História Impossible - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais, Suga
Tags Beijos De Açúcar, Bts, Hentai, Hetero, Jimin, Luminoussuga, Oneshot, Para Unnieminnie, Parkjimin, Yoongi É Panssexual Sim, Yoongibi!menção
Visualizações 174
Palavras 4.377
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Self Inserction: porque eu sou Moon Yoon Ah. Beijos de açúcar!

Para minha unnie linda que me elogiou muito e me apoiou e ela merece essa oneshot. Amo você!

Capítulo 1 - Now my heart is broken


“Falling for betrayal is worse”.

Shontelle

 Ele sabia que todos iriam saber, ele sabia que ela não deixaria de dizer para todos que o enganou muito bem, mas ele queria apenas que soubessem que ele foi feliz durante todo esse tempo, embora agora seu coração estivesse partido.

 O homem de cabelos negros tentava superar aquilo tudo em uma semana, era o prazo que ele achava que iria precisar para esquecer tudo o que Sun-Hee havia feito com ele, mas ele sabia que a culpa toda era dele, pois todos sempre haviam o alertado, dizendo que ele deveria ter cuidado ao se tratar de amor, ele deveria ser cauteloso quando fosse entregar seu coração para alguém.

 O pior era que ele, Park Jimin, também sabia que não estava tão envolvido no começo, que ele não amava tanto Sun-Hee, mas que agora estava sofrendo por aquela traição, afinal, além de sua futura esposa, ela era sua parceira de dança, a rainha da patinação glacial e agora ela o trocava por um competidor qualquer, alguém que havia se destaco mais que Jimin apenas algumas vezes:

 — Maldito Jeon! — Ele quebrava mais um dos vasos que sua noiva, agora ex-noiva, havia lhe dado de presente, as rosas de plástico voando para todos os lados do chão, os cacos de vidro representando as cicatrizes que agora estavam abertas no coração do rapaz, ele fungou, tentando segurar as lágrimas, ele se sentia derrotado por não conseguir superar a traição de Sun-Hee.

 Jimin esteve o tempo todo enganado, pensando que ele era tudo que ela precisava, mas agora ele mesmo iria contar a todos o que ele sabia, tudo que descobriu desse amor, iria contar como havia sido feliz, gritar para todo mundo como fora traído e que estava sofrendo demais, que aquilo doía e não por se tratar de sua profissão ou do fato que seria desclassificado se não arrumasse uma parceira para a competição até o mês que vem:

 — Que se foda a patinação no gelo! — Ele estava contrariado com tudo, ele estava desesperado por perder tudo o que ele tinha em uma tacada só e ele precisava superar isso. Limpou as lágrimas que caiam de seus olhos inchados, pegou sua jaqueta de couro que havia deixado jogada no sofá e saiu do apartamento, respirando fundo indo em direção ao elevador que abriu antes que ele apertasse o botão, o rapaz deu uma rápida olhada na ruiva que segurava uma caixa enorme colada ao seu corpo, enquanto seu cachorro, preso pela coleira, pulava nas pernas dela:

 — Boa tarde, Jimin. — A, fisicamente, estrangeira sorriu, mostrando belas covinhas e um olhar sincero de amizade para o homem que quando percebeu se tratar de Anastácia, sua vizinha de sangue francês e naturalidade coreana, também sorriu:

 — Quer ajuda? — Ele ofereceu, esquecendo por um momento do objetivo de esquecer tudo o que estava sentindo e que corroía seu coração:

 — Pode levar o Pink para dentro pra mim? — Ela estendeu um dos braços com dificuldade para que Jimin pegasse a coleira do cachorro, mas ele pegou a caixa, vendo que a mesma estava suficientemente pesada e arrancou um sorriso sem graça da vizinha. — Obrigada.

