História I'Mmortal - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Originais
Visualizações 12
Palavras 2.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá Imortais *-*
Primeiro de tudo.. Essa é minha primeira fic dos amadinhos.
A ideia surgiu do nada, e eu comecei a desenvolver com a ajuda do meu amado marido (sim meu marido mesmo. Ele me apoia em tudo.) Graças a minha amiga e beta Kimayo, que me convenceu a postar, deixo vcs com o primeiro cap.
Eu gosto de histórias bem detalhadas, como tramas individuais e não só focado no personagem principal. Então não esperem um hentaizão logo no começo. Eu gosto de drama, mto drama. Drama forever.
Não tenho a intenção de ofender ninguém com a fic. Pelo amor do santo G.D, eu só tive a ideia e resolvi passar pro papel, (juro, papel msm, os primeiros rascunhos estão num bloquinho de notas.)
Então se alguém se ofender, por favor, me desculpe. Não foi minha intenção.

Espero de coração que gostem.
Good reading!!

Capítulo 1 - New Age


Fanfic / Fanfiction I'Mmortal - Capítulo 1 - New Age

I’Mmortal.

 

Vida e morte andam lado a lado.  É a lei natural. Nascer, crescer, reproduzir e morrer. Foi assim durante milênios na Terra. A humanidade era movida pela vontade e pela esperança de cura de suas doenças. Contudo, a doença mais perigosa da humanidade não foi curada. A ganância.

Ganância essa que levou os cientistas a pesquisarem fórmulas que permitiriam a modificação o DNA humano, a fim de transformar a população da Terra em seres imortais. ‘’Tudo pela ciência’’, eles diziam, mas não foi bem assim. Isso acabou se tornando uma guerra. Por que?

Esses cientistas, visionário pra alguns e descrentes de Deus pra outros, precisavam de financiamento.

’Uma pesquisa desse tamanho precisa de muito investimento’’.

O governo não aprovava.

’A humanidade vai entrar em colapso, haverá guerras entre os países pela fórmula. Isso nunca poderá ser feito’’.

Contrariados e desmerecidos, esses cientistas recorreram aos magnatas da alta sociedade, que não pensaram duas vezes em financiar esse experimente contra o nome de Deus. Um acordo foi selado naquele dia.

’Apenas nossa gente vivera pela eternidade. Somos a elite da elite. Os pobres que morram. ’’

E logo veio o caos, que ocorrera assim que os magnatas revelaram sua imortalidade pra humanidade. Os humanos foram à loucura. Guerras foram travadas contra os imortais, que tinham dinheiro o suficiente pra comprar exércitos, que lutaram por eles, movidos pela ganância e pela promessa de imortalidade. Pobres soldados, enganados. Lutaram contra os civis e crianças morreram em berços. Tornou-se o inferno na Terra durante a primeira guerra da nova era.

’Eles são imortais. Como se mata um ser que se tornou um Deus? É mais sensato aceitar a escravidão. ’’

’Há um jeito. Decapitação. ’’

Dividido em 20 distritos, o que restou da raça humana eram escravos novamente, que se rebelaram durante o trabalho e mataram dois dos magnatas.

A felicidade durará pouco. Mais uma guerra, transformando 20 distritos em apenas 5. Os imortais se isolaram em uma redoma, onde o tempo e o clima eram adaptados apenas pra eles. Os escravos? Apenas do 1° distrito humano.

‘’ Eles são os únicos mais sensatos. ’’

’É claro. Eles são de famílias ricas, não tanto quanto a gente, a fim de comprar a imortalidade. Entendem nosso propósito e nos apoiam. ’’

‘’ Bando de interesseiros pra mim. ’’

‘’ É isso que nós temos. Pelo menos é certeza que nenhum deles vão nós matar. É só prometer que de tempos em tempos a família que mais trabalhar, o segundo filho deles se tornará imortal. ‘’

Mas isso também é uma mentira.

Os cientistas, que criaram essa fórmula pela humanidade, a fim de curar os doentes e tornar o mundo um lugar mais pacífico, em determinado momento se tornaram tão frios e mesquinhos quanto aqueles magnatas, não se importando mais com a humanidade que um dia juraram curar, criaram então um gás, que seria jogado nos distritos mortais. Gás esse que impossibilitaria as mulheres terem mais de um filho. Elas morriam no parto automaticamente. Esse gás foi denominado de ‘’Natural’’, e foi como ficou conhecia toda a população mortal.

Depois de milênios de imortalidade, os filhos dos filhos dos filhos dos antigos magnatas viviam em uma cidade cercada de muros altos, denominada Aurum, proveniente do ouro, pois nada mais era importante pra aqueles que moravam lá. Ouro e riquezas faziam parte daquele lugar. Era o primeiro distrito. O distrito de ouro. O distrito dos deuses.

