História Imagines Exo. - Capítulo 56


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Visualizações 327
Palavras 3.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura❤
não consegui postar ontem mas aqui está mais capítulo ❤
Espero que gostem

Capítulo 56 - I Love You ( Chen )


Fanfic / Fanfiction Imagines Exo. - Capítulo 56 - I Love You ( Chen )

Ainda tenho sua imagem viva no meus pensamentos, ainda choro toda noite esperando que ele entre por essa porta com a alegria e o sorriso de sempre, suas fotos estão espalhadas pela casa como quando ainda estava aqui comigo, mas infelizmente isso não é tudo, me sinto vazia e perdida por querer mais uma vez sentir seus beijos, seus abraços, seu cheiro.

Ele era tudo pra mim, dois anos de completa felicidade mas infelizmente tudo teve um fim, Kim Jongdae era homem que amei, é o único homem que amei, mas dois meses atrás ele precisou voltar pra Coreia, e esse passou a ser o começo de meu sofrimento, com esse problema que Estados Unidos e Coreia do Norte estão tendo ele preferiu ficar ao lado de sua família por temer mesmo que o presidente americano ataque como o prometido, por mais que seja problema com o norte coreano ele se preocupa pois sua família mora a poucos metros da divisão armada que separa o Sul do Norte, entendi seus motivos mas será que ele entende os meus? Indo direto ao olho do furacão, ao invés de trazer sua família pra cá, também sei que aqui não estamos a salvo pois o norte coreano pode revidar o ataque, mas como as coisas estão indo eu sinceramente duvido acabar bem, e além da saudades de meu Jongdae, sinto medo por ele estar em um lugar tão perigoso no momento.

-- ja tentou ligar pra ele?-- minha mãe pergunta.

-- é o que eu faço todos dias, mando e-mails mas nenhum tem respostas, ele me avisou mesmo que comunicação com Estados Unidos seria difícil mas achei que não seria tão difícil.-- digo.

-- vejo na televisão que logo passará, e ele vai voltar...-- minha mãe me diz mais não é uma coisa tão fácil a ponto de acabar assim.

Lembro da nossa última noite juntos e a saudade aperta ainda mais.

Antes-

-- quando tudo se acalmar eu volto.-- meu coração aperta por saber que essa é nossa última noite juntos e que não saberia o momento que o veria novamente.

-- traz sua família pra cá, mas não vá.-- digo chorando.

-- não ... amor, não chora, você sabe que isso não é garantia de segurança, só estou indo pra que eu tenha certeza de como as coisas estão por lá.

Ele me beija e assim me fez parar de chorar, queria aproveitar cada segundinho ao seu lado, pois só Deus sabe quando teria meu namorado comigo novamente, sinto seus beijos mais quentes, sua mão deslizar sobre meu corpo, ele me deita no sofá e vem por cima de meu corpo, fecho os olhos ao sentir seus lábios em meu pescoço, ele vai tirando meu pijama peça por peça me deixando completamente nua, ele mesmo tira seu pijama e posso ver sua ereção.

-- eu sempre vou amar você.-- ele diz em meu ouvido

-- e eu te amarei por toda minha vida.-- digo e antes que possa chorar novamente ele me beija, ele desce beijando meus seios, mordiscando e passando a língua sobre o bico rígido e meu seio, ao me deixar completamente arrepiada e ele desce seus beijos, não conseguia ficar com os olhos abertos, apenas curtia esse momento ao máximo, ele beija minha virilha, morde minhas coxas e com todo cuidado ele começa chupar meu íntimo, passando a língua por todo clitóris, e me deixando a suspiros desesperados e com um tesão fortíssimo, ele continua os movimentos rápidos, e vendo que minhas pernas estão tremendo ele penetra dois dedos me estocando rapidamente, ele sabia que aquilo me fazia gozar então usou esse conjunto me proporcionando um orgasmo maravilhoso, ele tira seus dedos de meu íntimo e sua trilha de beijos sobe até Chegar em minha boca, e nesse momento ele me penetra dando gemidos em meu ouvido, ele vai se movimentando rapidamente o que me deixava querendo sempre mais.

-- abra os olhos, olhe pra mim.-- ele diz me dando beijos no pescoço

Abro os olhos e vejo seu sorriso lindo com seus olhos cheio de tesão, o puxo para um beijo mas ao invez de beijar ele geme meu nome e vai parando lá movimentos, sua respiração estava acelerada assim como a minha, ele permaneceu dentro de mim e deita em meu peito, acaricio seus cabelos e em seguida vamos pra cama, meu coração novamente apertou pois faltava oito horas pra que ele fosse de vez pra Coreia.

