História Impasse - Capítulo 28


Escrita por: ~ e ~Viccandy

Postado
Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Lauren Jauregui, Selena Gomez
Tags Amor Às Escondidas, Drama, Família, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Romance Histórico, Sexo, Traições
Visualizações 277
Palavras 2.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEEEEEE

BOA LEITURAS AMORES.

" Esclipse do coração".

Capítulo 28 - Eclipse du cœur.


Fanfic / Fanfiction Impasse - Capítulo 28 - Eclipse du cœur.

 Emília D'Angelos. 

Paris -França. 

A algumas semanas atrás eu pensava que tudo iria ficar bem, mas não foi bem do jeito que eu pensei, o Cole havia voltado e estava bagunçado a cada dia mais meus sentimentos, por isso ao decorrer dos dias eu preferi me afastar das pessoas próximas a mim, a única que eu não estava tão distante, com toda certeza, era Elena, ela vem sendo bastante amiga e companheira, e parece me entender, mas eu não me sinto bem nessa situação de indecisão, eu queria poder mandar nos comandos do coração e dar um basta nessa confusão que está acontecendo em minha vida.


A música lenta entrou em meus ouvidos me fazendo relaxar, a dois dias atrás eu tomei uma decisão importante em minha vida, voltar para o balé, conversei com minha professora do teatro e resolvir da uma chance para uma grande jornada, desde de criança eu sempre fui apaixonada pelo o ballet, minha avó quando ainda era viva, me incentivou a dançar, mas parei quando ele foi tirada de mim, mas eu recomecei e espero não para desta vez.


Um giro. Um salto, um movimento calmo, era tudo que eu estava precisando em todas dessas semanas, eu não estava diferenciando o caminho, sempre acreditei que o primeiro amor iria ficar marcado para sempre, mas isso parecia bobagem até poucas semanas atrás, Cole foi uma paixão passageira, assim que sempre pensei, mas ele,não foi uma paixão adolescente ao qual eu deveria enterrar em sete palmos abaixo da terra, quando eu o vi eu sabia que ele havia trazido os sentimentos ocultos, mas eu não sabia que isso iria me torna tão confusa como estou, agora.


Nas pontas dos pés, com os braços abertos, girei novamente fechando os olhos, tentando afastar os pensamentos negativos que me rodeiam a dias, meu corpo parecia leve, calmo como a brisa de uma manhã, um perna levantada e a outra firmada no chão, os braços para cima, os passos simples, o toque suave da música, o cabelo girando conforme cada giro, é impressionante o quão bom é estar fazendo o que gosta, ao ar eu estava, desci para o chão, parando de dançar assim que ouvir as batidas fracas na porta do meu quarto.


Desliguei o som, abrindo a porta do quarto para poder visualizar a pessoa que estava a bater contra a madeira, tive uma surpresa ao ver minha mãe parada de frente a mim, com seus cabelos longos amarrados em um rabo de cavalo bem apertado e uma roupa social rosinha bebê, ela sorriu assim que me viu.


_ Estou a incomodar?. - perguntou me observando e eu neguei.


_ Eu já estava mesmo cansada. - mentir fazendo ela nega com a cabeça. - O que houve?. - perguntei estranhando.


_ Eu não posso mais vim ver minha filha?.  - perguntou risonha e eu sorrir dando passagem para ela entrar para o quarto.  - Como está se sentindo?. - perguntou observando meu quarto.


_ Me sinto bem melhor, mas ainda sim, minha cabeça dói muito. - murmurei me sentando de índio na ponta da cama.


_ O doutor Léo me ligou falando que seus exames estão demorando para sair, por que não me falou isso?. - eu entendia que ela estava preocupada, mas ela nunca foi prestativa comigo.


_ Você estava organizando algumas coisas do casamento da Candy não queria que ficasse preocupada comigo. - murmurei olhando para a varanda.


_ Saiba, que eu estou mais que preocupada agora, Emília eu sei que nunca fui uma boa mãe, mas eu amo você, você é a única filha que não liga para o que a sociedade impõe, mesmo que eu não goste do que você acha, eu sou sua mãe e vou está aqui sempre por você, Me desculpe se nunca fui uma mãe presente, eu estava cega demais para perceber a filha boa que tenho, eu amo muito você minha filha. - falou com as lágrimas nos olhos e eu não aguentei e corri para os seus braços.


_ Eu amo você mamãe, não há nada que faça eu mudar esse sentimento por você, você é minha mãe, e eu a amo muito, e eu lhe desculpo por tudo. - ela soluçou me fazendo segurar as lágrimas.


