Hist√≥ria Imagines Btsūüíõ‚úć - Cap√≠tulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibi√ß√Ķes 120
Palavras 2.669
Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
G√™neros: Hentai, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta hist√≥ria s√£o apenas alus√Ķes a pessoas reais e nenhuma das situa√ß√Ķes e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma fic√ß√£o. Os eventuais personagens originais desta hist√≥ria s√£o de minha propriedade intelectual. Hist√≥ria sem fins lucrativos, feita apenas de f√£ para f√£ sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que goste frôr.💭
Fiz de coração mesmo <3 <3

Bjs de luzz

Cap√≠tulo 21 - Imagine Hapmon para a kimSilvanaūüíúūüíô


Já saia de casa, o sol estava nascendo, as cores no céu estavam tão lindas, uma mistura de rosa e azul. Andava com as mãos no bolso e com os fones de ouvido tocando Kanye West. Eu morava perto do restaurante onde trabalhava, então poderia ir andando mesmo, e não era tão ruim assim, afinal. 

— Eaí Nam, beleza? — Meu colega, Hope, me cumprimentou quando cheguei. 

— Beleza. Como foi ontem na batalha? 

— Bom, sabe aquele cara que você disse que ia ganhar? Então, ele ganhou mesmo.

— Eu já sabia, dava pra ver a paixão quando ele cantava, diferente do outro — Eu dei um meio sorriso.

— Ele destruiu o palco, queria que você tivesse visto, cara. 

— É… Mas na próxima vez, eu não vou assistir — Falei enquanto entrava nos fundos do restaurante pra colocar o uniforme — Eu vou participar. 

    (…)


O restaurante sempre foi muito cheio, mas hoje, havia se superado. Estava tão lotado que tivemos que colocar mais mesas na frente do lugar para as pessoas não ficarem em pé. Já era quase meio dia e ás três horas eu tinha que ir para o estúdio, mas do jeito que aquele lugar estava, não sei se conseguiria sair mais cedo dessa vez. E lá estava eu, com meu bloquinho e caneta em mãos, anotando os pedidos nada pequenos dos clientes. Voltei para trás da bancada para avisar Jerry, o cozinheiro, o que tinha que fazer e voltei a escrever pedidos. E assim que caminhei até o grupo de meninas que havia acabado de chegar no restaurante, uma delas acabou chamando minha atenção, e eu simplesmente não consegui parar de olhar pra ela, me esquecendo completamente de anotar o pedido. 

— Então… garoto, você vai ficar ai olhando pra minha amiga ou vai anotar o pedido? — A menina ao lado disse, levantando a sobrancelha. 

E eu sorri envergonhado, e após isso, pude ver ela sorrindo também, quando ela sorriu… Cara, foi sinceramente o sorriso mais lindo que eu vi na vida.

— É, vou, sim. O que vocês vão querer? — Perguntei meio desajeitado e dessa vez ela riu. 

Saí dali com o pedido anotado e aquele sorriso lindo da garota na mente, mas qual seria o nome da dona dele? Entreguei o pedido para Jerry e tomei um copo de água, tentando entender porquê diabos eu estava todo bobo desse jeito. 

— Que cara é essa? — Hope perguntou enquanto entregava o pedido para o cozinheiro. 

— Eu não sei, eu só vi aquela garota e… sei lá, fiquei assim. 

J-Hope sorriu e cruzou os braços.

— Ai Meu Deus, Namjoon. Amor á primeira vista? 

— Que? Isso só existe em filme cara, não viaja. 

— Não é o que parece — Falou ele dando dois tapinhas no meu ombro e indo atender os clientes. 

Eu acreditava no amor verdadeiro, mas não amor á primeira vista. Provavelmente apenas achei a garota bonita, de uma forma diferente, de uma forma… é, não sei como explicar. Mas não podia ficar ali pensando naquilo, tinha que atender os clientes. 

E foi o que eu tentei fazer, mas não conseguia parar de olhar pra mesa das garotas, e as vezes, quando eu ficava encarando, ela olhava também, e isso fez meu corpo gelar e meu coração esquentar pelo menos umas dez vezes. Já estava quase na hora de eu ir para o estúdio e eu já havia trocado de roupa, dei uma espiada na mesa delas pra ver se ainda estavam ali, e sim, ainda estavam ali. Avisei ao chefe que estava saindo e parei na entrada do restaurante, dando uma última olhada pra ela e brigando comigo mesmo para tomar coragem e ir pedir o número dela, até ela se levantar e caminhar até mim. 

