História Implacavelmente Insano. - Amor congelado. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Ação, Dark, Favela, Justin Bieber, Morro, Romance, Traficante
Visualizações 87
Palavras 2.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olaa.

Primeiro capitulo. Espero que gostem.

Boa leitura ❤📝

Capítulo 2 - Capitulo I - Favela.


Fanfic / Fanfiction Implacavelmente Insano. - Amor congelado. - Capítulo 2 - Capitulo I - Favela.

A história é feita por aqueles que quebram as regras."

- Homems de honra.

MAYA HOLLINS

— Você não pode está falando sério! — arregalo os olhos. Meu pai acabara de me dar a notícia que eu tanto esperava.

Eu recebi permissão para frequentar algumas alas do hospital de crianças com câncer. Era o meu sonho. Eu amava crianças. E amava ainda mais  poder ajudá-las e fazê-las sorrir em momentos difíceis como esses.

— Consegui permissão por duas horas no sábado. São crianças que estão morrendo. Não quero que se apegue a elas. — ele não era a favor daquilo. Na verdade, meu pai era contra tudo que eu quisesse fazer.

— Eu sei. — sorrio triste. — Obrigada por me proporcionar isso.

Ele acena com a cabeça, ajeitando seu terno para que ficasse bem alinhado em seu corpo.

Homem de negócios. Responsável. Inteligente. Poderoso.

Esse era o meu pai.

— Isso também vai ser bom para minha imagem. Imagine só, — ele olha pro nada, como se estivesse vendo algo. — “filha do prefeito frequenta hospital especial para crianças com câncer”... Seria a matéria perfeita, não acha?

Do que ele estava falando? Isso não tinha nada a ver com política!

— Não é pra isso que eu quero ver aquelas crianças, pai. Não envolva a sua imagem em algo que é pra ser puro. — mas aquilo não pareceu tocá-lo.

— Eu cumpri o seu desejo. Você vai ver aquelas crianças a beira da morte e eu vou apoiá-la. Não há nada de mais em tirar proveito disso.

Ele estava estragando tudo, mais uma vez. O que era pra ser algo bonito, real e caridoso, meu pai, como sempre, estava transformando em algo impuro, aproveitador e feio.

Ele não via aquilo como um ato humano e gentil, mas sim como uma oportunidade de negócios. A oportunidade perfeita para sair nos holofotes.

— Você nem se importa com aquelas crianças.

— Mas você, sim!

Eu me importava, porém não as queria sendo usadas pela mídia, principalmente para promovê-lo.

— Por isso mesmo que não as quero envolvidas  nesse seu mundo sujo. — vejo sua mão levantar para atingir o meu rosto, no entanto, pára no meio do caminho. Meu olhos enchem de lágrimas.

Ele realmente ia me bater?

— Eu queria que você fosse um pai normal. Que pudesse ver o que se passa dentro dos meus olhos. Ou que apenas me perguntasse como eu me sinto no meio de tudo isso. — limpo as lágrimas, sentia-me esgotada. — Mas aí eu me lembro que você não se importa.

Rio sem ânimo e dou-lhe as costas, subindo a escadaria enorme daquela casa. Tão grande para duas pessoas que viviam nela. Grande igual o vazio dentro de mim.

Ele realmente havia estragado tudo.

⚓⚓⚓


Atravesso o campus da faculdade, de cabeça baixa. Eu não queria ser notada por ninguém. Queria desaparecer como uma sombra no escuro. Além do mais, eu também  queria esquecer a merda que era minha vida.

— Maya! Finalmente te achei. Aonde estava? — Susie aparece do meu lado.

— Tentando ficar invisível.

— Com esses cabelos loiros que brilham como o sol? Impossível. — ela ri. — Agora diga o que aconteceu? Seu pai de novo?

— Ta tão na cara assim?

— Esqueçe isso. Nós podemos sair hoje, o que acha? Vai ter uma festa, um cara me convidou.

— Que cara? — levanto as sobrancelhas.

— O que importa isso? — eu continuo encarando-a, séria. — Ok, ele roubou a minha carteira ontem à noite quando estava voltando para casa. Mas ele me devolveu... E me convidou pra sair.

Aquilo só podia ser brincadeira!

— Tá maluca? Você aceitou sair com ele?

— Ele foi gentil. E é lindo.

— Você tá cansada de saber o que caras bonitos fazem com garotas como você. Tira isso da sua cabeça. Você não vai.

— Eu vou. E se você não quiser vir comigo, vou sozinha. — ela bate o pé no chão e sai andando.