 A garota saiu na frente, com seu jeans largo e sua regata branca coberta por um fino cardigã azul da cor de seu tênis, ela abriu a porta do apartamento em frente ao de Jimin e deu espaço para o menor passar:

 — Não querendo ser intrometido, mas o que tem nessa caixa? — Ele a deixou no canto da sala como Anastácia instruiu e a mais nova sorriu:

 — São livros, do meu escritor favorito. — Ela abriu a caixa com uma variedade de livros grossos:

 — Min Yoon Gi? — O rapaz riu. — Sério que gosta da literatura barata desse patife?

 — Por que o trata dessa maneira? — A jovem ficou ofendida e fechou a cara, arrancando mais uma risada do mais alto:

 — Yoon Gi hyung é meu amigo de faculdade, posso apresenta-lo a você, se quiser, qualquer dia desses.

 — Obrigada, Jimin oppa. — O mais velho acabou corando com a forma que a menina o chamou, mas concordou:

 — Eu vou agora, se precisar sabe onde me encontrar.

 — Não quer ficar para um chá? — Jimin tentou negar, mas até o cachorro peludo da vizinha parecia o convidar, então ele não negou e seguiu a menina até a cozinha onde se distraiu conversando com ela sobre livros, filmes e sobre como o cachorro dela era bagunceiro.

 

 Jimin sempre achou que seus problemas fossem enormes e para ele, de certo, eram, pois ele nunca sabia como resolver, mas uma semana sendo sempre chamado para tomar chá com a vizinha o fez enxergar que, as vezes, a solução para os nossos conflitos precisa vir de dentro de nós.

 A família de Anastácia se mudou para a Coréia antes dela nascer, pois o avó, o qual se tornou seu pai, havia se envolvido em um crime sendo testemunha e podendo denunciar a pessoa que havia matado um político importante dos EUA que estava de viagem em Paris, ou seja, estavam ali em serviço de proteção a testemunha. Não que fosse ruim ser protegido pelos EUA e ser obrigado a adotar outra identidade, mas a menina nasceu e cresceu ouvindo falar sobre como as coisas em Paris eram mais bonitas e o povo aceitava tudo e todos, enquanto na Coréia tudo era coberto por machismo e falta de conhecimento.

 Anastácia também perdeu o pai, ele morreu de câncer e ela foi criada pela mãe e pelo avô. Jimin ficou muito empolgado de saber mais sobre ela, até sobre como ela superou o drama de perder o pai aos dez anos de idade e, principalmente, como ela se sentia estando há três anos tentando entrar em alguma faculdade:

 — O sistema coreano faz eu me sentir uma burra. — Ela sempre reclamava de forma engraçada e Jimin gostava disso, da forma que ela levava tudo na brincadeira e nunca desistia de nada. — Pensei em ser escritora já, igual Min Yoon Gi, escrever romances entre asiáticos e estrangeiros, mas eu tenho muita preguiça.

 Anastácia, de fato, era muito preguiçosa, mas para coisas que na verdade ela não tinha vontade de fazer, enquanto o coração quebrado de Jimin era distraído pela presença e amizade de sua vizinha, ele descobriu que na verdade ela não havia achado que algo que gostasse de fazer de verdade; e uma ideia surgiu na mente do mais velho:

 — Você já patinou no gelo?

 — Nunca. — Ela falou simples enquanto cortava um pedaço da torta que havia feito para o vizinho e aquietava os latidos de Pink para o gato do andar de cima que passava pela janela todo metido:

 — Eu posso te levar para patinar, se quiser.

 — Igual prometeu me apresentar Min Yoon Gi e não o fez. — O mais velho riu. — Você prometeu.

 — Eu vou te levar para conhecê-lo, fique tranquila. Apenas tenho medo que troque a minha amizade por a amizade daquele hyung folgado.

 — Você sempre vai ser meu oppa favorito. — Pink pulou sobre as pernas de Park dando ênfase na frase da mais nova e mais um sorriso sincero brotou no rosto do mais velho, ele nunca havia sorrido tanto durante sua vida toda, ele foi obrigada a alegar que os momentos com Anastácia estavam sendo os melhores de sua vida.