Ela sorriu, eu sorri. 

— Então, eu ainda não sei seu nome — Ela disse ainda sorrindo.

— Meu nome é Namjoon, mas pode me chamar de Rap Monster. E, claro, se quiser o porquê do “Rap Monster”, vai ter que me dizer seu número — Falei, levantando uma sobrancelha e vendo ela corar. 

— Tá bom — Ela riu — Meu nome é __________, pega o seu celular que eu vou dizer meu número. 

Ela disse o número dela e vice-versa. Saí dali, ela ficou na porta me encarando e eu quase fui atropelado, de tanto olhar pra trás, pra ela. 

E então eu finalmente peguei um ônibus e fui para o estúdio. Hoseok já estava lá, pois havia saído mais cedo que eu. Enquanto as ruas passavam rápido pelos meus olhos, eu lembrei dela de novo, e eu estava começando a me sentir estranho. Será que aquela garota tinha mexido comigo, assim, sem a gente nem se conhecer? Eu tentava achar uma explicação para aquilo, de que tudo não se passava de uma mera atração, mas parecia ser mais que isso, parecia que, de alguma maneira, no momento em que eu vi seus olhos pela primeira vez, eu vi sua alma dela, e aquilo me encantou. Perdido nos meus pensamentos, quase passei da parada de ônibus que se encontrava ao lado do estúdio, mas felizmente, foi quase. 

Mal abri a porta e uma batida alta de rap ecoou pelos meus ouvidos, hoje era noite de batalha, mas que não iria assistir, precisava me preparar. 

Meu sonho era ser um rapper famoso um dia, conseguir atingir as pessoas com minhas letras, fazer elas se emocionarem e se sentirem tocadas pela minha música, mas esse sonho ainda era distante. Como eu não era nem um rico, precisava trabalhar pra me sustentar e ajudar minha mãe em casa, ela me apoia nesse sonho, mas sei que tem medo que seja apenas isso, um sonho, uma ilusão. A vida não é fácil pra gente, já que meu pai nos abandonou quando eu tinha apenas seis anos e tivemos que lidar com isso da maneira que conseguimos. Conheci o rap com catorze anos, é meu refúgio, quando estou escrevendo ou cantando, eu me acalmo, me sinto vivo, e é por isso que é o que eu quero fazer. 

Cumprimentei os meus amigos e Hope, que tinha acabado de sair do estúdio. Ali tinha um isolamento acústico, então poderíamos gritar e berrar que ninguém ouviria. Geralmente, íamos ali pra descarregar a raiva ou pra treinar para alguma batalha, no meu caso, segunda opção. Entrei no lugar e coloquei a batida que preparei pra tocar, coloquei os fones e me posicionei a frente do microfone, respirei fundo e comecei a cantar. Treinei várias vezes, mas na verdade, já estava me preparando há um tempo. A batalha iria ser amanhã, e eu estava preparado, eu estava pronto para derrotar Jay Yun naquele palco. 

Vi algumas batalhas com J-Hope naquela noite, os caras eram realmente bons, não estavam de brincadeira quando subiam lá em cima. Ninguém conseguia derrotar Jay, ele era muito forte no rap, nunca perdia uma batalha, mas eu subiria naquela palco amanhã pra mostrar o contrário. Após mais algumas perdas e derrotas, decidi ir pra casa, o dia tinha sido longo, cansativo e estranho. 


 (…)


Eu já estava na minha cama, vendo um filme que gostava muito pela décima vez, quando olhei para o meu celular, pairando ao meu lado na cama. Por que não ligar? Eu deixei claro que ligaria, então deveria ligar, porque é exatamente o que eu to querendo fazer o dia todo. Meu coração acelerou, e eu realmente não sabia o que fazer, então, em uma coragem insana que me atingiu, eu peguei o celular e liguei. Se eu me arrependi de ter ligado? Talvez nas primeiras vezes que chamou, chamou, e ninguém atendeu, mas quando eu finalmente ouvi a voz dela, eu agradeci a mim mesmo por ter ligado. 

— Quer saber por que meu apelido é Rap Monster?

