História Immortalis - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger, Severo Snape
Tags Amor, Bruxaria, Harry Potter, Hentai, Hermione, Hermione Granger, Love, Romance, Severo Snape, Snamione, Snape
Exibições 99
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hiiii :3
Pessoal, sinto muito pelos comentários que não respondi, mas estou aqui com outro capitulo para vocês . ^^
Espero que gostem.
Desculpem qualquer erro de gramática que possam encontrar pelo capítulo.

Capítulo 7 - O Guardião


Fanfic / Fanfiction Immortalis - Capítulo 7 - O Guardião

Hermione piscou, assustada. Mesmo depois que Madame Ponfrey a explicara o que "acontecerá" na aula de Astronomia, sua mente ainda borbulhava pela descoberta de tudo aquilo.  Aquela voz soou novamente tirando Hermione de seus pensamentos e fazendo-a fitar o dono. 

- Ponfrey!

- Ela precisa descansar...

- E irá,  mas não aqui. Libere-a, Ponfrey.  Levarei-a a seu dormitório.  -  A mulher então suspirou e acenou com a cabeça,  foi até sua mesa e assinou alguns papéis, enquanto  Hermione apenad ouvia calada, quando por fim percebeu que a luz no ambiente nao eram de produzida,  e sim do sol. O homem foi até rla e fitou seus olhos, e lá a garita encontrou algo. Era um brilho singular,  como enormes labaredas de fofo ardente, queimando tão intensamente. Um incêndio incontrolável, que tovama de conta de sua alma. Granger sentiu uma sensação tão boa, que desejou queimar naquele fogo que parecia chama-la. Mas então acabou.

- Vanha comigo - Disse uma voz doce em sua mente. Voz essa que não parecia estar vindo do homem a frente, pois seu rosto era duro e de expressões congeladas.

- Como fez isso? - perguntou a menina de olhos arregalados.

- Falarei quando estivermos a sós. - O homem ergueu uma sobrancelha, realmente não parecia ser aquela pessoa em sua mente.  A menina se levantou da cama e ficoi a sua frtne,  o olhando fascinada. 

- Ela pode sair, mas feve estar em suas duas últimas aulas essa noite. - Falou a bruxa mais velha.

O bruxo saiu então da Ala Hospitalar, sendo seguido por Hermione que andava um pouco mais rápido que o natural para poder alcança-lo. Seus olhos grudados na nuca do homem, cono se esperasse que ele sumisse de uma gora para a outra, mas ele não o fez. Logo, e passaram pela entrada das da Ala da Direção.  A curiosidade tomou conta da garota,  mas ela se sentiu receosa em perguntar. 

- S-Senhor, não estávamos indo para a Grifinoria?  

A garota aguardou ansiosa por uma resposta que não veio. Então convencida de que o homem não falaria com ela antes do necessário, caminhou atrás dele, até que chegaram a frente da porta do escritório de Dumbledore. Eles adentraram no escritório, o velho bruxo rstava sentado em sua costumeira cadeira com aparência de trono,  um sorriso cativante nis lábios.

- Bom dia, senhorita Granger, está melhor? 

- Sim, professor Dumbledore - respondeu a garota. 

- Aceita um delicioso copo de suco de abóbora, senhorita? 

- An, sim, senhor,  por favor. - falou a garota com um pequeno sorrio. 

O bruxo então conjurou um lindo copo dr suco de abóbora e deu a garota, que bebeu um gole e fitou-o.

- Bem, Hermione,  estou aqui para informar algo a você,  que provavelmente você já sabe. - disse em relação a seus pais. - Salazar e Morgana. Creio que saiba que eu, Alvo Dumbledore não passo informa-la mais do que eu sei, que é:  A senhorita possui linsis dons e sangue inteiramente bruxo, levando nas costas o brasão Le Fay e Slytherin. Pedi que viesse aqui, apenad para dize-la que a partir de hoje sua vida mudará. 

- Mas professor, eu preciso saber...

- Isso, minha cara, apenas ele poderá responde-la.  Agora podem ir. - Falou o mais velho, sorrindo para o outro homem. 

- Venha - disse chamado a garota,  que olhou-o um tanto receosa e o seguiu. 

O caminho agira era diferente,  pegaram muitas passagens secretas, até um local a queue parecia as masmorras, frio, escuro. Em uma parte do caminho, tudo se fez breu, a garota não via absolutamente nada a sua frente. Então ela sentiu a mãos sobre as suas, segurando-as. 

- Confie... - pediu a voz doce em sua mente, e ela obedeceu, deixando-se ser guiada por ele. Mas logo ouve luz, iluminando a face dura e  pálida do homem, nem parecia ele em sua mente. Juntos, ainda de mãos dadas, chegaram até uma sala, nas masmorras, mais parecia um escritório.  O homem soltou sua mão e a garota sentou-se em uma poltrona. 

- Você é meu guardião, não é Professor Snape? - perguntou fitando seus olhos, onde novamente teve aquela antiga sensação. O homem se senta a frente dela em uma outra poltrona, e beliscando os lábios afirmou com a cabeça. - Como consegue entrar na minha mente? 

- Sou seu guardião, e isso é permitido por uma conexão que temos. Posso entrar e sua mente e falar com você,  mas não tenho acesso a mais nada além de nosso  diálogo. Como não posso estar com você a cada segundo, é permitido que você o faça também,  em minha mente. Tente. - falou suavemente e sua cabeça. A garota ainda duvidara ser aquele o homem que falava com tanta calma em sua mente.

