História I'Mmortal - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Originais
Visualizações 13
Palavras 2.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Imortais *-*
No segundo cap, vcs vão ver um lado da moeda.

Good reading!!

Capítulo 2 - Smell of death


Fanfic / Fanfiction I'Mmortal - Capítulo 2 - Smell of death

Narrador – Off

Min Yoongi – On

 

Assim que as palavras do Kookie se concretizaram na minha mente, minha primeira reação foi de surpresa. Esse menino só pode ser doido; esse foi meu primeiro pensamento. Mas minha mente automaticamente se recordou do ódio que os naturais tinham por pessoas como nós, e das pessoas inocentes que eles conseguiam matar algumas vezes. Futuramente éramos nós que iríamos cuidar da paz em Aurum. Não custa nada começar mais cedo.

Deixei o mesmo sorriso maléfico escapar dos meus lábios com o presente que ganhei. Finalmente uma coisa nova. É errado pensar que a adrenalina de tirar uma vida insignificante de um natural pode ser maravilhosa?

- Você já fez isso antes Kookie? – Hobi tirou as palavras da minha boca.

- Claro que não. – Kookie parecia ofendido. – Deixei pra fazer isso com vocês.

- Desde que a gente não se meta em problemas, por mim tá tudo bem. – Jin deu de ombros sendo concordado pelos irmãos. Por ser o mais velho de todos nós, era o que sempre cuidava entre aspas das nossas loucuras.

- Como a gente vai chegar até lá? – Tae se voltou pro mais novo. – A gente não pode ir dirigindo. – isso acabou deixando todo mundo curioso.

- Calma. – Kookie bufou rindo. – Eu conheço uma entrada.

- E onde seria essa entrada? – perguntei erguendo uma das sobrancelhas.

- Tem duas na verdade. – Kookie manteve seu olhar fixo em mim. – Uma aqui em casa e uma na sua. – Eu realmente não estava entendendo mais nada. – Foi por onde aqueles malditos entraram pra mataram nossos avôs Suga.

O silêncio tomou conta do quarto, e eu acabei me recordando do assassinato do meu avô. Qual era o problema desses naturais? Nossos avôs estavam quietos na deles. Eram invejosos por não ter o que nós tínhamos e só por isso decidiram matar aqueles que tentaram trazer a paz para o planeta? A adrenalina ferveu dentro de mim.

- Vamos logo então. – falei e os olhos de todos se voltaram pra mim, todos concordavam. Tivemos o mesmo pensamento. Aqueles naturais eram o lixo do mundo, um bando de invejosos.

Alguns gritos de animação foram dados após a minha resposta. Kookie tinha algumas armas no cofre do seu quarto, distribuiu as mesmas, juntamente com algumas máscaras de gás.

- Só pra avisar. – Kookie chamou a atenção de todos, estávamos eufóricos. – Estamos fazendo uma coisa, de certa forma perigosa. Se algum deles nos acertar na cabeça, já era pra gente.

- Achei que a gente só morria por decapitação. – Jimin olhou curioso.

- Não, um tiro na cabeça mata um imortal. – falei fitando o chão. - Foi assim que mataram meu avô.

- Pra que as máscaras? – Nam perguntou quebrando o silêncio.

- Vocês realmente nunca saíram dos muros? – Kookie arregalou os olhos.

- Eu fui algumas vezes, e usei máscara também. – Hope respondeu. – Nam, o ar deles é totalmente contaminado. Principalmente no quinto. Aquele lugar fede a morte.

- Namjoon já sentiu o cheiro da morte. – Tae brincou, e o irmão olhou pra ele sem entender. – Aquela vez que você colocou fogo nas cortinas da mamãe e ela quis te matar. – um coro de ‘’Aaaaaaaaahh’’ foi clamado entre risos.

- Já falei que foi acidente. – Nam choramingou entre a risada.

- É sempre acidente quando se trata de você. – Jimin brincou. – É melhor um de nós ficarmos com isso. – Tomou a arma da mão do Nam.

Saímos do quarto do Kookie aos risos, e o garoto nós guio até o jardim da sua casa. Adentramos na vegetação alta e fomos mais fundo no bosque, que estava em silêncio até começarmos a rir de algumas coisas aleatórias, nem parecia que estávamos indo matar algumas pessoas, totalmente insignificantes pra nós, mas íamos matar. Paramos assim que Kookie sinalizou. Começou a olhar para o chão procurando alguma coisa. Afastou as folhas mortas com os pés até ouvir um estralo.

