História Improvavel - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 8 - Ação


- ruivo? Tem mais um lá? - eu perguntei assustada. Drake também estava. - mas não eram somente dois?

-três - o rapaz passou a mão nos seus cabelos cacheado - ele trabalha no banco e ajudou no assalto. Eu vi ele dando intruçoes.

-tem certeza rapaz? Ele pode ter sido forçado a... - o rapaz negou a cabeça veemente

-tenho certeza. Foi ele quem anunciou o assalto. Pediu pra todo mundo ficar abaixado. Ele estava com uma arma pequena... Até um outro dar a ele uma metralhadora pequena....

MeuDeusdocéu. O idiota do Henry deve ter seguido esse ruivo.

-vamor Nemy - drake chamou mais alguns policiais e entramos novamente no banco.

Nos separamos. Era melhor assim.
Espero que o idiota do Henry esteja bem. Se ele morrer... Não, não, não, nada de morte. Ele é bom policial, vai escapar dessa ileso. Deus queira que sim...

Entrei em uma sala cheia de caixas. Era o deposito. Estava vazia. Em uma plaquinha em cima da prota estava escrito: "dep. 1 ". Devia ser depósito um.

Segui silenciosamente e com cuidado. Agora estava em corredor largo, só tinha dua portas. Tomara que as batidas do meu coração não chame a atenção do filha da mãe ruivo.
Iria entrar na porta esquerda quando ouço um barulho a frente. Era na outra porta, e ela estava entreaberta.
Me encostei na parede e olhe pela fresta da porta e meu coração gelou. Meu parceiro estava no chão, sua perna esquerda estendida sangrando. O olho direiro um pouco vermelho, e tinha sangue nas sombrancelhas. Os lábios também estavam machucados...
O ruivo estava afrente dele, com uma arma apontada para o Henry e falando merda.

-onde estão seus amiguinhos policiais? Te deixaram não mão? Bem... Te deixaram não mão errada, filha da puta. - chutou na perna machucada do Henry e meu coração falhou uma batida. - foi um idiota em acreditar que eu não iria mata-la

oque? Matar quem?

Ouvi um soluço baixo, então percebi de onde vinha. Bem no canto, havia uma senhora... Devia ter uns quarenta anos... Ela não estava machucada, mas estava muito assustada.

- vou mata-la, mas antes voce. - ouvi o barulho da arma ser destravar e não me segurei. Abri a porta de uma vez os assutando.

Eu não podia mata-lo, então eu teria que balealo em lugares estratégicos.

Começei a andar na direção do ruivo, atirando. Ele também atirou em mim.
Primeiro o acerte no braço direito, depois na coxa esquerda, o desequilibrando.

Fui baleada na cintura e no braço, mas não parei de atira nele. Atirei na outra coxa dele e então ele caiu, corri até ele e chutei a arma pra longe. Me abaxei rapidamente e o algemei, ignorando sus gritos de ódio e de dor.

Olhei a moça. "tudo bem agora, moça" disse a ela, que estava chorando baixinho.

Olhei pro Henry que estava vindo na minha direção, com raiva.

-voce ta maluca? Como voce pôde fazer uma coisas dessa?! - tirou a arma da minha mão e me segurou pela cintura.

-ele iria atirar em voce! - murmurei - não podiia deixar...

-puta que paril... Voce ta' sangrando muito, morena... - ele me encostou na parede, bem ao lado da mulher.

-eu sou médica - a mulher falou - posso ajudar

Henry concordou.

Minha mão machucada estava sangrando. Eu fui atingida no braço e perna esquerda, na cintura no lado direito e um tiro de raspão no ombro.

-vou avisar os outros - henry murmurou.

-não sei se voce foi corajosa ou louca. - ri. Ela sorriu também. Mas em seguda ela segurou minha mão esquerda, bem em cima do corte.
Merda. Eu estava chorando, e policiais não podem chorar.

Vi os paramédicos entrarem, uns vieram na minha direção e outros se dirigiram ao ladrão ruivo. Henry vinha bem atras deles, me olhando. Drake estava ao lado dele.

- o seu namorado não gostou muito do que voce fez - chamou minha atenção
tentei sorri

-ele não é meu... - antes de terminar eu apaguei total. Amém, porque eu não estava mais aguentando de dor.

Acordei lentamente ouvindo uma pequena discução. Eu só ouvia em partes. A minha cabeça doia pra cacete.

Senti um pequeno aperto na barriga, abri os olhos e vi um homem grisalho. Ele sorriu pra mim.

-oi - a discução continuava lá fora - sou o paulo...

"-eu vou entrar nessa ambulancia e vou com ela...

-mas senhor...

-eu vou. Agora saia do meu caminho. "

sorri.

-é o Henry? - ele assentiu sorrindo.

-já retirei as balas... Só preciso que voce mantenha os olhos abertos.

A porta se abriu e as vozes ficaram mais altas.

-eu vou e ponto final. - Henry sentou ao meu lado e beijou minha bochecha. Oi? - como voce está?

-seilá. Eu ... Tô vendo uma luz... Branca... Eu devo ir em direção a luz?

Eles me olharam assustados, mas eu não me aguentei e ri. Mas parei na hora já que a porra da dor de cabeça não passou.

- merda, mulher não me assusta. - Henry ressmungo. Beijou o topo da minha cabeça.

-hoje voce... - o medico toucou a minha mão. Suspirei. A dor tinha aumentado. - ... Voce esta bem beijoqueiro.

-posso ajudar em alguma coisa? - Henry perguntou a paulo.

-só a mantenha acordada - pediu enfaixando a minha mão.

-com prazer...

Notas Finais


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