História Impossible Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Personagens Personagens Originais
Tags Yaoi
Exibições 30
Palavras 2.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


AAAAI MEU KRALHOOOOOOOOOOOOO

MEOS DEDOS TÃO COÇANDO PRA ESCREVER UM LEMON, SABE?

Então... e.e

Meu primeiro Lemon, se eu fiz algo errado, ME JULGUEM!!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Impossible Love - Capítulo 4 - Capítulo 4

POV Hitori

Incrível! Nunca conheci alguém tão incrível igual ao Kazawa-san. Ehh.. eu comecei a chamá-lo de "Kazawa-san". Faz alguns dias que estamos saindo. E eu acho que.. me apaixonei intensamente por ele. Eu estava pensando que ele seria apenas mais um homem da "lista" que passaria e seria descartado, como eu fiz com outros. Mas não foi isso que aconteceu. Pela primeira vez, eu me apaixonei de verdade por alguém. É um sentimento tão bom... aquece o frio dentro do meu coração. Perto do Kazawa-san, eu fico corado e sem jeito. Isso significa que eu realmente gosto dele, não é? Sim, eu acho... bom, hoje eu estou feliz! Vou dormir na casa dele hoje! Geralmente, as pessoas acordam de mau-humor logo de manhã. Eu não. Tudo bem, só as vezes, haha... mas hoje eu acordei muito alegre para o dia! Saber  que eu dormirei na casa do Kazawa-san... isso me enche de felicidade!!

Chegando á estação de metrô, senti-me feliz até para ir trabalhar! Esperei um pouco e o meu metrô chegou. Adentrei-o e hoje não estava tão cheio. Tinha lugares para sentar. Sentei ao lado de um garoto de cabelos castanhos claros. Ele tinha cara de uma pessoa simpática e solitária. Ele estava com fones e lendo um mangá. Um pouco entediado, resolvi dar uma pequena olhada em seu mangá. Quando vi do que se tratava, eu corei na hora. Era um mangá.. huh... Yaoi...? Olhei novamente para ter certeza e realmente era. O garoto mantinha um sorriso em seu rosto enquanto lia. Disfarçadamente, eu lia junto dele. Um tempo depois, o metrô parou na estação de Layla. Ela entrou e o garoto saiu. Admito que eu fiquei um pouco decepcionado com isso, mas tudo bem. Ela sentou do meu lado e sorriu. Sorri de volta para ela. Lalya começou a perguntar se ela poderia ir na minha casa hoje. Eu disse que eu não estaria, então, ela não poderia vir. Ela aceitou. Um pouco triste, mas aceitou.

O metrô parou na estação do centro da cidade. Saímos e fomos andando pela rua, a caminho da farmácia. Como sempre, encontramos Hiroshi e Yumi. Nós quatro chegamos e abrimos a farmácia. É sempre a mesma coisa. Ás vezes fico até entediado. Apenas sei que eu estou muito ansioso para dormir na casa de Kazawa-san. Layla me chamou atenção pois eu estava parado, olhando pro nada, enquanto um cliente chegava á bancada. Um pouco constrangido, eu tornei a atender o cliente. Ah, eu sempre viajo nos meus pensamentos e acabo ficando assim, sonhando acordado. Hoje eu estava de bom humor, mas parecia que o tempo não passava. O quanto mais eu pensava em Kazawa-san, mais o tempo demorava para passar. Eu não prestei atenção em quase nada. Layla me chamou atenção três vezes. Me constrangi três vezes. Ah, que maravilha... como os clientes vão me ver agora? Um preguiçoso, é isso? Uff...

-Shimizu-kun.. ei, Shimizu-kun! - Ouvi Layla me chamar.
-Huh? S-sim? - Falei um pouco confuso.
-O expediente já acabou. - Ela disse enquanto arrumava seu coque.
-Ahh... s-sério? Desculpe, eu não estava prestando atenção. - Arrumei minhas coisas e saí.
-O que há de errado com você hoje, Shimizu? - Yumi me perguntou.
-Ehh... eu não sei dizer exatamente. - Desviei o olhar.
-Uhum... sei bem, Shimizu. - Hiroshi me olhou malicioso. Ele sabe, mas não vai contar. Pelo menos é o que eu suponho.
-Okay, okay. Vamos logo, tenho compromissos. - Yumi saiu andando impacientemente.
-Ei, me espera, Yumi!! - Hiroshi saiu correndo atrás dela.