O segundo é ocupado pelos escravos. Quando não estavam trabalhando, estavam lá. É o único distrito que não havia sofrido com as duas guerras. Eram, em termos, pacíficos. Tinham muito contato com os imortais e os veneravam. Únicos que não apresentavam perigo aos olhos dos imortais.

O terceiro é ocupado pelo exército. Totalmente fies aos imortais. Matavam sem pensar duas vezes. São bem pagos pra isso.

O quarto é praticamente fazendas e fabricas. Os que moravam lá cuidavam das plantações e gado. Trabalhavam 24 horas por dia, vigiados 24 horas do dia pelos soldados.

E o quinto. O mais afastado e mais pobre de todos, aonde as duas guerras haviam sido travadas. Recursos escassos, população em miséria. As pessoas do quinto distrito eram a maior parte, mineradores, o resto, fazia parte da rebelião. As pessoas do quinto distrito sempre tentavam se rebelar contra os imortais. O ódio os movia.

‘’ Eles brincam de ser Deus.  Eles precisam morrer, pra humanidade voltar a ser como era, como Deus nós criou. ‘’

Lutavam todos os dias contra o exército, a fim de conseguir comida do quarto distrito. Todos os dias alguém do quinto distrito morria. Todos os dias alguém do quinto se tornava um assassino. Era um lugar abandonado por Deus. As pessoas por pouco não perdiam a fé.

- Alguém tem que fazer alguma coisa vô.

- Bex, você não vai fazer nada. Não quero você perto das grades. Seu pai já é doido o suficiente por essa família. Não vou permitir que minha única neta se torne uma assassina. – um senhor de cabelos brancos gritava, se encostando com dificuldade na porta da casa de madeira. Sua neta corria entre as árvores mortas.

Era possível ouvir tiros vindos da colina. Rebecca Moore fora criada pelo seu pai e seu avô Robert Moore. Viviam entre as montanhas de escombros, o mais longe o possível da grade que separava os distritos 4 e 5. Casa feita de madeira, passada de geração em geração. Todos da família Moore havia nascido e crescido naquela casa. Morriam sempre em combate. Seu pai Dean Moore, era comandante da rebelião. Já havia matado um grande número de soldados. Era o melhor em anos, uma inspiração pra garota.

- Os tiros estão vindo da direita vovô. – Bex correu pra ajudar seu avô a sair da casa. Um ferimento antigo de combate havia deixado Robert com dificuldades de se locomover.

- É onde seu pai está. – os dois se entre olharam com receio.

- Ele é o melhor atirador vovô. – a garota tentou acalmar o avô, mas sua voz dizia que o medo tomava conta da mesma. – Ele vai ficar bem. Vamos voltar.

[...........................]

 

Longe dali, a pacífica e bela Aurum amanhecia com um dos seus membros completando mais um ano de vida.

Min Yoongi fora acordado de um sono pesado pela sua mãe, animada com o aniversário do filho mais velho. Já era seu 225° aniversário, e sabia muito bem o que sua mãe planejava pra aquela noite, um baile de gala seria dado para comemorar o aniversário do filho. Yoongi se pegou pensando se ele era ingrato por não querer uma festa. Ele tinha tudo, sempre teve tudo. Era rico e imortal. Mas nada lhe agravada, nem todas as festas que sua mãe lhe dava com o maior apresso. Yoongi se via muitas vezes, cansado da imortalidade.

‘’Aproveita enquanto pode. Um dia você vai começar a trabalhar no meu lugar, e só vai parar quando seu filho tomar o seu lugar. ‘’

Essa frase o atormentava, não só a ele, mas também seus amigos Park Jimin, Jeon Jungkook, Jung Hoseok e os irmãos Kim Seokjin, Namjoon e Taehyung. Eles eram os herdeiros e aqueles que manteriam a paz em Aurum. Dos sete, cinco deles sabiam que não teriam como escapar do trono. Então costumavam extrapolar na frase ‘’Aproveite enquanto pode’’. Já haviam feito de tudo, mas nem mesmo a adrenalina de corridas de carro, o prazer do sexo, tanto com mulher e homens, ou a brisa das drogas, haviam lhes saciado. Eles se entediavam com facilidade. Yoongi em particular se sentia sujo, e desmerecido de ser imortal.

Enquanto ouvia sua mãe tagarelar sobre a noite que planejara, o garoto trocou olhares com o seu pai, que entendeu rapidamente o olhar apelativo do filho.

