História Imprinting - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Drama, Jikook, Lobos, Namjin, Suga, Taeseok, Vhope
Exibições 286
Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Colegial, Escolar, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus lindos Printzinhos!!

Sem que talvez queiram me matar, porém FELICIDADE BTS GANHOU O DAESANG!!

Ok parei falo com vcs lá em baixo.

PS** Relevem alguns errinhos não revisei.

Capítulo 5 - Comfort


Fanfic / Fanfiction Imprinting - Capítulo 5 - Comfort

Encoste em mim, me abrace, me faça sorrir, mexa no meu cabelo... Faça-me esquecer o que me machuca, me constrange, me transgride. Faça que o meu mundo orbite á sua volta.

 

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Porque confiar nele? Ele age tão estranho, me deixa com medo e constrangido. Porém mesmo assim eu não quero me afastar, Jung Hoseok salvou a minha vida ele não seria um psicopata, é isso o que estranhamente eu sinto dentro de mim.

Confiança

Proteção

E vou seguindo cegamente até o estacionamento da faculdade, sendo ridículo já que a creche de Yoora fica a duas ruas, não pude dizer não ao seu pedido. Um amigo? Ele seria o amigo mais estranho que já tive: impulsivo, possesso e meio aéreo. Essas são as características que pude compor sobre ele até agora. Paramos enfrente a uma moto grande e preta e reluzente como o sorriso que ele mostrava.

— Você está brincando né?

— Não. Essa é a minha bebê, - deu umas tapinhas em sua trasera — Bebê esse é o Tae.

— Você deu um nome pra moto?

— Claro que não, tô zoando com a sua cara. — ele abriu ao todo o seu sorriso, gargalhando em uma risada estranha e contagiante eu acabei rindo junto com ele. — Você tem medo?

Perguntou me estendendo seu capacete. Eu tinha medo? Não. Era mais algo como precaução. Eu sempre me resguardei de coisas perigosas, não por ser puritano ou algo do tipo, mas para proteger a minha família. Sou o homem da casa se eu não estiver por perto tenho medo do que pode acontecer a elas.

— Não tenho.

 Mesmo mantendo minha voz em um tom confortável de qualquer controversa eu apenas encarava aquele capacete, um passo pra algo que eu nunca fiz. Ele se aproximou levantando o objeto acima da minha cabeça. Encolhi-me, mas nada foi como tão perigoso como imaginei. O capacete escorregou pela minha cabeça. Não tinha cheiro de suor ou algo nojento como pensei, e sim um cheiro agradável de shampoo cítrico e algum tipo de colônia suave.

Perto. Ele estava muito próximo concentradíssimo no fecho do capacete abaixo do meu queixo, por fim seus olhos subiram nos meus que o encaravam. E aquela sensação estranha dele tocando minha pele apareceu novamente o barulho de “tambores” dentro de mim, junto com o vislumbre verde nos seus olhos, desviei meu olhar ignorando tudo isso subindo na moto. Isso só pode ser coisa da minha cabeça!

— Segure em mim. — ele pegou minhas mãos rodeando-as em sua volta.

— Não corra muito, por favor.

Dei as coordenadas e ele deu a macha de partida. Ele não deu uma de louco como tinha imaginado, dirigiu calmamente como eu pedi. Mesmo assim me garrei a ele. Assim senti faixas por debaixo de minhas mãos. Seriam bandagens? Seu abdômen estava rígido por causa delas que lhe apertavam fortemente. Afrouxei as minhas mãos do local, me mantendo seguro pelo aperto em sua jaqueta. 

Ele mentiu pra mim, disse que estava bem. Uma fratura nas costelas não é algo que esteja bem. O peso da culpa dessaba em mim, ele se machucou, quase morreu! Deve estar todo dolorido e fingindo estar bem para não me preocupar! HOSEOK IDIOTA IMBECÍL! Porque eu estou com tanta raiva?

Não demorou dez minutos até estacionar na frente da escola de Yoora, eu desci da moto bufando de raiva, uma raiva que não tem razão para existir. Respirei controlando minhas emoções estranhas, virei entregando o cacete com um sorriso forçado no rosto.

— Obrigado. Como eu disse é perto, você não precisava se incomodar.

— Ei, espera. – me parou segurando meu pulso — O que foi? Eu corri rápido demais? Você não está com uma cara muito boa.

— Não é nada, – esperei ele me soltar mais ele continuava me segurando e olhando com inquietação — Você está machucado, mentiu pra mim. – confessei sussurrando envergonhado.

— Da onde você tirou isso? Eu estou ótimo!

— As bandagens deu para senti-las enquanto segurava em você, foi grave então. Porque não está no hospital... não devia estar andando de moto por aí, não devia nem ter ido à faculdade. Porque não esperou até ter alta? Isso é tão irresponsável e...