-- não dorme-- digo e foi aí que vi ele chorar.

-- sei que pedi pra você seguir a vida, e faça isso mesmo, mas não me esqueça ____ não me esqueça.-- o abraço forte e chorei junto, como ele poderia pensar que ficaria com outra pessoa a não ser ele.

-- vou te esperar, sei que logo ficaremos juntos.

E foi assim que pegamos no sono, aos prantos por essa maldita situação estar nos separando.

Agora-

E hoje estou aqui, chorando por tudo, pois quando da a hora dele chegar do trabalho olho pra porta na esperança de ver seu sorriso ou apenas escutar "cheguei amor" isso me faz tanta falta me sinto incompleta e odeio esse sentimento de dependência, tenho que aprender a viver sem ele mas não consigo, choro tanto que tive uma forte tontura, vou me sentar mas não passa, vejo tudo girar em minha frente.

-- Mãe..-- grito minha mãe pois sentia medo.

-- o que foi ____ ?-- foi tudo o que ouvi antes de apagar.

Acordo e tinha algumas pessoas por perto, uma medindo minha pressão e outra logo me pois uma luz em meus olhos.

-- ela acordou.-- ouço um homem dizer.

-- ja era hora, oi ___ sou seu médico hoje.-- ele diz sorrindo.

-- o que, o que está acontecendo?-- pergunto.

-- é o que vamos descobrir, você não se alimenta direito a semanas e teve uma forte vertigem, fizemos alguns exames pra saber como podemos ajudar.-- ele diz

Fiquei sem entender mas fiquei em silêncio, fecho os olhos assim que todos saem de perto e tudo o que me vem a cabeça é Jongdae,e pergunto o que ele está fazendo, se pensa em mim ou não, fico horas ali os sonhando acordada com o dia que nos veremos novamente.

Já estava anoitecendo e eu ainda nesse hospital, minha mãe estava ao meu lado, me parecia preocupada e eu estava cansada na verdade, queria me deitar na minha cama e chorar até esquecer que esse dia existiu.

-- Boa noite.-- ouvimos o médico e entra sorridente.

-- Boa noite.-- digo junto a minha mãe.

-- então doutor o que minha filha tem?-- minha mãe pergunta.

-- ela está grávida, por isso do desmaio, ela está grávida de dois meses.-- ele diz e minha mãe e eu nos olhamos surpresas, grávida? por que agora?Jongdae não está aqui, é como se fosse a peça que faltava pra me derrubar de vez, não queria essa criança, não agora não nessa situação que me encontro, e novamente choro, choro por não ter o pai do meu filho ao meu lado, choro por não querer essa criança é choro por estar tudo indo ladeira abaixo, o que fiz de tão grave pra merecer isso?

Os meses foram se passando, as coisas não estavam diferentes, o presidente americano ameaçando e um lado e o norte coreano soltando mísseis de outro, Jongdae continua sem me dar contato algum, o que me faz pensar que ele me esqueceu mesmo, deve ter seguido a vida dele e está feliz, enquanto eu carrego um filho seu em meu ventre, um bebê de sete meses, falta pouco pra nascer, um menino, que a cada mês está mais forte e saudável, se eu mudei de ideia sobre querer essa criança? Sim, pois quando ouço seu coração bater ou ele me chutar eu fico louca pra conhecer meu Brian, ainda sinto falta de Jongdae, mas não como antes, já não choro mais a noite, já não mando mais mensagem e emails a dois meses, me convenci que acabou mesmo, e que agora é somente eu e Brian daqui em diante.

-- como se sente querida?-- minha mãe pergunta.

-- bem, mãe... não precisa vir todos dias.-- digo rindo.-- me sinto bem, e o bebê também.

-- não consigo ficar em paz se não ver vocês nem que seja uns minutinhos.-- ela diz me dando um beijo.

Ficamos conversando e rindo enquanto ela prepara nosso jantar, não tocamos no nome de Jongdae como era habitual, apenas fizemos planos de viajar depois que o bebê nascer, e com a possível proposta de emprego de minha mãe na Alemanha ela e meu pai se mudaria em em seis meses, e eu claro, iria junto, não ha nada que me prenda aqui, então não tem motivos pra ficar sozinha.

-- ja está tudo resolvido na Alemanha? Casa, trabalho, o pai ja está encaminhando?-- pergunto.

