História Improvavel - Capítulo 8


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Categorias Originais
Tags Drogar Preciso De Voce Obsessão Possesividade Ciumes Minha
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Palavras 882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa leitura ;)

Capítulo 8 - Um dia não tão bom


-eu não estava ouvindo a conversa de voces... - colocou a mão na minha, me puchando para acompanha-lo.

-ah não?- perguntei irônica
ele revirou os olhos

-ta, eu ouvie o finalzinho. Mas foi por acaso. De qualquer forma estão precisando de nós, a algumas quadras daqui. Vamos logo.
... ... ... ... .... ...

-mas senhor, não podemos simplismente entrar lá - o capitão e os outros 12 policiais me olharam - tem cerca de 14 civis lá dentro...

-... E só dois delinquentes - um dos homens falou

ele era do tipo grande e musculoso, que curte ação, mas não parece ser muito precavido.

-sim - o encarei - só que cada um tem arma. O suficiente pra fazer uma chacina e ... - olhei pro capitão e ele me permitiu continuar, mas antes que a policial aqui continuasse, o policial grandão me interrompeu.

-esta com medo de levar um tiro? - os outros policiais, com excessão do capitão, estavam entretidos na nossa pequena troca de opniões.
Me segurei pra não rir em um momento delicado como esse.

-eu? Com medo? - o olhei incrédula - a única coisa de que tenho medo é perder meu emprego.

-a Nemy com medo? - o Henry se pronunciou, destravando a arma que estava em suas mãos, enquanto olhava para o banco central - quem foi quue salvou uma criança de seis anos de ser atropela em uma rua bem movimentada? - meu parceiro me olhou rapidamente - e quem foi que ficou s ó olhando? - olhou pro grandão, que se chama Roberth, esperando uma resposta - não sabe? Eu te conto então. Foi o Roberth... Conhece? - perguntou irônico

Roberth ficou visivelmente vermelho. Raiva e vergonha.

-certo pesoal. Foquemos no nosso problema - o capitão Drake, que era cunhado do Henry, falou apontando para o banco - vamos invadir o banco, sim. No momento essa é a nossa única idéia. Deve ter uma outra forma, mas não temos tempo pra pensar nisso.

O capitão nos separou em dois grupos. Um grupo iria entra e o outro iria ficar de guarda. Eu fiquei no segundo grupo, ao contrario do Henry. O Roberth ficou no mesmo grupo que o meu parceiro.

Drake nos deu mais algumas informações e saiu para falar com um homem da federal

Estava verificando a minha arma quando vi o Roberth se aproximando

-só porque voce salvou uma criança, não significa que seja uma heroina. - eu ri

eu ria por qualquer besteira quando estava nervosa

-eu sei - o olhei - e eu não me acho uma heroina. Que fique bem claro isso.

Roberth é alto, mas não tanto quanto o Henry. Meu parceiro media quase dois metros de altura e músculos.
E ele não é só um rostinho bonito, confesso.

-o seu namoradinhonão vai ficar te protegendo toda hora, Nemy - arqueou as sombrancelha

porque a maioria acha que namoro com o Henry? Qual é? Ele é muita areia pro meu carrinho de mão...

-normalmente é ela que me protege - Henry falou atras dele, se entrometendo na conversa - e ela não se acha - o encarou sério - elaśó não se choga nas suas pernas, como outras fazem... - passou por ele e parou ao meu lado.

Uau. Henry me defendendo? E é que ele disse, logo no começo, que não iria facilitar as coisas pra mim...
Imagino como seria se ele facilitasse...

-deixa ele achar que namoramos - Henry sussurrou no meu ouvido - assim ele vai parar de secar a sua bunda - não pude deixar de rir do que ele disse - voce ainda tem um daqueles caramelos?

Henry e seus vícios por caramelos...

-tenho - entrei um pra ele e outro para o Roberth.

Esperamos o sinal do capitão e então eles entraram no banco. Silenciosamente, um atras do outro. Todo mundo ficou em silencio... Os repórteres pararam de discutir. Os familiares pararam de chorar...pelo menos não estavam mais chorando escandalosamente.

Assoprei minha mão que ainda estava machucada. Ardia por conta do suor ocasionado pelo calor e principalmente pelo nervosismo.

Os minutos estavam se passando, e nada acontecia. Já se passavam de 6 minutos quando ouvimos barulhos de tiros. Logo depois veio a gritaria.
Três policiais retiravam rapidamente seis reféns, visivemente abalados. Só um estava com um machucado no braço.
Um tiro deve tê-lo atingido.

Os policiais entraram novamente, sem pedir nossa ajuda. Cinco segundos depois mais um tiro soou, e eu rezei para que não tivesse atingido um dos nossos.

Tentamos alcamar os reféns e impedir que os familiares das vítimas passasem da área de segurança. Impedi o máximo que pude, mas quando uma grávida, com uma barriga enorme, me pediu chorando para ver o marido que estava sendo atendido na ambulância, não consegui dizer não.

Os reféns foram saindo pouco a pouco, aluns sendo carregados porque estavam quase desmaiados.

Não tinha muitos policiais, sem contar com o capitão , foram seis que entraram.

Drake e Roberth sairam trazendo dois homens algemados. Senti um pequeno alívio, mas passou logo quando não vi o Henry sair. Só estava faltando ele.

Me encaminei até o capitão.

-o senhor viu o Henry? Não o vi saindo...- um rapaz com um curatico na testa apareceu ao meu lado, assustado.

-onde esta o outro? O ruivo?-perguntou?

Notas Finais


Iai? Gostaram?


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