História I'Mmortal - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Originais
Visualizações 13
Palavras 3.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Imortais. *-*

3° cap, o outro lado da moeda.
Espero que estejam entendendo a trama.

Good reading!!

Capítulo 3 - Hostages


Fanfic / Fanfiction I'Mmortal - Capítulo 3 - Hostages

Min Yoongi – Off

Bex Moore – On

Acordei com o cheiro do café do vovô nas minhas narinas. Havia dormido na sala aquela noite, pois estava frio e o fogo da lareira me manteve aquecida a noite toda. Levantei do sofá de couro, totalmente rasgado e com manchas, esfregando os olhos devido o sono que ainda estava em mim. Meu pescoço doía, resmunguei de dor enquanto vovô me trazia uma xícara de café com dificuldade.

- Bom dia minha flor. – vovô sorriu ao entregar a xícara com cuidado, se sentando ao meu lado.

- Bom dia vovô. – olhei atenta para o líquido na xícara. – Vovô, use menos pó. Temos que economizar. – choraminguei.

- AAAh.. Você e seu pai vivem me falando isso. – ele se levantara novamente indo até a cozinha. – Não gosto do chá de café que você e seu pai fazem. Deixe um velho tomar o café como ele gosta. – gritava da cozinha.

Sorri com os gritos do meu avô. Era uma manhã típica pelo visto. O tempo estava nublado, era quase impossível de ver as árvores mortas da janela da sala. Tomei meu café forte que estava do jeito que eu gostava, mas tínhamos que economizar no pó. Não era sempre que tínhamos pó de café. Suspirei ao engolir o último gole.

- Mais um dia Bex. Aguenta firme. – sussurrei pra mim mesma.

Sai de casa logo em seguida. Fui atrás das minhas armadilhas. O quinto distrito raramente recebia mantimentos do quarto distrito. A maioria das vezes era preciso roubar. Muitos homens se arriscavam pra isso, e era certo que alguns morriam. Mas os homens faziam isso pra sustentar suas famílias. Isso era humilhante. A que ponto chegamos? Ter que roubar e caçar ratos e coelhos pra sobreviver. Vovô contava histórias que o avô dele lhe contava, que o avô do avô do meu avô lhe contava, sobre o mundo antes dos imortais. Onde as pessoas trabalhavam honestamente, onde todos tinham casas, aonde as crianças iam pra escolas. Um mundo com mães. Chorava todas as vezes que pensava nisso. Ter mãe deve ser maravilhoso.

Tive a sorte de ter o pai que tinha. Senhor Dean Moore era o melhor comandante que tivemos em anos de saqueadores. Mas meu coração parava de bater todas as vezes que ouvia tiros, e só voltava a bater quando via meu pai em casa, que sempre voltava machucado, algumas vezes com tiros. E eu sempre o remendava.

Andava pelas casas destruídas, pelas árvores mortas sem animação nenhuma. Estava cansada dessa vida. Tinha 22 anos e já havia desistido de viver. Não quero viver em um mundo desigual, onde aqueles imortais nos tratam como lixo. Sofríamos todos os dias pela tirania imposta por eles. Nunca poderia me casar, e nunca veria o rosto do meu filho. Por algum motivo, todas as mães morriam assim que davam a luz. Todas sem exceção. Era óbvio que isso incluiria a mim. Acho que era por conta do ar ruim, ou a fraqueza, ou a quantidade de sangue que se perdia, ou a falta de recursos na hora do parto. Eu já vi isso acontecer inúmeras vezes, já trouxe cinco crianças saudáveis a esse mundo de merda que vivemos, e já enterrei cinco mães, seis com a minha própria mãe.

A noite havia sido fria, todas as minhas armadilhas pros coelhos estavam intactas. Acho que nenhum peludinho saiu de noite devido o frio. Arrumei algumas armadilhas ao longo do caminho, colhia alguns cogumelos, e andava desinteressada de volta pra casa.