-- sim, e sobre isso que queria falar, estamos indo mês que vem pra lá, já conversei com um obstetra ja arrumei uma ótima maternidade, e seu médico disse que podera ir sem medo, vai querer nos acompanhar?-- ela Pergunta.

-- se está tudo bem pra eu viajar não vejo porque ficar.-- digo.

-- Filha e se Jongdae vir? E se ele voltar e não te encontrar?

-- Mãe, já tem nove meses que ele partiu e nem respondeu meus e-mails, ele não vai voltar.-- digo.

-- ____..

-- Mãe, não houve decreto pra ele ir embora, não teve uma liminar que proibisse nosso contato, ele foi porque quis, não responde porque não quer responder, não volta porque não quer, não houve nada .... nada de tão grave pra ele sumir assim.

Nesse momento vejo explosões e muita gente correndo na televisão, minha mãe ergue o volume e posso ver que era na Coreia, as pessoas estão desesperadas correndo com crianças nos braços.

infelizmente isso aconteceu, Seul acabou sendo alvo por estar tão perto da Coreia da norte, família que moram na divisão Militar foram os primeiros a serem atingidos.

Ao ouvir isso me preocupo, Jongdae morava em Seul e me disse que morava próximo a divisão Militar dos países, fico em desespero por saber que o presidente cumpriu com o prometido e atacou a Coreia, porém atacou a Coreia errada.

No mesmo instante começo a chorar, Jongdae está esse tempo todo vivendo um inferno e eu pensando que ele não me ama mais.

-- Filha calma.-- minha mãe diz

-- olha isso, eu disse pra ele trazer sua família pra cá, eu disse.- digo chorando.

Minha mãe desliga a televisão e me abraça, o medo de Jongdae, ter morrido era grande, o medo dele ter ingressado ao exército pra lutar a favor do país era ainda maior.

As semanas foram se passando a guerra ainda rolava o que me deixava ainda pior, mas o dia de me mudar chegou, mesmo com medo de viajar com uma barriga de oito meses fui, fui torcendo pra dar tudo certo, e por dormir a viajem toda, exceto nas conexões emtre paises me senti feliz por estar andando em terra firme, a casa de meus pais era linda, tinha quatro quartos, sala ampla, cozinha enorme, um jardim perfeito, realmente Alemanha era linda principalmente Munique minha nova casa.

-- aqui é lindo.-- digo.

-- lindo mesmo, pena que amanhã começo a trabalhar, queria dar uma volta por aqui-- meu pai diz.

-- seria ótimo, mas podemos fazer isso no sábado o que acham?-- minha mãe pergunta.

-- seria ótimo.-- respondo animada.

Sinto fortes dores e respiro fundo, meus pais me olham assustados pois sabemos o que está acontecendo, meu bebê está a caminho, meio cedo porém está vindo.

Estava com meu filho nos braços, chorava de alegria pois ele era a cara de seu pai, mas fico triste pois ele não estava aqui pra ver seu filho, Brian era como eu sonhei que fosse, tinha a pele e os olhos do pai, sua boca e suas mãos era parecida com as minhas, ele era tão lindo que não parava de encher ele de beijo.

-- como está meu netinho?-- meu pai entra sorridente.

-- dormindo.-- digo e meu paí pega ele e se emociona.

-- Chen iria ficar tão feliz em vê-lo.-- ele diz, Chen era um apelido que meu pai deu a ele por não conseguir pronunciar seu nome no início do namoro.

-- é,  iria.-- digo.

Logo mudamos o assunto e rimos muito quando minha mãe chegou, eles tiveram que ir pra casa pois teriam que trabalhar no dia seguinte e mais uma vez fiquei sozinha vendo televisão.

as tropas armadas da Coreia do Sul está preparada pra se defender de ambos os lados, com a ajuda do Japão, ele se armam pra se defender, mesmo sendo países inimigos, eles prezam pela vida e estão juntos pra uma Boa causa

Respiro fundo por saber dessa situação, Coreia do Sul totalmente inocente mas vive um inferno por ser colada com o Norte coreano, fico vendo aquelas reportagens louca de preocupação, ja temendo que meu grande amor tenha morrido.

Três anos se passaram depois da ida de Jongdae, e Brian ja está com dois anos e dois meses, grande, sorridente, com as manias do pai e minha teimosia, ele simplesmente é tudo na minha vida, estou trabalhando numa empresa de midea publicitária e sobre a guerra entre países, já não havia mais, mas nem sinal de Jongdae, ele simplesmente sumiu.