Eu e Layla rimos. Logo, eu falei que eu não poderia acompanhá-la até a estação. Ela aceitou, meio cabisbaixa. A Layla sempre aceita tudo. Eu me sinto um pouco culpado de deixá-la desse jeito. Mas está tudo bem, eu acho. Saí andando para a praça do centro da cidade. Chegando lá, pude ver Kazawa-san já me esperando com seu carro. Um sorriso gentil habitava seu rosto. Fui em sua direção e o cumprimentei, mas ele acabou me abraçando, no meio da praça. Além de fazer-me corar, algumas pessoas ficaram olhando. Logo depois disso, entramos no carro.

-Hitori. - Kazawa-san me chamou.
-Sim? - Perguntei.
-Você se importaria se fossemos ao hospital? - Ele me olhou.
-Huh? Não, mas por quê? - Perguntei um pouco confuso.
-Ah, não é nada de mais, é só minha mãe... - Ele desviou o olhar, um pouco triste.
-Claro que eu não me importo! Vamos logo se é sua mãe!! - Meu tom de voz ficou um pouco tenso.
-Tudo bem. - Ele sorriu e ligou o carro.

O hospital era um pouco longe. Demorou alguns 20 minutos para chegarmos, mas estávamos lá. No meio daquele hospital cheio de pessoas doentes, eu apenas seguia Kazawa-san. Ele sabia por onde andava, pois sua mãe estava naquele hospital. Obviamente devia saber onde ela está. Da última vez que eu ouvi-o falar sobre sua mãe, ela estava de cama. Agora, ela está no hospital. Que horrível... sinto pena de Kazawa-san. Chegamos a uma sala com uma paciente um pouco idosa, cheia de canos para respiração. Era a mãe de Kazawa-san. Ele chegou e pegou na mão dela, beijando sua testa. Cheguei a me emocionar. Eu fiquei atrás de Kazawa-san, apenas observando-os. Percebi que eles queriam falar em particular. Saí da sala e fiquei do lado da porta, no corredor. Alguns pacientes passavam por ali e me olhavam. Eu desviava o olhar. Eu não gosto de encarar os outros...

Sem querer, eu acabei ouvindo a conversa de Kazawa-san e sua mãe. Ela falava sobre ele conseguir arranjar uma noiva para Kazawa-san. Alguém que esteja junto dele para ter melhor impressão. Afinal, ele é herdeiro da famosa empresa Akiyama. Ouvindo aquilo, eu fiquei um tanto triste. Eu estou saindo com ele, não estou? Nós estamos construindo um relacionamento, certo? Agora que eu finalmente achei alguém adequado para mim vai ter essa? Não, acalme-se, Hitori. Simplesmente acalme-se. Além disso, o Kazawa-san não é nada meu. Não é da minha conta este assunto. Eu fiquei olhando para o chão de modo triste. Eu não percebi, mas Kazawa-san abriu a porta e me convidou para entrar de novo na sala. Eu entrei.

-Mãe, é ele. - Kazawa-san me mostrou para a sua mãe.
-Então... você... já tem alguém...? - A voz da mãe de Kazawa saía fraca.
-Sim, mãe. É ele a pessoa que eu amo neste momento. - Ele falou sério. Sua fala fez-me corar.
-.... - Ela suspirou e logo sorriu. - Tudo bem... meu filho. Não irei.. lhe forçar a.. nada.
-Muito obrigado por me entender, mamãe. - Ele beijou a mão de sua mãe. Eu estava ali, calado, sem saber o que fazer.

Kazawa-san se despediu de sua mãe. Um pouco lerdo, eu fiz o mesmo. Saímos da sala comigo corado. Bem corado. Quer dizer que ele me ama..? Bom, isso seria previsível, mas... nós estamos nos conhecendo ainda. Há... quem estou querendo enganar? Eu me apaixonei só por vê-lo uma única vez. Eu tenho que deixar de ser tão idiota e tentar seguir em frente com esse "relacionamento", porém... um sentimento de insegurança me invade. Ás vezes eu não entendo o porquê de eu ser tão idiota! Saímos do hospital e retornamos ao carro de Kazawa-san. Lá dentro, ficamos sentados e calados. Nenhum dos dois puxou assunto. E além do mais, Kazawa-san ficava olhando pra mim, fazendo-me corar ainda mais. Eu até pensei em falar algo, mas desisti. Ele cansou de ficar me olhando e, sem falar nada, ligou o carro e começou a dirigir. Com certeza estávamos indo para a casa dele. Eu observava a janela calado. Não nos falamos todo o tempo que demoramos para chegar na casa de Kazawa-san.