 

 Finalmente Jimin havia forçado um almoço na casa do tão famoso Min Yoon Gi, que reclamou durante todo o tempo sobre terem o deixado preparando tudo sozinho:

 — Jimin me disse que é minha fã número um, é verdade? — O rosto de Anastácia tomou uma cor rosada sobressaindo a leve camada de blush que ela havia passado e ainda com um pedaço de carne na boca, ela concordou:

 — Seus romances são os melhores, oppa. — Ela elogiou assim que terminou de engolir definitivamente o pedaço de vaca bem passado, logo Jimin a olhou de rabo de olho, se sentindo enciumado de a mais nova estar chamando Yoon Gi de oppa e o mais velho percebendo isso deu um sorriso:

— Mas Jimin não me contou que você era a nova namorada dele. — Resmungou. — É uma falta de consideração com o escritor favorito dela.

 — Mas eu e o oppa não somos namorados, até porque ele tem uma noiva e... — A mais nova parou de falar na hora, pensando por alguns segundos o fato de não ter mais visto Sun-Hee unnie no apartamento do vizinho e de ele estar passando mais tempo com ela do que com outras pessoas, ela levou a mão na boca e olhou para Jimin que parecia perdido em pensamentos, o cabelo negro caindo sobre o olho miúdo e ela pensou que Jimin era muito bonito e que agora iria o ver chorar, pois havia sido indelicada. — Vocês terminaram? Eu não sabia, oppa.

 — Não se sinta culpada, querida. — Yoon Gi a confortou. — Jimin sempre é um babaca de esconder o que sente dos outros, mas aposto que você fez muito bem para ele durante essa semana.

 — Hyung, pare de encher a cabeça da minha vizinha. — A voz de Jimin estava grave, ele estava com um pouco de raiva por lembrar-se do desastre que estava acontecendo em seu coração, mas por um segundo ele sorriu, pois ele sabia que Yoon Gi não mentia, afinal, Anastácia estava sendo uma ótima companhia e era como se ela estivesse juntando pedacinho por pedacinho de seu coração e colando tudo, ela estava confortando o mais velho e ele queria agradece-la por isso.

 Após isso, o assunto do termino de Jimin fora evitado na mesa e tudo se focou no novo livro que Yoon Gi estava escrevendo e em uma possível namorada que ele parecia não querer revelar:

 — Vamos entender se gostar de garotos, hyung. Se esse for o problema, pode falar. — Jimin incentivava e Anastácia ria achando apaixonante a proximidade dos dois, a forma que Jimin e Yoongi agiam como amigos de décadas e amando como ela se sentia confortável entre os dois:

 — Não estou namorando, Jimin e se eu tivesse, eu acho, que não seria um homem.

 — Temos um “eu acho” aí. — Jimin riu alto e a menina no cômodo acabou se perdendo na forma que os olhinhos dele ficavam menores e fofos, se deixou levar e ficou um tempo observando cada traço do vizinho sendo pega por ele e por seu amigo, que estralaram os dedos, ao mesmo tempo, para captar a atenção dela:

 — Depois dessa secada, acho que está na hora de vocês irem. — Yoon Gi brincou e Jimin concordou sério, arrancando um olhar confuso da mais nova que se sentia envergonhada por estar encarando Jimin na cara dura no meio de um almoço com o melhor amigo dele. Eles já haviam acabado de comer, então se levantaram; Jimin tendo todos os pedidos de ajudar com a louça negados por Yoon Gi.  — Eu comprei uma lava louças imbatível.

 Despediram-se e Anastácia ficou muito feliz por ganhar um manuscrito de um livro de poemas que Yoongi havia acabado de publicar, o qual ela ainda não tinha, ele estava autografado e tudo mais:

 — Quem é Moon Yoo Ah? — A menina perguntou curiosa:

 — Uma das autoras, ora. — Yoon Gi riu da pergunta obvia. — Você vai gostar dos poemas dela e do que escrevemos juntos, ela é muito poética. — Ele deu um sorriso mostrando suas gengivas, fofo:

 — Se você diz. Muito obrigada, oppa. — Ela não se conteve e abraçou o mais velho, sendo puxada por Jimin que viu a situação envergonhada que Yoon Gi se encontrava e riu de como ele estava vermelho. — Desculpa, eu não me contive. Você é muito inteligente e é um amor. Ah! Eu acho que estou apaixonada.