- Immortalis é real... - falou ela com dificuldade em sua mente, mas sorrindo satisfeita por ter conseguido estar lá. 

- Sim, ele é... 

- M-Mas no livro não dizem os poderes que a garota,  nesse caso eu, consegue. A história é exatamente como no livro?  - perguntou ela, fora da mente de Snape.

- Primeiramente,  sua historia inicial é exatamente igual ao livro, e segundo,  mesmo que no livro não seja especificado os poderes eu lhe direi absolutamente tudo o que precisa saber. Primeiro tenho de explicar uma coisa que, creio eu, que não a agradará nada... - a garota o olha curiosa, arradtando a poltrona mais para perto dele. - Sua mãe, filha de uma relação clandestina , teve uma irmã, filha de sua avó e um homem desconhecido,  tal homem era bruxo, porém a pobre garota nasceu um aborto, Florência Black, que ao chegar a idade adulta descobriu não ter a capacidade de reprodução, adotando assim um garoto,  que descobriu mais a frente quesua futura esposa era bruxa, levando a diante a linhagem mágica Black.

- E onde o senhor quer chegar com tudo isso?

- Draco Malfoy é filho de uma Black... Isso torna vocês, primos distantes. - Snape fitou a garota, esperando sua reação. E foi exatamente como ele ofeviu, olhos arregalados e o queixo no chão. 

- Aquela doninha albina é minha mnha prima?! - perguntou a garota levantando-se da poltrona. Snape levantou-se também, e pôs as mãos em seus ombros, forçando-a a sentar.

- Acalme-se. Respire fundo. - falou em sua mente, uma voz que a tranquilizou dos pés a cabeça.  Novamente ela olhou seu professor fascinada. - Sim, ele e seu primo, porém não sabe. AS lendas diziam que,  a garota herdará todos os poderes da mãe, que são,  além do que já sabe, a dominação dos elementos,  todos eles. Já de seu pai, você herdou um enorme dom de raciocínio lógico e a facilidade para as artes de Oclumencia e Legilimencia,  além do alto nível mágico.

- Então... eu poderia invadir sua mente agora mesmo? Poderia le-la?

- Sim, apenas se eu não fosse extremamente protegido quanto a isso. - afirmou. - É meu dever ajuda-la em qualquer coisa que precidar, tirar suas duvidas e protege-la sempre que necessário, mas ninguém sabe disso, então não ache que meu tratamento com a senhorita em minhas aulas. - Hermione afirmou com a cabeça. Não que ela esperasse outra coisa.

- Senhor,  como o senhor foi ser meu guardião? - perguntou cruzando as pernas em X na poltrona. 

- O fiel do segredo de sua história, pediu para que Dumbledore deixasse alguém "em sua guarda", e ela fez com que fosse eu, fazendo um feitiço, quando você ainda era muito pequena.

- Há algumas coisas que ainda nao compreendo. Como conheciam Dumbledore? 

- Parentesco com Merlin. - afirmou o homem. - Tens que comer algo, senhrita Granger. - o homem, então, fez se materializar uma bandeja de café da manhã a sua frente. - Coma...

- Mas professor,  se tudo isso começará a acontecer, a evolução da minha magia, como eu a controlarei? 

- Granger, não sei se é o nervosismo,  ou se a senhorita bateu forte a cabeça no chão a noite passada, mas quals parte do fato de você ter um incrível capacidade lógica a senhorita não entendeu? - perguntou pondo a bandeja nas pernas de Hermione.

- Então... Eu saberei o que fazer...

- Seus pais a ajudarão. - falo sério - E sim, vai poder ve-los mais vezes e perguntar a eles tudo o que ainda quer saber. - compeltou ao ver que a garota faria mais perguntas.

- Malfoy não sabe que é meu parente... Ele deve ficar sem saber? - perguntou curiosa. 

- Nos foi pedido sigilo apenas até a senhorita completar a idade certa para o conhecimento desses fatos, mas para sua proteção, pedimos que o mantenha em total segredo, a menos que seja por um bem maior, ou para alguém que confies tua vida.

A garota acenou com a cabeça e fitou a bandeja de café da manhã, ela nao sentia fome, ou ao menos vontade de comer. Aqueles acontecimentos haviam feito um nó em seu estômago,  e a cada explicação do homem a frente esse nó parecia ficar ainda maior. Ela fitou o homem, e novamente tentou falar em sua mente. 

"Não estou com fome" - disse ela na cabeça do homem.

"Se não comer ficará fraca" - devolveu o homem.

"Mas não sinto fome... comerei mais tarde" - tentou convence-lo.

- Mandarei a bandeja a seu quarto daqui a algum tempo, e espero recebe-la vazia em seguida. Agora vá ao seu quarto e descanse.

O homem ordenou, e ela apenas suspirou e saiu de lá, agora percebendo que estava ao lado de sua sala de poções, tomando aquele caminho como referência, caminhou até a comunal da Grifinoria, passou por todos que estavam perto da lareira rumou até seu quarto, dando desculoa de estar cansada. Ela entrou no quarto e nao pensou duas vezes antes de se jogar na cama e fechar as cortinas da mesma, tentaria dormir, mesmo sabendo que seria algo quase impossível. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Digam o que acharam sobre tudo isso.
Até a próxima ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...