Eu precisava te encontrar. — ele me interrompeu.

— Isso não faz nenhum sentido.

— O que faz sentido nessa vida? — ele começou a rir — O hospital era claustrofóbico pra mim, sei lidar bem com a dor. Eu não estou morrendo minhas costelas estão em ótimo estado, às ataduras é apenas uma precaução.

— Mesmo assim tinha que estar em repulso. Eu estou me sentindo culpado, por minha causa você quase morreu, por favor, se cuide melhor.

— Se precisasse eu te puxaria novamente, me jogaria no carro de novo e de novo quantas vezes fossem necessárias pra você estar bem.

Boquiaberto. Sempre ele vai ser assim? Deixar-me sem palavras, sem reação. Cara, estou começando a te odiar. Ele fala como se as palavras não tivessem peso algum, vai me deixando em uma divida eterna com ele. Sem preocupação ele só despeja coisas assim em mim.

— Não diga coisas assim. — O meu rosto quente só não era mais fervente quanto à mão que ainda me tocava. Tão caloroso que chegava a arder, queimar.

— É a verdade lide com isso.

Sorriu. Como ele pode sorrir assim? Sem nenhuma amarra sem freio. Vou começar a odiar seu sorriso também. Ele soltou meu pulso novamente e toda aquela queimação foi embora junto. Confiar nele pode ser perigoso.

— OPPA!

Yoora gritou balançando as grades do portão. Acenei para o segurança da escola que já me conhecia assim ele permitiu a saída dela, que veio no pique se jogando em cima de mim. Seus cabelinhos castanhos claros estavam presos em duas tranças, deixa minha princesa ainda mais fofa.

— Oppa! Você chegou cedo, eu ainda estava brincando... Mas quando eu te vi quis correr para te abraçar! — disse ela enforcando meu pescoço em seus bracinhos.

— Pronta pra ir para o trabalho com o oppa?

— Ne! — ela se agitou pulando pra descer do meu colo. — Mas... Quem é você? — ela apontou para Hoseok.

— Oh! Eu sou um amigo do seu irmão.

Ele sorriu docemente pra ela. Yoora colocou uma das mãos na cintura e a outra em seu queixo. Começou a andar envolta dele, parecendo estar o analisando. Se não estivesse tão envergonhado acharia a cena muito fofa. Mais uma fez ficou de frente a ele, olhando de cima a abaixo, puxou a jaqueta de couro dele o fazendo ficar da altura dela. Yoora tocou em seu rosto o admirando.

— Você é muito bonito, então eu gosto de você! — ele começou a rir da palhaçada dela — Deixo você ser amigo do meu oppa também.

— Eu fico muito honrado com isso.

— Quero colo! — mandou ela levantando seus braços para ele.

— Kim Yoora! — a repreendi.

— Não tem problema. — ele a levantou ajeitando ela em si, sorrindo como em bobo, Yoora tem esse estranho poder sobre as pessoas. — Você tem um nome muito lindo, seria um nome de uma princesa? — ela assentiu, sempre quando falam do seu nome ela fica toda feliz, porque afinal Yoora quer dizer literalmente princesa. — Meu nome é Hoseok, quer tomar um sorvete com o seu novo oppa?

— QUERO!

— Ah isso não vai dar, tenho que ir pro trabalho e ela...

— Nós compramos e eu te acompanho até lá.

— Porfavorzinho oppa! — ela implorou com seus olhinhos de anjo pidão.

Droga. Mais uma vez eu cedo aos caprichos das pessoas. Yoora anda saltitando segurando a mão dele. Ela o conhece há minutos, e os dois parecem que se conhecem a um tempão, até a idade mental deles é parecida em alguns trechos da conversa deles.

Minha vida é pacata, pra Yoongi ela chega até ser chata e monótona demais. Até ontem eu achei que seria assim pra sempre, tranquilidade, porém com Jung Hoseok aqui eu não tenho mais essas certezas. Ele parece tão constante, tipo ele não parece que vai desaparecer daqui um tempo. Ele só está conosco há um dia (e oficialmente á apenas algumas horas). Se ele ficar eu não tenho mais certeza do que pode acontecer, nem palpites ou indagações, simplesmente não sei.

— O que vai querer? — ele perguntou me tirando dos meus pensamentos.

— Qualquer coisa. — sorri sem jeito vendo Yoora já se lambuzando com seu sorvete de morango.

— Ele não gosta de sorvetes de fruta. — minha irmã respondeu pra por mim. Ele me entregou uma casquinha de chocolate, talvez por incerteza, pois esse é o mais fácil de agradar qualquer um.

