História Imagines TaeHyung (BTS) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais, V
Tags Bts, Hoseok, Imagine, J-hope, Jung Hoseok, Taehyung, Taetae, Você
Visualizações 112
Palavras 1.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores. Faz tempo que não atualizo, não é?
Peço desculpas pela demora. Eu tinha me esquecido kk, mas estou de volta s2
Vou postar alguns imagines antigos, espero que gostem

Boa leitura meus amores *u*

Capítulo 5 - Falling In Love (One Shot)


Fanfic / Fanfiction Imagines TaeHyung (BTS) - Capítulo 5 - Falling In Love (One Shot)

P.O.V's (Seu Nome)

           Por que eu me sinto assim por causa dele? Nunca fui de sofrer por ninguém, nunca amei ninguém em toda minha vida, porque isso tinha que acontecer depois de vinte e um anos? O que foi que eu fiz de errado? Pra mim isso é sim um defeito. Muitos dizem que amar é um dom que poucos possuem, que amar não é ruim, pelo contrário, é a maior e melhor virtude de um homem, não penso desse jeito, bem...não quando o assunto é amor entre homem e mulher. Em uma coisa eles têm razão, poucos podem amar, pra alguns pode sim ser a melhor coisa, para outros, é um defeito, e faço parte dos que vêm amor como um defeito, pelo fato de que eu não me dou bem com esse sentimento inútil, eu não sei amar, eu faço tudo errado, não importa o quanto eu tente, nunca dá certo. Outro problema é que além de eu não saber amar, a pessoa que eu amo, não me vê mais do que amiga, talvez melhor amiga ou até irmã mais nova. Tão irritante!

A que ponto eu fui chegar? Não é do meu feitio ficar trancada em meu quarto pensando em um cara, muito menos parar de sair com meus amigos por causa de um babaca, nunca fui disso, mas por que agora eu não saio mais com meus amigos porque ele vai estar lá? Por que estou evitando-o o máximo que eu posso? Realmente não tenho respostas para essas perguntas, ter até tenho, mas não quero acreditar nisso.

Eu batia minhas unhas nas camas, enchia minha bochecha de ar e soltava, fazia isso por várias vezes seguidas, ás vezes fazia beicinho enquanto eu me fazia vários tipos de perguntas, eu mesmo me respondia como se eu fosse uma completa idiota, talvez eu seja mesmo.

– Não vai sair desse quarto um pouco? – e lá estava ele encostado no batente da porta.

Ótimo! A última pessoa que eu desejava ver está escorado no batente da porta do meu quarto com os braços cruzados e me encarando como se eu fosse uma lesada.

Eu realmente quero fazer ele sumir desse mundo, se bem que eu mesma deveria sumir, é mais prático e rápido. Ah! Que ridículo, o que é que estou pensando agora?

– Daqui a pouco

Minha voz saiu tão baixa que acho que ele não entendeu o que eu disse, pois veio até mim.

Eu não queria sentir ele perto de mim, eu nem queria vê-lo, eu só quero esquecer esse sentimento, deletá-lo de algum jeito, deve haver algum, não é possível.

– Não rela em mim

– Você está bem

– Estou ótima

– Eu não confio em você

Suspirei.

Eu devia abrir de vez o jogo. Não aguento mais me sentir assim por causa desse idiota, talvez se eu contar de uma vez, eu me sinta melhor, talvez até desista dele. Tudo na base do talvez, não custa tentar.

– Estou apaixonada...

Não entendi sua reação. No começo o mais velho ficou em silêncio, parecia triste, talvez pensativo e incrédulo ao mesmo tempo, por eu ter revelado isso assim do nada.

– Oh! Você apaixonada é de mais, não dá pra acreditar, é pegadinha?

Tinha quase certeza que ele ia fazer alguma gracinha desse tipo, acho que qualquer que me conhece muito bem, ia fazer algo assim.

– Não. Eu não posso me apaixonar é isso? Ta! Eu nunca amei ninguém de verdade e não sei como é amar ou como é me sentir idiota, arrumando, eu não sabia, agora sei. Eu me sinto uma idiota. Quero arrancar esse sentimento inútil de mim. Ah! Tudo bem se ele ao menos me deixasse em paz, mas não, ele sempre tem que estar por perto de alguma maneira, mesmo eu tentando fugir. Sabe o quanto isso é irritante? Sabe o pior? Ele nunca vai me ver da mesma forma que eu o vejo. Aish! Tira isso de mim! Tira!

Eu nem sabia mais o que eu sentia. Ao mesmo tempo em que eu estava irritada, eu estava zangada, triste chateada, era impossível sentir uma coisa só.

Me surpreendi quando o mais velho me abraçou. Seu abraço era o melhor de todos, tudo bem que isso ia fazer com que eu me apaixonasse mais, mas isso me tranquilizou. Ele me passava um conforto desconhecido por mim mesmo, e o mais irônico é que nunca fomos de nos abraçar.

– Eu sei que está falando de mim

Ok! Eu achei que ele não fosse perceber meus sentimentos por ele. Mas que burra que eu fui! Claro que ele iria perceber, não porque dou na cara, pois sei esconder isso muito bem, mas porque ele me conhece mais do que á mim mesmo.

– Como percebeu?

– Sou a única pessoa que você está evitando

– Somos melhores amigos, eu devo estar confundindo

– Seria bom se não estiver – o que? Como é que é? – Sério! Eu não sei quem é mais lerdo, eu ou você – esse risinho. Alguém me explica o que ele está tentando dizer.