Hoje por ser sábado trouxe Brian pra um passeio ele queria muito ir a Praça jogar migalhas ao pombos, então fiz esse seu desejo, e estava sentada vendo meu Pequeno homenzinho correndo alegremente atrás dos pássaros.

-- que criança linda.-- uma senhora se senta ao meu lado e ao vê-la não pude reparar em suas feições asiáticas.

-- obrigada.-- digo e logo Brian vem até mim.

-- Sede mãe.-- ele diz ofegante e pego uma garrafinha de água e dou a ele.

E logo ele volta a correr atrás dos pássaros, fico cuidando de meu filho e a senhora fica ao meu lado rindo de Brian, ela simplemente se encantou.

-- Mãe... estamos prontos.-- meu coração dispara ao ouvir essa voz, olho pro lado e vejo Jongdae, engulo a seco e ele me olha como certo desprezo, como se não tivesse surpreso em me ver, respiro fundo e uma onda de raiva me consome, me levanto indo pegar meu filho pra ir pra casa, mas ao olhar pra frente não o vejo.

- Brian...-- grito olhando pros lados.-- Brian.

-- filho, ajuda o menino é um bebê.-- a senhora diz.

-- ____ o que ele é seu?-- ele pergunta.

-- e isso importa? Ele sumiu.-- começo a chorar.

-- calma vamos encontrar ele.-- nessa hora olho em seus olhos e me pergunto quem é ele pois o Jongdae que conheço não é esse me olhando com indiferença como se não fosse nada em sua vida.

-- Brian...-- saio andando a procura de meu filho vou para todos lados e lembro que o trabalho de minha mãe é na frente da Praça e corro pra la.

-- olha quem chegou.-- vejo o porteiro com meu filho nos braços e começo a chorar a desespero.

-- obrigado moço... não faz isso comigo denovo meu amor...-- digo pegando ele e logo saio.

-- quero ver a vovó.-- ele diz.

-- depois a vovó nos encontra.-- digo controlando o choro.

Me sento novamente no banco pois estava com o corpo mole e agarro meu filho respirando aliviada.

-- que bom que encontrou ele.-- Jongdae diz e senta ao meu lado.-- calma, ele já está aqui..-- Brian olha pra ele.

-- oi ..-- meu filho diz e sorri

Jong-dae, não falou nada apenas me olhou com olhos assustados, era visível a semelhança entre eles até sorrindo, ele fica olhando Brian e respira fundo antes de perguntar algo.

-- esse é... nosso filho? Você esteve grávida depois que fui embora?

-- não Jong-dae, esse é meu filho, eu que cuidei dele esse tempo todo, eu que sofri com ele esse tempo todo, você não passou de um doador de sêmen na minha vida.-- digo.

-- ____ eu preciso saber se ele é mesmo meu filho, eu posso te explicar o que aconteceu.

-- explicar o que? Quando me viu a minutos atrás nao parecia surpreso, enquanto eu fiquei noites chorando por você, preocupada com tudo o que estava acontecendo você estava aqui, e nem pra me dizer que estava vivo, e sim ele é seu filho.

-- eu tive meus motivos, eu precisei vir pra ca pois se eu quisesse minha família bem teria que ser onde não houvesse perigo.-- ele diz.

Eu me levanto, e ele segura meu braço

-- ele é meu filho, deixa eu e ele se conhecer, não me tire mais tempo com ele.-- ele diz.

-- quem tirou esse tempo foi você, não me ligou e nem nada, e a burra preocupada com você... esquece a gente Jongdae, vivemos esses anos todos sem você, poderemos viver muitos outros assim.

Saio dali decepcionada, ele não me amava como dizia simplesmente sumiu sem ao menos se perguntar como eu estaria, e a forma com que me olhou com desprezo e indiferença me confirma isso.

Depois desse encontro que tive com Jongdae na semana passada tudo voltou como era antes, noites chorando antes de dormir, meus pensamentos voltados ao passado, me pergunto o que eu fiz de errado pra ele não me procurar e não me amar como eu o amo, os dias ficaram como antes, sem cor e mesmo me fazendo forte pra Brian eu estava a ponto de desmoronar a qualquer minuto.

-- não acha que ja está na hora de conversar? Ele já te procurou inúmeras vezes, e você se nega a falar com ele.-- meu pai diz.

-- depois de três anos, pai ele me olhou com desprezo na Praça, não se mostrou supreso ao me ver, tenho certeza que ele sabia que eu estava aqui e nem se quer veio falar comigo.-- digo.

