História Império Sangrento - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Lycans, Namjin, Taegi, Taeyoonseok, Vampiros, Vhope
Exibições 19
Palavras 3.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu de novo hauhsuahauahs

Capítulo 5 - Irmãos Prósperos


Capítulo quatro - Irmãos Prósperos

Jimin estava apressado. Corria mais do que andava pelo corredor do qual se encontrava o apartamento de Seokjin. 

Retraiu-se um pouco quando uma das portas se abriu, revelando uma garotinha que julgou ter apenas cinco anos,  acompanhada de uma mulher esbelta. O sorriso que recebeu não foi correspondido,  tinha certeza de que preferia homens então apenas fez careta, ignorando os olhares nada pacíficos.

 Ao virar em um dos corredores, respirou fundo. Podia ver o metal dourado no final e,  
quando ela se abriu, encarou desconfiado o homem que saiu. 

Olhos vermelhos.

 Retornou a andar,  de modo mais calmo agora. Os passos do outro era despreocupado e despojado e,  o sobretudo não lhe permitia ver o que escondia por trás do manto.

 O detector de sua mente soou em alerta, fazendo-o passar a passos de distâncias do sujeito que, pelo que sua visão periférica observou,  encarou-o com as sobrancelhas franzidas. 

Quando se viu longe o suficiente,  usou a velocidade imortal para ir mais rápido,  constatando que o submundo era mesmo muito, muito estranho. 

Seokjin estava sentado em uma das cadeiras da sala da sala de jantar,  o cigarro brincando entre os dedos e a garrafa familiar pendia vazia em cima do vidro fortificado. A expressão divertida deu lugar a uma preocupada e desconfiada. 

- Onde estava? - questionou, soprando fumaça para cima. 

- Andando sabe? - ao sentar-se na cadeira da frente, o cheiro de perfume masculino forte lhe incomodou. Um cheiro bem familiar aliás. - Você transou com o cara que saiu? 

- Que direto - riu, piscando um dos olhos dourados para si. - Não fuja Jimin, sou mais velho, consigo sentir que matou alguém. 

- Medo - sussurrou. 

- Matou um inocente? 

- O que? Não... Ela estava armada e com sangue alheio nas roupas - se defendeu. 

- Que Lúcifer tenha piedade - Seokjin riu, apagando o cigarro na mão. 

- Me responde uma coisa agora - começou - As pessoas não vêem a cor dos olhos? Não é como se fôssemos viciados em personagens de animes com olhos coloridos e fizéssemos cosplay. 

- E você não é? - perguntou confuso, mas o sorriso pequeno demostrava a brincadeira. 

- Ya,  Kim Seokjin - elevou a voz,  se arrependendo ao sentir a testa latejar,  por onde agora escorria sangue e pingava na mesa,  a sujando com sua cor rubra. Não precisava ser um gênio para saber que ele bateu com sua cabeça no vidro. - Isso doeu.

- Esse garoto... tsc tsc - estalou a língua,  balançando a cabeça em negação e jogando o que sobrou do cigarro em si. - Para os humanos aparecem preto, castanho, depende da cor de quando era vivo. 

- Ah - murmurou,  passando a mão pela testa e tentando limpar o sangue,  já que o possível corte havia se regenerado - Onde está o emo gótico? 

- Andando,  quem sabe - respondeu, não dando atenção a sua pergunta. 

Antes de levantar e ir para o quarto,  Seokjin o olhou e estreitou os olhos. 

- Achei que não gostasse dele. 

- E não gosto - susurrou,  cobrindo a boca como se fosse contar um segredo - Mas é sempre bom manter o inimigo por perto e saber seus passos. 

- Que bom que é recíproco. 

O sujeito em questão apareceu,  o assustando pela aparição repentina, fazendo-o tossir ao se engasgar com a saliva. 

- Meu de.. Lúcifer - disse,  realmente assutado. 

- Não morre Jimin,  depois dessa é pra sempre. - Jin brincou. 