Ele alisou minhas costas, me trazendo mais para ela, minha mãe não é tão forte quanto eu pensava, e nem tão má quanto eu esperava que ela seria, é tão bom está nos braços de quem você realmente sabe que vai está ali por você, é muito bom saber disso agora.


Horas depois. - 14:30. Tarde.



Beberiquei um pouco do meu chocolate quente terminando de ler o capítulo vinte e sete do livro  que eu peguei emprestado na biblioteca semana passada, era um diferenciando do que já li algum dia, muitas coisas confusas porém gostosas de se ler, fechei o objeto colocando o marcador dentro da página em que eu estava, me levantei da poltrona e retirei meu conjunto de moletom, indo tomar um banho relaxante, eu realmente estava precisando, a água gelada bateu em contato com meus cabelos e escorregou para o meu corpo me fazendo resmungar em satisfação, nada melhor que um bom banho.


Sair do banheiro me enrolando na toalha, girei meus calcanhares entrando no closet e pesquisando alguma roupa adequada para um dia não tão frio, mas também não tão quente, escolhir apenas uma blusa de manga longa branca e uma saia azul claro, passei a escova em meus fios embaraçados, e coloquei um perfume.


Me sentei em minha poltrona novamente, pegando meu celular que estava jogado em cima da escrivaninha, o mesmo está com a tecla quebrada  por culpa do Airon, filhotes, desbloqueie a tela e fui ler as mensagens respondendo algumas delas, mas a de Cole me chamou a atenção.


“ Posso ir em sua casa?, Preciso conversar,” xoxo Cole.


Pensei em um momento não responder, mas eu também precisava conversar.


“ Te espero “ xoxo Lia.


Respondi e suspirei deitando minha cabeça nos encosto da poltrona macia, o que diabos eu sinto por você Cole Sprouse?, murmurei baixo.


Uma hora se passou e eu acabei cochilando, mas levantei assim que ouvir meu celular tocar, o alarme do remédio depressa fiquei de pé, o que fez minhas costas doer e minha visão escurecer, pisquei algumas vezes e abrir a porta do quarto, passando pelo amplo corredor e descendo os degraus da escada.  

Fui para a cozinha e abrir a portinha de vidro que fica perto do armário, pegando um dos meus comprimidos e bebendo junto com um copo de água, olhei pela janela vendo os filhotes dormirem todo aberto no sol fraco, deixei um sorriso no ar, e sair da cozinha indo para a sala, mas tive uma surpresa assim que cheguei, Justin estava lá, parecia observar as fotografias, o que ele está fazendo aqui?.


_ Justin?. - chamei seu nome fazendo ele virar e me encarar. - o que faz aqui?. - perguntei sem pensar.


_ Oi… Lia. - respondeu me olhando de cima abaixo. - Eu vim… - sua voz foi cortada pela companhia, droga.


Corri pra atender, abrir a porta e meu coração veio na boca e voltou batendo contra o piso, Cole estava na minha frente com seu maldito sorriso e com uma roupa que caia perfeitamente em seu corpo.


_ Oi Cole. - falei baixo respirando o seu perfume forte e bom. - Vem entra. - dei passagem.


Quando seu olhar se chocou com o de Justin, eu sabia que aquilo era problema, tava escrito na testa do moreno, o loiro parecia abalado com as palavras do Cole, ele realmente falou coisa que não devia, seu jeito sarcástico me fez engoli em seco.


Justin deu seu melhor sorriso, mas eu sabia que não estava tudo bem, e ele não estava dando boa sorte a nós dois, ele queria era pular no pescoço de Cole, suas palavras me partiram, ele não entende, não sabe o que realmente está acontecendo, entrei dentro de casa fechando a porta com força, não irei chorar, ele está bem com sua família, eu nem ele temos nada, o mesmo falou isso, talvez isso só foi um choque de realidade.


_ Você está bem?. - Cole perguntou me fazendo assenti. - Emília, eu não queri… - o cortei.


_ Eu sei Cole, não se preocupe. - murmurei baixo o olhando.


_ Vamos dar um passeio?. - Perguntou e eu assenti.


_ Deixa eu só pegar minha bolsa. - falei subindo a escada e pegando rapidamente minha mochila, socando algumas coisas dentro.


Desci novamente vendo Cole parado com os braços cruzados olhando pela grande porta de vidro o jardim, eu não podia negar, ele realmente é muito bonito, chega Emília, não seja uma vadia. falei para mim mesmo.


