História Império Sangrento - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Lycans, Namjin, Taegi, Taeyoonseok, Vampiros, Vhope
Exibições 16
Palavras 2.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu confundi os capítulos, não liguem 😂😂

Capítulo 4 - Cordeiro


Capítulo três - Cordeiro

O falatório estava começando a dar dor de cabeça. Ilusória claro,  até porquê,  ele era vampiro e de brinde, demônio também.

 O Conselho consistia em seis dos de olhos vermelhos,  sendo eles os responsáveis da sua possivel enxaqueca. 

Mordendo os lábios, olhou para o irmão que trazia consigo uma expressão fechada sentado de modo desleixado na cadeira ornamentada que ficava no meio do salão e de frente a entrada de portas duplas banhada a ouro. 

Estava em pé atrás do trono, assim como o companheiro. Namjoon por algum motivo foi para Seul e Jiho,  o outro vampiro da Elite,  estava morto. 

- ...Voltar para a Coréia - um dos homens ditou. Franziu o cenho,  prestando atenção. 

- Não, a culpa não é nossa se não sabem cuidar dos cachorrinhos deles. - Jungkook falou. Taehyung viu os punhos dele se apertarem. - Não vamos voltar para casa de novo, definitivamente não. 

- Pense bem Senhor, se continuarmos aqui, vão por a culpa em nós independente de sermos inocentes. A Coréia é nosso país de origem,  vamos ter mais influência e nossas forças vão aumentar consideravelmente. 

- Eu já disse que não - fora dito com irritação explícita. - Não me interessa se estão matando Lycans,  eu não vou me esconder. 

- Jungkook -  Taehyung alertou. A voz banhada de ameaça pareceu fazer efeito por um momento mas,  quando viu que ele iria retrucar,  continuou - Se acalme. Está sendo egoísta,  não pense em você, pense no nosso clã.

- Clã? Você disse clã? - o mais novo riu sem emoção - Isso não é um clã Taehyung,  é um governo corrupto.

A mão de Yoongi em seu ombro não o impediu de se aproximar do irmão. Pegando-lhe pelo pescoço e o jogando no chã aos pé dos conselheiros.

Numa rapidez invejável se fez presente ao lado do outro e o ergueu pelos cabelos, para em seguida as por na cabeça alheia e a virar em um estalo de ossos sendo quebrado. 

A expressão dos homens não se mostrou surpresa, e Taehyung não tirava seus direitos.

  
- A partir de agora, o posto de Líder está sendo passado para mim, de novo. - sorriu de leve - E minha primeira ordem é, me chamem pelo nome. E claro, a sede oficial irá residir na Coréia do Sul. 


                            Império

                                                               

Três dias havia se passado. Jimin não sabia ao certo o que de fato pensava. Era uma confusão que o fazia sentir náuseas, se é que vampiros sentiam náuseas. 

Jogando no chão a quinta bolsa de sangue que tomava, arregalou os olhos ao perceber que não respirava. A mão rapidamente se fez presente embaixo do nariz, sentindo-se tonto ao lembrar que estava morto. Riu de si mesmo, levantando para ir tomar banho.

- Você é estranho. 

Olhou para trás, encontrando o pseudo-irmão de Seokjin. Segurou a língua sarcástica o máximo que pode, se repreendendo por não lembrar que agora morava no mesmo teto que aquele alí.

Rosto sempre impassível, vocabulário cruel e solitário. Se Jimin era estranho, o Jung veio de Marte, porque olha. 

- Onde você estava? - perguntou, se aproximando do outro e o olhando nos olhos, desviando logo em seguida. 

Hoseok carregava olhos vazios.

Ele não o respondeu. Tão pouco o olhou. Passando por sí e entrando no corredor longo que levava aos quartos. Jimin se perguntou se ele era aqueles emos depressivos que se cortavam. Ele mesmo já havia passado por uma fase assim. Época escura e que o dava arrepios. 

Ao entrar no banheiro para fazer o que era seu objetivo no começo,  começou a divagar sobre coisas aleatórias. Ele era um vampiro.

Apesar de isso ser o que o Park queria desde que descobrira sobre o amigo,  sentia-se diferente. Era como se faltasse alguma coisa.

 Sentia-se mais forte também. Quando conversou com o amigo mais velho,  ele apenas o olhou,  susurrando umas palavras tão baixo que,  mesmo sendo vampiro, quase não ouviu. E Jimin,  de alguma forma,  sabia que aquelas palavra não era coisa boa. 

A tarde se seguiu arrastando e quando menos percebeu, já estava sendo levado pelo braço até uma famosa boate do mundo sobrenatural. Pelo que Seokjin falou, eles reúnem todas as raças alí. Sem conflitos, sem guerras. Apenas corpos se mexendo em sincronia ao som de August D. 

- Jin, pelo amor de Lúcifer, vamos embora. - choramingou. 

- Para de ser chato Jimin. - murmurou desgostoso em resposta.

- Viu aquilo?. - arregalou os olhos, forçando sua parte teatral. 

