História Imperfeito - Universo Alternativo - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~TaeTaeMozao

Postado
Categorias Block B
Personagens B-Bomb, Jaehyo, Kyung, P.O., Personagens Originais, Taeil, U-Kwon, Zico
Tags Taepyo, Ubomb, Zikyung
Exibições 37
Palavras 1.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Agora sim!!! Um novo imperfeito para vocês <3 Espero que gostem <3

Capítulo 2 - Um.


Fanfic / Fanfiction Imperfeito - Universo Alternativo - Capítulo 2 - Um.

Lee Taeil 8 anos

E depois do sinal tocar, levantei desesperado e me pus a arrumar o material seguido por Zico. Estava ansioso para ver o sorriso da minha mãe, fazia tempo que eu não a via. Appa me disse que ela estava ocupada no trabalho, e por esse motivo ela não podia me ver ou nunca estava em casa quando eu chegava da escola, ou de qualquer outro evento.

Minha babá me dizia que ela poderia estar brincando de pique-esconde, mas meu Appa nunca me disse o motivo para ela ter sumido depois da festa que ela fez com meu Appa no quarto.

Andava rápido saindo da sala de aula com Zico, meu vizinho, ele sempre pegava carona com meu motorista no caminho de volta para casa, enquanto os pais dele nos levam para a escola no período da manhã.

Minha rotina e a de Zico, era meio que estranha das outras crianças do condomínio. Appa disse que era para gente não se preocupar, mas a Omma sempre sorria e nos dizia que, estudar o dia todo nos deixaria espertos, e nos faria grandes pessoas.

Descemos os  lances de escada, e praticamente corremos até a saída numa disputa acirrada de quem iria no banco da frente essa vez. Avistamos o motorista e ai a PARADA FICOU SERIA, Zico me passa uma rasteira e sai em disparada entre a multidão à nossa frente. Levantei rápido, nem me preocupando em bater a poeira que já se encontrava na calça, saí correndo no gramado visto que ali se encontravam poucas pessoas, me sentia o próprio Wilson Bolt, correndo no gramado enquanto via Jiho se fodendo para passar pela multidão o mais rápido possível, passei Zico nos segundos finais e quando ia finalmente pular dentro do carro... Um híbrido pequenino entra na minha frente, e paro bruscamente assim que o mesmo entra no carro se acomodando perfeitamente no banco da frente.

Olhei para Zico que assim como eu não entendia bulhufas de nada, e acabamos por cumprimentar Alfrede -O motorista-. E seguir viagem no banco de trás, ambos ofegantes, mal colocamos os cintos e o mais velho da partida no veículo.

Estamos conversando um pouco menos ofegantes agora, quando o motorista se pronunciou tomando nossa atenção para o frente.

-Crianças esse é um novo amigo de vocês, o nome dele é Kyung. Kyung esses são Woo  Jiho e Lee Taeil, as crianças que a Dona Woo havia citado à você na loja mais cedo.-Encerrou o mais velho dentre os presentes ali.

-Olá sou Lee Tail...-Falo sorrindo pequeno para o menino de olhos grandes e orelhas cor de mel.

Zico estava estático ao meu lado. Olhando fixamente para o pequeno híbrido, que sorria envergonhado com o ato do mesmo contra si.

-Me chamo Woo Kyung, sou o novo híbrido do menino chamado Jiho.-Disse o híbrido cor de mel, encarando o olhar lascivo de Zico.

-Seu cheiro é doce... Lembra jujuba...-Jiho fala baixo, parecendo conversar consigo mesmo.

Alfred nesse momento, olha pelo retrovisor, encarando a expressão de Jiho que parecia pensar, fazendo caretas.

-Zico não tem cheiro de jujubas em lugar nenhum... Tipo a corrida te fez mal? Tá se sentindo bem?-Indago curioso, meu amigo nunca foi de devanear assim. Não perto de adultos, porque adultos não entendiam os sonhos do menor, e acho que por causa dos sonhos de Jiho que a Senhora Woo comprou esse híbrido para ele.

Ficamos o resto do caminho em um silêncio monótomo, Zico parecia estar preso em uma rede jogadas por Kyung, e o coitado estava indo direto à ele, com um sorriso idiota no lábios.

-”Zico, amor? Está me ouvindo?”-Perguntei perto de seu ouvido, e ele pareceu despertar do transe. Colando nossos lábios num rápido selinho que me deixou todo corado.

-”Estou pequeno, não se preocupe... Só achei estranho o cheiro dele, nada de mais...”-Confessou num sussurro e pegou na minha mão, apertando levemente.

O motorista para o carro na frente da casa de Zico, no mesmo instante Dona Woo vem até o carro junto da babá de Jiho, que abre a porta para ele sair. O mesmo me dá um rápido selinho e corre para dentro da casa, enquanto a cuidadora pegava o híbrido no colo. O mesmo me olhava pidão e antes que fechassem a porta de trás novamente, o híbrido pulou do colo da cuidadora e me deu um selinho demorado. Me fazendo arrepiar, e as bochechas arderem.MAS O QUE FOI ISSO?

