História Impossible Love - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Lara_Agreste

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Exibições 113
Palavras 3.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Complicações


Fanfic / Fanfiction Impossible Love - Capítulo 5 - Complicações

POV Karol

Acordo assustada e olho pro lado temendo que tudo foi um sonho, mas vejo o Rugge dormindo calmamente enquanto me abraça por tras, me viro pra ele e acaricio suas madeixas morenas, o que você tá fazendo comigo em mairicinho?, ele abre os olhos lentamente e sorri quando me vê ao seu lado.

- Que horas são? - Rugge.

Me viro pra mesinha de cabeceira e pego o celular dele, 16:56, daqui a pouco meus pais chegarão.

- Quatro e cinquenta e seis, daqui a pouco eles chegam - Karol.

- É melhor eu ir indo - Rugge.

- Não! Fica por favor, até meus pais ou o Agus chegarem - Karol.

- Ta ok, tá com fome? - Rugge.

- Um pouco - Karol.

- Ok já volto - Rugge.

- Não Rugge não... - Karol.

Tarde demais, ele se levanta e sai do quarto, depois de alguns minutos ele abre a porta e entra com uma bandeija na mão cheia de comida, ele põe a bandeija do meu lado e se senta.

- Rugge não precisa se incomodar - Karol.

- Eu faço questão de fazer isso você precisa descansar - Rugge.

- Obrigada - Karol.

Começo a comer, o Rugge fica me olhando, olho pra ele e rio, ele ri também, a porta é aberta e olhamos pra ela ao mesmo tempo, vejo o Agus entrar e nos olhar desconfiado.

- O que ainda faz aqui mano? - Agus.

- Eu estava esperando alguém chegar pra ficar com a Karol pra ela não ficar sozinha - Rugge.

- Hum tá - Agus.

- Bom agora eu já vou indo - Rugge.

- Mas pode ficar se quiser, janta conosco, daqui a pouco meus pais chegam - Agus.

- Eu adoraria mas realmente tenho que ir, tchau - Rugge.

Ele beija minha testa e faz um toque com o Agus, logo sai do quarto e meu irmão o acompanha, depois de uns minutinhos ele volta pro quarto, se senta ao meu lado e coloca a bandeija na mesinha de cabeçeira.

- O que rola entre vocês dois? - Agus.

- N-nada, porque? - Karol.

- Sei lá, percebi o jeito que se olham, acho que você gosta dele - Agus.

- Você está enganado, eu não gosto dele nem ele de mim, vou tomar banho, me ajuda com o gesso? - Karol.

- Tá, vou buscar algo pra cobrir e não molhar - Agus.

Ele sai do quarto, me levanto e pego as muletas, vou até o banheiro e me sento no vaso sanitário fechado, tiro minha roupa e espero o Agus voltar.

- Voltei, aqui esta - Agus.

Ele me entrega um plástico e pedaços de elástico, amarro ao pé com a ajuda dele e entro no box, ligo a água no quente e entro debaixo do chuveiro, ao sentir a água quente escorrer pelo meu corpo, sinto toda a tensão ir em bora, me lavo e saio do box, vejo o Agus segurando uma toalha e assim que me vê vem até mim.

- Como eu amo esse meu irmão - Karol.

- Também te amo - Agus.

Me enxugo e ele me pega no colo estilo noova, sai do banheiro e me põe na cama.

- Qual pijama vai usar hoje? - Agus.

- Sabe você daria uma babá ótima...Umm, pega o azul bebê, tá na segunda gaveta de dentro ai na parte esquerda, e uma calcinha na ultima ai em baixo, pode ser qualquer uma - Karol.

- Tá - Agus.

Ele ri e pega o que pedi, me visto mas ele continua no meu pé.

- Agus pode sair não precisa ficar na minha cola o tempo todo, se precisar de algo eu te chamo - Karol.

- Tá, mas chama mesmo - Agus.

Ele sai e eu fico olhando pro nada, fico pensando no que ele me disse, é impossível o Rugge esta gostando de mim, somos tão... Diferentes, olho pro lado e vejo o celular dele em cima da mesinha de cabeceira, droga ele esqueceu, pego o celular e olho a tela, sem bloqueio? Vejo que tem uma mensagem não lida, adivinha de quem é? Da vaca ruiva, abro a mensagem e leio.

"Oi meu amor, espero que não esteja com aquela sem sal de novo, estou doida de tanta saudade de 'você', me encontre neste endereço às 22:00.