                              Império


- Você está delirando Namjoon. - comentou distraído, sentando-se em uma das poltronas que enfeitava a biblioteca. 

Estavam na antiga casa deles, a Catedral Tríade Vermelha. O nome soa tão covarde quanto sua farsa em mentir para Namjoon e Jungkook.

Yoongi, Namjoon, Jiho e até ele, eram a Elite. Eram,  porquê isso também soa tão covarde quanto sua mentira, soa tão covarde quanto Jungkook ser o Imperador.

- Não estou,  tenho que certeza do que vi - o Kim rebateu,  chamando sua atenção ao andar até si,  segurando um espelho de mão de porte médio. - Olhe no espelho e me diga o que sente sobre o Yoongi. 

- Que patético - o dito cujo apareceu, os olhando de esgueira e andando pelos corredores abarrotados de livros. - Vocês se superam cada vez mais, decepcionante. 

- Cale a boca Yoongi. - Namjoon o repreendeu. 

- Namjoon?. - Taehyung franziu as sombrancelhas, estranhando o amigo.

- Desculpe Senhor. 

Revirou os olhos. 

- Vamos meu amigo, faça o que pedi,  sim? 

Suspirou contido,  dando-se por vencido e olhando para seu reflexo. Pensou no companheiro e  sorriu automático. 

- Eu o amo,  Namjoon. - não fora surpresa quando seus olhos ficaram totalmente pretos, retornando para a íris vermelha e assim ficaram, como se numa briga sem sentindo. - Ele é meu mundo,  assim como você e Jungkook. 

- Que bom saber que Jiho não está incluindo. - Yoongi susurrou e, mesmo que do outro lado da sala, foi como se ele estivesse alí,  perto de seu ouvido. 

Taehyung estalou a língua. 

- Porque disso? - perguntou realmente interessado,  inclinando-se para perto do outro ajoelhado a sua frente. 

- Vocês são diferentes mas a idéia é quase a mesma, seus olhos mudam quando se relacionado a sentimentos,  o dele... Bom,  acho que quando relacionado a desconfiança já que quando me olhou,  consegui sentir se longe a sua hesitação. - explicou. O observou se levantar, jogando o objeto em cima da mesinha de centro. - Ele pode ser um descendente perdido. 

- Como o achou mesmo? - Min se intrometeu. Em suas mãos, o livro de Abraxas lhe capturou a atenção. 

- Onde achou esse livro? - perguntou. 

- Taehyung, vamos atrás dele. - Namjoon o sacudio levemente. Olhou para Yoongi, sustentando seu olhar por uns segundos antes de se voltar ao amigo que percebeu estar realmente se irritando consigo. - Ou então o trazemos para cá. O que vai fazer quando virem? Ele vai estar em perigo e mesmo que negue, família é família! Se você até hoje não consegue controlar essa mudança,  imagina ele. 

- Tudo bem Namjoon, você está certo. - se levantou,  se espreguiçando lentamente. - Querido, vá ver Jungkook. 

Pensar no irmão o machucou um pouco,  já que sentia-se culpado por ter o quebrado o pescoço e o deixado inconsciente. Mas a idéia de uma nova pessoa na família o animou mesmo que um pouco. 

Yoongi acenou, guardando o livro entre as vestes e sumindo em um borrão translúcido. Estranhou isso também, mas se fez de besta. Não sabia ao certo, mas tudo estava estranho ultimamente. 

A história das matilhas também o vinha atormentando a cabeça mais do que o normal. Queria apenas dormir e acordar em outro século, perdendo-se nos sonhos e jardins floridos.

 Mas seria egoísmo, e Taehyung não podia se dar ao luxo de cometer tal ação. 


                           Império


Jungkook abriu os olhos, sentindo-se cego momentaneamente com a claridade do lugar em que estava. Sonhou que estava casando, pela terceira vez. Se arrepiava só de lembrar do terno branco que usava. 

Diferente do que Taehyung pensava, queria sim se casar, mas não sob pressão. Odiou a ideia do Conselho e odiou mais ainda a pessoa que eles escolheram.  