— Sim, to bem curiosa — Pude ouvir sua risada.

— Foi meu amigo que me apelidou assim, há um tempo atrás. Bom, eu sou apaixonado por rap, e esse meu amigo me viu cantar uma vez, e ai ele olhou pra mim com os olhos arregalados e disse “Cara, de hoje em diante vou te chamar de Rap Monster, você é um monstro no rap, sério” 

Eu sei que ela riu bastante, e eu comecei a rir junto com ela. Fiquei trocando os canais aleatoriamente enquanto ela contava sobre histórias engraçadas sobre seus apelidos, e nisso, fiquei sabendo que ela estava na faculdade, medicina. Foi engraçado, agora eu sabia que ela queria ser uma médica, e ela sabia que eu queria ser um rapper. E ficamos conversando, sobre coisas aleatórias, sobre nossas vidas.

— Nossa — Ela riu soprado — Estamos conversando á uma hora.

— Sério? Nem vi o tempo passar — Eu falei, sorrindo. 

— É, acho que vou dormir agora…

— Você quer ir lá amanhã?

— Na batalha?

— É…Mas se não quiser…

— Eu vou sim. Boa noite, Nam.

— Boa noite, __________.

E assim eu desliguei o telefone, passei a mão pelos cabelos, sorrindo. É, aquela garota realmente mexeu comigo. 


No dia seguinte, eu estava muito nervoso. Não só pelo fato de ter a minha primeira batalha de rap com alguém como Jay Yun, mas porquê __________ estaria lá. O restaurante não encheu muito e o dia foi mais tranquilo que o anterior, eu estava pronto para ir para o estúdio me preparar quando recebo uma mensagem dela, dizia “Acho que não vou poder ir Nam, desculpe”.

Eu parei e reli a mensagem, a tristeza me atingiu como um tiro, eu queria que ela fosse. Mas tudo bem, nem sempre temos tudo que queremos, e eu não poderia desanimar por causa disso. Cheguei no estúdio e encontrei com Hope perto do dj.

— Tá pronto pra hoje? — Ele disse segurando meu ombro.

— É claro que sim — Disse tentando descontrair e disfarçar meu nervosismo, o que é claro, não consegui.

— Beleza então, vai lá atrás do palco que eu já vou. 

Eu fui, estava sentindo meu coração pulsar forte, as mãos já estavam suando, só tinha um jeito de eu me acalmar. Comecei a cantarolar um rap que compus aos dezessete, eu sempre gostei dele, se eu virasse mesmo rapper e produzisse um álbum, essa seria uma das músicas. Pude ouvir o barulho da batida de rap ecoar alto e barulho de pessoas entrando, o show havia começado. Hoseok apareceu atrás do palco e me deu as orientações, ele era sócio do lugar e foi assim que nos conhecemos. 

— Olha cara, eu sei que você consegue derrotar ele. Jay é forte no rap sim, mas eu vi em você algo que ele não tem, e é a paixão. Você sente o que canta… Enfim, você é o monstro do rap, e vai incendiar aquele palco, entendeu? 

— Entendi, entendi. Valeu cara — Disse dando um abraço em J-Hope.

Algumas batalhas foram anunciadas antes, e eu ficava cada vez mais nervoso. Quando o nome de Jay foi chamado, eu gelei, era agora. 

—…. Contra, ele, Rap Monster, o monstro do rap!

E eu entrei no palco, a multidão explodia.

Ficamos frente a frente, esperando o sinal, e ele começou. As rimas dele eram pesadas e ousadas, mas eu já sabia muito bem disso. O público fazia um “wow” em algumas rimas e eu apenas acenava com a cabeça, cruzando os braços. Quando minha vez chegou, eu fiz o que J-Hope pediu, eu incendiei o palco. Não parava, só ia e ia, olhando para a multidão algumas vezes, e para a minha surpresa, eu vi ___________ ali no meio. Não sei como, mas aquilo me incentivou mais, me empolguei de uma maneira que não conhecia. A cada rima, eles gritavam, e a cara de Jay, eu realmente nunca tinha visto. E a minha batida parou, eu respirava rápido e pude ouvir todos gritando e batendo palmas. O cara que anunciava as batalhas veio até nos dois e segurou nossos braços, o que ele levantasse, tinha vencido, e ele levantou o meu. Eu ia descer do palco, mas a coragem insana me atingiu mais um vez, e e eu pedi para cantar uma música. Mandei o dj tocar uma batida improvisada, mais lenta e calma, eu olhei pra ela e as palavras vieram na minha mente, e eu só fui dizendo, sem pensar. Eu senti meu coração esquentar, nunca tinha sentido aquilo, mas era bom, ela sorria de uma maneira boba, não sabia o que tava eu fazendo, mas não conseguia parar. 

