Hist√≥ria Imagines Btsūüíõ‚úć - Cap√≠tulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibi√ß√Ķes 157
Palavras 2.966
Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
G√™neros: Hentai, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta hist√≥ria s√£o apenas alus√Ķes a pessoas reais e nenhuma das situa√ß√Ķes e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma fic√ß√£o. Os eventuais personagens originais desta hist√≥ria s√£o de minha propriedade intelectual. Hist√≥ria sem fins lucrativos, feita apenas de f√£ para f√£ sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que goste ;u;
‚̧‚̧‚̧

Cap√≠tulo 23 - Outro imagine do Rapmon para a TIA_NAMJOONūüėô‚̧


Já era a quarta consulta em menos de três semanas e aquilo estava me deixando preocupado com a saúde da minha namorada. O hospital era um velho amigo dela, já que ia lá todos os meses. Doença terminal não era a melhor coisa do mundo, mas não havia nada que eu ou ela pudéssemos fazer a respeito disso.

Em todas as suas consultas, eu a acompanhava. Sempre que podia, estava lá ao seu lado. Desde o início do nosso relacionamento há quatro anos, ela já passava por problemas de saúde. Porém ano passado as coisas começaram a piorar, ficaram cada vez mais graves. No último encontro com o médico, e o doutor quis me chamar para conversar a sós, o que fez com que meu coração acelerasse.

-Kim, ______ anda piorando muito esses dias e não estamos conseguindo parar a doença, meu coração congelou. Eu não conseguia mais expressar nenhuma emoção ou sequer falar.

-O-O que quer dizer com isso, doutor? _____ está bem, não é? Você nos disse que ela estava progredindo no tratamento! – Ergui o tom de voz sem querer, fazendo com que o médico ajeitasse a postura e limpasse a garganta.

-Infelizmente, tive de mentir, pois se falasse a verdade perante à _____ poderia causar problemas para ela. Quero dizer, Namjoon, que sua namorada está chegando no fim dos dias que lhe foram dados. Sinto tanto por ter que te dar essa notícia, mas é a realidade.

-Quanto tempo ainda temos? – Perguntei, com as lágrimas crescendo e querendo sair. No momento, eu apenas queria abraçar minha namorada e nunca a deixar fugir. Ela foi a melhor coisa que me aconteceu em anos, e não poderia permitir que fosse tão rápido assim.

-Uma semana e meia. – O médico deixou que as palavras saíssem de sua boca em forma de um sussurro. O homem abaixou a cabeça e suspirou.

-Eu vou buscar ______ e vamos. – Falei, baixando a cabeça e passando pela porta.

-Vão para aonde? – Disse ele, parando-me.

-Para casa. – Respondi, antes de fechar a porta e me dirigir ao quarto onde ______ esperava.

_________

Ao chegarmos em casa, tive de tirá-la do carro com meus braços, pois estava tão cansada que caiu no sono e não acordava de jeito nenhum. A coloquei no sofá e antes de sair para preparar alguma coisa para que comêssemos, foquei meus olhos em seu belo rosto. ______ era tão linda, eu não sabia como ela poderia gostar de alguém como eu, se conseguiria algo melhor tão fácil.

Meu coração bateu forte e uma lágrima escorreu pelo meu rosto sem que eu notasse. Pensar na possibilidade de estar sem a sua presença em alguns poucos dias… Isso era inaceitável. Seus cabelos eram tão sedosos, e seus olhos pareciam brilhar como as estrelas em um céu negro.

Câncer é uma doença tão complicada e saber que ela atinge tantas pessoas, isso é uma coisa horrível. ______ era uma delas. Não conseguia andar direito e uma de suas pernas fora tirada há alguns anos depois de começarmos a namorar. O nome da sua doença era osteossarcoma, que se espalhou principalmente por suas pernas.