— Eu não vou arriscar minha vida e a sua! Para com isso.

— Tudo bem. Você fica.

Faço uma careta. Ela não ia tirar aquela ideia da cabeça, e meu pai jamais deixaria eu sair de casa sem segurança.

Eu também não podia deixar a minha amiga ir a uma festa com um marginal.

Mas que merda!

— Susie, volta aqui! — corro em sua direção, porém paro imediatamente ao ver que  estava atrasada para a primeira aula. — Não pense que você vai fugir, vamos conversar sobre isso!! — grito para ela, vendo-a sumir em meio as pessoas no corredor.

Susie era Impossível!

Era a pessoa mais maluca que eu já havia conhecido.

O professor entrou na sala, caminhou até sua mesa e virou-se para a turma.

— Bom dia. Abram seus livros na página vinte e dois. — aula de anatomia, mas eu estava com a cabeça em Susie e no que eu faria para tirar aquela loucura da sua cabeça. — Apesar de seu aspecto simples, o osso possui funções bastante complexas e vitais para a manutenção e equilíbrio do corpo humano.

O professor começa, pegando o piloto e escrevendo algo na lousa.

— Um outro dado importante a saber a respeito dos ossos, é que noventa e nove por cento do cálcio que possuímos em nosso corpo está depositado neles. — seus olhos percorrem toda sala. — Alguém poderia me dizer para o que serve a medula óssea?

Quando vejo que ninguém se manifesta, levanto minha mão.

— Pode falar, Srta. Hollins.

— A medula óssea vermelha é a responsável pela produção de células sanguíneas, e a medula óssea amarela é responsável pelo armazenamento de triglicerídeos.

— E o que seria triglicerídeos?

— Gorduras.

— Isso mesmo. Perfeito, Hollins. — eu sorrio. — o prefeito ficaria orgulhoso de você.

Meu sorriso se desfaz instantaneamente. Será que nem por apenas alguns minutos eu poderia me esquecer de quem era o meu pai?

As aulas passavam. E a cada uma eu sentia necessidade de sair correndo, porque sempre, em algum momento, alguém me perguntava ou falava sobre o meu pai. O grande prefeito. O grande homem. No entanto, um grande pai ausente, ganancioso e agora aproveitador de crianças.

Saio da sala de aula, bufando. Já era cinco horas da tarde. Susie já havia ido embora e o plano de conversar com ela havia fracassado também.

Nada que um telefonema não resolvesse. Seguro o celular no ouvido com os ombros enquanto mexia na minha bolsa atrás do meu óculo, eu precisava dele para voltar para casa.

Aquilo não podia ser verdade, não estava lá. Inferno! Eu conseguia enxergar de perto, mas de longe eu via somente borrões.

— Não está aqui!!

— O quê? — ouço a voz da minha melhor amiga do outro lado da linha.

— Susane, aonde você está? —  eu sinto minhas bochechas esquentarem de frustração. As coisas pareciam está tudo dando errado para mim hoje.

— Na minha casa, oras. Esqueça aquilo que eu te disse, ok? Vá para casa. Eu vou ficar bem.

— Aonde é essa festa? — ignoro-a. — Eu não vou te impedir. Apenas preciso saber onde te procurar, caso você desapareça.

Escuto-a bufar contra o telefone.

— Está bem. É no morro do Alemão. Mas eu não sei o local da festa, ok?

— Na favela? — engulo a seco. Éramos de classe sociais diferentes. Não andávamos nesses lugares.

— É… Tchau, May. Eu preciso escolher minha roupa. — meu Deus, ela realmente iria. — Há, e eu disse para minha mãe que iria dormir na sua casa.

— O quê?! Você ficou malu....

— Beijos, amiga! — seguro o celular em minha mão, incrédula, ao ver que a mesma havia desligado.


⚓⚓⚓


Eram oito horas da noite, meu pai ainda não havia chegado e eu estava roendo minhas unhas no sofá. Estava preocupada. Susie nunca foi tão irresponsável  como ela estava sendo agora.

Eu estava com medo. Cansada de assistir em jornais as notícias violentas enquanto minha amiga estava em uma favela com um cara que ela nem conhecia direito.

Antes mesmo que eu pudesse raciocinar, subir as escadas correndo e enfiei o pé em uma sapatilha, peguei minha bolsa e retornei até a sala.

Escrevi um bilhete, dizendo que dormiria na casa de Susie e o deixei em cima do sofá. Eu iria atrás dela, eu realmente iria atrás dela!!

