Hist√≥ria Imagines Btsūüíõ‚úć - Cap√≠tulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Exibi√ß√Ķes 161
Palavras 1.520
Terminada N√£o
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
G√™neros: Hentai, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta hist√≥ria s√£o apenas alus√Ķes a pessoas reais e nenhuma das situa√ß√Ķes e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma fic√ß√£o. Os eventuais personagens originais desta hist√≥ria s√£o de minha propriedade intelectual. Hist√≥ria sem fins lucrativos, feita apenas de f√£ para f√£ sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que goste amore <3 <3
Voltei com os gifs ‚Ě£

Romântico/Park Jimin

Cap√≠tulo 25 - Imagine Jimin para a kakah08ūüíüūüėô


Tudo estava tão corrido, tudo tão confuso. Meu namorado estava deitado em uma maca de hospital sendo levado ás pressas para a sala de cirurgia enquanto uma mulher me analisava dentro de um dos quartos. O acidente de carro foi muito feio. Pensava nisso sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, lembrando das pessoas que perdi. 

Minha mãe.

Meu irmão. 

Minha sogra. 

 Todos eles mortos. Meu coração doía como nunca antes, me fazendo sentir uma falta de ar enorme. Ás vezes tinha que tossir muito para voltar a respirar normalmente. A médica disse que não recebi nada muito grave, só alguns arranhões, levantando e me deixando sozinha no quarto gelado do hospital. 

 O destino é algo engraçado, não é? As três pessoas que perdi estavam destinadas a morrer hoje, acredito. Porque sofremos o mesmo acidente de carro, no mesmo momento. Tudo foi igual. Porém, eles acabaram mortos, e eu, apenas com alguns poucos arranhões. Talvez a hora deles havia chegado e nada poderia evitar isso.

  Deitei na maca, suspirando e olhando para cima, mal conseguindo pensar de tanta dor e sufocamento pela perda tão rápida. Suspirei mais uma vez, não adiantava muito pensar neles agora, deveria pensar em quem me restava. Park Jimin. Jiminnie. Meu namorado.

Ele foi levado por vários enfermeiros para a sala de emergência, eu não sabia o que se passava com o menino. Fiquei ali esperando, perdida em pensamentos e sem saber quanto tempo estava se passando quando ouvi uma voz chamando meu nome. Era uma das enfermeiras.

-________? Jimin precisa te ver agora mesmo, quer ver ele? – Ela me perguntou, com a voz doce.

-Você ainda pergunta? – Falei, rindo um pouco, me levantando sem ânimo nenhum. A segui até a sala onde Jimin foi deixado, vendo-o deitado e ligado a várias máquinas. Sentei-me ao seu lado, passando a mão nos seus cabelos. A metade inferior do seu rosto estava coberta por uma máscara que o ajudava a respirar. 

Aquele menino parecia um anjinho dormindo, sentia vontade de abraçá-lo e levá-lo para casa, assim poderíamos ver um de seus filmes preferidos enquanto nos acalmamos e colocamos a cabeça no lugar. 

-Queria te avisar de uma coisa – Disse o médico, se levantando da cadeira que estava sentado desde o momento em que cheguei ali. – Jimin está com as costelas perfuradas, uma parte do carro acabou por ficar próxima demais do seu pulmão e tememos que ele não sobreviva sem as máquinas. Por isso vamos perguntar para você, que é a pessoa mais próxima dele aqui, o que acha que Park escolheria? 

-Você quer mesmo que eu diga? Qual o seu problema? – Perguntei, com lágrimas nos olhos. Virei-me para encará-lo, indignada com a frieza na sua voz. 

-Preciso que me responda, _______. 

-Eu quero meu namorado vivo! Isso é óbvio! – Falei, as lágrimas desciam lentamente pelo meu rosto. De repente, uma mão segurou a minha. Olhei para Jimin, que sorria para mim. Pude ver pelos seus olhos.

-Mas eu não me quero vivo. Não se for viver amarrado em máquinas – O abracei, chorando mais e mais. Fiquei negando com a cabeça enquanto tentava falar, mas era inútil. – Não há outro jeito mesmo? 

-Tentamos tirar o fragmento que pode te matar, mas os mínimos movimentos só pioravam as coisas. Podemos tentar de novo, mas as chances são menores qu-

-TENTEM! – Falei um pouco alto demais, vendo todos olharem para mim com olhares surpresos. – Por favor, se existe alguma chance de salvar meu namorado, use-a. Tente até o último suspiro dele, eu imploro. 

-Não acho que poder-

-Eu tenho dinheiro! – Disse, tirando várias notas que ainda sobraram do bolso da minha calça e segurando-as na direção dele. – Pega! Pode pegar tudo! Eu não me importo! 

 Continuei gritando coisas assim, vendo Jimin tentando me acalmar, mas nada me faria desistir. O médico e a enfermeira trocavam olhares estranhos o tempo todo, até que finalmente, o homem assentiu. 

-Vamos fazer a cirurgia, mas não crie expectativas. E não quero seu dinheiro, estou aqui para servir os que precisam de mim sem cobrar mais do que o necessário. Vou deixá-los sozinhos para se despedirem, caso alguma coisa não funcione. – Ele falou, saindo do quarto junto com a enfermeira. 

 Olhei para Jimin assim que a porta foi fechada, segurando suas bochechas do jeito que consegui por causa da máscara. Aproximei nossos rostos, juntando nossas testas. Fechei os olhos, sentindo suas mãos brincando com meus cabelos. 