Eu sempre tinha que estar ao seu lado, ou alguém, para segurá-la. ______odiava cadeira de rodas, então se recusava a usá-las na maior parte do tempo. Algumas vezes, durante a noite, podia escutá-la chorando, então sempre a colocava entre meus braços e dizia que tudo iria ficar bem.

Suspirei e fui até a cozinha preparar uma pipoca para comermos enquanto vemos um filme, já que não havia muito o que fazer. Quando voltei, ela estava sentada olhando para a ponta de seus pés.

-No que está pensando? – Perguntei, enquanto me aproximava.

-No quanto sou sortuda por ter você. Obrigada Nam. – Ela disse, dando um beijo na minha bochecha quando sentei ao seu lado e a coloquei em meus braços. – Estava pensando também… E se meu tratamento não funcionar?

-Ele vai, eu… Eu prometo. – Falei, com as palavras prendendo em minha garganta. Não queria mentir, mas era obrigado. Continuamos assistindo qualquer coisa que estava passando na televisão, mas mais conversamos do que qualquer coisa.

Quando fomos dormir, tive de ajudar ela a tomar um banho, pois suas pernas estavam muito fracas. Depois que conseguimos deitar, a cobri e acendi o abajur, sentando ao seu lado. A vi fechar os olhos e logo já estava dormindo, o cansaço era bem presente em seu olhar. Passei a mão pelos seus cabelos e falei baixo o suficiente apenas para que eu mesmo escutasse:

-Eu vou fazer valer a pena até o final, prometo meu amor… – Segurei sua mão e a beijei, deitando e fazendo ela parecer pequena com meus braços ao seu redor.

_________

 Faltava apenas uma semana. Uma semana para que ela se fosse. Essa ideia não estava clara na minha cabeça, parecia mais um pesadelo. Durante os três dias e meios que haviam se passado, eu havia trabalho em uma coisa muito especial para ______. Queria que seus últimos dias fossem os melhores. Lembrei-me de cada palavra que disse, cada coisa que queria fazer antes de morrer. E eu daria tudo isso para ela.

Hoje era oficialmente o primeiro dia da semana, então era hora de começar meu último presente para minha namorada. Estava em casa esperando a mãe dela a trazer do hospital, seus pais já sabiam de tudo, o que só me deixava mais preocupado no caso de algo dar errado.

Assim que elas chegaram, sorri para _____ e a ajudei a ir até o sofá. Seus olhos brilhavam mais do que nunca.

-Então, Jagi, hoje vamos fazer algo bem especial. Tudo bem? – Ela assentiu, mas a curiosidade havia crescido de uma forma que consegui perceber.

-Vou ter que trocar de roupa ou…?

-Você está linda, não precisa mudar nada. – A camisa preta formava um conjunto perfeito com a calça jeans e o Converse branco. – Vamos, vou te ajudar a entrar no carro…

-Namjoonie, eu tenho que te falar uma coisa… Estou treinando para começar a andar. Você sabe, esse é um dos meus maiores sonhos desde que coloquei essa coisa – Falou, se referindo à perna que não era mais uma ‘’perna’’.

-Jura?! – Perguntei, surpreso. – Então me mostre o que conseguiu até agora… – Ela se levantou devagar, segurando-se firme em um dos apoios do sofá. Ao vê-la se erguendo sozinha e conseguindo andar até mim, fez com que meu coração se enchesse com orgulho. – Uau… Estou impressionado.

-Jura? – Perguntou, um pouco sem jeito. Assenti, tirando o cabelo que caíra sobre seus olhos. – Bom, obrigada…

-Eu estou muito orgulhoso do que conseguiu, mas tem certeza de que consegue continuar assim? – Ela assentiu com uma expressão confiante. – Tudo bem, acredito em você. – Segurei em suas costas e a fiz andar até o carro.

O caminho até o primeiro lugar especial que queria levá-la foi cheio de conversas e risadas, como sempre. Ao parar o carro, vi seu olhar curioso cair sobre mim. Fiz um sinal para que ficasse quieta e saí antes dela. Abri a porta para minha namorada, ajudando-a a sair por força do hábito.

