História Impacto - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIDESCULPAPELADEMORAPRAPOSTAR

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA CHEGAMOS AOS 200 FAVORITOS! ÊÊÊÊÊÊ!! (Isso sem postar capítulo em 3 meses, rs, tô orgulhosa)
Queria agradecer vocês imensamente por apoiarem tanto a história. É sério, o que seria de mim sem vocês? Vou explicar nas notas finais o motivo pelo qual fiquei tanto tempo sem postar! Desculpem-me.
Espero que gostem do capítulo :)

Capítulo 5 - Chapter Three: Side A.


Fanfic / Fanfiction Impacto - Capítulo 5 - Chapter Three: Side A.

 

“Chame de mágica, chame isso de verdade
Mas ainda chamo isso de mágica
Quando estou com você”

 

Selena Gomez POV
West Coffee. Stratford, CAN.

Sábado... Finalmente, sábado.

Bem, eu teria que trabalhar na cafeteria, mas só de ser sábado, eu já sentia alívio.

Meu expediente era até às seis da tarde, e o dia passou relativamente rápido, já que movimentação era grande e quando eu terminava meia dúzia de mesas, horas já haviam se passado. Mesmo assim, mais ou menos às quatro da tarde, meus pés já doíam. Tinham umas duas pessoas no café, e eu estava fazendo ­– provavelmente – o meu último cappuccino do dia.

Ouvi o sino da porta se abrindo e suspirei. Jurava que poderia descansar alguns minutinhos! Mesmo assim, vesti meu melhor sorriso e tentei pensar positivo.

Continuei a fazer o cappuccino, ignorando a dor e o cansaço que sentia. Eu precisava desse emprego. A aposentadoria dos meus avós não é o suficiente pra sustentar quatro pessoas e ainda ajudar David com seus materiais da faculdade. Apesar de não receber muito, meus dois empregos traziam uma renda razoável. Eu pretendo guardar um pouco para ajudar Hailee com sua faculdade também, mas até lá, já vou estar numa faculdade e provavelmente vou ter conseguido um estágio melhor e mais voltado para uma área pela qual eu tenha mais interesse. Não quero muito, só o bastante para ajudar minha família.

Terminei o café e fui até a mesa, entregar ao cliente. Ele agradeceu, e eu voltei para o balcão. Me sentei atrás dele, cansada. Comecei a sentir uma espécie de fadiga e automaticamente olhei para uma ferida em meu braço. Droga! Eu tinha um monte dessas, e agora tinha mais uma no meu outro braço também! Acho que é um tipo de hematoma, mas eles estão saindo em lugares que não lembro de ter machucado.

— Moça, a senhora está bem? —Perguntou um garoto. Sua voz era familiar.

— Eu e-estou b... —Me assustei ao ver quem era. — Justin? O que faz a-aqui? — Gaguejei.

— Gaguejando de novo, Sel? Achei que já tínhamos dado o primeiro passo nessa amizade! —Brincou. Eu ri fraco. — Eu vim tomar um café... Alguns caras me recomendaram essa cafeteria.

— Oh meu Deus, desculpe pela pergunta estúpida. —Disse eu, ele riu.

— Deixa pra lá. O que você faz aqui?

— Eu trabalho aqui. —Afirmei. Ele olhou para meu avental e meu crachá e levou sua mão ao rosto.

— Desculpe pela pergunta estúpida. —Eu sorri.

— Deixa pra lá. —Repeti a frase dita por ele alguns momentos atrás. — O que deseja?

— Ah, eu quero um café puro.

— Quer que eu traga o açúcar separado ou já no café? —Questionei.

— Separado. Gosto de bastante açúcar. —Ele disse. Assenti, trazendo o pedido em poucos minutos.

— Mais alguma coisa? —Perguntei pegando o bloquinho.

— Sim. Quero que você sente e converse comigo.

— Sinto muito, mas eu estou trabalhando. E eu não sou uma pessoa muito interessante, você não está perdendo muito.

— Bobagem! Só temos nós dois nesse lugar. E eu adoraria te conhecer melhor. —Eu arquei a sobrancelha. — Vamos lá! Se ficarmos sem assunto eu bebo o café depressa pra poder ir embora logo. —Brincou. Eu ri. Olhei ao redor e realmente, o moço do cappuccino já tinha ido embora, então só estávamos nós dois no recinto. Eu cedi e sentei ao lado dele.

— Sobre o que você quer conversar?

— Me fale sobre você.

— Não há muito o que falar sobre mim. —Neguei com a cabeça.

— Qual é! Me fale sobre seus gostos, sobre sua família... Seja criativa! —Disse ele, bebericando o café.

— Ok. —Olhei para vários pontos da sala, tentando pensar no que dizer. — Meu nome é Selena Marie Gomez, eu tenho dezesseis anos e estou no terceiro ano do ensino médio e sim, estou adiantada na escola. Nasci no México,em Cuba, mais especificamente, e me mudei para o Canadá quando era muito pequena, com meus dois irmãos. Tem o David, ele é mais velho, e Hailee, que é mais nova. Moro com meus avós, e com minha irmã, já que David está na universidade. Eu quero ser escritora e... Acho que é só isso. —Dei de ombros.

