História Impossible Love - Capítulo 2


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Lufer, Marilina, Paulicia, Romance, Sexo
Visualizações 206
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Galera, se durante a fic aparecer algo muito irreal sobre esses negócios de crime e tals, ignorem, por favor!

Até as notas finais🌺

Capítulo 2 - Um


               | Capítulo Um |

                           ...

                   Paulo Pov 

Eu me encontrava sentado no chão, minhas costas estavam encostadas na parede enquanto minha perna direita permanecia dobrada rente ao meu corpo, com meu braço direito apoiado sobre ela.  Minha outra perna estava esticada sobre o chão frio de cimento, eu tremia de frio e estava morrendo de fome e sede. Me recusei a comer aquela comida, eu certamente vomitaria depois que engolisse a primeira garfada. 

- Melhor comer, meu chapa. É só o que temos por aqui - um dos presidiarios da cela à frente me alertou.

- Vou vomitar - encarei aquela comida (que eu sequer sabia descrever o que era) e peguei um pouco com o garfo de plástico que vinha junto. - Se eu comer ou não comer não faz diferença - larguei o garfo com comida de volta no pote e o empurrei para longe com a perna que estava esticada. - O que você fez? 

- Assaltei uma loja. E você?

- Não fiz nada - ele arqueou as sobrancelhas. - Vou explicar... 

    

                Flashback on

- Leandro, isso não é uma boa ideia - repeti pela terceira vez, seguindo-o. 

Ele carregava uma enorme mochila cheia nas costas, suas costas estavam curvadas devido ao peso.

- Fica calmo, mano! Que porra!

- Cara, você me disse que iria vender uns negócios pra ajudar seus pais! 

- Exatamente! - bufei. 

- Cara, se quer se ferrar, que se ferre sozinho, então. Eu tô fora! - Levantei meus braços e parei no meio do caminho, pronto pra dar meia volta e ir embora. Logo Leandro para também.

- Eu achei que voce fosse me ajudar nessa... - suspirou, se aproximando de mim. - Mas agora, quem vai se ferrar é só você, meu amigo - sorriu cínico e logo um barulho alto de sirene ecoou próximo de nós, fazendo meu coração disparar. - Até mais! - jogou a mochila nos meus braços e saiu correndo. Logo sumiu da minha vista. 

- Filho da... - antes que eu terminasse a frase, um carro policial para próximo de mim. 

De dentro dele, saem três policiais, todos apontando armas na minha direção. 

- Não ouse correr ou se mexer! - Um deles ordenou. - Largue essa mochila e ponha as mãos sobre a cabeça! 

Resolvi não contrariar e larguei imediatamente a mochila, pondo as duas mãos atrás da minha cabeça. 

- Eu não fiz nada, vocês não podem me prender! - Gritei. 

- Recebemos uma denúncia anônima de uma garota falando que viu um cara exatamente igual a você vendendo drogas nessa região. Otávio, abra a mochila. - O terceiro policial veio em minha direção e pegou a mochila, abrindo-a. 

Caíram, aproximadamenre, 3 quilos de cocaína da mochila, me fazendo arregalar os olhos. Dois policiais vieram até mim, algemaram minhas mãos atrás do meu corpo e me colocaram pra dentro do carro, afirmando que eu seria preso. 

                   Flashback off


- Que filho da puta, mano! - o presidiário disse. Assenti com a cabeça, encostando-a na parede em seguida. 

Permaneci em silêncio durante um tempo. Depois de uma noite sem comer, beber ou dormir, eu já perdia as esperanças de ver aquela garota por ali de novo. Não que eu tivesse acreditado que ela realmente me tiraria daqui. Ninguém em sã consciência faria isso por um completo estranho. 


[...]

No final do dia, eu quase não aguentava mais ficar ali, preso. Era uma sensação horrivel não poder fazer absolutamente nada. Naquela cela só havia um banco grudado na parede e um vaso sanitário. Eu tinha sorte de não ter mais ninguém pra dividir aquela cela. 

Eu sabia que ela não iria vir, mas mesmo assim eu estava com esperanças de que ela tivesse falado a verdade quando dise aquela loucura. 

Tempo depois, eu já estava totalmente sem esperanças. Até que escuto um barulho de passos vindo na minha direção. Um policial que tinha um bigode escroto na cara, parou na frente da minha cela, me encarando de braços cruzados. Logo atrás dele, caminhava aquela garota, que mandava o dedo do meio para um presidiário que havia chamado-a de gostosa. Ela parou ao lado do policial, tirando os cabelos do rosto atrapalhadamente. 