- Achei. Me ajuda aqui Jimin. – Kookie estava abaixado tentando puxar alguma coisa. Me aproximei pra ver melhor do que se tratava. Era uma espécie de alçapão. Jimin e Kookie faziam força pra puxar a pequena porta de madeira.

- Tá. En. Ferru. Ja. Do. – no ultimo puxão os dois caíram no chão, com as pernas pra cima, fazendo todos rirem. A pequena porta tinha sido arrancada de uma vez.

- Vamos ter que arrumar isso depois. Meu pai não pode nem sonhar que a gente esta fazendo isso. – Kookie se levantou limpando as roupas enquanto fitava as porta totalmente destroçada. – Ponham as máscaras. – ordenou e foi feito por todos.

Entramos no buraco que estava escondido ha poucos segundos atrás. Havia uma escada improvisada. Por baixo da máscara, cerrei os dentes de raiva. Aqueles malditos naturais tiveram o trabalho de fazer até mesmo uma escada pra poder entrar em Aurum. Kookie ia à frente com a luz do celular iluminando o caminho estreito. Mesmo com as máscaras, um cheiro estranho entreva nas minhas narinas. Era forte e pesado. Até o solo fora de Aurum é contaminado. Um grito nas minhas costas me fez virar o rosto com rigidez.

- O que foi Hobi? – olhei pro meu amigo que tinha uma expressão de horror no rosto.

- Alguma coisa tocou meu pé. – todos posicionaram os celulares para o chão. Era nojento aquilo.

- Foi só um rato ou uma barata. – Kookie gritou na frente. – Relaxa. Ainda temos que andar mais um pouco.

Voltamos a andar, e desta vez as luzes dos celulares passeavam pelo chão e ‘’paredes’’ do túnel apertado. Hobi ainda grunhia quando encontrava alguma coisa nojenta no chão, e se agarrava ao meu braço. Era nojento mesmo, mas não era pra tanto. Estava andando de cabeça abaixada, iluminando onde meus pés tocavam, guiando onde Hobi deveria pisar. O cara estava de olhos fechados e sua cabeça estava encostada nos meus ombros. Suas lamentações me arrancaram algumas risadas. Como meus olhos estavam voltados para o chão, não percebi que Jimin tinha parado a minha frente. Acabei trombando nele com força, que trombou no Tae, que trombou no Kookie, que quase caiu.

- Porra Tae!

- Não foi ele Kookie, foi o Suga aqui atrás que me fez empurrar o Tae em você. – Jimin defendeu o amigo. Somos todos amigos, mas Jimin tem uma ligação mais forte com o Tae, assim como eu tenho com o Nam.

- Por que paramos? – disfarcei.

- Chegamos. – Kookie falou baixo, mas sua voz ecoava no túnel. – Eu vou olhar. Esperem aqui.

- Não vamos a lugar nenhum. – Jin brincou no fim da fila.

Kookie subiu a outra escada improvisada que tinha ali. Teve dificuldade pra abrir a portinhola novamente. Tae e Jimin seguravam suas pernas, enquanto o mais novo usava o corpo pra tentar abrir a porta. Um barulho alto e a porta voou pra fora, e a luz fez nossos olhos se fecharem automaticamente. Kookie colocou apenas a cabeça pra fora do buraco.

- Tudo limpo. – Saiu e ajudou Tae a subir. – Vem, desculpa ter gritado com você.

- Tá tudo bem. – Tae respondeu sem jeito. Eu sabia que Tae gostava do Kookie, mas o mais novo parecia não perceber isso, ou pelo menos fingia não perceber.

Subimos com cuidado, cautelosos. Olhei pra paisagem totalmente destruída e morta. As árvores quase não tinham folhas, mas as poucas que tinham, possuía um tom alaranjado, e a vegetação no chão era meio acinzentada. Nunca tinha visto isso.

- Por que as folhas estão laranja e cinza?

- Por que o tempo passa mais devagar lá em casa. Aqui é como se fosse outra estação. Acho que outono, seu eu não me engano. – Jimin me respondeu. Ele parecia fascinado com a paisagem inteiramente morta. – Mas acho que deve ser mais por causa do desastre que aconteceu aqui. – disse pegando uma folha cinza do chão, a mesma se desfez com facilidade entre os dedos dele.

- Vem, deve tá amanhecendo aqui. Vamos pegar aqueles naturais malditos de surpresa. – Kookie disse animado.

Andamos pela vegetação nos escondendo ás vezes. Havia muitas casas velhas espalhadas ali. Todas praticamente destruídas. Nam chamou nossa atenção.