Senhor Min era um homem respeitado em Aurum. Ele era responsável pelo quinto distrito, cuidava do lugar com mãos de ferro. Nada escapava dele. Pelo menos uma vez por mês, ele mesmo ia até o distrito e matava a sangue frio um natural, a fim de colocar medo na pouca população, para que não se rebelassem mais ainda. E estava funcionando até então. Yoongi nunca havia visto seu pai fazendo isso. Nunca se quer havia ido até o quinto distrito, que um dia seria responsabilidade dele. Seu pai havia o proibido. Dizia que matava todo mês a fim de que até a posse do filho, todos os naturais do quinto já estivessem mortos. Homem duro, frio e cruel, mas um bom pai, aos olhos de Yoongi. Esse esforço de seu pai o fazia se sentir pior ainda pelas regalias que tinha. Seus olhos clamavam em pedido de não ter uma festa, e o pai concordou. Sua mãe saiu furiosa do quarto.

- Me conta, o que vai fazer hoje? – senhor Min olhava para o filho com amor nos olhos.

- Jungkook estava planejando alguma coisa. Eu não sei ainda o que é. Mas eu tenho que ir andando pra encontrar com eles. – Yoongi se preparava pra sair do quarto quando seu pai lhe impediu de sair do mesmo.

- Só não vão fazer uma loucura. – Senhor Min o alertou.

- A gente sempre faz. – o garoto lançou um sorriso doce para o pai, que bufou pela piada do filho. Eles iam ficar bem de qualquer forma.

Yoongi dirigiu em alta velocidade até a casa do amigo, assim que chegou à casa branca no alto da colina, se dirigiu até o quarto de Jungkook. O amigo de Yoongi era minimalista, em seu quarto de decoração basicamente preta e branca, havia apenas a cama e uma única poltrona, que ficava de frente pra cama e de costas pra enorme janela, que dava uma visão privilegiada do horizonte de Aurum.

Assim que Yoongi entrou no quarto visualizou seus seis amigos, que ficaram felizes com a sua chegada.

- Feliz aniversário Suga! – Jungkook abraçou Yoongi, depositando um beijo demorado em seus lábios.

Jungkook e Yoongi haviam tido um relacionamento anos atrás, hoje, apenas bons amigos, embora muitas vezes Jungkook beijasse Yoongi, como estava a fazer nesse momento, incomodando internamente um dos outros garotos no recinto.

Kim Taehyung era o mais novo dos irmãos Kim, e sentiu uma pontada de ciúmes surgir em seu peito com a cena que todos presenciavam. Por não poder negar seus sentimentos e também não poder contestar o ato de carinho de Jeon com o ex-namorado Yoongi, Taehyung apenas abraçou os dois, sendo seguido pelos outros amigos. Foi a maneira que o garoto encontrou de esconder o ciúmes que estava sentindo.

Yoongi sentia o carinho que os amigos tinham por ele. O único momento em que Yoongi não pensava que sua imortalidade não valia a pena era aquele, o momento em que estava com seus amigos. ‘’A imortalidade só vale a pena, se for passada ao lado daqueles que amamos’’, uma frase que Namjoon sempre falava para Yoongi. O aniversariante se soltou dos braços dos amigos sorrindo pelo calor que o envolvia.

- Então, eu fugi de um baile de gala que minha mãe estava planejando. O que você preparou pra hoje Kookie? – Yoongi confessou a fuga, fazendo todos respirarem aliviados.

- Ainda bem que você fez isso. – Seokjin olhava sério para Yoongi. – Se eu tivesse que ir a mais uma festa que sua mãe dá, eu ia me matar. – era claro que era uma brincadeira, todos riram. Nenhum deles aguentava mais as festas que a Senhora Min dava ocasionalmente, apenas por estar entediada.

- Fala ai Kookie. – Jimin se adiantou. – O que vai ser?

Jungkookie era o herdeiro das forças armadas de Aurum, responsável futuramente pelo terceiro distrito. O garoto era um amante de armas. Aprendera a atirar aos 115 anos, e já estava com 220 anos, era muito tempo atirando. Era o único dos sete que não reclamava tanto por ter que trabalhar um dia. Seu pai havia levado o garoto muitas vezes pra caçar, apenas coelhos e aves. Mas assim como Yoongi, a adrenalina de matar um animal não lhe bastava.

- A gente vai caçar. – o garoto abriu um sorriso malicioso para os amigos. Sorriso que ironicamente, o fazia parecer um coelho. Seus olhos eram negros e tinham um ar de prazer ao dizer as últimas palavras. – Vamos matar alguns naturais.


Notas Finais


TAM TAM TAM TAAAAAAAAAAAAAM


Espero que tenham gostado!!

KissKiss


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