E quando eu parei, sorri pra ela e desci do palco. Hoseok veio até mim com um sorriso escancarado.

— Parabéns, senhor Namjoon — Ele pulou em cima de mim — Ah e, tem certeza que isso é coisa de filme? 


Eu olhei para o lugar onde ela estava, pude ver _________ saindo dali e indo para perto da saída, eu fui atrás dela. 

— Achei que você não ia vir.

Ela olhou pra trás, surpresa, suspirou. 

— É, mas decidi vir de última hora.

Eu me aproximei, me encostando em um corrimão que havia ali. Ela olhou pra mim e se aproximou também, ficando a minha frente. Sei lá se era instinto, mas eu segurei as mãos dela, e entrelacei. 

— É errado alguém se apaixonar tão rápido? — Perguntei olhando nos olhos dela. 

Ela olhou para nossas mãos entrelaçadas e sorriu.

— Se é amor de verdade, acho que não existe tempo certo pra acontecer — Disse acariciando minha bochecha. 

Eu olhei cada detalhe do rosto dela e coloquei minhas mãos em sua cintura, aproximando o corpo dela do meu e colando nossas testas. Aos poucos, bem aos poucos mesmo, nossos lábios foram se aproximando. E quando se tocaram, foi como se fosse mágica, como se o mundo finalmente tivesse feito sentido. E quando eu percebi, eu já tinha caído por ela. 


(…)


Mas como nada é perfeito, aquilo não durou por muito tempo. Não era falta de amor, era a gente que brigava demais. Nós somos totalmente diferentes, e isso quer dizer que não concordamos em nada, foi bonitinho nos primeiros meses, mas começou a ficar impossível. Mas que droga, eu odiava brigar com ela, e nós estávamos brigados, mais uma vez. Queria ligar pra ela, mas decidi fazer algo diferente. Eu iria até a casa dela nessa madrugada, colocar um som na minha cabeça e deixar a música tocar enquanto eu canto. É, o pai dela provavelmente ia me matar, mas eu não ligava. 

Cheguei na casa dela por volta das duas horas da madrugada, fui até a janela dela e coloquei o som na cabeça, a música começou e eu cantei. 

— NAMJOON! O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? 

— MEU AMOR…

— EU JÁ DISSE QUE… AH MEU DEUS, VOU DESCER AI.

Desliguei o som e coloquei na grama, ela veio em seu pijama azul e sua pantufa de coelho, e eu percebi o quanto sentia falta dela.

— Por favor, vai embora antes que meu pai acorde. 

— __________, me escuta, sério…

Ela já estava saindo e eu segurei seu braço, ficando muito próximo dela agora.

— Mas que droga Namjoon!!! Nós não damos certo, você não entendeu ainda? 

— Eu quero que se dane, não to nem ai se a gente não combina, se você tem um futuro incrível e eu não, se eu sou jogado nessa vida e você é toda certinha. Não importa, o que eu sinto com você, eu não sinto com mais ninguém, não me peça pra jogar isso fora, eu não vou fazer isso, eu não vou.

Nossas bocas já estavam próximas demais, perigoso demais, não consegui me controlar, tomei seus lábios em um beijo profundo.

— Eu… também não quero desistir da gente — Ela disse, assim que cessamos o beijo. 

— A gente pode fazer dar certo, você sabe, fizemos isso até aqui. Eu te amo demais pra te deixar ir assim…

— Também amo você meu amor, é só que… Depois daquela briga…

— Eu sei, eu sei. Mas a gente consegue, se eu to contigo, nada mais importa. 

Ela sorriu e assentiu, colando sua testa na minha.

— MAS O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO?

O pai de __________ gritou e nós dois rimos muito, quase caindo no chão de tanto rir. 



Notas Finais


Ficou assim, espero que tenha gostado‚̧

Vou postar os outros pedidos...


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