Podia ser um filho da puta, mas ainda preservava a idéia de um amor correspondido. Ficar milênios se divertindo e indo de cama em cama cansava, era deveras desgastante. Um companheiro não seria lá de todo mal, mas a idéia o assustava, mesmo que um pouco. 

Então, iria se focar em achar uma pessoa para tal façanha. Que os lobinhos e os caçadores morresse, não fora sua a proposta de união e paz mesmo, então, não tinha o porque se preocupar com uma coisa do qual não tinha nada a ver.

- Acordou bela adormecida? - Yoongi estava parado no meio da porta, o olhando impassivel. Como sempre.

- Onde estou? - perguntou.

Se sentou na cama, observando os detalhes do quarto que, francamente, era claro demais, com móveis claro demais e por fim, era branco demais. 

- Estamos em uma Catedral perto de Seul. - lhe fora respondido. 

- Não acredito que aceitaram aquela idéia ridicula e sem fundamentos - pausou, pensando com clareza - Taehyung?

O aceno de cabeça o fez desmoronar por um momento. Seu irmão não estava mesmo brincando quando disso que podia o chutar do trono quando quisesse. Concerteza ele iria querer dar uma de defensor de lycans.

- Não se preocupe, Jeongguk. - o viu sorrir e estaria mentindo se dissesse que não sentiu medo, também não conseguiu retrucar pelo nome verdadeiro ser usado - Seu irmão tem outros planos para nós. 

- Quais? - quis saber. 

Ele apenas sorriu mais ainda. 

                          Império

Em uma hora estava dormindo pesado na penumbra do quarto em que estava instalado,  em outra, estava preso em um carro cinza com homens de capas esvoaçantes que lhe cobriam o corpo. 

Recusava-se a sentir medo, lembrando-se a todo instante que Seokjin e Hoseok também estavam alí ao seu lado e que precisaria os proteger se as coisas ficassem feias. 

A idéia de ser sequestrado não o animava de modo algum, e sua cabeça já trabalhava sem descanso procurando brechas ou apenas um sinal de que estava delirando, e que tudo não passara de uma ilusão de sua mente que tornava-se insana. 

Os homens da frente não abriam a boca e seus olhos seguiam apenas o outro carro a frente. Todos de olhos vermelhos, todos vampiros.

Os prédios,  barulhos,  carros e pessoas sumiam dando lugar a uma vegetação verde e marrom,  em uma estrada reta e que parecia não ter fim. 

Imaginou que ficaram horas dentro daquele automóvel pois o sol quente de manhã já sumia e o azul escuro com pontinhos brilhantes dava as caras. 

Seokjin ficara a todo tempo quieto e olhando para os pés,  carregando uma expressão que beirava a raiva e decepção. Enquanto Hoseok cantava baixinho uma música estranha e em outro idioma, observando pela janela com olhos de indiferença mas que,  se Jimin bem olhasse, perceberia que no fundo o medo do desconhecido o assolava. 

- Chegamos. - ditou um dos caras, não se dando o trabalho de explicar nada e apenas abrir a porta para fechá-la com mais força do que o necessário. 

O Park praguejou baixinho, dando uma boa olhada aonde se encontravam quando por fim, saiu do carro. 

Era um tipo de igreja já velha, mas que a cor das paredes e os vidros ornamentados dava um charme ao lugar. 

- A Catedral Tríade Vermelha - Seokjin sussurrou, pondo-se ao seu lado. Sua voz tão apático e fria que se perguntou aonde estavam se metendo.

Começaram a andar até a entrada, passando por um corredor longo de predas antes de chegarem a uma grande porta de madeira dupla. 

Estátuas de anjos enfeitava o lugar por dentro, com quadros típicos de religiosos. Sua atenção foi prendida pelas pessoas que estavam sentadas em cadeiras no altar aonde estaria um padre ao rezar a missa. Tão irônico,  não?

- Merda - ouviu o sussurro do amigo novamente,  mas dessa vez, a voz áspera o deixou incomodado. 