Um barulho estridente me chamou a atenção. Corri pra trás de uma casa destruída já com minha arma na mão.

- Que porra foi essa? – sussurrei.

Fiquei em silêncio, observando sete homens saírem do chão. Meu coração parou, minha respiração era pesada, o que me fez levar minha mão até minha boca, a fim de silenciar minha respiração.

- Fica calma Bex. – sussurrei novamente. Fechei os olhos controlando minha respiração.

O que era aquilo? Sete homens saíram do chão. Estavam com máscaras e armados. Suas roupas não tinham nenhum furo, os cabelos brilhavam e seus corpos eram perfeitos, magros porem não pareciam desnutridos. A pouca pele a mostra brilhava, pareciam de porcelana. Eram lindos. Começaram a conversar entre eles, e eu estava muito longe, não conseguia ouvir nada. Apontavam para o horizonte enquanto conversavam. Um deles saiu na frente dos outros. Sua pele branca e cabelos platinados me arrancaram um suspiro. Pisquei algumas vezes, me forçando a recobrar meus sentidos.

- Ok Bex, eles saíram do chão, estão bem vestidos e armados, e estão indo em direção... – minha cabeça se movia na direção que eles estavam andando. – Papai. Eles estão indo em direção ao local das reuniões do papai.

Sai correndo dali o mais rápido que pude. Eles não eram daqui, não conheciam o lugar, ficavam o tempo todo olhando para o horizonte e buscando a pouca visibilidade que tinham dos muros de Aurum.

Dei a volta pela floresta morta, chegaria em casa a tempo de falar com meu pai. Conhecia aquela floresta morta como a palma da minha mão. Sai do meio do mato nos fundos de casa. Corri pra dentro, procurando meu pai desesperada pelos cômodos de casa. Ele não estava em lugar nenhum. Minhas mãos foram pra minha cabeça de forma desesperadora. Respirava com dificuldade pela corrida. A voz do meu avô tomou força nos meus ouvidos. Acho que ele estava gritando há muito tempo, mas eu estava tão distraída que não dei atenção.

- O que aconteceu menina? – ele me olhava assustado. – Entrou aqui correndo. Até aprece que viu um fantasma. – ele brigava comigo.

- Vovô, cadê o papai? – me aproximei dele, séria.

- Ele saiu pra fazer a reunião com os outros homens. Acho que era pra buscar mantimentos. Sei lá. O que aconteceu garota? – eu estava andando em círculos pela sala.

- Eu acho que eu vi uma coisa. Eu não tenho certeza. Preciso encontrar o papai. – tentei sair de casa novamente, mas meu avô me barrou na porta com sua bengala.

- O que você viu? – ele parecia nervoso.

- Eu.. Eu.. – olhava pra fora de casa, na esperança de ver meu pai voltando. – Eu vi uns homens saindo do chão. Eles estavam armados. Não são daqui, eu tenho certeza disso. Estavam indo em direção ao lugar que papai faz as reuniões. Eu tenho certeza. Eu preciso correr. Avisar meu pai. Eu vim correndo pra casa, chego lá antes deles.

- Calma Rebecca. – meu avô me forçou a sentar.

- Vovô eu não tenho tempo. Tenho que ir atrás do papai.

- Garota respira pelo menos. Se for verdade que você viu. – ele parou de falar. Olhava para o chão, respirou fundo e me olhou penetrantemente. – Existem duas passagens subterrâneas que liga Aurum ao quinto distrito. Se eles saíram do chão, significa que esses homens que você viu são imortais. Estão aqui pra nós matar Bex.

Vovô permaneceu calmo enquanto dizia cada palavra. Meu coração estava descompassado, quase saltava pra fora do meu corpo. Um frio subiu minha espinha. Não conseguia respirar. Era a primeira vez que via os tão odiados imortais, e a curiosidade me fez não atirar. Eu poderia ter matado eles quando os vi. Estava escondia, sou boa à longa distância.  Por que eu não atirei? Respirei fundo tomando controle do meu corpo.