— Então... Você é refugiada ou algo assim? —Questionou.

— S-sou. Por favor não conte a ninguém! Não quero que as pessoas me façam perguntas sobre isso ou comentem. —Pedi

— Não tenho porque contar a alguém. Não sou do tipo de pessoa que sai por aí falando dos outros. E seus pais? O que houve com eles?

— Eles... Eles... —Senti meu coração disparar e uma grande vontade de chorar. — Quer saber? Por que não falamos sobre você? —Sacudi a cabeça.

— Também não tenho muito o que dizer. Eu tenho dezoito anos e estou no terceiro ano do ensino médio, e nasci em Stratford mesmo. Minha mãe me abandonou quando eu era bem pequeno, e meu pai me criou. Eu tenho dois irmãos por parte de pai, Jaxon e Jazmyn. Eles são minhas pessoas favoritas no mundo. Eu morei com meu pai em Toronto até esse ano, quando fui preso e ele me despachou pra casa da minha mãe, a mesma que me abandonou. —Pelo menos você tem uma mãe, pensei. Ele continuou. — Agora eu moro em Stratford com minha mãe traíra. É isso. —Deu de ombros.

— Você sabe o que quer levar como profissão?

— Você vai rir! Quero ser pediatra.

— Por que eu riria disso? Você vai cuidar de crianças doentes e isso é muito nobre! —Sorri.

— Sério? Quando eu digo isso as pessoas se espantam. Elas dizem que eu sou muito “rude” e “fútil” para cuidar de crianças. Mas a verdade, é que eu amo crianças. Elas são tão puras... Elas ainda não foram corrompidas pelo mundo, como eu fui. Bem, eu já sou um caso perdido.

— Ei! —Segurei sua mão. — Aposto que você não é um caso perdido. Só precisa de bons amigos e de um tempinho em casa. Stratford vai te fazer bem. —Sorri. Ele olhou para minha mão, e eu fiz o mesmo. Retirei minhas mãos de cima das dele, envergonhada. Podia sentir minhas bochechas esquentando, o que me fez recolher as mãos rapidamente.

— E você? O que te levou a literatura? —Perguntou.

— Bem... Eu sempre escrevi pequenos poemas e músicas. Sempre gostei de ler, é minha grande paixão. Minha vida não é nada interessante, então é minha válvula de escape. É o que eu faço pra fugir um pouco da realidade. —Sorri.

— Você é fascinante, sabia? E eu nem sei o que fascinante significa. —Eu ri, com as bochechas rosadas.

— O-obrigada. —Sorri mais ainda. — Você está gostando do colégio? —Mudei de assunto.

— É igual a todos os outros. —Revirou os olhos. — Me sinto entediado. E você? O que acha de lá?

— Eu sou grata por ter conseguido uma bolsa lá. É quase um milagre! Não teria dinheiro pra pagar nem a entrada sem a bolsa. —Suspirou. — Sobre minha vida social, ela não existe. Ninguém além da Carlson sabe que eu existo.

— Eu sei que você existe, Selena. —Debochou. Eu abaixei a cabeça, envergonhada. — Já pensou em mudar isso?

— Como assim? —Franzi o cenho.

— Já pensou em mudar sua realidade? Tentar socializar? —Indagou.

— N-Não. Quero que as coisas continuem como estão. Não pretendo ser notada até o fim do ensino médio. —Afirmei. Ele pareceu preocupado e confuso. Olhei para o relógio e vi que já tinha dado meu horário. — Eu vou pra casa. Estou muito cansada... Foi bom te ver, Justin. —Me despedi, tirando o avental e o pendurando. Ele “acordou” do transe.

— Quer uma carona? —Ofereceu.

— N-não precisa. Não quero incomodar. —Respondi, sem graça.

— Se fosse incomodar, eu não teria oferecido. —Afirmou. — Somos amigos, não somos? —Assenti. Pensei um pouco, e resolvi aceitar. É só uma carona, certo?

Passamos o caminho em silêncio, já que ele já conhecia o meu endereço, então não precisei guia-lo. Ao chegar em casa, eu me despedi com um sorriso e um “Obrigada”.

— Selena! —Me chamou, quando saia do carro. Voltei e ele não disse nada, apenas ficou me olhando. Eu estranhei, mas fiquei quieta.

— Por que você está me olhando assim? —Perguntei sorrindo. Ele se aproximou, até chegar em minha bochecha, onde deixou um beijo demorado.

— Foi muito bom te ver hoje, Latina.

 

 


Notas Finais


Bem, fiquei tanto tempo sem postar, primeiro porque meu outro PC pifou ): e depois porque eu to com um bloqueio criativo do cão, mas está passando, viu?? Calm down!
Gostou? Comenta aí! Todo apoio/crítica é bem vindo!

Vocês são bem vindos a ler minhas outras Fanfics:
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Vocês podem falar comigo no meu Twitter, que é https://twitter.com/selnators
Até a próxima, beijos, Gi.


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