XXX endereço XXX"

Eu sei onde fica esse lugar, mas não vou dar esse gostinho a ela, marco a mensagem como não lida e apago, vamos ver qual o próximo ato de loucura dela, ouço batidas na porta.

- Pode entrar - Karol.

A porta é aberta revelando meus amigos, Mike, Chia e Aninha se sentam na cama, Jorge, Lio e Gastón continuam em pé.

- Viemos ver como você ta - Chia.

- Já estive melhor, mas mesmo assim estou um pouco feliz, poderia ter sido pior, o médico disse que eu só torci o pé, em duas semanas volto lá pra ele ver como está e se vai precisar ficar mais tempo com o gesso - Karol.

- E quando vai voltar a patinar? - Lio.

- Só daqui dois meses - Karol.

- Então não vai participar da competição? Nem do open? - Aninha.

- Da competição não, mas do open sim, ou pelo menos vou tentar - Karol.

- Aêêê - Chiana.

- Vamos meninas, ela precisa descansar - Lio.

- Mas... - Aninha.

- Amanhã vocês voltam aqui, agora vamos - Jorge.

- Tchau Ka - Chiana.

- Tchau - Karol.

- Tchau - Lio.

Lio me dá um beijo na testa, Jorge e Gastón só acenam com a mão.

- Tchau meninos - Karol.

Eles saem, volto a olhar pro teto, não demora muito e pego no sono.

💙💙💙6:00💙💙💙

Acordo com o despertador, olho pro lado e vejo o celular do Rugge, ontem pareceu um sonho, ele mudou, agora sim da pra ver a mudança, me sento na cama.

- AGUSTÍÍÍÍN - Karol.

Ouço pisadas fortes no corredor e logo a porta é aberta revelando um Agus descabelado e de cara amassada, rio com a cena e ele fecha a cara pra mim.

- Bom dia maninho, me ajuda, esqueceu que você deixou as muletas no banheiro ontem? - Karol.

- Pra que fui deixar aquelas muletas lá em - Agus.

Rio e ele me pega no colo, ele me põe apoiada na pia do banheiro.

- Pode ir, pra descer as escadas te chamo de novo - Karol.

Pisco pra ele, ele ri e sai do quarto, com dificuldade faço minha hijiene matinal, tomo banho e volto pro quarto, visto o uniforme e pego a bolsa.

- MANINHOOO - Karol.

Ele abre a porta rapidamente, rio pra ele, ele ri e vem ate mim.

- Vê se não aproveita da minha bondade - Agus.

- Sem problema - Karol.

Ele me pega no colo e desce a escada, chegamos na cozinha e ele me põe perto da mesa.

- Bom-dia - Karol.

- Bom-dia, ontem fui no seu quarto mas você já estava dormimdo, não quis te acordar, como está o pé? - Ana.

Me sento e começo a beber o suco, estou sem fome vai ser só o suco hoje.

- Está bom mãe, coça um pouco mas tá bom, ah só pra lembrar, o Rugge vem aqui em casa pra fazer-mos o trabalho de ciências - Karol.

- Ok, ele é aquele garoto que veio te trazer em casa ontem? O que você foi na casa dele almoçar? - David.

- Bom-dia pra você também pai, e sim é aquele garoto mesmo - Karol.

Ele beija minha testa e se senta ao meu lado.

- Seu namorado? - David.

Engasgo com o suco, como assim meu namorado? Eu em.

- N-não pai quê isso, é só um amigo, nada de mais - Karol.

- Uma pena ele parece gostar muito de você - Ana.

Ele se senta e começa a comer, não falo nada só termino o suco, me levanto e pego as muletas e a bolsa, checo se o celular do Rugge tá comigo, confere.

- AGUUS - Karol.

Ele desce as escadas já arrumado.

- Tomar café pra gente ir pra escola - Karol.

- Não eu compro algo no caminho, quero chegar mais cedo hoje - Agus.

- Como todos os dias né - Karol.

Faço cara de sapeca e ele ri, nos despedimos de nossos pais e saimos de casa, ele vai até nossa BMW e abre a porta pra mim.

- Ué, o pai tá muito bonzinho com você ultimamente - Karol.

- Claro, estou me esforçando mais nas notas - Agus.

- Pra mim esse esforço tem nome, e é Carolina Kopelioff - Karol.