O táxi parou em frente a uma rua que separava a favela da cidade, e eu desci.

Atravessei a rua, sentindo o ar gelado chicotear meus cabelos e os pelos do meu corpo se arrepiarem. Andava sem rumo por becos escuros, sentindo-me aprofundar cada vez mais dentro daquele lugar.

— O que a princesa faz aqui a essa hora? — estremeço da cabeça aos pés ao ouvir uma voz atrás de mim.

Encaro um garoto, de boné virado para trás, com um cigarro nos lábios, perguntando-me de onde ele havia saído.

— Hm, eu estou procurando minha amiga. Ela veio em uma festa, mas não sei aonde fica.

— Deve ser o baile que o Justin ta dando na praça. — assusto-me ao ouvir outra voz surgir.  Era uma menina.

— Quem é Justin?

— Não queira saber, florzinha. É o cara mais  perigoso da área.

Perigoso? Ai, caramba.

— Vocês podem me levar até lá? Se não for incomodar, é claro. — eles se entre-olham e fazem uma careta.

— Podemos, mas aquele lugar não é pra você. Você vem da zona sul, não é? — a menina pergunta, medindo-me de cima abaixo. Ela era morena  de olhos escuros. Enquanto eu era loira de olhos azuis.

Ela era o oposto de mim.

— O que tem de tão ruim lá? — enquanto caminhávamos, percebi que a morena era namorada do garoto que havia me abordado. Eles não pareciam ter mais de dezessete anos.

— Drogas e homens ruins. — ela diz.

— Fica na sua, Carla. Essas informações pode trazer problemas pra gente. — o garoto fala. Eu encolho os ombros.  — Ela pode ter
sido mandada pela polícia.

— Você acha, Mike? Olha pra ela, parece uma boneca de porcelana. Deve ser rica, com certeza. — ela me olha, sorrindo debochada. — Eu não entendo o que esses ricos veem de interessante em lugar como esse.

Eu também não”. Mantenho minha boca fechada.

— É ali. — ela aponta para uma praça onde estavam reunidos um aglomerado de gente, dançando, gritando. — Basta ir. Estou torcendo para que encontre sua amiga.

E depois de perceber que eu não responderia ao seu comentário, eles começam a voltar para o mesmo lugar de onde viemos.

— Obrigada! — eu grito.

Caminho lentamente até onde estava acontecendo a festa, vendo alguns caras mal encarados, que usavam armas incrivelmente grandes atravessadas nas costas, me olhar de cima abaixo, como se eu fosse um pedaço de carne e eles um cachorro preste a me devorar.

Minhas mãos tremiam. Eu nunca havia estado em um lugar como aquele. Era assustador. Lá dentro havia uma multidão de pessoas, todos gritando, dançando e fumando. E o som muito alto parecia fazer o chão tremer debaixo dos meus pés.

Coloco uma das minhas mãos sobre meu nariz, impedindo-me de sentir aquele cheiro forte de bebida e drogas. Era muito forte, muito barulho, no entanto ninguém ali parecia se importar com isso.

Onde você está, Susane?

Por favor, onde você está?

— Olá gata. — um cara diz em meu ouvido e eu dou um passo para trás, esbarrando em algo atrás de mim.

— Mas que porra! — fecho os olhos ao ouvir uma voz rouca. Viro-me lentamente, dando de cara com um peitoral. Levanto minha cabeça  e encontro olhos verdes furiosos.

Sua bebida havia caído no chão.

— Me desculpe. — minha voz sai amedrontada.

Ele continua me encarando, sério.

Era um homem lindo, apesar do cabelo escuro e liso estarem bagunçados. Fiquei rígida ao ver que seu maxilar estava trincado e que os olhos não continham nenhuma emoção.

— Justin, cara, eu estava te procurando. — um outro cara aparece ao seu lado.

Justin? O cara perigoso?

Eu estava ferrada.

— Espera lá no galpão. — seu tom era assustador.

Engulo o nó que se formou em minha garganta e desvio olhar.

Eu precisava sair dali.

— Eu sinto muito. — tento passar por ele, mas o mesmo me impede, segurando meu braço.

Ai caramba. Ele não vai me deixar ir.

— Quem é você? — questiona, medindo-me de cima abaixo.

— Eu só estou procurando minha amiga. Me desculpe pela bebida. — eu olho para o chão, onde a garrafa de cerveja estava estilhaçada.

— Eu podia fazê-la limpar essa sujeira com a língua. — o quê? Arregalo meus olhos.