Chegamos. Ele estacionou o carro, abriu a porta e saiu. Eu ia fazer a mesma coisa, mas ele abriu a porta pra mim. Sempre que ele fazia isso, eu me sentia uma donzela. Saí do carro e pude ver um prédio bem alto e caro. Ele era quase todo feito de vidro. Parecia até uma empresa.. mas tudo bem. Tinha um porteiro. Quando entramos, ele cumprimentou Kazawa-san. Passamos pelo saguão do prédio e fomos direto para o elevador. Enquanto o elevador subia, Kazawa-san apoiou seu rosto em cima da minha cabeça. O elevador parou no quinto andar. Saímos e algumas outras pessoas entraram. Ele tirou as chaves dos bolsos de seu terno e abriu a porta do seu apartamento. Quando ele abriu, pude ver que era bem grande. Ele me deixou entrar primeiro. Fiquei observando a sala que dava quase o tamanho da minha cozinha com a minha sala. Bom, ele é dono de uma empresa, o que é de se esperar?

-Sinta-se em casa, Hitori. - Ele disse.
-Tudo bem... - Falei.
-Espere um pouco, já volto. - Ele saiu para outro cômodo que eu penso que seja a cozinha. Eu sentei no sofá. Era bem fofo. Logo ele voltou com dois copos e um vinho em mãos.
-Huh, K-kazawa-san? - Acho que ele esqueceu que eu não tomo vinho.
-Algum problema? - Ele perguntou enquanto sentava do meu lado e colocava tudo na pequena mesa á frente do sofá.
-Hmm... n-nada. - Corei por ele ter sentado tão perto.
-Ah, esqueci que você não bebe vinho. Desculpe, Hitori. - Ele se desculpou.
-N-não tem problema. Eu acho que posso experimentar um pouco. - Falei.
-Tem certeza? - Ele me olhou um pouco preocupado.
-Sim. Tenho certeza. - Confirmei e dei um sorriso.

Ele serviu um pouco de vinho nos dois copos. Logo, ele me deu um dos copos. Eu peguei. Ele pegou o seu e começou a beber. Eu o olhei um pouco e, um tanto tenso, bebi um gole.

-O que achou? - Kazawa-san me perguntou.
-Eu... gostei bastante! - Falei e bebi mais, até que acabou. - Posso beber mais?
-Claro. - Ele sorriu enquanto me servia mais vinho.

Eu perdi a conta de quantos goles eu dei e quantos copos eu bebi. Eu não estava me sentindo bem. Eu me sentia um pouco tonto.

-Hitori, você está bem? - Kazawa-san me olhou preocupado.
-Eu estou muito bem. - Minha voz estava saindo de modo estranho.
-Não, você não está, Hitori. - Antes que eu percebesse, ele me pegou no colo e me levou pro seu quarto, colocando-me em cima da cama.
-Huh? Kazawa-san? - Corei com sua ação.
-Algum problema? - Ele ficou sentado do meu lado, me olhando.
-N-não, nenhum. - Eu desviei o olhar para não encará-lo.

Ele sorriu e beijou minha bochecha. Desse beijo, ele veio e beijou minha boca, pedindo passagem para a língua. Corado, sem entender nada, eu abri passagem. P-por que ele está fazendo isso agora? Nós ainda estamos.. nos conhecendo. M-mas eu.... quero isso. Tenho que admitir. Logo tivemos que nos separar por falta de ar. Ele me olhou e começou a desabotoar minha camisa. Kazawa-san me beijou de novo e, dessa vez, foi descendo, dando chupões no meu pescoço e logo chegando nos meus mamilos que estavam a mostra. Eu tentava ficar calado, para que meus gemidos não saíssem. E eu acho que... deu errado. Quanto mais eu gemia, mais ele brincava comigo. Senti sua mão tocar meu membro por cima das roupas. Tudo bem, acho que estou virando um tomate. Ele foi descendo novamente. Ele beijava todo meu corpo até chegar a parte que ele mais queria...  tirou minhas calças e minha cueca. Eu o olhei, todo corado. Ele tinha um grande sorriso malicioso em seu rosto. Ele tocou meu membro, algo que acabou me excitando.

