metade do rosto, falando no celular de forma ríspida e tendo sua atenção voltada para o além; é difícil se passar despercebido assim. S/N começava a ficar nervosa com isso.

— Você está me devendo um favor, se lembra? — Fechou os olhos lembrando que o homem tinha te ajudado a sair da América. — Quero te cobrar ele.

— Ugh.. E o que quer?

— Preciso de você como uma.. Tutora temporária do meu aprendiz. Ele precisa aprender algumas coisas e acho que você será útil.

Agora as pessoas que ainda não te notaram, haviam percebido uma garota de cabelos (cor dos cabelos) rindo histericamente com o telefone. Logo a risada acabou repentinamente, dando um ar enfático ao ato. 

— Querido, eu não sou babá.

— E eu não sou paciente, você me deve, S/N — O tom de voz dele ficou mais alto. — Do mesmo jeito que te ajudei eu posso transformar sua vida num inferno.

É, você sabia que era tudo verdade e não pretendia deixar irritado o portador do All For One.

— Onde e quando eu tenho que estar?

Antes de te mandar o endereço, e mesmo você não tendo visto, ele sorriu maldosamente. Esse plano era bem mais complexo do que imaginava.

* * *

15h em ponto fôra o horário estabelecido para você estar naquele bar. Suspirou parada na frente do prédio caindo aos pedaços, não acreditava em si mesma por ter aceitado. Ser tutora de alguém, um garoto mimado. Desde quando uma assassina procurada após ter assinado dezenas de sentenças de morte vira professora de uma ligação de celular para outra? Simplesmente sem cabimento. Entretanto, apesar de tudo, você sabia dar valor a sua vida. Colocou um chiclete de (sabor favorito) na boca e entrou no local. Subiu algumas escadas que estalavam toda vez que teus pés tocavam os degraus, deixando-te ainda mais estressada.

Parou na frente da porta cuja parte de cima havia uma placa. Não se deu ao trabalho de ler seu nome mas captou as letras que formavam a palavra "bar". Da forma mais simples possível, chutou a porta do local que fez sua bola de chiclete estourar com o som do impacto contra a parede. Dois homens estavam parados — quase estáticos — encarando-te com desgosto. Um sorriso apareceu em teu rosto mas este logo se desmanchou enquanto você retirava o capuz.

— Qual dos dois idiotas é o Shigaraki Tomura? — Perguntou esperando um ataque violento vindo do tal Tomura, pois segundo suas fontes, ele não era do tipo que levava desaforo para casa.

— Ora sua pirralha — Bingo. — Você deve se achar bem importante para entrar aqui desse jeito. 

O garoto de cabelos grisalhos e íris vermelhas levantou da cadeira pronto para dar uma investida. Um sorriso amarelado surgiu nas suas feições. Esse garoto realmente te daria trabalho. Ele havia te chamado de pirralha?

— Eu sou importante, querido, e.. — Você fechou os olhos por alguns segundos, quando voltou a abrir eles ganhou um semblante ranzinza. — Quem você chamou de pirralha, seu moleque!?

Shigaraki sorriu pronta para pular sobre você com as mãos que deterioravam tudo que toca, mas foi impedido por Kurogiri dando um de Wikipédia.

— Esta "pirralha", Shigaraki Tomura, é conhecida aqui e nos Estados Unidos pelo pseudônimo Lilith — Começou o homem feito de sombras, virando-se para você. — Há que devemos a honra de sua visita, senhorita Lilith?

Ele é educado demais para um vilão e calmo demais para ser amigo de Tomura... Pensou você olhando de canto para Kurogiri.

— Pensei que já soubessem, fracamente... — Colocou a mão nos cabelo (tamanho dos cabelos) visivelmente incomodada. — Shigaraki Tomura será meu aprendiz por um tempo.

— Como é? — Os dois falaram em uníssono.

— Vocês ouviram bem, agora se me der licença — Virou para Kurogiri. — Preciso conversar com Tomura a sós.

O mais velho ficou tenso por alguns segundos. No fundo sabia que não podia confiar naquela garota. Uma mulher que já matou muitos a sangue frio, que tem duas individualidades, uma sanindade e paciência ainda mais baixa que as de Shigaraki Tomura. Uma combinação perigosíssima. Estava curioso para saber porque o líder havia chamado-a; pois sabia que ele tinha feito isso.

— Kurogiri — Diz Shigaraki com as íris sangrentas cravadas feito facas na garota. — Vá.

Ele suspirou e criou um portal, saindo dali. Mesmo tentando esconder até de si mesmo, Shigaraki havia se interessado pela tal Lilith, você. Vice e versa. Apesar de ser mais jovem que você, as suas auras perturbadas pareciam convergir. Um silêncio ameaçador se instalou entre ambos até que Tomura agiu, correndo na sua direção para te atacar. Você leu os movimentos dele rapidamente por serem previsíveis e deu dois passos para a esquerda. Quando o garoto esticou o braço direito para tentar tocar-te, você já tinha saído da "linha de perigo" e segurou o pulso dele uma mão e empurrou suas costas com a outra, imobilizando-o.

— Vai precisar de algo melhor se quiser me matar, Shigaraki Tomura.

Ele grunhiu, tirando o pulso dele das tuas mãos agressivamente. Com a outra tentou te tocar mas você abaixou no último segundo dando-lhe um rasteira. Tomura caiu de costas no chão e você subiu sobre ele, ficando numa posição provocativa. Colocou os pés calçados num coturno sobre as mãos dele de forma que não conseguisse te tocar ou revidar. Tu esticou o braço esquerdo sobre o peito dele, sem tocar, e segurou o próprio pulso esquerdo com a outra mão. Seus dedos se fecharam parcialmente e aos poucos percebeu o peito de Shigaraki subindo e descendo. Uma careta jorrou na face dele.

Qualé Shigaraki Tomura — Você chegou mais perto dele. — Seja um bom garoto.

Um sorriso psicótico formou-se no rosto pálido dele.

— Não me ensinaram a ser "um bom garoto" — Ele enfatizou.

— Então está na hora de aprender — Ambos começam um jogo perigoso.

— Que tal me ensinar, senpai? — Tomura cantarola a parte do senpai para te provocar.

Definitivamente, você iria ensinar muitas coisas para esse garoto.


Notas Finais


FIM do capítulo com o Tomura!

Gostaram, odiaram? Comentem!

Eu não sei se ficou bem claro os poderes da personagem (nem porque eu tô colocando isso nas notas finais ao invés das inicias), mas a segunda individualidade S/N ganhou após possuir outro corpo. Entenderam mais ou menos? Ficou meio complicado mas eu gostei bastante particularmente hehehe

Então, até o próximo! O PRÓXIMO SERÁ PREFERÊNCIA, SE QUISEREM UM PERSONAGEM EXTRA (além do Izuku, Bakugou, Shinsou, Iida e Todoroki) AVISEM NOS COMENTÁRIOS!!

beijinhos tortinhas de limão 💚💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...