-Então, o que fazemos?

-Surpresa… – Começamos a andar, minha mão em sua cintura, caso algo acontecesse. As nuvens se acumulavam sobre nossas cabeças, então apenas respirei fundo, desejando que não chovesse. Assim que chegamos ao local, olhei para seu rosto e a vi sorrir e depois começar a rir.

-Não me diga que me trouxe para a escola?! Namjoon, por quê?!

-Foi aqui que nos conhecemos e foi aqui que tivemos todas as nossas primeiras memórias Juntos. Venha! O diretor nos deixou andar um pouco pelo lugar, tirar a saudade, sabe? – Ela sorriu e riu um pouco, abaixando a cabeça.

-Vamos entrar logo então! – Falou, puxando minha mão enquanto andava na minha frente.

Durante o dia inteiro fomos em todos os lugares em que nos beijamos escondido, onde eu estudava com ela, onde corríamos antes de aquilo tudo acontecer… Visitamos até mesmo a nossa antiga sala, cumprimentando os alunos que estudavam em um domingo… Senti pena deles, mas não podia fazer nada.

Ao fim da tarde, sentamos na ponta da arquibancada que dava vista para o ginásio vazio e ela sorriu, rindo e se jogando nos meus braços do nada. A abracei e comecei a rir, perguntando o que estava acontecendo.

-Gostei de vir aqui hoje… Foi uma experiência legal. Relembrar quando você não passava de um nerd completo.

-Eu ainda sou um nerd completo.

-Mas agora é meu nerd completo -  _____ disse, beijando meus lábios de forma suave. Coloquei a mão em sua cintura, pondo-a mais perto de mim. – Acho melhor irmos Nam, está ficando tarde. – Assenti, entrelaçando seus dedos nos meus e a ajudando a levantar e a descer a arquibancada.

_________

No início do segundo dia, a levei para comermos em um de seus restaurantes preferidos, usando quase todo o meu dinheiro que não estava reservado para pagar uma refeição inesquecível. Comemos de tudo e eu sempre ria ao vê-la apertando a própria barriga ou colocando a mão em frente a boca para segurar um arroto que subia por ter comido demais. No começo da noite, dormimos juntos, mas tivemos alguns problemas e fomos para o hospital. Tudo acabou ficando bem…

No terceiro dia, realizei uma das coisas que ela vivia me dizendo que queria fazer: Andar pela parte mais alta de uma montanha, assim se sentiria no ‘’topo do mundo’’. Fomos até um monte tanto quanto alto perto de onde morávamos e a ajudei quando subimos. Escolhemos o caminho mais fácil, por causa de seus problemas. Algumas pessoas subiam escalando, nós simplesmente andamos.

Ao chegarmos no topo, ela foi até a ponta, abriu os braços e respirou fundo, sorrindo. Depois gritou bem alto, não ligando se haviam ou não pessoas lá.

-EU ESTOU NO TOPO DO MUNDO! – Aproximei-me, colocando a mão na sua cintura e rindo entre seu pescoço e seu ombro. – Estou no topo do nosso mundo. – Falou, virando-se para mim e beijando meu nariz e depois abraçando-me forte. Escutei alguns sussurros das pessoas presentes, mas os ignorei.

No quarto dia, levei-a em uma praia onde sempre disse que se sentia bem e renovada. Ficamos sentados na areia, comendo algumas coisas que compramos no caminho e olhando a natureza. A brisa que batia em seus cabelos fazia meu coração acelerar, pois parecia… Normal.

Ela parecia bem daquela maneira, como se não tivesse problema de saúde nenhum e não estivesse morrendo. A única coisa que a deixava longe de uma adolescente comum naquele momento era sua pele, mais branca a cada dia e seus olhos um pouco fundos.