- Alguém tem que fazer alguma coisa vô. – minha voz foi firme. Estava determinada a matar aqueles imortais. Sabia onde eles estavam, e eles não iriam me ver chegar.

- Bex, você não vai fazer nada. Não quero você perto das grades. Seu pai já é doido o suficiente por essa família. Não vou permitir que minha única neta se torne uma assassina. – vovô tentou me conter, mas eu já estava pra fora de casa, corria em direção o local que papai costumava fazer as reuniões. O som dos tiros fizeram minhas pernas travarem. - Os tiros estão vindo da direita vovô. – corri de volta pra casa para ajudar meu avô a sair.

- É onde seu pai está. – levei meus olhos aos do meu avô que parecia receoso, e toda aquela onda de fúria havia ido embora, e em seu lugar o medo tomou conta de mim.

- Ele é o melhor atirador vovô. – disse tentando manter minha voz firme. – Ele vai ficar bem. Vamos voltar.

Levei meu avô de volta pra dentro de casa com cuidado. O velho mal andava direito sem a bengala. O coloquei sentado em sua poltrona velha e entreguei uma espingarda para ele.

- Melhor o senhor ficar com isso. Nunca se sabe. – ele concordou em silêncio. Destravou a mesma e apoiou na janela, mirando pra fora de casa. Sabia que o velho atiraria a qualquer movimento suspeito. Era idoso, mas no mundo em que vivemos, os velhos costumes de matar não vão embora da noite por dia.

Me armei com uma espingarda também. Subi pro segundo andar e me mantive próxima da janela, com a arma apontada pra fora, mirando qualquer movimento suspeito.

Tenho certeza que o tempo parou. Os segundos se tornaram minutos e os minutos em horas. Aquilo era agoniante demais. O som dos tiros havia cessado, e o silêncio havia se tornado ensurdecedor.

- Esteja bem. Esteja bem. Esteja bem. Esteja bem. – repetia meu mantra olhando fixo pra fora de casa. Meu pensamento permanecia no meu pai. Não podia imaginar perdendo ele.

Algumas sombras surgiram por baixo das poucas folhas das árvores. Como estava no segundo andar de casa, não consegui reconhecer quem era. Meu avô atirou do andar de baixo.

- Porra pai. Sou eu. – a voz grossa do meu pai se fez em alto e bom tom naquela hora.

Respirei aliviada, encostando minha cabeça no chão. Me pus a deixar algumas lágrimas escorrerem antes de ver meu pai sã e salvo. Levantei a cabeça novamente olhando o grupo de homens que o seguia. Parecia que estavam todos ali. Mas um detalhe tomou minha atenção.

Os homens do meu pai traziam consigo, aqueles sete homens que eu havia visto hoje de manhã. Os sete homens que depois da conversa com meu avô, descobri que eram os malditos imortais que haviam destruído nosso mundo. Uma onde de fúria ferveu meu sangue novamente. Ali estava a oportunidade que eu deixei escapar por pura curiosidade. Eu iria matar aqueles desgraçados agora mesmo.

Desci correndo as escadas, passei direto pelo meu avô e pai, que discutiam na sala sobre o tiro que vovô havia dado desnecessariamente. Sai de casa pisando forte em direção ao grupo dos homens que estavam envolta dos ditos imortais, pareciam que alguns homens do papai estavam machucados vendo-os de perto agora. Meu pai gritava meu nome dentro de casa, mas minha fúria era grande.

- Bex. – papai saiu de casa, ainda gritando pela minha atenção. Eu havia chegado ao núcleo da rodinha, minha arma estava apontada pra cabeça do ‘’refém’’. – REBECCA MOORE. – papai segurou meu braço me fazendo abaixar a arma.

- O QUE? – gritei me virando bruscamente para fita-lo.

- SE ACALMA CRIANÇA.