- O quê? . - viu o mais velho rodar aonde estava, curioso.

- O avião passando pela janela, vamo embora antes que ele caia aqui. - pegou-o pelo braço, assim como o outro fez anteriormente consigo.

- Ya, Jiminnie. - recebeu tapas que, em sua concepção, eram tão fraquinhos que nem fizeram cócegas. - Pare com isso e me solte.

Olhou para as roupas que usava; calça preta rasgada, blusa branca que lhe batia nas coxas e o tênis militar. Voltou-se para as pessoas que dançavam mais a frente na pista e por último, olhou para o amigo que tentava se soltar de sua mão. 

- Não. - se limitou a dizer, voltando a puxá-lo para fora daquele lugar.

A fila chegava a rodar o quarteirão de tanta gente. Pelo olfato, distinguiu até humanos no meio. 

- Jimin,  se você não quer ficar, tudo bem. - fez careta,  o olhando.  - mas eu vou ficar aqui, então pode ir.

Observou seu amigo se desvencilhar de si e voltar para dentro. Suspirou e olhou para cima. Seu amigo tinha cara de puritano, mas só tinha mesmo. 

Resolveu então fazer uma coisa que estava doido para realizar. Seokjin o mataria, ou talvez não.

- Eu já to morto mesmo. - sussurrou, pondo-se a caminhar em direção a parte mais vazia da cidade. 

                                                                                                     Império


O som estava alto. Daimont estava a todo vapor. A pista estava cheia, mas apenas uma daquelas pessoas o chamara atenção. 

Através da parede espelhada do bar, seguia com os olhos o movimento das mãos alheias. Descia pelo corpo e subia no mesmo ritmo,  embaralhando-se nos cabelos louros,  rebolando de modo sensual num claro pecado vivo.

Uma de suas mãos começava a batucar o balcão de modo impaciente. E então, como se soubesse estar sendo vigiado, os olhos do outro se encontrou com os seus. Olhos dourados. Sorriu de modo malicioso e bagunçou um pouco os cabelos,  numa mania irritante que pegara de um amigo. 

Observou a pele nevada e as costas largas, o andar calmo e majestoso. Não existia mais nada, apenas eles dois e uma excitação palpável que desprendia dos poros. 

A boca avermelhada por possível mordidas carregava um sorriso diferente dos que via.  Era bonito e simples, sexy e tímido ao mesmo tempo.

Ao sentir a mão quentinha sobre seu ombro, só pode pensar naqueles olhos que o fitava pelo espelho revirando de prazer. E ele se apresentou. 

- Kim Namjoon. 

E o outro respondeu sua pergunta muda. 

- Seokjin, Kim Seokjin. 

                                                                                                    Império


Namjoon apalpou a bunda alheia,  apertando a carne com força enquanto as mãos do outro arranhava sua nuca de leve. Forçou o corpo magro a ir para trás, deixando-o cair na cama macia do apartamento do louro.  

Os olhos dourados o encarava de modo impuro e íntimo. Sorriu pervertido, deitando-se em meio as pernas de Seokjin e tomando-lhe os lábios para sí, chupando e mordendo a boca já vermelha e inchada. 

Pernas lhe grudou o tronco, o puxando mais para baixo a ponto de sentir o atrito gostoso dos membros cobertos. Separou as bocas, descendo as mãos inquietas até a barra da camisa preta que Seokjin vestia, puxando-a para cima e livrando o corpo menor daquele pano desgastante. 

A imagem do rosto pálido corado e os cabelos bagunçados,  junto a boca aberta por onde escorria um fio de saliva misturado a sangue por causa de mordidas lhe pregou a mente como teias de aranha.

- Gosta? - lhe foi perguntado.

- Você não faz ideia. - susurrou. 

Arfou quando o outro apertou seu membro com força.

- Tire a roupa,  agora. 

Não se importou da fala de Seokjin sair autoritária. Muito menos de levantar e obedecer o outro. Ao tirar o manto preto, observou a careta alheia ao ver o emblema do Sangue Imperial cravado na adaga prata enfeitiçada.

- Problemas? - perguntou, jogando o objeto no chão junto as roupas incomodas. 

- Elite? - o rosto indiferente fez seu membro pulsar. 

- Talvez - susurrou.

Aproximou-se do pescoço alheio, maltratando a pele branquinha. Chupões e marcas de mordidas se fez presente, o tornando uma obra de arte com roxos, verdes e furos. A expectativa o corroeu por dentro.

Desceu para a clavícula, deixando um rastro de saliva para trás assim como a quentura que aumentava cada vez mais. 

- Céus... - o outro gemeu arrastado, arranhando-lhe as costas,  deixando possíveis vergões. 

Teve o prazer de contemplar o rosto contorcido de Seokjin ao o ter  beijando-lhe abaixo do umbigo,  deixando claro seu ponto fraco. Se afastou, grudando as mãos no cós da calça do louro,  a puxando para baixo com rapidez,  cansado da calmaria que andava as coisas. 

- Nem pense em me chupar - teve seus planos frustrados ao se ver pronto para tirar a cueca cinza,  manchada de pré-gozo. 