 — Já chega, Naty. — Jimin pegou a mão da mais nova, que o encarou sorridente pelo apelido. — Tchau, hyung.

 Foram andando rua afora de mãos dadas, já que Jimin havia deixado o carro na próxima quadra, de propósito, para poder andar um pouco com Anastácia e curtir da empolgação que ela demonstrava ao conhecer Min Yoon Gi:

 — Ele não é chato como você falou.

 — Ele é mais preguiçoso que você, reclama mais que você e se acha o rei da cocada. — Suspirou:

 — Você nunca reclamou de quando eu reclamo.

 — Porque você fica uma gracinha reclamando. — Soltou a mão dela para bagunçar os fios vermelhos da mesma e eles atravessaram a rua, Jimin abriu a porta do carro para ela e logo estavam a caminho do clube de patinação de Seul, Anastácia um pouco nervosa, ela tentou fazer o vizinho mudar de ideia sobre patinar com ela, pois ela estava com muito medo de cair e muito mais medo de desapontar o mais velho e não ser boa como ele era. — Eu juro que irá gostar, então, vamos!

 Chegaram as pressas no lugar, Jimin sorrindo ao ver crianças brincando com os pais e casais se divertindo, era um programa gostoso para o final de semana e ele ficou feliz por não ser reconhecido, não que ele fosse muito famoso, mas geralmente alguns amadores da dança no gelo sempre iam até lá esperando o ver durante ensaios ou encontros com a ex-noiva.

 Jimin suspirou, ficou irritado por algo tão estúpido o fazer se lembrar de Sun-Hee, mas sua mente ficou em branco ao ver Naty sobre as botas de patinação, ela havia escolhido a cor rosa e se segurava na parede para mostrar para Jimin como ela havia ficado um pouco mais alta e o mais velho riu:

 — Agora está do meu tamanho. — Ele cruzou os braços, fingindo estar ofendido, já havia terminado de calçar o seu sapato e agora se levantava indo pé a pé até a vizinha que fiou surpresa em como ele mostrava confiança sobre aqueles sapatos:

 — Eu estou com medo. — Ela segredou quando Jimin estava bem próximo:

 — Olhe aquelas crianças, elas estão se divertindo. — Jimin tentou animá-la. — E mesmo que você caia, Naty, eu estarei aqui para segurar você.

 E foi acreditando nas palavras de Jimin que a jovem o seguiu, passo a passo até a pista de gelo, agarrando nas mãos gordinhas do mesmo para evitar se desiquilibrar e ela sorriu largo ao ver que conseguia ficar em pé, sozinha, sem apoio e o riso dela aumentou quando Jimin a guiou pela mão a fazendo andar em círculos. O mais velho ficou perdido em como a mais nova aprendia fácil e em como ela era graciosa, os passos eram cautelosos, mas determinados e Park Jimin admitiu para si mesmo que por mais que fosse impossível esquecer as magoas que ele já havia passado ao se tratar de amor, era muito mais impossível não se apaixonar por Anastácia:

 — Você foi maravilhosa. — Já anoitecia, eles ficaram a tarde toda brincando de patinar no gelo e Jimin se arriscou a ensinar alguns passos de dança para a garota que quase caiu ao tentar girar sozinha, mas como prometido: Jimin estava lá para segurá-la. — Você nunca pensou nesse lado artístico, Naty?

 Eles aproveitavam a lua surgindo para passar em algum restaurante fast-food e pedir um hambúrguer com o dobro de queijo e carne. Conversaram sobre as ambições de Anastácia mais uma vez e Jimin deixou uma proposta escapar:

 — Me deixe te ensinar por uma semana e se você gostar, por favor, seja minha parceira no torneio.