-- sim ele sabia que estava aqui, mas eu pedi pra ele não se aproximar.-- minha mãe diz chegando perto.-- ele te fez sofrer muito, acha que foi fácil te ver naquela situação? Agora que está bem não achei Justo ele estragar tudo, te deixar novamente na esperança de viverem juntos pra depois ele sumir novamente.

Não podia acredita no que estava ouvindo, ela sabia que tudo que queria era ter meu namorado de volta e quando tive a chance ela simplesmente interfere.

-- isso é ela quem decide, não acredito que fez isso.-- meu pai diz.

-- a quanto tempo você viu ele?-- pergunto.

-- seis meses, ele mora aqui a três anos e quando me viu ficou todp feliz, me pediu por você mas eu disse que estava casada e com um filho, disse que você não sentiu falta dele.-- ela diz e é como se não sentisse culpa, ela estava serena ciente que fez o certo.

Me levanto dali e saio pra pensar em tudo isso, se ela fez isso mesmo porque ele obedeceu? porque deixou isso nos afastar? Porquê? Respiro fundo querendo respostas, mas não conseguia

-- ___?-- ouço Jongdae.

-- o que quer aqui?-- seco minhas lágrimas.

--Eu nunca te esqueci, fiquei anos após anos pensando em você, lá no EUA a comunicação não foi proibida mas pra nós foi sim, não tínhamos acessos a Internet nem nada que pudesse fazer chamada a longa distância, foi quando meu pai quis vir pra cá, fugir de um bombardeio que aconteceu de fato, tentei te ligar mas não dava linha, fui até EUA mas me informaram que você havia se mudado, volto pra cá e encontro sua mãe...-- ele da uma pausa.

-- não precisa nem falar pois a partir dai eu sei bem a história.-- digo.

-- eu sei que pedi pra seguir sua vida, mas não queria que fizesse isso, fico feliz que esteja bem e feliz, mas não me tire meu filho, por favor.-- ele diz.

-- acha mesmo que segui a vida? Que me casei como minha mãe diz? Olha pra mim Jongdae, acha mesmo que me dediquei a outra coisa que não fosse nosso filho?-- pergunto o olhando e o vejo chorar, entramos novamente em casa e ficamos no Jardim, e lá estava Brian correndo atrás do nosso cachorro, os olhos de JongDae brilhava ao ver o filho, ele me olhou e pude ver meu JongDae novamente, sorriso doce e me olhava com paixão.

-- eu te amo meu amor, eu sempre te amei, deveria ter insistido em nós quando conversei com sua mãe, mas não queria estragar sua felicidade, não queria te fazer novamente.

-- irá me fazer sofrer se for embora novamente.-- digo-- você vai?

-- se me deixar ficar, nunca mais saio do lado de vocês.-- ele segura minha mão.

-- Chen ... que bom te ver por aqui--meu pai chega rindo e os dois se abraçam.-- olha que lindo seu filho, e é uma peste.

-- pai..-- digo rindo.

-- não estou mentindo, ele precisa saber como é esse menino.-- Começamos a rir.

-- posso me acostumar com suas bagunças, e quero descobrir muita coisa com ele.-- ele me olha.-- será posso recuperar o tempo que perdi?

-- o filho é seu, vai lá.. -- digo sorrindo e ele vai em direção a Brian, meu pai se senta ao meu lado e ficamos olhando JongDae e Brian se conhecendo, meu filho era muito carinhoso então quem estivesse disposto a correr atrás dele ele ja amava.

Não sei o que será de mim e JongDae daqui pra frente, tudo o que aconteceu nos distanciou muito, ainda o amo, mas não somos mais aquele casal apaixonado que faria tudo pra ficar juntos, hoje temos um filho e prezo muito pelo pequeno, então mesmo amando JongDae vou fazer tudo no tempo certo.

-- você acha que podem retomar de onde pararam?-- meu pai pergunta.

-- Não, JongDae hoje não é nada meu, é apenas pai do filho, e vai continuar assim por muito tempo.

-- não o ama mais?-- ele volta a perguntar.

-- amo... mas amo mais meu filho, então JongDae só ficará com a gente se Brian quiser que ele fique.-- digo.

Voltamos a olhar os dois rindo e brincando pelo Jardim Brian acaba de descobrir que seu mais novo amigo é aquele que te deu a vida, e como disse ao meu pai, JongDae é o amor da minha vida, mas a decisão dele ficar entre nós, vai ser de Brian que por sinal está se divertindo horrores com o pai.


Fim.


Notas Finais


Até o próximo capítulo💕


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