- PRA MERDA QUE EU VOU ME ACALMAR. – gritei novamente, olhando e apontando a arma novamente para o garoto que estava amarrado a minha frente. Seus olhos não tinham medo. Muito pelo contrário, seus olhos eram curiosos. Se se não fosse pelo sangue em sua boca, diria até que parecia estar sorrindo.

- Rebecca. – meu pai estava calmo. – Você já tinha visto eles? – pisquei recobrando minha consciência.

- Hoje de manhã. – assenti. – Quando estava olhando as armadilhas pros coelhos. Eles saíram do chão. Vovô te contou? – meu pai assentiu em silêncio. Voltei minha atenção pros imortais a nossa frente.

E lá estavam, os sete imortais que eu havia visto de manhã. Tão indefesos e tão a mercê da morte. Olhando eles de perto, até pareciam ter a minha idade. Um tiro bem no meio da testa e tudo estaria melhor. Mantive meus olhos naquele que parecia sorrir. Seus pequenos olhos pareciam ferver de ódio, por trás do seu cabelo platinado. Mesmo agora machucado e a roupa com sangue e rasgada, continuava lindo. Consegui evitar o suspiro que me causou, mas não pude conter o ruborizar em meu rosto. Ele acabou sorrindo irônico pra mim. Eu estava preste a mata-lo e ele estava sorrindo e me deixando mais corada. Odiei a falta de controle do meu corpo.

- Por que você os trouxe pra cá? – perguntei pra meu pai, sem tirar os olhos do imortal que me fizera corar.

- Por que? – papai parecia inconformado com a minha pergunta. Me fez abaixar a arma novamente. – Bex, olha pra eles. São fisicamente da sua idade. – ele debochava. – O que passou pela cabeça oca de vocês pra achar que conseguiram matar a gente ehn?! – papai havia se abaixado na frente de um deles, tinha um sorriso sarcástico nos lábios.

- Responde moleque. – um dos homens do papai chutou sem dó um dos garotos.

- Se vão nós matar, façam isso rápido. – um deles respondeu. Parecia conter as lágrimas.

- Não, não. – papai se levantou novamente. – Matar sim. Rápido, eu não posso prometer. – todos começaram a rir, papai também.

Mantive meus olhos atentos naquele, cuja a pele era tão branca como a neblina do nosso distrito, me encantou secretamente. Sua língua passeava entre seus lábios tentando limpar o sangue que havia no local. Era definitivamente de outro mundo. Tão lindo. Comecei a sentir dó deles quando os homens do meu pai começaram a distribuíam socos e chutes gratuitamente, assim que meu pai sairá do local. Era visível a dor no rosto deles.

- PAREM. – gritei sem pensar. Os homens me olharam com raiva.  – Vocês não tem nada melhor pra fazer. Vão pra suas casas. – sibilei pros homens, que saíram dali resmungado. Respirei fundo, voltando minha atenção pros imortais amarrados e indefesos a minha frente.

Me abaixei pra ajudar o garoto que me chamara a atenção a se sentar novamente. Puxei a manga da camisa comprida que usava e tentei limpar o rosto do garoto de cabelos platinados. Acho que o orgulho dele falou mais alto, o mesmo acabou virando seu rosto, não me deixando tocar sua face machucada.

- Você quem sabe.  – disse com voz baixa, dando de ombros.

- O-obrigado. – um deles se manifestou, me fazendo fita-lo.

- Isso não é nada.

- Por que mandou eles pararem? – outro se manifestou.

- Não sei. Se você quiser, posso os mandar voltar e surrar vocês novamente.

Três deles se desesperaram e diziam ‘’não’’ várias vezes. Isso me fez rir por dentro.

- Bex, os amarre na árvore e entre. – meu pai havia jogado uma corrente em minha direção.

Peguei a mesma sem tirar os olhos dos garotos. Passei por volta de seus corpos e os amarei em volta de uma árvore. Alguns reclamavam de dor, e estranhamente meu coração apertava.