- Bom, espero que tenham os tratado bem - a ironia do homem de cabelos brancos o deixara mais incomodado ainda. 

A voz irritante o percorrendo a cabeça novamente. 

- Acredito que precisamos conversar - o do meio,  e que aparentava ter rosto de criança arteira, falou. 


                             Império


- Vocês estão loucos - exclamou,  sentindo a própria voz o trair. 

Mesmo se quizesse,  sabia que era verdade. Já havia reparado naquilo e por vezes quando tinha pesadelos e se olhava no espelho,  seus olhos se mostravam tão pretos quanto a escuridão que os rodeava. E as duas horas conversando com Taehyung o fez, de algum modo,  sentir que estava em casa e esse pensamento foi tão idiota que quase se bateu por isso.

- Acha que estou brincando? - Taehyung, irritou-se. 

Não tirava seu direito, estava parecendo um garotinho birrento na fase de negação quando reprovava na escola. Qual é,  foi sequestrado e ainda descobre ser parte do Sangue Imperial, não parece rápido demais pra você?

- Eu?  Metade demônio? - apontou para si - Olha pra mim, nunca na vida. 

- Jimin... 

- Não o chame assim - Seokjin o interrompeu,  massageando as têmporas - É Park Jimin pra vocês. 

- Que seja,  apenas parem de discutir - resmungou o albino que esquecera o nome. 

- Olha,  você é um de nós agora, independente de querer ou não, você fica - Taehyun falou por fim. 

Suspirou derrotado. Sua autoconfiança esvaziando de si cada vez mais. Agora, definitivamente,  desejou ser tudo apenas um pesadelo. E que nunca tivesse a maldita vontade de ser um vampiro.

- Namjoon, Jungkook, os leve para os quartos - o viu ordenar, levantando-se - O jantar será as dez, fiquem prontos. 

E então,  saiu com o de cabelos brancos ao seu alcance como se nunca estivessem alí. 

Jimin descobriu que também desejava nunca ter conhecido o Sangue Imperial. 

Os corredores eram todos bonitos e elegantes,  com homens de sobretudo em cada porta que passavam. Esses nem se moviam ou desviava o olhar,  como se fossem robôs. 

Quase tropeçou quando ao olhar para o lado, um par de olhos vermelhos o encarava. Os cabelos eram castanhos como o de Taehyung,  o fazendo supor que aquele seria Jungkook,  o famoso Imperador. 

Mas admitia que a única coisa que sentiu foi atração por aqueles lábios finos e quase pálido que, desde que começaram a conversar não se desgrudaram. 

Agora, olhando bem, se perguntava se era mesmo aquele garoto um pouco mais alto que si que comandava aquele clã,  como Taehyung se referia. 

- Jiminnie? - Seokjin o empurrou de leve, passando por si até uma das várias portas do corredor. - Você está bem? 

Maneou a cabeça em concordância, vendo-o entrar depois de perguntar o mesmo a Hoseok. 

- Bom, eu levo esse daqui - o tal Namjoon disse, apontando para o Jung,  que o seguiu sem ao menos o olhar. 

O silêncio se acomodou, fazendo-o virar para Jungkook e admirar a beleza alheia. 

- Pare com isso - murmurou ao ouvir ele ranger os dentes de forma irritante. 

Jungkook apenas o olhou, sumindo pelos corredores também,  não o dando opção a não ser segui-lo. 

Sentia que de algum modo o outro não gostara de si,  e isso o deixou estranho. Não era Hoseok alí mas,  diferente do sentimento de indiferença que sentia com fato do Jung não o tratar normal, decepção o corroia por dentro. 

Mas,  porque estava decepcionado? Porque ele era família. 

Gostara de Taehyung mesmo que conversassem apenas por meras duas horas e, sabia que estava aderindo a idéia de ter irmãos mesmo se eles fossem praticamente seus ancestrais. E pensar que um deles não gostou de si o deixou triste, mesmo que hesitação e desconfiança para com aquilo tudo ainda fosse presente.