A barraquinha de sorvete ficava quase colocado a livraria, fiquei consumindo meu sorvete novamente me desanexando do mundo ao meio redor. Meus olhos vagavam pela rua e por Yoora e Hoseok brincando com canudos da barraca.

— Você parece uma criança... — Hoseok parou em minha frente me assustando — Sem maturidade nenhuma para tomar um sorvete Kim Taehyung?

Não entendi nada até ele passar levemente o dedo pelo meu queixo lambuzado pelo creme do sorvete. Eu realmente nunca tive maturidade para me alimentar. Outra vez ele estava mais próximo que o necessário, mas uma vez me encontro paralisado. Seu dedão subiu minuciosamente ao meu lábio inferior que se abriu levemente por ele ter arrastado o sorvete dele. Depois levando o dedo até a boca e o lambendo. Algo que na minha cabeça aparenta ser completamente sexual.

— Vocês dois tem uma cor bonita.

Yoora interrompeu ao fundo com cara sapeca sorrindo para nós. Me afastei constrangido por ter protagonizado uma cena assim perto de minha irmãzinha de quatro anos.

— O que? — Hoseok queria saber.

— A cor de vocês é cintilante, não como a de outras pessoas. Parece ser um tom muito único... é lindo.

Yoora as vezes tem esses “surtos” eu e mamãe não sabemos o que é necessariamente. Ela sempre diz ver cores e sabores em coisas que não fazem sentido, já levamos ela á médicos, porém nem eles sabem já que ela está em perfeita saúde; disseram para deixar e isso podia ajudar em seu crescimento criativo.

— Não é nada esqueça — desconversei — Tenho ir ao trabalho agora, muito obrigado pelo sorvete. — me curvei agradecendo — Vamos Yoora Sr. Wong está doido para rever você!

Estendi minha mão a ela que correu pulando até mim acenando para Hoseok. Cada vez mais eu não sei lidar com ele por perto, me sinto um idiota fugindo e não sabendo me comportar. Frustrante!

 

 

 

As vezes não sei como consigo me administrar. Faculdade, trabalho, agora tendo que cuidar de Yoora por mais tempo (mesmo adorando passar mais tempo com ela) e ainda minha mãe, pois mesmo adulta ela ainda me dá uns trabalhos.

No dia anterior chegou uma remessa de novos livros e como o Sr. Wong já tem uma certa idade eu tive que os carregar e empilha-los sem ajuda, ah claro com a doce supervisão de Yoora. Isso fez com que eu hoje esteja acabado com dor nas costas, e ainda tive mais uma aula de recriação, só que desta vez participativa com crianças. Minhas doces crianças não me dão sossego me puxaram a aula toda.

O professor pediu para eu pegar matérias no deposito para as crianças brincarem e eu imbecil não consegui negar. E agora descendo em direção a sala de utensílios penso em como eu todo quebrado ou carrega-los para cima.

— Para! Não podemos fazer isso aqui...

Vozes abafadas se infiltravam bem baixinho pelas paredes. Não me contenho e tento segui-las. Meus passos pareciam estridentes e eu tentava comprimi-los, até chegar a uma sala. A porta em si estava fechada, porém em um pequeno retângulo horizontal de vidro dava pra ver os alunos dentro de um deposito rodeados de caixas.

— Eu sei que você quer também.

— A questão não é essa Kookie, aqui não é o local correto e temos aula. — prendi a respiração vendo Jimin e o amor da minha vida Jungkook se pegando, meu estomago embrulhou.

— E quando podemos? Você anda muito ocupado com as provas e eu também, não estamos nós vendo muito. Eu sinto saudades amor... — Jungkook disse rosando seu nariz pele pescoço de Jimin.

— Eu também! Também sinto muito sua falta! – ele se prendeu envolta do pescoço do Kookie e começaram a se beijar loucamente. — Mas ainda sim parece errado, vamos para casa então?

— Nada disso. Eu quero foder você aqui nesta mesa.

Jungkook o levantou quase violentamente para cima de uma mesa velho quase caindo aos pedaços. Porque eu estou aqui? Que merda Taehyung se mexe! Porem me corpo continua parado enquanto olho para a cena do cara que eu amo transando com outro em cima de uma mesa velha.

Eu devia fechar meus olhos, mas eu fico ali me desejando estar no lugar de Jimin. Imaginar eu ali em baixo recebendo as caricias e beijos de Kookie; tudo isso enquanto meu coração é esmigalhado na ilusão de tudo que eu nunca vou ter. De alguém que Jungkook nunca irá olhar.

E aí você percebe o quão frágil e bosta é o ser humano, quando toda a sua dor física que é palpável some diante de algo que machuca a sua alma.