Que maluquice é essa Rebecca? Ficando corada ao olhar pra um imortal. Mandando os homens do seu pai parem de surrar eles. Se preocupando se eles estão sentindo dor. Você não pode pegar leve com eles, você não deve. Sua intenção tem que ser pra matar eles, e não tentar ajuda-los. Puxei a corrente com força, e alguns gritaram.

- Desculpa. – minha boca se moveu antes que eu impedisse. Fechei meus olhos e balancei a cabeça em negação a mim mesma.

- Tudo bem. – o garoto que havia me agradecido sorriu quadrado, me fazendo corar levemente.

- Cala a boca Tae. – um dos outros chutou o tal Tae.

- Não me chuta Hobi. – Tae reclamou com o amigo.

- Você ta ai todo fofinho com a garota que quer nos matar, e eu não posso te chutar?

- Ele só foi educado Hobi. – outro garoto se pronunciou.

- Cala a boca você também Jimin. – Hobi parecia nervoso.

- Cala a boca você Hobi. Se não fosse pelo Tae você teria nos entregado. – o garoto da pele mais clara sibilou, me fazendo arrepiar com sua voz. Corei novamente, tenho certeza.

- Do que você ta falando Suga? – Hobi tentava virar o rosto pro amigo.

- Tinha uma cobra indo na sua direção. – outro falou, sorrindo no final, deixando suas covinhas aparecerem.

- Se o Tae não tivesse segurado você, você ia gritar como uma menininha e nos entregar. – Jimin respondeu. – Então para de gritar com o Tae.

- Para você de defender seu namorado Jimin. – outro reclamou.

- Eu e o Tae somos amigos Kookie, você sabe muito bem disso.

- Não parece. – Kookie respondeu pro amigo. Era impressão minha ou esse Kookie estava corando?

- Ciúmes Kookie? Logo agora? – o último dos meninos finalmente se pronunciou.

- Eu não estou com ciúmes Jin. – Kookie sibilou tentando se mexer entre as correntes. – O Tae e o Jimin que se comam.

- Eu não me importaria. – Jimin brincou e Tae sorriu maliciosamente pro amigo. Acho que a homossexualidade não é um costume só nosso, mas dos imortais também.

- Tae, isso não é hora de fazer ciúmes pro Kookie. – Suga falou de forma ríspida.

- Aaaah um rato. – Hobi tentava afastar o ratinho com as pernas. Ri e acabei com o sofrimento dele, atirando uma adaga certeira no pequeno corpo do rato.

- Nossa. – o da covinha parecia impressionado.

- Almoço de vocês. – peguei a adaga que ainda prendia o corpo já morto do rato, aproximando do rosto deles.

- Tira isso de perto de mim. – Hobi gritava e tentava se mexer fechando os olhos. Me fez rir maleficamente.

- Desculpe. Deixa eu ver se eu entendi. – coloquei uma das mãos na cintura. – Jimin, Tae, Hobi, Suga, Kookie e Jin. – apontei pra cada um deles respectivamente. – E você é? – olhei para o único que eu ainda não sabia o nome.

- Namjoon. – respondeu sem graça.

- Prazer. Sou Rebecca, mas podem me chamar de Bex. – sorri irônica. – E pelo visto vou ser o carrasco de vocês. Eu já volto.

Sai antes que eles me prendessem lá, com seus assuntos inacabados, muito divertidos de se ouvir. Entrei em casa rindo internamente pela pequena discussão deles. Papai já estava sem camisa, sendo cuidado pelo meu avô.

- Tudo certo lá fora Bex? – papai se virou em minha direção.

- Sim. – olhei pra fora, era possível vê-los brigando ainda. – O que pretende fazer com eles?

- Vou usar de moeda de troca. – papai deu de ombros. Não estava entendendo a associação. – Vou matar um ou dois pra fazer aqueles imortais concederem o que vou pedir.


Notas Finais


Ai que dózinha deles..
T.T

KissKiss


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