Poderia pensar que estava apenas carente de afeto familiar, mas,  de algum modo,  o sentimento de que pertencia aquele lugar ainda estava ali, o dizia o contrário. 

                       

                               Império

- Jonghyun mandou um mensageiro,  disse que como não estamos mais em Nova Jersey virá amanhã para uma reunião. - Yoongi comentou.

- Reunião? - Taehyung riu sarcástico - Eu vou matá-lo, isso sim. 

- Menino mal. 

Sorriu ao ter seu ombro desnudo beijado, a sensação de ser amado o preenchendo por dentro,  fazendo-o encostar as costas no abdômen alheio, relaxando o corpo o máximo que pode.

- Está cada dia mais lindo,  meu amor - Yoongi raspou os lábios pelo seu pescoço molhado,  apoiando uma das perna em cima das suas, fazendo água morna cair da banheira com a ondulação. - Tem certeza do que está fazendo? 

- Sim. - sussurrou,  fechando os olhos em deleite. 

- Você viu? - lhe foi perguntado. 

E a voz foi tão carinhosa, que dissipou as dúvidas de que talvez, amar mais uma pessoa de forma diferente não pareceu errado.

Riu soprado,  se lembrando do outro. 

- Ele é perfeito Yoongi. 

- Se lembra do nome dele? 

Um arrepio ultrapassou seu corpo quando o companheiro mordeu sua pele, com pequenos fios de sangue escapando e misturando-se a água.

- Acho que é Hoseok, Jung Hoseok. 


                               Império


Jungkook odiou Jimin. Não por ele ser, agora, de sua família,  mas pela atenção que receberia. 

Sabia que Taehyung irá querer dar uma festa para apresentar o novo membro da família para o mundo sobrenatural. E isso o deixava com raiva, que direito aquele garoto tinha? 

Era apenas mais um na linha de secessão, disputando o trono e, mesmo que soubesse que ele iria ser o último, a idéia dele roubar o que considera seu não o agradava. 

E céus, viu como seu irmão olhara para o individuo. Carinho misturado a amor, sendo que nem se conheciam a três horas atrás! 

Achara que Yoongi estava tirando uma com a sua cara ao dizer que tinham um descendente. Uma pessoa que compartilhava o mesmo sangue que corria em suas veias. 

Se não fosse a atenção, receberia de braços abertos o garoto,  mas, depois do que viu, a única coisa que ele receberia de sí seria desprezo. 

Era egoismo, sabia que era, mas quando se tratava de seu irmão, não pensava com clareza e agia com impulso. 

Amava Taehyung, amava de todo o seu coração, mas as vezes, a bondade dele o tirava do sério, então se deixava ser corrompido pelo poder que tinha em mãos e o tratava como um nada, apenas um bastardo com quem teve o desprazer de compartilhar a liderança. 

Também sabia que esse argumento era estúpido e sem noção. Mas ele era assim, estúpido e egoísta, queria tudo para si. 

E em meio a esses pensamentos de caos, esqueceu-se de seu objetivo. Não queria mais um companheiro,  queria um aliado. 


Notas Finais


Então, Império Sangrento tem apenas mais três capítulos, isso mesmo! E Império Abstrato, que é a segunda parte da Trilogia já está quase terminada.

Império Distorcido já está com os primeiros parágrafos escritos e depois que eu terminar de postar a trilogia inteira, vai ter um spin-off de Império Sangrento sobre como Yoongi, Taehyung e Jungkook se tornaram vampiros! Eu estava com essa idéia em mente antes mesmo de escrever Império Sangrento e mal posso esperar para compartilhar minhas lembranças da trajetória desses meninos que é bem longa e cheia de guerras na era dos Vikings!

A história dos primeiros vampiros vai ser tão confusa, cheia de mortes e pessoas quanto Império Distorcido, esperem ansiosamente por ela!

Até porque, Sangue Imperial nem sempre foi assim...

Um Império nem sempre começa guiado pelo poder...


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