História Impossível (imagine Suga - BTS) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 19
Palavras 713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeee
Sim, postei novamente, e não foi o capítulo novo de Oppa, infelizmente.
Eu estava escrevendo para atualizar, quando achei esse projeto bem no fundo do aplicativo, e bom, achei boa idéia trazer ele para vocês.
O novo capítulo de Oppa está para sair, entaaaaao fiquem atentos (a)

Boa leitura ♡

Capítulo 1 - O verdadeiro monstro (prólogo)


Fanfic / Fanfiction Impossível (imagine Suga - BTS) - Capítulo 1 - O verdadeiro monstro (prólogo)

O dia novamente termina chuvoso e nublado, não era surpresa.

o toque de recolher, se não me engano, tocaria em menos de cinquenta minutos.

o "tic tac" do relógio me incomodava, e como todas as tentativas falhas, eu não consegui derruba-lo com o travesseiro.

Isso acontecia todos os dias, a mesma rotina, ela nunca mudava.

Olhei novamente para janela.... Tudo era escuro, eu não via uma luz a séculos.

Eu queria sair daquele lugar, eu queria escapar de alguma forma, voltar a minha realidade.... Aquilo não era vida.

Todos aqui são insanos, eu nunca me tornei exceção. Estávamos lá por um motivo: Éramos doentes.

Todos lá tinham um diagnóstico. As vezes, a mente estava fraca, conturbada, e o raciocínio não era mais o mesmo; Muitos de nós víamos coisas que nunca foram reais. Monstros nos assombravam, criaturas surreais que sugaram a nossa sanidade.

O pior de todos os monstros eram as pessoas normais: As que nos diagnosticaram.... Elas sim eram cruéis.

Sasha, era a pior. Ela quem decidia se você era louco ou não, mas ela era a única insana. Doida, Maluca, a chefe.

Kim Namjoon, o asiático, era meu psiquiatra. Ele era terrivelmente impiedoso, o verdadeiro monstro.

Namjoon gostava dos métodos cruéis, me torturava, espancava, estuprava. Eu passei várias vezes pela mesma situação e era igualmente traumatizante. Ele não me curava, piorava ainda mais minha condição mental.

Dizem que loucos não assumem que são loucos. Eu era uma louca diferente, eu aceitava minha vida como o troco das maldades que eu fiz, eu não era diferente de Namjoon e da Sasha, eu era estranhamente semelhante.

( .... )

Todos no tribunal me encaravam. Eu apenas sorria, não havia me arrependido.

A juíza, com aquela enorme autoridade, chamou a atenção de todos.

Tudo tinha a sua hora, me deram até a chance de me defender, e eu preferi me calar.

Fui julgada como culpada, o que era de se esperar, garantindo a minha vaga do inferno.

Da cadeia fui transferida aos hospício, onde passaria a minha vida toda, a final, eu sou perigosa.

Me isolaram em um quarto sem luz, totalmente sem graça. A única coisa que o iluminava era a janela, durante o dia, que fazia o brilho refletir nas paredes brancas me causando irritação.

A diretora do local nunca foi simpática com ninguém. Eu ouvia, de vez enquanto, funcionários reclamando das decisões que ela decidia tomar, mesmo ela sendo a mais humana desse lugar.

Chris foi a primeira louca que conheci, ela tinha esquizofrenia. Enquanto conversávamos, ela ditava o mundo mágico que via, ela tornava a minha realidade feliz. Mas os monstros pegaram ela, e ela nunca mais teve o mesmo brilho.

A enfermeira que cuidava de mim sempre foi gentil. Ela é a minha fada madrinha, me socorre e me ajuda a superar. O nome dela eu ainda não sei, ela nunca fez questão de me contar.


- (S/N)? - A voz de Namjoon me fez sair do transe - Quer outra punição?

- S-sinto muito - estremeci - o que tinha perguntado?

Namjoon me olhou com um sorriso sarcástico, e prosseguiu com a pergunta.

- Sabe do porque está aqui, não é?

- Porque eu sou louca - cuspi as palavras - Foi o que você sempre diz

- E por que você é louca? - incentivou

- Porque as vozes me mandaram matar - Encarei seus olhos. Eles demonstravam satisfação.

Namjoon anotou o resultado no caderno, antes de me encarar novamente.

- Sabe que nunca vai sair, não sabe?

- Tenho plena certeza que não. - bufei me levantando

Passei correndo pelo corredor, com medo de ele me seguir.

(...)

Depois de um bom tempo neste lugar, eu passei a acreditar que uma vida pode sim ser monótona, itediante e incrivelmente chata. É irônico começar a pensar assim, achava que esses termos não se adequariam a minha vida, todo dia era diferente, incomum.

Tirando o tempo que passei com Namjoon - os poucos momentos de paz que tive neste inferno - o dia passava lentamente, eu poderia até dizer que era implicância com a minha falta de paciência.

A enfermeira chegou, e pela primeira vez não puxou assunto, saiu do quarto rapidamente após deixar a bandeja. Me levantei e segui até a escrivaninha, lendo a bula do remédio, joguei os mesmos com o pedaço de papel pela janela.

Bufei me jogando novamente na cama. Tentava achar qualquer sinal de diferença no teto, mas tudo era sempre o mesmo. Claro, branco, vazio, sem graça.


Notas Finais


Foi isso amores! Bom, espero que tenham gostado.


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