Flashback On*

Eu não me aguentava de dor. Maldito dia que esse idiota me arrastou para esse acampamento, ele sabe muito bem que eu não suporto esse tipo de lugar. Mas por que fui aceitar? Não! A idiota aqui tinha que querer estar perto dele. Aish! O que esse garoto está fazendo comigo?

O maior rasgou sua camisa e enfaixou em meu pé. Não conseguia tirar os olhos de seu corpo, não que seja sarado, mas não era magro, era definido em minha visão, pra mim é o corpo ideal. Tinha vontade de relar, mas não posso, ele pode me achar tarada ou algo assim, também poderia estragar nossa amizade, vai que ele acha que gosto dele.

A chuva não dava folga, eu já estava com medo dos trovões e dos relâmpagos, tanto que até tinha me esquecido da dor do meu pé torcido. A fogueira que o mais velho tinha feito, iluminava o local. Tinha medo de estar ali, mas não tinha outra opção, era isso ou ficar de baixo da chuva no meio do mato.

– Desastrada, se me ouvisse, estaria com o pé intacto e estaríamos no dormitório, mas não, tinha que ser teimosa e andar em cima daquelas rochas

– Mas eu queria me divertir – fiz carinha de dó.

– Não vem com essa carinha. Tem noção do quanto me assustou por ter despencado de cima daquela pedra?

– Rocha

– Que seja

Ele parecia mesmo bravo com meu ato, mas realmente não tive culpa, estava tudo sob controle, não sei como eu fui torcer meu pé. Deve ser a vida querendo ferrar comigo, porque ficar presa em uma caverna com ele, não é algo tão simples assim.

Ninguém ousava a dizer nada, só o som da tempestade lá fora podia ser ouvido. O frio já foi tomando conta de mim. Eu me senti mal por ele ter ficado preso aqui comigo, ele poderia estar fazendo algo melhor agora.

– Está com frio? – o mais velho me fez ficar entre suas pernas e me abraçou por trás.

Isso era tão aconchegante e quentinho, eu poderia ficar assim para sempre.

– Desculpe, você podia estar fazendo algo melhor agora...

– É, podíamos, assistindo um filme no quarto com chocolate quente e pipoca – sorri ao ouvir tais palavras. – Mas ficar preso aqui com você, só nós dois, é perfeito – como?

– Não diga besteira, estou morrendo de dor

– A culpa é sua

Flashback Off*

– Quer dizer que...naquela época você...já gostava de mim? – arregalei meus olhos.

Como eu pude ser tão cega? Não! Ele deve estar fazendo algum tipo de pegadinha.

– Sim, o fato é que eu te amo e não aguento mais ver você fugindo de mim quando nós dois sentimos a mesma coisa. Não devia ter me escondido isso, de qualquer forma, eu já pensava em te contar, pois conclui que esconder só pioraria as coisas, estou tão aliviado em saber que se sente da mesma forma que eu. Realmente quero tentar algo, você quer?

Oh! Eu realmente devo estar alucinada. O cara que eu amo está querendo entrar em algum tipo de relação comigo. Eu devo ter enlouquecido.

– Yah! Está me ouvindo? – o a maior me sacudia, pois eu tinha entrando em outro mundo ao ouvir tais palavras.

– Si-sim...isso é sério? Mesmo?

– Eu nunca brincaria com você, estou aflito, pode me responder?

Sorri.

Claro que eu não daria outra resposta além de um beijo, afinal, esperei isso por praticamente dois anos, agora que o tenho aqui, não posso desperdiçar minha bela chance. Vida! Obrigada! Estou começando a te amar.

O beijo que transmitia paixão e alegria, agora se transformava em necessidade, desejo e amor. Eu tentava transmitir todo meu amor por ele naquele beijo, assim como ele fazia o mesmo. Estava óbvio que realmente nos amávamos.

Senti um levo aperto em um dos meus seios. Suas mãos já se encontravam por de baixo do meu sutiã. Ele não era nada santo. Arfei entre o beijo, o que fez com que ele sorrisse satisfeito. Quanto mais o maior me tocava, mais eu queria ser tocada. Já era uma necessidade, eu precisava senti-lo dentro de mim, o problema é que ele notou isso e quer me torturar. Minha camiseta foi jogada em algum lugar do quarto, logo em seguida o sutiã. Seus olhos demonstravam todo o desejo que sentia enquanto apreciava meus seios. Arranhei de leve sei peitoral já desnudo, que eu já nem me lembro quando foi que ele ficou sem camisa. Senti uma leve mordida em meu pescoço. Já não aguentava mais essas preliminares, parecia um homem em uma transa, nunca gostam de preliminares. Logo meu short foi retirado junto com minha calcinha. Gemidos medianos escaparam de minha garganta quando sua língua invadiu minha intimidade. Era uma sensação tão...tão maravilhosa, seus toques me faziam delirar e meu corpo só implorava por mais. Ele tinha o total controle sobre mim nesse exato momento.

...

– Melhor por roupa, ou vamos repetir tudo de novo – ri ao ver seu olhar em meu corpo coberto pela toalha.

– Acabei de tomar banho, sossega

– Chata – o mais velho se aproximou e me deu um selinho. – Te amo, quer ser minha namorada?

– Nossa, pensei que eu já fosse no momento em que eu te beijei

Eu estava um pouco sem graça.

– Sim, mas eu quis fazer um pedido mais oficial, porque tentar algo não é o mesmo que namorar

– Está certo – lhe dei um selinho.

– O que me diz?

– Aceito – sorri.

– Ah, minha garota

Meu corpo foi erguido e rodopiado, fazer isso de toalha não é muito legal.

– Linda, prometo te fazer muito feliz


Notas Finais


Me desculpem pelos erros, eu não revisei

Espero que tenham gostado s2

Beijos *3*


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