- Quê? Nada haver, cê' tá vendo coisa, não, não, não quê isso - Agus.

Ele fala nervoso, rio com o desespero em sua fala, ele fecha a porta e entra ao meu lado no banco do motorista, ele dá partida e logo estamos nas ruas da cidade, em poucos minutos chegamos na escola, ele estaciona o carro no estacionamento da praça do Blake, saio do carro e ele me ajuda com as muletas, ele sai também e pega minha bolsa, tranca o carro e vem até mim, olho pro lado e vejo um camaro preto estacionando do nosso lado, dou um sorriso de lado pois sei quem vai sair de dentro dele, ele sai de dentro do carro lindo como sempre, perai quê? Para com isso Karol oxe, assim que ele sai do carro e ativa o alarme, se vira pra nos e sorri, retribuimos o sorriso, ele faz um toque com o Agus e depois beija minha testa.

- Bom-dia, como estão? - Rugge.

- Bem - Agusrol.

- Bom, vamos? - Rugge.

O Agus começa a andar e vou seguindo ele com o Rugge, entramos na escola com todos nos olhando, ME olhando na verdade, serio isso tá ficando chato já, chegamos na sala e o Agus deixa minha bolsa ao lado da Caro, que como sempre está lendo um livro ou estudando alguma matéria, cumprimento ela com um beijo na bochecha e me sento ao seu lado, Agus se senta na cadeira da frente e gica conversasdo e mostrando algumas fotos pra ela, sinto me cutucarem as ccamaroe viro e encaro ele.

- Quê? - Karol.

- Vamos fazer o trabalho hoje mesmo? - Rugge.

- Sim, claro, e se quiser ir mais cedo pode ir, não vou limpar a casa hoje, ah toma, você esqueceu lá em casa - Karol.

Entrego o celular pra ele.

- Obrigado, porque ir mais cedo? - Rugge.

Olho pra ele tipo (-_-).

- Porque o Presidente dos Estados Unidos vai lá em casa - Karol.

- Puxa não sabia que eu era tão importante - Rugge.

- Besta - Karol.

Dou um tapa em seu braço e ele faz bico, um bico que dá vontade de... Ai Karol para! Mai Gosh!, o sinal toca e os alunos entam na sala, Agus se levanta e sai mas na porta esbarra em quem? Isso, na jararaca ruiva, não, nossa xinguei a cobra tadinha, ela não merece essa com paração com a vadia da "Cande", afs.

- Ô garoto olha...- Candelária.

Ela trava assim que olha pra ele, serio isso?

- Desculpa mas  você chegou do nada - Agus.

- Posso chegar em outro lugar se quiser - Candelária.

Ele se aproxima dele sedutoramente, vai dar merda.

- Não precisa, tenho alguem que pode me satisfazet mai que você - Agus.

Toma! Iu! Ui doeu em mim! Ai!

- Affs não sabe valorizar o que está em suas mãos não é - Candelária.

- E o que seria? - Agus.

- Eu - Candelária.

- Desculpa mas eu não pego em carniça - Agus.

Manoooo por isso que eu te amo, ela tá tão enrraivada que tá da cor do cabelo dela.

- Isso ai maninho - Karol.

Ela me olha com raiva e sorrio vitoriosa pra ela.

- Só podia ser irmão daquela ali mesmo - Candelária.

O professor chega e o Agus vai pra sala dele.

💙💙💙Fim das aulas💙💙💙

Saio do Blake com o Agus e vamos até o carro, Rugee vem conosco e nos para perto do carro.

- Vou pra sua casa as 13:00, pode ser? - Rugge.

- Claro - Karol.

Ele sorri e vai pro carro, liga e sai pelas ruas da cidade, entro no carro e Agus entra do meu lado, ele liga o carro e saimos da praça, em poucos minutos chegamos a mansão, entramos e ele estaciona na porta de casa, desco e pego a bolsa, ele estacionabo carro na garagem e volta, entramos em casa e ele me ajuda a subir a escada, chego em meu quarto e me jogo na cama.

- Serio que o Rugge vai vir aqui? - Agus.

- Vem, vamos fazer um trabalho de ciências, porque? - Karol.

- Você sabe que trabalho nunca é trabalho escolar - Agus.

Ele ri malicioso, serio isso? Qualé, rio divertida e me sento na cama, olho ele.

- Agus não vamos fazer mais nada além do trabalho, que ciumes é esse? - Karol.