 — Mas, Jimin, eu não sei dançar e muito menos patinar.

 — Eu te ensino. — Ele suplicou com olhinhos de cachorro e a moça foi incapaz de negar, ela prometeu que daria o seu melhor e que iria o ajudar.

  Voltaram para o prédio, Jimin indo na frente enquanto falava sobre sua família, Anastácia um pouco mais atrás, pois estava cansada e Jimin percebendo isso parou para esperar por ela:

 — Te cansei tanto assim?

 — Eu patinei a tarde toda, estou louca por um banho quente e um chocolate quente também.

 — Chocolate quente é minha especiaria. — Jimin se prontificou para preparar a bebida para a mais nova e ela concordou, entrando no elevador com ele e se sentindo tímida de repente, pois eles ficariam sozinhos agora e a vontade de beijar Park Jimin, a maldita vontade que havia surgido durante o almoço na casa de Yoongi, só aumentava. — Está tudo bem, Naty? Está corada.

 — É só o frio. — Mas nem fazia tanto frio assim, ela estava era com muito calor e o mesmo aumentou quando Jimin se aproximou dela e a abraçou:

 — Está mais quentinha? — Ele a encarou sorrindo e ela tremeu, por alguns segundos não sabia o que fazia e nem como fazia, apenas aproximou seu rosto do de Jimin e o beijou, tímida, mas afoita, querendo acabar com o comichão em sua boca e se tremendo mais ao ver que o mais alto segurava o rosto dela com cuidado e correspondia o beijo na mesma intensidade.

 Os dois estavam tão entretidos em saciar aquela sede e descobrir se era possível terem se apaixonado em apenas duas semanas que não pararam de se beijar nem quando o elevador parou no andar deles e para a surpresa de ambos, uma voz estridente e irritada vez com que os dois se separassem assustados:

 — Park Jimin, seu idiota! — A moça, agora de cabelos negros, batia o pé a porta do elevador, com os braços cruzados e o olhar enfurecido. — Brigamos por uma semana e você me aparece atracado com uma safada qualquer.

 — Sun-Hee, não fale assim de Anastácia. — O asiático bufou, se mostrando abalado com o que acabava de acontecer, mas decidido a escolher a pessoa que o ajudou e o fez sorrir mais vezes que outro alguém. — Você havia terminado comigo e eu superei, supere a si mesma também. — Ele puxou Naty para seus braços, não sabendo como poderia formular todo aquele discurso. — Porque eu encontrei alguém que quero perto de mim, de verdade.

 Anastácia ainda estava confusa com a situação, ficou apavorada quando Jimin começou a andar em direção a saída barrada pela sua ex:

 — Não me procure mais, você não tem esse direito. — Sun-Hee deu dois passos para trás abrindo caminho para o casal, com algumas lágrimas nos olhos, se sentindo arrependida de ter trocado o noivo por um caso rápido, ela engoliu todo discurso de Jimin, sentindo o quão certo ele estava e aceitando que ela não tinha mais direito algum de intervir na vida dele, ela pensou em dizer algo, pedir desculpas, mas apenas entrou no elevador, fazendo Naty se permitir respirar e o clima sair da tensão maldita em que se encontrava:

 — Como você...

 — Não vamos falar sobre ela agora. — Ele se virou para Naty. — Obrigado, graças a você eu tive força para escolher o que me faria bem.

 Jimin roubou um selinho de Anastácia e passaram os últimos quatro passos até o apartamento decidindo na casa de quem fariam o chocolate e por medo de Pink tentar atacar Jimin caso ele beijasse a vizinha, foram para o apartamento do mais velho, o encontrando organizado assim como a mente de Jimin, agora tudo estava em seus devidos lugares.