Seguiu saltitante para dentro da grande casa, enquanto as moças me olhavam atônitas. A porta é fechada e avançamos mais algumas casas até o carro estacionar na garagem. O motorista abre a porta e desço rapidamente, ainda sentindo minhas bochechas queimarem, a minha cuidadora Dona SunLee era a híbrida da minha omma, a mesma sempre cuidou de mim desde que eu me entendo por gente. Bom desde que minha omma começara a viajar loucamente.

A mesma me guiou para a lateral da casa, para entramos pelos fundos?-Mas o que está acontecendo hoje?

Primeiro meu namorado ganha um híbrido, segundo esse híbrido me beija, terceiro a minha babá está entrando pelos fundos da minha própria casa, e pior ela sempre fala que isso é feio e que não devo fazer isso. Pois tenho etiquetas a seguir se quiser me tornar um grande homem como meu appa.

-Hey, entrar pelos fundos é feio Dona SunLee, vamos entrar pela sala... Estou cansado não quero dar a volta pela casa.- Falo parando no meio do jardim, direcionando meu corpo para a entrada da casa e seguindo até ela.

Antes que a híbrida pudesse rebater, esculto gritos e um barulho de... Tiro?-Mas quem é o louco que está escultando filmes a essa altura uma hora dessa?

Corro apavorado ao perceber que não era um filme, mas que os gritos vinham de minha casa e eram gritados pela voz da minha omma. Dona SunLee nem conseguiu me segurar, ou tentar me impedir, foi inútil, era inútil...

Entrando pela porta pude ver a híbrida do meu appa com um enorme sorriso no rosto, e sangue na roupa, a mesma estava com uma arma em mãos e logo atrás dela meu appa. Que tinha em seu rosto uma careta de horror, minha omma estava jogada no chão, e eu? Bem eu estava em choque vendo Dona SunLee correr até minha omma no chão, a mesma grita para que o motorista chamasse uma ambulância, e assim o homem fez. Mas ao pegar no telefone ouvi outro disparo, olhei em direção ao meu appa que havia acabado de atirar no chão.

Segurei o choro, quando ele apontou a arma na minha direção e indicou que era para mim se juntar a minha omma no chão da sala. Caminhei lentamente em direção a pessoa que sangrava a minha frente. No entanto eu não gritei, não omiti nenhum som. Só sentia as lágrimas escorrendo de meus olhos e me ajoelhei a sua frente. Na mesma hora ela ergueu a mão e levou até meu rosto, estava fraca e me sujava de sangue, fria e sem vida. Ela estava morrendo.

-Ap-appa... Ela vai pro hospital, não é? Ela vai ficar boa?

-Filho ela não vai ficar bem... Eu sinto muito meu amor... Mas vocês irão para um lugar melhor...

Escutei a arma ser engatilhada e minha omma fechar os olhos, juntando forças para que conseguisse me contar algo em meio ao seus soluços e lágrimas. Me puxou para perto de seu peito e pude pousar a cabeça lá mais uma vez... E enfim escultei ela sussurrar as últimas palavras, que eu jamais irei esquecer em toda a minha vida:

-”Meu bebê eu te amo...” – Tossiu uma quantidade razoável de sangue, e me apertou contra seu peito.-SUNLEE, ATACAR!

Em um único movimento, Dona SunLee já se encontrava em cima de meu appa, enquanto Alfred segurava a híbrida do mesmo pelos braços tentando impedi-la de pegar a arma no chão. Alfred prende a híbrida no banheiro principal e corre para ajudar Dona SunLee, na tentativa de imobilizar me appa no chão da sala. E fazem o mesmo com meu appa, o trancando no banheiro e correndo para chamar a emergência e a policia.

-”Filho? Seu appa não fez por mal... Ele só estava cego pelo amor, entende? Filho... Ame uma pessoa seja ela bonita ou não... Seja feliz, lembre-se que o amor pode nascer de momentos ruins ou imperfeitos meu pequeno... E não se esqueça de confiar em seus amigos... Em Zico e em novos amigos, okay?”- Disse me lançando um sorriso, assenti positivamente. –“Meu amor... Eu preciso ir agora, então Dona SunLee e Alfred cuidarão de você por mim... Mais preciso que pegue o seu urso de pelúcia que está no quarto do appa e entregue para a policia, okay meu bebê? Pode fazer isso por mim?”-Assenti novamente.-“Bom garoto... Eu estou te protegendo, se precisar de algo é só me chamar meu amor... Vou estar no seu coração...”

E foi assim que a vida se esvaiu de minha omma.


Notas Finais


Reviso logo mais.~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...