Ele se virou me olhando, e sorriu me fazendo retribuir, saímos e eu me surpreendi ao ver seu carro parado em frente a minha casa, ele era bastante bonito, ele abriu a porta para mim me fazendo agradecer, me sentei no banco do passageiro, ele entrou logo em seguida, ligando o rádio, que cantava uma música do Air Supply, céus, eu amo essa banda, comecei a cantar a música sendo acompanhada por Cole, no refrão cantamos alto e rimos no final da música.  


Eu não sei o que ele causa em mim, mas é coisa boa, por um momento eu me esqueci da confusão que está acontecendo, mas as palavras de Justin ainda doíam em meu coração, mas eu não iria ser tola novamente, não mais.


_ Chegamos. - ele falou parando o carro em frente a uma linda paisagem, era quase igual a aquela em que Maxx me levou.


Saímos do carro e eu me apaixonei ainda mais pela bela paisagem, era incrivelmente linda, suspirei parecendo uma garota boba.


_ Gostou?. - perguntou ficando ao meu lado com uma câmera nas mãos.


_ Eu amei, como encontrou esse lugar?. - perguntei o olhando.


_ Quando eu quero ficar sozinho, fotografando, eu saio por aí a procura de inspirações. - murmurou ajeitando a lente de sua câmera.


_ É lindo Cole, muito lindo. - eu estava realmente encantada.


_ Você poderia ir para aquele lado. - apontou para um lugar onde tinha algumas plantas. - e segure uma. - ele falou mirando a câmera em minhas direção.


Eu fiz o que ele disse, e os clicks foram feitos, ele me mandou deitar no meio daqueles imensidão infinita de perfumes naturais e eu fiz, fazendo ele se aproximar e tirar mais fotos, eu estava gostando de ser sua modelo por um dia.


Algumas horas depois - Apartamento do Cole.


As horas foram se passando e quando anoiteceu decidirmos voltar para casa, Cole me pediu para vir até seu apartamento, o mesmo não é tão espaçoso, mas é arrumado e seu perfume domina todo o ambiente, bebi mais um pouco de chá, e prestei atenção no desenho que estava passando antes de sentir o meu celular vibra.


3 mensagens de Elena.


Oi Lia, onde você está?


Preciso falar com você.


É algo sério por favor responda.  

Responder - Apagar.


Decidir responder.


Oi Lena, eu sair não sei que hora volto, poderíamos conversar pessoalmente amanhã o que acha?. - respondi rapidamente.


Cole saiu do banheiro, com uma camisa cinza e uma calça preta, seus cabelos estavam úmidos, e ele estava fodidamente lindo ali, caramba Emília, não seja uma vadia, quantas vezes eu já repeti isso?, Não sei.


_ Lia?. - Cole me chamou me fazendo sair dos meus pensamentos.


_ O que estava dizendo?. - perguntei perdida e ele riu.


_ Se podia me ajudar no jantar. - eu assenti ainda confusa.


Fomos para cozinha, e começamos a fazer um macarrão de molho branco, Cole cantava uma música baixa, e eu tentava identificar qual era.


_ Eclipse of the heart. - murmurei e o olhei.


_ Uau, você é mesmo fã da moda antiga. - murmurou e eu soltei uma gargalhada baixa.


_ Não é só eu. - retruquei e ele riu.


Ficamos um tempo em silêncio enquanto nossos olhares estavam preso um ao outro.

Ele se aproximou deixando a faca que estava em sua mão de lado, me fazendo dar um passo para trás, suas mãos macias e grandes agarrou meu rosto, me fazendo abrir a boca para reclamar, mas quando seus lábios se juntou com os meus, eu agarrei sua camisa, me deixando levar pelo seu beijo calmo, eu poderia está sendo uma fodida vadia, mas eu não me importava nenhum  um pouco com isso, Justin jogou em meu rosto que o amor que ele tinha por mim ficou pra trás, então Bieber o meu também ficará para trás.


Ele me pegou no colo me fazendo rir baixo, senti o mármore contra minha bunda e apertei seu moletom, aquele simples beijo virou algo quente, céus o quão quente ele é, Cole puxou minha camisa para cima deixando meus seios coberto pelo sutiã rosa bebê, descoberto, fiz o mesmo com seu moletom, e resmunguei quando seus lábios tocaram o meu pescoço e desceram para minha clavícula, agarrei seu pescoço me inclinando para frente, soltei um gemido fraco quando ele chupou minha pele, filho da mãe.


Se separamos rapidamente quando ouvimos o nome de Cole ser gritado, se olhamos perdidos.


Ai santa cadê minha blusa?. 


Notas Finais


Espero que vocês não me matem. #Colia ou #Juslia???


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