— Eu não sei porque está sendo tão estúpido. Eu já pedi desculpas. — coloco uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

— Maya? — escuto uma voz conhecida atrás de mim e desvio o olhar de Justin.

— Susie! — paro na sua frente. Ela sorri pra mim, mas eu não sorrio de volta. Olho para o cara segurando sua cintura e faço uma careta. — Você é uma irresponsável! Eu tive tanto medo, sua idiota.

— Eu estou bem. Estou me divertindo. — ela olha para algo atrás de mim. — O que você está fazendo com ele? — sussurra. — Ele é perigoso, Maya.

— Eu sei. Eu esbarrei nele. — murmuro de volta. — Esse lugar é horrível. Vamos embora daqui.

Antes que ela pudesse dizer algo, ouço barulhos de tiros sendo disparado. Em seguida todos começam a sair correndo para se proteger. Olho para trás, vendo que os olhos de Justin estão em mim.  

— Polícia! — ouço alguém gritar.

Olho atordoada para Susie e a vejo sendo puxada pelo cara que estava com ela.

— Me solta, eu não posso deixá-la! — ouço-a dizer, porém ele a ignora e continua arrastando-a.

Mais alguns tiros são disparados e as lágrimas escorrem dos meus olhos. Mãos rodeiam minha cintura e me puxam com força para trás. Eu começo a me debater, desesperada.

— Fica quieta, porra! — Justin grita para mim.

Ele segura em minha mão e me leva para a portãozinho da lateral. Já fora, o vejo subir em uma moto, enquanto as pessoas corriam a pé pelos becos escuros para não serem pegas.

— Suba na moto, idiota. O que está esperando? — ele praticamente rosnou para mim.  

Eu nego com a cabeça.

— Eu não vou subir. Estou com medo. — Abraço meu corpo, sentindo as lágrimas escorrer por minhas bochechas.

— Se não subir em cinco segundos vou deixá-la, e você vai ser presa. — ele liga a moto e começa a acelerar.

Ouço barulhos de sirenes e começo a tremer. Eu não podia ser presa, meu pai jamais me perdoaria por manchar seu nome.

Forço-me a subir na moto e vejo um sorrisinho arrogante aparecer nos lábios bonitos de Justin.

— Segura em mim se não quiser cair, boneca. — faço o que ele manda e fecho os olhos ao sentir a moto sair em alta velocidade.

Podia sentir o abdômen definido de Justin sob as minhas mãos  através da sua camiseta. Ele era forte. Duro e tinha o sorriso mais arrogante que eu já tinha conhecido.

E era perigoso.

Inalo o cheiro gostoso de sabonete da sua pele e me praguejo inúmeras vezes por achar aquilo maravilhoso.

A moto pára subitamente e eu abro os meus olhos.

Nós estávamos em uma rua deserta, muito escura.

— Você já pode descer. — ele diz, seco.

Eu estremeço, sentindo o medo apossar lentamente do meu corpo.

— Mas eu não tenho como ir pra casa. — falo, descendo da moto e sentindo o vento frio chicotear meus cabelos. Eu me senti quente quando estava com os braços ao seu redor.

— Está me pedindo pra te levar pra casa? — ele ri pelo nariz, fazendo-me parecer patética. — Minutos atrás você me chamou de estúpido e não queria subir na minha moto. O que te faz pensar que te levarei para casa?

Era tarde. Não havia táxi por perto e a casa de Susane era muito longe para ir andando.

Eu desvio o olhar.

Idiota. Babaca. Imbecil.

— Me deixa subir, por favor. — eu volto a fita-lo. Ele ri novamente, tirando onda com a minha cara.

— Não.

Bato meu pé no chão, avistando um carro se aproximando. Entro na frente e o homem no banco do motorista me encara.

— Quer uma carona, doçura? — ele era nojento.

— E você quer perder seus dentes, babaca? Vaza daqui. — ouço a voz de Justin atrás de mim.

O cara bufa, mas o obedece e vai embora.

Eu volto a olhar para ele, irritada. Ele não iria me dar uma carona, mas dispensou a única que eu tinha?

Não que eu tivesse coragem de entrar naquele carro…

— Sobe na moto. — diz, com raiva. — Você é uma piranha folgada.

E então eu faço novamente, subo na moto e agarro sua cintura, sentindo como se pudesse continuar naquela posição para sempre. E pela primeira vez, por mais estranho que aquilo fosse, eu me sentia protegida do meu próprio mundo. 


Notas Finais


Desculpe os erros.

Comentem bb's. 💕

Até o próximo ✌✨


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