- Sei, mas de qualquer forma vou ficar aqui, vou mandar mensagem pra Luz, não estou na competição então não tenho motivos pra ir - Agus.

- Afe Agus não se preocupe, agora vou tomar um banho bem quente - Karol.

Me levanto e pego as muletas, vou pro banheiro e tiro o uniforme, coloco o plastico no gesso, tomo um banho demorado, lavo o cabelo e tudo, saio do banheiro errolada na toalha, vou ate o guarda-roupa e pego um short preto de malha soltinho, uma regata branca e uma lingerie branca, me visto e vou pra escada.

- Aguus - Karol.

- Tô aqui - Agus.

Volto pro quarto dele e entro, vejo que ele tambem tomou banho e acabou agora pois ainda está só de toalha na cintura, ele me olha e sorri, sottio de volta e me sento em sua cama, ele veste só a coeca e um short de moletom preto, saio do quarto combele atras de mim, na escada, ele me ajuda a descer, vou pra cozinha e vejo minha mãe fazendo a comida.

- O almoço está quase pronto - Ana.

- Tudo bem a gente espera aqui quase devorando um ao outro - Agus.

Rimos com a fala dele, meu pai chega em casa e vem direto pra cozinha.

- Oi - David.

- Oi - Todos.

Ele beija minha testa, beija a bochecha da minha mãe e dá um leve tapa no ombro do Agus, meu pai se senta e minha mãe logo coloca uma travessa de lasanha na mesa.

- Prontinho - Ana.

Começamos a comer, o almoço é completamente silencioso, um silencio bom, acabo de comer e me levanto, vou pra sala e fico no sofá assistindo tv, logo meu irmão acaba tambem e se senta ao meu lado colocando o braço em volta do meu pescoço, encosto minha cabeça em seu peito, continuamos assim um bom tempo, ele me fazendo cafuné e eu ouvindo seu coração calmo e constante, logo nossos pais saem pro trabalho, alguns minutos depois ouvimos a campainha, Agus se levanta e vai atender, depois de alguns segundos ele volta seguido pelo Rugge.

- Olá - Rugge.

- Olá - Karol.

Ele se senta ao meu lado e coloca sua bolsa no carpete da sala.

- Vamos começar? - Rugge.

- Sim, mas o computador esta no meu quarto - Karol.

- Vamos pra lá então - Rugge.

Pego as muletas e vou pra escada, Rugge vem atras de mim, andes de subir a escada o Agus entra em nossa frente.

- Ruggero Pasquarelli estou aqui pra avisar que estou de olho em você, se tentar algo com a minha irmã você vai se ver comigo - Agus.

- Aaaarh - Karol.

Bato a mão na testa, jura Agus? Você não tem nada pra fazer não?

- Relaxa mano, não vou fazer nada, que ela não queira - Rugge.

Subo a escada e vou pro quarto, Rugge vem atras de mim e fecha a porta, pego o notebook e me sento na cama, ele vem e se senta na minha frente.

- Vamos vomeçar pelo que? - Karol.

- Bom ela pediu as curiosidades, acasalamento e tempo de gestação das especies que quiser-mos, começamos com qual? - Rugge.

- Vamos pelas curiosidades - Katol.

- Okay - Rugge.

- Vamos falar sobre quais animais? - Karol.

- Hum... Cavalo? - Rugge.

- ARANHA - Karol.

- Pode ser tambem mas não precisa gritar - Rugge.

- Não! Uma aranha! - Karol.

Aponto pra mesinha de cabeceira onde tem uma aranha enorme e cabeluda.

- O mai gosh - Rugge.

Ele corre pro banheiro e volta com uma vassoura em mãos, rio com tal cena (imaginem a cena do Hiro quando chega no balcão/fábrica dos microbos com Baymax), a aranha corre pro piso e fica no meio do quarto, Rugge ataca com a vassoura como doido, caio na gargalhada, ele para de "atacar" a aranha, depois do fuzuê vejo a aranha sair correndo por baixo da porta, rio mais ainda.

- Ah e você ri né - Rugge.

- Eu devia ter gravado - Karol.

Ele solta uma risadinha.

- Vamos voltar ao trabalho - Rugge.

Ele se senta de novo, começo a pesquisar sobre algumas especies bacanas.

- Pronto curiosidades já foi, qual achou mais legal? - Rugge.

- O vagalume com certeza, amei eles - Karol.

