História Imortal - Em busca de vingança - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ação, Camila Cabello, Camren, Fantasia, Ficção, Fifth Harmony, Investigação, Lauren Jauregui, Policial, Psicopata, Romance, Serial Killer, Suspense, Vampiro
Visualizações 104
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey terráqueos!

Um cap de leve hoje pq no próximo voltaremos à ação!

Enjoy

Capítulo 24 - Qual é a sua mutação?


- Está contratada. – Apertei gentilmente a mão da jovem de 22 anos que havia passado pela longa seletiva de babás indicadas pelo tio Victor. – Tem disponibilidade para começar hoje?

- Claro, será um prazer cuidar desse fofo. – Ela disse sorrindo para a criança receosa.

- Peter - Abaixei em sua altura. – Ariana vai cuidar de você enquanto eu estiver trabalhando, certo? Se você se comportar, prometo te levar a noite para tomar sorvete. – Ele assentiu com a cabeça me abraçando em seguida. – Qualquer imprevisto você me ligue. – Me dirigi para a jovem.


Subi na minha moto e acelerei cortando o trafico da manhã em Londres. Cheguei ao departamento e fui informada que uma reunião de emergência iria começar. Adentrei a sala juntamente com os membros que faltavam, após tomar nossos assentos, Lauren começou.

- Bom dia, convoquei essa reunião, pois temos a descrição do criminoso na invasão do museu. Ao contrário do que imaginávamos os crimes não foram cometidos pela serial Killer Selene. – Surprise Bitch. - O padrão na descrição da cena é igual, mas com o testemunho do guarda sobrevivente e da câmera de visão noturna, observamos se tratar de um homem. Graças aos nossos equipamentos avançados, fizemos o reconhecimento de face e obtivemos um nome: Richard Colson, mais conhecido como MGK, o detetive demitido antes do meu ingresso à equipe.

Não faz sentido. De cabelos claros, barba feita e boa aparência, a imagem na projeção do quadro tiraram todas as suspeitas que tinha de ser alguém relevante do meu passado.

- Por que ele estaria então recriando os crimes do Drácula? – Indagou Halsey chocada, pois ela mesma já teve um caso com Machine.

- Eis o que queremos descobrir. Pode ser que ele tenha informações sobre nossa procurada também, por isso enviamos oficiais com mandado de prisão até sua casa, mas aparentemente ele fugiu. – Lauren continuou. – Quero uma equipe no aeroporto de Londres agora mesmo, e outra espalhando fotos e perguntando na vizinhança. Vamos pegar esse desgraçado imitador.

Não antes de eu ter uma conversa séria com ele.


O cordão de crucifixo reluzia contra o sol em meu peito, coloquei-o por dentro da blusa enquanto fazia o trajeto até a casa do Machine. Parei na porta onde se encontrava um guarda fazendo a segurança e mostrei minha identificação tendo acesso ao interior do local.

A casa bagunçada demonstrava que ele saiu às pressas do local, nem ao menos colocou comida para seu gato tão preto como a noite, que enroscava em meu pé nesse instante. Procurei no armário de mantimentos e encontrei um sachê de ração, despejei em sua vasilha ganhando um miado em troca.

Prossegui minha busca pelo ambiente mas nada relevante. Parei em frente a estante procurando indícios, nada também. Devido a minha experiência com porta-retratos, tomei-o em mãos observando a foto, Colson parecia sorridente encostado em sua picape no portão de um sítio denominado Swan Lake. Bingo.

Caminhei para fora do local e abri a porta do carro, porém meu celular tocou no exato instante.

- Alô? – Disse dando as costas para a BMW.

- Quero saber se preciso arrumar Peter para sair, ele está impaciente pelo sorvete prometido. – A voz da babá soou do outro lado.

- Sempre cumpro minhas promessas, chego em meia hora. Até. – Desliguei e entrei no veículo dando a partida.

O trajeto estava tranquilo até que um barulho no banco de trás fez meu coração gelar. Olhei no retrovisor para entender o que era e... Merda! Suas órbitas verdes me fitavam intensamente.

O que essa bola de pelos faz aqui? Deve ter entrado enquanto deixei a porta aberta, mas não posso simplesmente joga-lo para fora do carro.

Continuei dirigindo até em casa e quando estacionei o bichano nem esperou ordem para saltar fora. Rodeou meus pés enquanto caminhei até a porta de casa, após abri-la, o sorriso de Peter ao ver o gato me comoveu, logo tomou tal em seus braços sendo recebido com o mesmo carinho, mas quando fui acariciar sua cabeça o felino quase arrancou minha mão. Ingrato.

- Você quer ter uma família Camila? Está quase completa. – Ariana brincou.

- Não planejava nem ter uma criança, quanto mais um gato. Daqui a pouco aparece uma mulher vestida de noiva em minha porta também.

A campainha tocou.

Era uma mulher, não vestida de noiva, porém a mais provável para eu me casar um dia.

- Oi. – Lauren disse com um sorriso discreto.

- Oi, entre. – Dei espaço para sua passagem. – A que devo a honra?

- Peter me ligou mais cedo, queria que eu fosse tomar sorvete com ele. Fiz mal em aceitar o convite? – Essas crianças de hoje já nascem a par da tecnologia.