- Olha, - apontou para o lado, fazendo todos olharem. – Dá pra ver Aurum daqui, e ali esta o muro que separa a gente deles. – apontou um pouco pra frente.

- Onde os naturais ficam normalmente Kookie? – Hobi perguntou.

- Eles ficam mais ali. – apontou um pouco mais ao lado. – É longe o suficiente da muralha e perto o suficiente para eles verem e matarem os guardas. Ali, fica o 4° distrito. – apontou mais a frente.

- Aaah sim. Dá pra ver. – Hobi foi até o lado do Kookie – Se eu não me engano, eles costumam invadir de manhã pra roubar algumas coisas. Se a gente for por trás matamos eles antes deles invadirem meu futuro distrito.

- Ótimo. – comecei a andar pesadamente na frente de todos. – Quero todos do 5° distrito mortos. Bando de mesquinhos e aproveitadores.

Fui seguido pelo grupo. Todos os pensamentos vieram a minha mente. Não posso errar os tiros. Não posso ser atingido. Não posso me revelar. A onda de adrenalina só aumentava, me fazendo perceber o quanto aquilo era perigoso.

- Suga. – Jin sussurrou nas minhas costas. – Espera. – olhei pra trás e todos estavam abaixados, se escondendo atrás de pedras e troncos de árvores. Me abaixei e voltei até eles.

- O que foi? – sussurrei.

- Olha. – Jimin apontou um pouco a frente.

Um pouco mais na nossa frente, havia um grupo de até 20 homens todos armados, alguns eram jovem e outros tinham a aparência mais velha, mas todos estavam bem sujos. Roupas com manchas e rasgadas. Pareciam discutir alguma coisa. A maioria tinha os olhos claros, e alguns os cabelos loiros. Não iguais a mim e ao Tae. Eu pintava para atormentar minha mãe, Tae pintou porque Kookie disse que havia gostado.

- O que você acha que eles estão fazendo? – sussurrei pro Jimin do meu lado.

- Acho que estratégia. Não sei.

- Quietos. – Jin chamou a atenção de nós dois.

Ficamos em silêncio por mais alguns minutos. Eles estavam bem a nossa frente, era só começar a atirar sem parar. O que a gente estava esperando? Olhei pro Kookie tentando enviar minha duvida pelo olhar. Mas o garoto mantinha seus olhos sob os naturais a nossa frente. Estávamos imóveis, quase não respirávamos. Eles estavam em 20, e nós apenas 7. Era só pra diversão, não uma chacina. Nem sabia se Kookie tinha trazido munição a mais. Era melhor esperar eles se dividirem, segui o menor grupo e matar. Olhei pra trás, onde estava Tae, Hobi e Nam. Uma cobra se movia na direção deles. Como estavam com um tronco na frente deles, não podiam ver. Sabia que assim que Hobi colocasse seu olho no bicho, ele ia surtar, e revelar a gente. Toquei o braço do Jimin que olhou pra minha mão, seguindo pro meu rosto que estava virado pros três a nossas costas. Jimin olhou pra trás também, e entendeu na hora minha reação, soltando um ‘’ merda’’ que só eu pude ouvir. Jimin começou a sinalizar pro Tae. O idiota fez uma cara de duvida. Comecei a sinalizar também. Apontava para o bicho a frente deles, para o Hobi e tirei a máscara que tampava minha boca colocando a mão sobre a mesma, ‘’ Tem um bicho indo ai. Cobre a boca do Hobi.’’ Minha boca se movia sem sair som nenhum. Tae finalmente esticou os olhos e viu a tal cobra antes do escandaloso conseguir decifrar o que eu e Jimin estávamos fazendo. Tae puxou Hobi para seu lado. Algumas folhas foram esmagadas com o ato. Jimin levou o dedo indicador aos lábios em sinal de silêncio, enquanto minha cabeça se voltava pros naturais a nossa frente, colocando novamente minha máscara. Realmente o ar do quinto era horrível.

Eles haviam parado de falar. Pela primeira vez em minha longa vida, meu coração parou. Eles estavam em maior número. Não podíamos vacilar. Abaixamos nossas cabeças assim que vimos um deles andando em nossa direção. Estávamos longe o suficiente e escondidos o bastante, mas pareciam que tinham nos ouvido.

Não tem mais jeito, é proteger a cabeça pra não morrer. É agora. Sete imortais contra vinte naturais.


Notas Finais


Dou um doce pra quem descobrir quem vai morrer!!

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH

postei e sai correndo!!

KissKiss


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