 Naty ficou na esperança de mais beijos e alguma fala romântica, mas ficou com medo, não queria estragar o clima confortável que Jimin sabia criar, mas ela sabia que havia uma tensão sexual presente também, pois enquanto contava sobre as vezes que Pink fez os antigos namorados dela fugirem do apartamento, Jimin encarava os seios dela e lábios enquanto umedecia os próprios a deixando inquieta:

 — Não quer dormir aqui? — Ele perguntou quando ela já ia embora e quando ela se virou para responder ganhou um beijo carregado de Jimin, então ela pode saber que ele tinha as mesmas intenções que ela. Mas a coreana não se culpava, afinal Jimin era um puta homenzarrão da porra, lindo e atraente com aqueles lábios cheios que a deixavam sem ar durante um beijo molhado e cheio de mordidas.

 O mais alto se curvou para beijar o pescoço dela, deixando rastros de saliva que a incendiavam por completo, Anastácia puxou os fios de Jimin com força fazendo com que ele a encarasse e então voltaram a se beijar em meio a suspiros e gemidos que a menina soltava quando as mãos de Jimin passeavam por sua coxa ainda coberta pela calça jeans. Palavras não se fizeram necessárias e embora Jimin quisesse um momento especial, a pressa e vontade dos dois fez com que apenas se ajeitassem no sofá da sala e terminassem o ato de amor ali.

 Anastácia se despindo com timidez enquanto era engolida pelos olhos famintos de Jimin que entendia que não importava o lugar ou a maneira ou o que ele fosse fazer, tudo seria especial se fosse com sua vizinha. O mais velho levou as mãos aos seios medianos cobertos apenas pelo sutiã de bojo bem simples e recatado, pois Naty era uma garota simples que escondia muito de seu corpo belo embaixo das roupas largas e Park estava amando descobrir isso:

 — Você é mais linda do que imaginei. — A mais nova sorriu se sentando sobre as pernas de Jimin, tirando a blusa de frio dele e depois a camiseta branca que o mesmo usava, ela sorriu, ele era lindo, não tão definido como todas iam querer, mas perfeito para ela, com algumas pintinhas e uma tatuagem na costela direita, eram pares de patins de gelo e ela achou aquilo muito fofo e ideal para Jimin que era um homem apaixonado e apaixonante.

 Mais beijos foram trocados, beijos que desceram para o abdômen desnudo de Jimin e uma confusão de mãos foi criada, eram mãos descendo até o quadril da jovem e o apertando, mãos arranhando a barriga de Jimin, eram mãos passando por todos os lados, conhecendo e marcando o território, pois eram assim que o patinador gostava das coisas.

 Quando, finalmente, Anastácia se livrou das últimas peças de Jimin, ela pode contemplar o membro atraente que ele escondia debaixo das roupas e ficou corada e quente ao imaginar centenas de coisas que poderia fazer com o mais velho, mas no momento ela queria muito sentar sobre ele e era o que faria se ele não a virasse no sofá, descendo beijos, mordidas e lambidas até a fina calcinha que ela usava, descendo a peça e dando atenção a intimidade pulsante da menina, pois Jimin estava mais sedento em provar a vizinha do que ela estava sedenta em se encaixar sobre ele e fechando os olhos Anastácia aproveitou cada toque de Jimin sobre si.

 Ela aproveitou cada sugada, cada introdução de dedos, se remexendo e pedindo por mais, dizendo o quanto ele era bom e amável para ela e Jimin se arrepiava, se contraia a cada gemido, se ocupando em deixar a vagina de Anastácia molhada o suficiente para ele poder deslizar para dentro dela, sorrindo ao roçar o polegar em movimentos circulares sobre o clitóris dela e ganhar uma rebola, se satisfazendo com o sabor doce da vizinha enquanto lambia toda a extensão dela, desde sua entrada até a virilha, a provocando e a fazendo pedir mais, até que ela apertou os olhos e chamou o nome dele baixinho, tentando fechar as pernas, sentindo Jimin aumentar a velocidade com que ele penetrava os dedos nela e ao mesmo tempo sugando com vontade a parte sensível da menina.