- Merda - resmungou. 

Jogou o pano para trás de si, em seguida sentando no colchão e puxou Seokjin. As pernas torneadas o apertou a cintura, sendo respondido com marcas de dedos em suas coxas. 

- Desce - sussurou próximo ao ouvido do louro,  aproveitando para sugar o nódulo alheio. 

Teve seu pedido atendido e sem hesitação, Seokjin encaixou o membro em sua entrada, descendo com força.  Namjoon teve seu membro sugado e apertado, as paredes contraindo-se tentando expulsá-lo deixando tudo mais gostoso.

Os olhos do mais novo - Namjoon sabia quando alguém era mais novo que si - se fecharam junto a boca aberta em um som mudo. Gemeu baixinho ao sentir ele subir,  para em seguida descer com mais força. 

Ao pegarem um ritmo, o som dos corpos se chocando e os arfares e gemidos preencheram o ambiente. Namjoon teve sua mente nublada de prazer, esquecendo o que fora fazer em Seul e pensando apenas no corpo acima do seu. Por serem vampiros, não tinham que parar em busca de ar quando as bocas se colavam, ou se preocupar com fraqueza e muito menos com as dores que o outro teria quando terminarem.

 As línguas úmidas se encontravam mais fora da boca do que dentro, o ambiente cheirava a sexo casual e Namjoon saboreava com gosto o corpo alheio sendo motivado pelos gemidos manhosos e arrastados de Seokjin que,  admitia, eram melhores do que os gritos finos e agudos de algumas mulheres e mais satisfatórios que homens falando coisas impuras num tom rouco e grave.

Os olhos dourados realizavam com maestria sua imaginação de vê-los revirando de prazer proporcionado pelo pecado da carne. 

O ápice chegou sem avisos prévios, fazendo-o curvar as costas para trás e fechar os olhos,  aproveitando-se do momento deveras ótimo, sentindo as unhas pequenas do outro lhe arranhar o abdômen e ouvindo o susurrar baixinho, como se deixando seu prazer sair pela boca. 

O sêmen do companheiro de cama sujando ambos e, ao finalmente abrir os olhos, viu que estava tão preso em seu próprio mundo que esquecera de ajudar o louro e perdeu a linda visão de o ver se masturbando em cima de si. 

Pensou em uma segunda rodada só para ver aquelas mãozinhas em um vai e vem, tocando-se de modo explícito. 

- Não foi o melhor, mas deu pro gasto - franziu as sobrancelhas com a fala. 

- Achei que iria se sentir honrado por ir pra cama com o terceiro membro da Elite do Sangue Imperial - comentou baixinho, empurrando o corpo alheio para o lado. 

- Oh, achei que vocês eram a Elite do Imperador. - Seokjin falou pensativo,  não se importando com sua atitude rude. - Guarda real e essas coisas,  sabe? 

Namjoon deu de ombros. 

- Ache o que quiser. 

- Vou lembrar disso olhos vermelhos. - murmurou. 

- Concerteza vai. - riu. 

                                                                                                    Império


O sangue respingava no chão imundo, misturando-se ao cheiro nada agradável do lugar. O beco estava escuro, mas nada que lhe afetasse a visão.

Olhando no celular, constatou que havia ficado fora por três horas e, se olhasse diretamente para o céu, conseguiria distinguir o azul forte do azul claro que começava a se formar. 

Também não conseguia acreditar que Seokjin queria ir as três da manhã numa balada, mas tudo bem, ele não sabia nada dessas coisas de festas mesmo. Respirou fundo, jogando o corpo desfalecido da mulher na enorme lata de lixo que havia alí. 

O rastro de sangue não o incomodou,  na verdade, nada alí o incomodou. Gostara da sensação de impor medo,  de sentir o gosto do sangue quente que saia do pescoço branco para a sua boca. 

Seu lado obscuro aparecendo e ele, por mais estúpido que isso possa soar, amou isso. Era um vampiro novato também, iria consumir sangue mais vezes do que um vampiro experiente e mais velho. 

Alisou a roupa que usava, conferindo se não havia se sujado no processo. As presas logo desapareceram e, dando um boa olhada na tela do aparelho que carregava, observou suas íris tingidas de vermelho. 

Os animes, filmes e séries sobre vampirismo rodeou sua mente como um longa metragem, fazendo-o pensar se fizera certo em deixar sua mãe para trás. 

A mulher desconhecia desse mundo catastrófico e deixá-la sozinha seria o mesmo que deixá-la para morrer nas mãos de um deles. 

Mas, desde que tinha seis anos, afeto e carinho já não existia em seu vocabulário e tudo que sentia em relação aos pais era nada. Um grande e largo nada. Então, logo deixou o pensamento de incerteza voar para fora de sí, voltando a fazer o caminho para o apartamento do amigo. Não era mais um garotinho de seis anos afinal. 


Notas Finais


Olha a sonsa que trocou os capítulos 😂
Gente eu to muito distraida hoje... E perdoem-me os erros, sempre escapa alguns


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