- De forma alguma. – Olhei para Peter que sorria abertamente para o gatinho.

- Tia Lauren! Olha o que a tia Camila trouxe pra mim. – Se eu soubesse que você ia me ajudar com a detetive, com certeza teria trazido mais cinco desses peludos.

- Que fofinho – Ela fez carinho em sua cabeça. – Já escolheu o nome?

- Vai se chamar Umbreon, igual ao Pokémon.

- Você ainda quer tomar sorvete ou prefere ficar com esse peludinho ai? – Indaguei enquanto toda atenção era voltada ao felino.

- Posso tomar sorvete aqui? – Seus olhinhos brilhando me fitaram.

- Tudo bem, vou na padaria aqui da rua mesmo. – Ficar em casa na companhia de Lauren pode ser bem mais vantajoso.

Não demorei muito no trajeto a pé, voltando logo para casa e encontrando a detetive em plena gargalhada com Ariana. Deveria ser uma cena normal, mas sua mão na perna da babá me fez sentir um sentimento desconhecido por mim até então.

- Sorvete para as crianças, vinho para os adultos. – Retirei as compras da sacola.

- Acho que não precisam mais de mim. – Ariana interviu.

- De forma alguma, fique para tomar uma taça conosco. – A detetive se pronunciou. – Não há problema, certo Cabello? – Fitou com certo olhar desafiante.

- De forma alguma. – Devolvi na mesma intensidade.

A noite foi passando, Peter me trocou pelo felino enquanto Lauren me trocou por Ariana. E o maldito sentimento estranho crescia em meu peito. Em certo momento Lauren foi ao banheiro, a segui pelo corredor e antes que ela fechasse a porta, empurrei entrando junto.

- Qual o teu problema Cabello? – Seu olhar raivoso se conectou ao meu.

- Essa sua ceninha idiota é o meu problema. – Me aproximei mais de seu corpo.

- Que cena? – Franziu o cenho - Ah entendi... Você esta com ciúmes de sua babá. - Sua risada ecoou alta. Ciúmes? Será que é essa a denominação para o que estou sentindo? – E deveria mesmo, porque não vejo a hora de entrar nas calças dela.

- A única que vai entrar em alguma calça aqui sou eu baby. – Prensei seu corpo contra o balcão da pia, sua pele em contato com a minha praticamente produziu faíscas.

- Você já teve sua oportunidade. – Sua voz era baixa e por mais que ela quisesse evitar, sua excitação era eminente.

- E começo a me arrepender de ter deixado escapar. – Disse no mesmo tom aproximando de sua boca.

Apoiei estrategicamente meu joelho entre suas pernas e vi que ela ainda reagia aos meus toques, isso era melhor do que achar o raro sangue O negativo. Tomei seus lábios de uma forma calma, muito diferente da nossa linguagem corporal. Por mais que eu quisesse ser apenas carnal com ela, algo dentro de mim não permitia mais. 

Chupei sua língua da forma mais sexy que conhecia e a vi arfar enquanto sua mão inquieta passeava por meus braços descansando em meus ombros. O toque do seu corpo se esvaiu por um momento e quando me dei conta ela já havia saído dos meus braços.

- Se você acha que terminou comigo para ficar de pegação novamente em banheiros – Apontou o indicador para mim. - Sinto muito, essa foi a ultima vez Cabello. Pois nem para passar o tempo você me serve mais. Boa noite.

Suas palavras praticamente me empalaram enquanto ela deixava o recinto.


Dispensei a babá e coloquei Peter para dormir abraçado com seu golfinho, enquanto em cima de seus pés cobertos Umbreon ronronava.

- Você gosta da tia Lauren? – Ele me indagou no meio da história que estava lendo.

- Muito. – Disse após refletir sobre a falta que venho sentindo, mesmo achando que isso seria impossível. Deixei um sorriso escapar. – O que você acha dela?

- Ela é legal. Mas as garotas são nojentas. Só a Carly na minha escola que é diferente, ela me mostrou um inseto muito legal e disse que ele sofre unta... Muto...

- Mutação. – Completei seu raciocínio.

- Isso! A gente também sofre mutação? – Seus olhinhos já piscavam lentamente.

- De um certo jeito sim, só não criamos asas nem nada do tipo. – Respondi após pensar o tanto que me modifiquei após conhecer Lauren Jauregui, arrumar um filho temporário e agora até um animal de estimação, e o melhor... Todos ainda estão vivos. A maldição de matar tudo que eu toco parece estar finalmente acabando.

- Queria o poder de transformar tudo em doce. – Ri de sua fantasia.

- Seria ótimo desde que não me transforme em um biscoitão. Agora vá dormir. – Depositei um beijo na sua testa.

- Um beijo no golfinho também. – Ele estendeu a pelúcia me obrigando a tal ato. – E na Umbreon. – Crianças e seus abusos.

Quando me deitei no travesseiro só um nome veio em mente: Lauren Jauregui. Preciso constantemente dela arruinando minha insanidade.

Depois de matar O imitador, poderei finalmente mantê-la comigo e a salvo.


Notas Finais


E ai, gostam de gatos? Espero que não muhuHAHAHA (risada maléfica)


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