-Já, Hitori? - Ele sussurrou na minha orelha e começou a mordiscá-la de leve. Ao mesmo tempo, ele começou a me masturbar.
-K-kazawa-san... - Eu comecei a segurar seu braço com força. - A-ah... v-você... ahh...
-Hum... parece que você está gostando. - Seus movimentos ficavam cada vez mais intensos.
-P-por quê... isso ag-gora...? - Estava difícil falar, pois eu estava gemendo bastante.
-Você não quer? - Sua voz sensual e seu olhar malicioso estavam me deixando louco.
-K-kazawa-san... eu... q-quero sim. - Falei constrangido. 
-Tudo bem... você que escolheu. - Kazawa-san começou a colocar um de seus dedos dentro de mim.
-A-ah... i-isso dói, K-kazawa-san. - Meu gemidos eram de dor. Ao mesmo tempo, eu sentia uma espécia de ardência. Eu sou gay, mas... nunca transei com outros homens...! Eu sou uma catástrofe.
-Relaxe. Aliás, isso é apenas uma preparação. - Ele começou a movimentar seu dedo dentro de mim.
-A-ahh... nghnn... - Isso doía, mas aos poucos, meu corpo se acostumava e aquilo começava a ficar prazeroso.

Conforme ele foi percebendo que eu me acostumava, ele foi colocando mais dedos. Eu gemia com vergonha, pois ele me olhava com seu sorriso malicioso.

-K-kazawa-san.. e-eu vou..!! - Não aguentei mais. Acabei gozando.
-Tudo bem... - Ele retirou seus dedos. - Parece que você já está pronto. - Kazawa-san virou-me de costas, me fazendo ficar de quatro.

Eu já sei o que está por vir. Ele foi até o roupeiro e logo voltou com uma camisinha em mãos. Ele retirou suas roupas de baixo e jogou-as no chão. Dei uma pequena olhada para trás.. seu membro já estava ereto. Ele colocou a camisinha e começou a entrar em mim devagar. Eu gemi um pouco, por causa da dor. Quando já estava dentro por completo, ele esperou que eu me acostumasse. Logo começou as estocadas. De início ainda doía um pouco, mas aos poucos, aquilo foi ficando bom. A dor começou a parar e eu corpo se sentia bem. As estocadas foram ficando rápidas e fortes. Eu gemia alto e Kazawa-san ficava me provocando, dando batidas na minha coxa. Ele retirou seu membro de mim e mudou a posição. Deixou-me sentado em seu colo. Além disso, ele ficava me encarando. Eu estava com muita vergonha de ter que olhar diretamente para ele naquele momento. Eu abaixei minha cabeça enquanto gemia alto. Kazawa-san segurou meu queixo fazendo-me olhá-lo. Ele me beijou. Sua língua explorava todos os cantos de minha boca e as estocadas começavam a ficar mais profundas.

Nos separamos do beijo por falta de ar. Nos entreolhamos e ficamos calados. Eu o abracei, apoiando minha cabeça em seu ombro. Percebi que meu limite estava chegando. Provavelmente, o dele também. Em mais algumas estocadas, acabamos gozando. Deitamos na cama, cansados. Kazawa-san me abraçou, fazendo-nos ficar de conchinha. Minha respiração ofegante começou a ficar normal novamente. Logo, Kazawa-san ficou por cima de mim, dizendo que queria seu segundo round. Eu aceitei a sua proposta. Eu abri para ele minhas pernas. Me olhando malicioso, ele preparou seu membro e começou a entrar novamente. Desta vez, ele não estava sendo piedoso. Ele entrou e já começou dando fortes estocadas. Mais uma vez, eu gemia alto por prazer. Segurando minhas pernas, ele forçava-as para abri-las mais do que eu podia. Mordendo os meus lábios, eu tentava parar de gemer. Algo que como da outra vez, não deu certo. Não durou muito tempo e gozamos novamente. Nos deitamos na cama, com um imenso sentimento de satisfação. Deitamos um de frente para o outro. Ele sorriu para mim e eu cheguei mais perto, deitando-me em cima de seu peitoral. Kazawa-san afagava meus cabelos, trazendo-me um sentimento de proteção. Logo, pegamos no sono e apagamos.


Notas Finais


FINALMENTE COMPLETEI O LEMON!!!

Fiquei quase uma semana nesta merda! e.e'

Bom, foi isso, gente!
Espero ter feito um bom Lemon.

Qualquer coisa errada, me falem.. mas vê se dá um desconto, é meu primeiro Lemon!! ;^;

Tudo bem.. até o próximo capítulo e beijos de viadaj da Camy!! <3 '3'


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