Finalmente me desperto quando lagrimas desapercebidas escorrem pelo meu pescoço. Ordeno para minhas pernas correrem e enfim me obedecem. Não me importei com o barulho que fiz só queria sair dali e me enterrar em algum buraco profundo. Corro e corro até as minhas pernas fraquejarem e colidirem com o chão. Procuro algo uma parede para me encolher não me importando com os alunos me observando chorar.

Tae — ignorei os chamados a minha volta já tinha sido humilhado demais para um dia só — Tae, por favor, olhe pra mim o que houve?

Era a voz dele. Olhei para confirmar e sim era Hoseok com aquela expressão de preocupação demasiada que ele sempre mostrava para mim. E mais uma vez eu o odiei. Porque ele sempre aparece?! Eu odeio quando me olha assim! As lagrimas ainda escorrem por meus olhos atrapalhando olhar para seu rosto perfeito me mirando com um olhar sôfrego para mim.

— Me tire daqui me leve para qualquer lugar! Mas, por favor, me tire daqui...

Eu agarrei em seus braços suplicando ajuda. E mais uma vez meu salvador me acolheu em seus braços levantando-me. Não me importei muito para qual direção apenas deixava seus pés guiarem-me pelos corredores.

Hoseok com toda paciência (já que ainda estou afobado) colocou o capacete em mim. Ele dirigiu mais furiosamente a moto, porém desta vez não me importava. Meu rosto estava escondido em suas costas e agarrava ele o mais perto possível de mim. O vento grosseiramente me acertava mais pela primeira vez eu me sentia livre com a velocidade.

Paramos em um rochedo, e mais uma vez ele foi paciente me guiando até o topo de algo, meus olhos ainda demonstravam minha dor liberando tantas lagrimas que eu mesmo não sabia como ainda meu corpo estava hidratado.

E finalmente paramos. Na realidade o amontoado de pedras se transformaram em um penhasco estupidamente alto. O mar era de um verde-água brilhante e cristalino, com várias pedras lutando contra as correntezas. O vento era carregado de cheiro de sal e mato já que ao redor de nós estava rodeado de arvores longas e densas.

— Isso é lindo — minha voz saiu embargado pelo som estrondoso que as aguas faziam ao se chocarem com as pedras.

— Quando eu cheguei em Seul precisava de um lugar calmo e natureba para me acalmar, então encontrei este paraíso. É longe mais vale apena. — disse olhando para o mar, nem ao menos tinha me dado conta de estar tão longe assim.

Silêncio exorbitante

— Não vai me perguntar o que aconteceu?  

— Talvez você não esteja com vontade de falar.

Ele estava certo eu não queria falar sobre. Ficamos apenas olhando para o horizonte que agora transmutava cores amarelas e esverdeadas. Suspirei com o por do sol mais lindo que já vira em minha vida. Hoseok tinha razão sobre o lugar acalmar também minhas lagrimas partiram sem me dar conta enquanto eu observava o céu

— Você pode não me falar, mais eu sinto que está sofrendo.

— Serio? — fingi um desdém, mas minha voz tremeu em concordância.

— Sim. Me deixe ajudar.

— E como você faria isso? — duvidei, como algo ajudaria a fazer aquilo em meu peito parar de doer?

Seus braços puxaram para ficar frente à frente com ele. Automaticamente olhei para o chão de pedra escura, sabia que se o olhasse a vontade de chorar recomeçaria. Uma de suas mãos apertaram fortemente meu braço fazendo me aproximar mais, enquanto sua destra deslizou para meu rosto erguendo meu queixo.

A sensação de estranha voltou, porém agora junto com uma forte vontade de chorar. Seus olhos continuavam me mirando atenciosamente. Eu queria desviar novamente, mas sua mão prendeu meu rosto para continuar olhando. O flash verde de seus olhos apareceu e antes deu indagar algo a ele... me envolveu em seus braços.

O abraço era quente. Quase um misto borbulhante. Porém isso me faz sentir protegido, acolhido seria a palavra. Sem pensar duas vezes eu me agarro a ele liberando mais da minha dor e mais lagrimas enquanto ele me guarda rodeando seus braços em mim de maneira forte e sufocante,

 Mas neste momento para o alivio da minha dor, meu mundo orbitava em sua volta. 

  


Notas Finais


Só tenho que agradecer pelos fav e review (mas espero sinceramente o dobro de comentarios neste aqui :P)
Me digam gostaram?

É muito dificil escrever uma algo realmente agradavél então (mesmo se eu demorei me perdoem) por favor deixem seus comentarios e deixe a sua autora feliz!
Gosto quando vcs falam pelo menos um "Oi"
Leitores fantamas eu amo vcs, mas interajam com á autora!

AMO VCS <3

TRAILER:https://www.youtube.com/watch?v=AamAY8LdO8g
TWITTER: https://twitter.com/BlanketKickk

XoXo


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