- Legal gostei deles tambem, mas gostei mais da caranguejeira - Rugge.

- Ai nem me lembre daquela aranha - Karol.

Ele ri e nega com a cabeça, rio com ele.

- Vamos pra qual assunto agora? - Rugge.

- Que tal o tempo de gestação? - Karol.

- Pode ser, fazemos de qual? - Rugge.

Ele começa a pesquisar, gente tô cansada de tanto rir e ja fiz as curiosidades tudo, e não são poucas não viu.

- Hum... Cachorro? - Karol.

- Er... Dois meses - Rugge.

- Cavalo? - Karol.

- Onze meses - Rugge.

Fizemos varios outros animais, agora vamos pro acasalamento.

- Okay, vamos ver do gato - Rugge.

- Então... Uma gata pode variar de dois a quatro filhotes, em alguns casos raros pode nascer cinco gatinhos, antes mesmo dos filhotes desmamarem a mãe já entra no cio e pode ficar prenha de novo, não ê aconselhado pois é cansativo pras fêmeas - Karol.

- Bom... Canguru? - Rugge.

- Uma fêmea canguru pode cuidar de até três filhotes de uma vez só, um no utero, um na bolsa e pode tambem amamentar um mais velho já fora da bolsa - Karol.

- Tem mulher que parece que quer ser uma canguru - Rugge.

- Né - Karol.

Fazemos sobre mais animais e logo terminamos, suspiro aliviada, do nada o celular do Rugge toca e ele sai pra atender, depois de algum tempo ele volta com uma cara preocupada.

- Tá tudo bem? - Karol.

- Tá, tudo sim, e-eu tenho que ir, tchau - Rugge.

Ele pega a bolsa e vai pra porta.

- Não Rugge espera! - Karol.

Tarde demais, ele já saiu, quem sera que falou com ele pra ele sair assim? Agora tô curiosa, mais do que já sou.

POV Ruggero

Nesses ultimos meses estou tentando me aproximar da Karol, não sei ela é diferente, um diferente bom, da primeira vez que a vi percrbi que ela é diferente, seu geito de ser me deixou maluco, acho que porque ela não ficou no meu pé quamdo chegou como todas as garotas fazem, ela provou ser diferente e se importar muito com os amigos, as vezes mais ate do que com ela mesma, e isso foi o que mais me chamou atenção nela, a algumas semanas vi que o que sinto por ela é mais do que amisade, é algo mais forte mas não sei explicar nem sei o que é, hoje a poucos minutos, tinhamos acabado o trabalho quando alguem me ligou.

"Saio do quarto da Karol e atendo o celular.

R: Alô?.

C: Oi meu amor, saudades?

R: Claro que não, se me ligou pra falar isso esta perfendo seu tempo.

C: Olha eu tenho uma proposta pra você.

R: E o que é?

C: Ou você humilha a baixinha sem sal e fica comigo...

R: Tá maluca? Eu nunca vou fazer isso com a Ka.

C: Continuando...Ou você humilha ela e fica comigo ou algo muito ruim vai acontecer com ela, e você não vai gostar de saber o que é.

R: Mais que?... Você pirou de vez?

C: A escolha é sua Ruggerinho, ou me escolhe ou algo de muito ruim acontece com a baixinha, vou te dar até amanhã a tarde pra pensar e se despedir da nanica, beijos.

Ela desliga o celular na minha cara, fico pensando no que ela disse, e agora o que eu faço? Entro no quarto da Karol, tento disfarçar mas ela me conhece bem, ele pergunta se ta tudo bem, lógico que não vou falar que a vida dela está em minhas mãos, falo que tá tudo bem mas minha voz sai fraca e gaguejo, ela me olha desconfiada, saio dali rapido ouvindo ela pedindo pra esperar mas não dou ouvidos ao chamado dela, passo pela sala e graças a Deus o irmão dela não ta aqui, saio da casa e corro pro meu carro, ligo e saio em disparada pra casa"

Já faz uns minutos que sai da casa deles, decidi correr pelas ruas pouco movimentadas daqui, estou a mais de 100km/h, tipo correndo muito mesmo, reduzo no sinal vermelho e paro, não demora muito e ele fica verde, acelero mas quando estou atravessando ouço uma buzina muito alta, olho pro lado e vejo uma van vindo em minha direção, ela bate no meu carro e sinto ele capotar diversas vezes antes de sentir uma pancada forte na cabeça e tudo fica escuro.



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