O sol se punha devagar enquanto cantávamos algumas músicas aleatórias e dançávamos com as mãos, sorrindo e brincando. Fizemos um castelo de areia e depois a deixei destruir com uma pedrinha. Molhamos os pés e continuamos brincando como se nada fosse acontecer com a gente.

No quinto dia, ficamos deitados na cama durante todo o tempo. Comemos, jogamos e fizemos de tudo, menos sexo, já que queria manter tudo calmo, principalmente pelo fato de sua mãe estar em casa. Foi ótimo vê-la dormindo como se nada a atrapalhasse, a calma em seu rosto…

O sexto dia foi o único de todos em que não fizemos nada, deixei com que passasse um tempo com sua família e com seus outros amigos. Fiquei em casa o dia todo, planejando as coisas para o sétimo e último dia. Naquela noite, porém, não consegui pegar no sono de jeito nenhum…

Esse seria o último dia… Ainda não estrava na minha cabeça que depois de hoje não a veria mais. Meu coração doía, mas eu não podia falhar agora. Não agora. Respirei fundo e ajeitei mais uma vez a minha roupa sobre a cama. Meu telefone tocava a cada segundo, sempre uma pessoa diferente. Dessa vez era a mãe de _______.

-Alô?

-Namjoon! Falta uma hora! Os convidados já estão chegando! Qual a demora?! Eu só quero que esteja tudo perfeito para quando _____ chegar!

-Eu sei disso! Só estou nervoso… Não sei o que vai acontecer.

-Respire fundo quantas vezes for preciso, mas apenas venha.

Peguei a roupa e saí de casa, correndo o mais rápido possível  quando entrei no carro. Memórias do dia em que ela me disse que seu maior sonho pessoal era se casar atacaram minha cabeça e perguntei-me se estava fazendo o certo.

Ao chegar no parque onde a pedi em namoro, corri até onde os enfeites do ‘’casamento’’ estavam. Sua mãe esperava por mim perto de um arranjo de flores, os braços cruzados. Ela estava muito bela, com um vestido vermelho como os acessórios em seus cabelos.

-Que bom que chegou garoto, vai ser tudo um pouco simples, mas quero ver lágrimas nos olhos da minha filha! – Falou, arrumando minha gravata e tirando os pós presos ao meu paletó.

-Não vai ver só nos olhos dela, vai ver nos meus também, pode ter certeza. – Ela sorriu, passando a mão na minha bochecha. As duas eram tão parecidas, senti alguma coisa presa em meu peito imaginando se _____ seria igual a mãe dela se envelhecesse ao meu lado.

Seu pai olhava-me com um sorriso no rosto. Vi que alguns dos seus amigos estavam ali sentados nos bancos e acenavam para mim, me dando apoios silenciosos usando as mãos. Fiquei andando de um lado ao outro sem conseguir relaxar. Lyn ficaria no encargo de trazê-la para cá, o que seria em alguns minutos.

Estava sentado ao lado de alguns amigos nossos, quando todos nós escutamos o som de um carro parando e logo soubemos quem era. Meu coração pulou para fora do meu peito, assim como eu pulei para fora do banco.

_____ vestia o vestido que mandei encomendar, Lyn usava um vestido também, mas não tão lindo quanto o de minha namorada. Meus olhos não conseguiam deixá-la, simplesmente queria agarrá-la. Seu olhar de espanto, surpresa e confuso dizia tudo. Aproximei-me dela enquanto uma música calma começou a tocar por causa do pianista que eu tinha na família que havia me dado uma mãozinha.

-Boa tarde, devo dizer – Falei, dando meu braço para que ela se segurasse. Todos estavam nos olhando e eu não sabia direito o que fazer.

-Nam, o que está acontecendo? – Perguntou, olhando para todos os lados e para os presentes, sorrindo um pouco envergonhada e sem jeito. – Lyn me dissera que iríamos para uma festa e acabamos aqui…

-Pensou mesmo que eu deixaria você ter seu último dia gasto em uma festa? – Respondi, olhando-a de cima a baixo. Seu vestido perolado, com alguns detalhes bem simples. Era uma roupa não muito chique, mas ________ simplesmente parecia uma princesa. Sem maquiagem e sem nenhum penteado muito elaborado.