- Oi! Eu disse que viria, não disse? - riu, ofegante. 

- Mas você... 

- Calado! - o policial ordenou. Bufei e me levantei do chão. - Eu não concordo com isso. O que você fez foi errado. 

- Primeiro: eu não fiz nada. Segundo: eu não me importo com o que você acha. - Passei meus dedos entre meus cabelos. 

- Você sabia que desacato ao policial dá 6 meses de cadeia? - Ele abriu a porta da cela e eu passei pra fora, ignorando sua pergunta. 


[...] 

Depois de resolver todos os problemas, eu estava finalmente livre. Meus pais nem devem ter se preocupado. Provavelmente devem ter achado que eu fui pra alguma festa, já que isso não é muito distante da minha realidade. E não, eu não moro com eles, mas eu costumo ir lá sempre que posso. 

Eu e aquela garota - que eu sequer sabia o nome - andávamos pela calçada em direção à minha casa. Ela andava um pouco à minha frente, e eu me consideraria um criminoso apenas por observar seus movimentos. Balancei minha cabeça e desviei o olhar. 

Apressei o passo e fiquei ao seu lado, com as mãos atrás do corpo. 

- Ei - ela me encarou. - Qual seria o nome da garota maluca que me tirou daquela prisão? - ela soltou uma risadinha. 

- Alícia. Alícia Gusman. E o seu?

- Paulo Guerra - ela sorriu, me encarando.

- Nome forte - assenti, umecedendo os lábios. - Por que faz isso? - arqueei as sobrancelhas. 

- Isso o que?

- Você fica umedecendo os lábios o tempo todo. 

- Ah! - soltei uma risada. - É uma mania. 

- Isso é sexy - arregalei os olhos. 

- O que?!

- Isso é sexy! - desviou o olhar, passando a encarar os carros na rua.

- Por que raios uma garota virgem de desesseis  anos acha coisas sexys? - ela riu, dando de ombros e me encarando novamenre. 

- Quem disse que eu sou virgem? - fez suspense. 

- Você não é?

- Por que eu seria? - dei de ombros. 

Ficamos alguns minutos em silêncio. Voltei a observar seu corpo, me repreendendo mentalmente por isso. Mas era impossível não olhar pra ela. Ela era dona de um corpo simples, mas que me chamava muita atenção. Digamos que ela era o tipo se mulher que me atraía, e por ser ela, uma garota de apenas desesseis anos, era muito errado. 

- Então você me acha sexy? - sorri de lado. 

- Por que raios você está perguntando isso para uma garota virgem de desesseis anos? 

- Então você é virgem? 

- Por que eu não seria? - bufei 

- Você me deixa confuso! Você é ou não é virgem? - ela gargalhou. 

- Você sabia que me perguntar se eu sou virgem é uma maneira delicada de perguntar se já entrou um pênis dentro de mim? - respirei fundo, incrédulo. 

- Você... - parei a frase, sem saber o que dizer. Abri um sorriso, vendo-a rir. 

- Acabei de deixar um cara não-virgem de vinte e dois anos sem palavras. 

- Quem disse que eu não sou virgem? - rimos. 

- Ah... - deu uma pausa, colocando uma mexa de cabelo atrás da orelha. - Você é atraente aos olhos das mulheres. Obviamente não é virgem. 

- Você me acha atraente? 

- Acho - a encarei. - O que foi?

- Isso é muito errado. 6 anos de diferença - ela riu. 

- Eu disse que te acho atraente, não que quero abrir minhas pernas pra você. 

- Nossa, essa doeu - fingi uma dor no peito, vendo-a rir. 

- Típico carinha que não aceita um fora - revirou os olhos. - Mas não é pra pouco. Quem te daria um fora?! 

- Você. Até porque se não desse, eu ia passar alguns aninhos na cadeia. 

- Nada a ver. 

Depois de mais alguns minutos caminhando, finalmente chegamos na minha casa. Abri a porta de entrada e dei passagem pra que ela entrasse. 

- Bem vinda à minha humilde residência! - ela riu. 

- E o que exatamente eu tô fazendo aqui? - entortou o pescoço. 

- Vou tomar um banho, depois vamos sair pra passear. Preciso agradecer você -sorri, caminhando até o banheiro. 


Notas Finais


Certamente a Alícia abriria as pernas pra ele 😂😂

Já tenho várias ideias pra capítulos, se nesse tiver bastante coments eu posto mais um amanhã!! ❤ até maix, gente!


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