 Ele soube que ela havia chegado o limite, pois ela se remexia de encontro aos dedos do Park que sentiu os mesmo mais molhados e pode se sentir mais que duro ao ver uma quantidade excitante de liquido descer pela vagina da garota em direção as nádegas da mesma:

 — Naty, eu não aguento mais. — Ele prendeu um gemido quando a mais nova esticou as pernas, abrindo os olhos e normalizando a respiração. — Eu preciso estar dentro de você, preciso te sentir.

 — Me fode, oppa. — Ela o encarou nos olhos e abriu as pernas, tentando se ajeitar de forma confortável naquele sofá que agora parecia tão gigante e Jimin bombeou o membro algumas vezes, se ajeitando sobre ela, a beijando com delicadeza e posicionando o pênis teso na entrada molhada da ruiva e aos poucos ele a penetrou, apreciando a cavidade quente o abrigando, o gemido ansioso que Anastácia soltava, apreciando como ela parecia ser feita perfeitamente para ele.

 Então os movimentos brutos começaram, choques percorrendo a espinha de ambos, principalmente do Park que entrava e saia com gosto, amando os barulhos que fazia ao chocar sua pélvis lisa contra a vagina molhada da vizinha, adorando mais ainda a forma que ela gemia seu nome e o chamava de “oppa”, extasiado com as falas nada discretas da garota:

 — Você é tão grande, oppa. — Jimin sentia correntes elétricas o incentivando a ir com mais força, deixando para a penetrar lentamente algumas vezes apenas para sentir ela o apertando e o engolindo de uma forma erótica e prazerosa e naquele ato ele descobriu algo que amava mais que patinação no gelo: foder Anastácia Kim.

 E após provocações e gemidos da mais nova, Jimin sentiu seu orgasmo chegando, avassalador, fazendo sua mente se nublar e indicando que ele deveria investir em pontos sensíveis de sua amada para que ela viesse com ele e ele o fez, levando uma das mãos aos seios dela, apertando, sugando, enquanto a outra descia dedilhando toda a cintura em direção ao clitóris estimulando aquela área e arrancando um arfar da menina:

 — Continua assim, oppa. — Ela implorou. — Faça eu me derramar para você.

 E com essas palavras Jimin gozou em jatos no interior da garota, gemendo o nome dela e dizendo o quanto ela era gostosa e Anastácia não ficou para trás, sorrindo ao sentir toda porra de Jimin a preencher e escorrer por entre suas pernas, ela gozou enquanto o mais velho ainda se mexia dentro dela, suspirando pesado e arranhando as costas dele:

 — Eu estou apaixonado. — Ele sussurrou saindo de dentro da garota e observando cansado a bagunça que haviam feito, ela sorriu e puxou Jimin para se deitar sobre ela, apoiando a cabeça dele em seu seio esquerdo:

 — Eu também estou. — Ela beijou a cabeça dele e ficou fazendo cafuné no mesmo que ainda não acreditava no que havia acabado de acontecer e se abraçou a mais nova com medo daquilo tudo ser um sonho, porém ao acordar no dia seguinte ele soube que era real e soube uma semana depois que Anastácia era a mulher perfeita para ele e embora ele tivesse perdido muitas coisas em um só dia, ele ganhou pessoas melhores em duas semanas e estava feliz em saber que Naty era uma artista como ele e que ele poderia voltar a participar das competições ao lado da nova namorada.


Notas Finais


Leiam as fanfic da @unnieminnie
Essa fanfic é especial para ela, ela é um amor, escreve coisas picantes, quero
Leiam a fanfic da @DoceChuva pois ela tbm escreve bem e graças a ela, em breve, tratei uma oneshot hentai com o SeokJin
Leiam as fanfic da @hongkong porque ela é minha namorada e tem daddykink e escreve altas coisas, tem a fic do suho, pqp, molhei só de lembrar
Leiam tudo da @ailee- porque ela é maravilhosa
Leiam @saico porque achei ele recentemente e ele tem umas yoonkook e eu tô cm inveja

Beijos de açúcar!


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