Ajoelhei-me na sua frente e peguei sua mão, sentindo o nervosismo subir até os céus.

-(S/N/C), deseja terminar o último dia da sua curta, porém bela, vida casada comigo? – Ela já estava chorando um pouco, com a mão sobre a boca, assentiu e fechou os olhos, abraçando-me. As pessoas aplaudiram, mas os sons que faziam eram abafados para mim, eu só conseguia focar em ________.

A ergui, já que estava caindo aos poucos de joelhos, e fomos até na frente do padre. Ela sorria como boba, e eu também. Ele começou a falar, mas meus olhos só focavam em uma coisa: Na beleza da mulher na minha frente. Segurei em suas mãos e não desviei para observar mais nada durante toda a fala do homem.

Ele perguntou se nós aceitávamos, e ambos falamos sim – óbvio – e então nos beijamos. Ela soltou tudo o que estavam sua mão e me agarrou, não ligando para ninguém ali. Apenas nós dois.

O resto da pequena cerimônia foi ótima. Ela não desgrudava de mim e o sorriso parecia estar colado em seu rosto. Assim que todos os convidados foram embora junto com o sol, eu e _____ nos sentamos na grama perto de um lago, observando a lua subindo devagar.

-Obrigada – Ela me disse, deitando no meu colo e olhando diretamente para mim. – Obrigada por fazer dessa última semana a melhor de todas.

-Isso foi porque eu me importo com você não quero te perder… – Ela me beijou e assim que parou, um sorriso pairou em seu rosto e seus olhos se fecharam um pouco.

-Minha mãe já sabe… Por isso estava chorando.

-O quê?

-Eu estou indo Namjoon, estou indo agora mesmo – A fiz sentar e olhar para mim, pude ver que seus olhos se encheram de lágrimas. – Estou morrendo.

-O-O QUÊ?

-Nam, eu te amo tanto… Sou agradecida por tudo o que você já me fez na vida toda. Vive me dando coragem para seguir meus sonhos e coisas assim, tudo o que faz é tão importante para mim. Queria passar o resto da minha eternidade com você, mas não posso.

-_____, não fale coisas assim… Eu também te amo muito – Nos abraçamos e eu chorava mais que ela. Chorava como uma criança. – Eu… Também agradeço por tudo o que você fez e faz para mim todos os momento…

-Nam, você sempre diz que a minha vida vai ser curta e bela… Mas saiba que quem a fez bela do jeito que é foi você. Você, o tempo todo. Foi quem trouxe toda essa cor e essas memórias boas que vou poder levar comigo – Ela sorriu de forma fraca para mim e eu fiz o mesmo, alguns segundos se passaram e _____ caiu nos meus braços com um suspiro.

-________?! AMOR?!

-Eu estou ficando sem forças Namjoon… Mas eu te amo. Te amo e te amo. Ter me casado com você foi a melhor coisa que poderia ter acontecido… Obrigado por ter sido todo o ‘’belo’’ da minha curta vidinha. – Ela sorriu e deu um último beijo em meus lábios, caindo sobre meu colo.

Agarrei seu corpo, gritando seu nome e pedindo aos deuses que a trouxessem de volta. Chorava como uma criança falando coisas sem muito sentido e olhando a lua. Depois de um tempo, quando me acalmei, olhei para seu rosto branco e sem vida. Meu coração doía, nunca mais poderia vê-la de novo. Soquei o chão, sem ligar para a dor que atingia meu braço. Continuei abraçado no seu corpo, sentindo seu cheiro e a textura de sua pele contra a minha…

-Você também fez da minha vida mais bela. Você foi a cor, a esperança, foi tudo… Agora não passa de uma lembrança…



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