-E-eu não que-ero te pe-perder, Ji-Jimin. – Tentei falar. Isso só fez o menino me abraçar muito forte, acomodando minha cabeça em seu peito. 

-Você não vai. Acredite em mim. Sinto que vai dar tudo certo, eu vou voltar para você. Vamos continuar juntos, juro de coração. 

-De coração? – Perguntei, olhando em seus olhos e sorrindo um pouco. Ele assentiu, piscando para mim. Pude ver lágrimas escorrendo pela bochecha de Jimin e aquilo quebrou meu coração. – Você nunca acertou quando previa alguma coisa. Aprendi com o tempo a nunca confiar no seu sentido de adivinhar o futuro.

-Sempre tem uma primeira vez para tudo. Posso acertar dessa vez. 

-E se não acertar? E se eu perder você? 

-Você nunca vai me perder, entendeu? Nunca – Ele disse fingindo beijar minha testa. – Mesmo eu sabendo que vou continuar vivo de qualquer jeito mesmo, quero que saiba que sou muito agradecido por tudo o que me fez. Eu te amo muito, acho que a palavra amor já engloba tudo o que quero falar para você, então não vamos gastar palavras. 

-Eu também te amo muito Jiminnie. – Falei, beijando sua testa enquanto uma lágrima minha pingava em seu rosto.

-Será que não posso tirar essa máscara para te beijar? – Perguntou, de uma forma brincalhona mesmo estando em uma situação séria. Do nada, a enfermeira apareceu chorando ao nosso lado. 

-Pode. Mas você aguenta só cinco minutos sem ela, após esse tempo, você começa a sufocar. Tem certeza? 

-Isso é mais do que suficiente para beijar minha namorada. – Falou Jimin, tirando a maldita máscara. A enfermeira estava nos observando, mas quando notou a situação, saiu correndo da sala.

 Trouxe com calma os lábios de Park até os meus, beijando-o lentamente. Passei toda a emoção que estava sentindo naquele momento através daquele beijo, aprofundando-o cada vez mais. Depois de um tempo, parei e coloquei a máscara de novo nele. Jimin sorriu e passou a mão na minha bochecha. 

-Agora sim. Bem melhor. Acho melhor eu começar a cirurgia, assim saio mais rápido daqui e nós dois vamos tomar aquele sorvete que você adora. Tudo bem? – Assenti, não querendo argumentar mais. Não queria sair dali, mas obriguei meu corpo a fazer isso após beijar a testa de Jimin de forma demorada. 

 Sentei na sala de espera, chorando muito e tendo que abraçar meus próprios joelhos enquanto via ele sendo levado para a sala de cirurgia mais uma vez. Aquilo quebrou meu coração, poderia ser a última vez.

(…) 

 Tudo estava estranho. Eu não lembrava de ter saído da sala de espera, mas me encontrava no corredor falando com o médico. Olhei para os lados, confusa. 

-O que está acontecendo? 

-Queria informar que o Jimin… Não aguentou. Ele morreu, ______. – Senti todo meu mundo desmoronar ao meu redor, caindo de joelhos e enfiando o rosto nas mãos. Gritei, chorando alto enquanto sentia toda aquela dor sufocante. Tive que ser ajudada por uma enfermeira, que me levou até a saída. 

O tempo passou e minha vida continuava. Difícil, mas continuava. As pessoas sempre me perguntam se eu estava bem e coisas assim e, como um robô, sempre respondi a mesma coisa. ‘’Sim, tudo bem’’. Todas as noites, dormia com uma foto de Jimin do lado do meu travesseiro, chorando como uma criança. 

 O enterro dos meus quatro conhecidos aconteceu dois meses depois. Poucas pessoas compareceram, mas todas elas os amavam de verdade. Inclusive os seis melhores amigos de Park, que choravam como eu. 

 Estávamos conversando sobre Jimin depois que o enterro acabou, nos abraçando e coisas assim, quando tudo começou a ficar branco. Eles olharam para mim, confusos. Tentei agarrar os ombros de V, mas ele se afastou, sorrindo e piscando para mim. 

(…)

-______! _______! – Ouvi a voz de Jimin e imediatamente abri os olhos que ainda estavam pesados. Ele estava na minha frente, sorrindo e com a roupa do hospital ainda. Não sabia quanto tempo se passou, só sabia que aquilo tudo era um sonho. Jimin estava vivo. – Eu disse que voltaria, deveria ter acreditado em mim!- 

Não falei nada, só me levantei e passei os braços ao redor do seu pescoço, beijando-o e quase derrubando nós dois no chão. Abracei-o com tanta força que meus braços doeram, algumas pessoas olharem para nós. Ficamos daquele jeito por longos minutos. Meu coração batia forte e as lágrimas desciam sem parar pelo meu rosto.

-Você conseguiu. – Sussurrei, passando a mão na sua bochecha e olhando-o nos olhos, ainda sem acreditar.

-Consegui. 

-Eu quase perdi você… 

-Quase. - Jimin sorriu, me abraçando mais uma vez, girando-me no ar, mas soltando-me rapidamente e agarrando suas costelas.

-Doeu? – Perguntei preocupada. Jimin sorriu de um jeito brincalhão, se abaixando para ficar na minha altura. 

-Talvez beijos ajudem a curar meu dodói. – Ele falou, com voz de criança, me beijando mais uma vez, rindo em meio ao beijo. 



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