História Improvavel - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 9 - Hospital


Henry e o Paulo conversavam comigo, tentando não me fazer dormir. Mas não estava adiantando muito.

Senti a boca do Henry rossar a minha bochecha.

-não dormi mulher... Ou voce vai se ver comigo depois.

-só estava descansando os olhos... - meio que murmurei. Paulo riu.

-ela é sempre brincalhona assim? - ele perguntou ao Henry.

-as vezes... - ele beijou minha bochecha - quando ela não esta no trabalho ela se solta mais... Abre os olhos Nemy - resmungou alto.

-psiu. Silencio. Eu quero durmir. Não posso durmir porque? Faz tres dia que não cons - respirei fundo , pra ver se assim as dores diminuiam, mas não adiantou - não consigo dormir bem a dias, henry.

Ele virou o meu rosto na sua direção. Mas os meu olhos estavam pesados demais para olha-lo.

Senti sua boca na minha. Roçando levemente e devagar.

Isso é bom, pensei. Muito bom.

-ta faz... Endo isso... Por que? - perguntei cansada

-queria fazer isso a muito tempo e... - não o escutei mais. Apaguei total antes dele terminar de falar.

Acordei com alguem cutucando minha perna.

-já era hora de acordar! - era um médico. Parecia com alguém... Mas quem?

-oi. Tudo bem?

Ele sorriu colocando um papel na mesinha do meu lado.

-eu que pergunto. Esta se sentindo bem? Dor de cabeça ou enjou?

-eu tô com fome - ri e ele assentiu

-acredito. Um dia e meio sem comer...

-oi? Como assim um dia e meio? Onde está o meu parceiro? E...

-calma, calma, moça. Eu vou explicar tudo, mas se acalme primeiro, okay?

Ele explicou rápidamente o meu caso. Falou que cheguei antes de ontem, e que durmi até agora. Falou da minha situação e que eu voltaria pra casa ainda hoje.

-eu fiquei esse tempo todo sem ir para o trabalho? Cacete... Eu vou ser demitida. Merda.

Ele riu

-voce leva quatro tiros, e só se preocupa com o trabalho? - riu

-e o meu parceiro como ele esta?

-o que veio com voce e Paulo? - assenti - esta bem. Precisamos dar uns pontos, pequenos, na perna dele. Nada para se preocupar.

-ainda bem. - senti um alívio no coração.

O médico escrevia alguma coisa , e foi aí que eu percebi. Ele parecia com o Paulo.

-então... O senhor é alguma coisa do Paulo? - assentiu - bem que te achei parecido com alguém.

-meu irmão mais velho. Agora tenho que ir. Tenho outros pacientes para olhar.

Me levantei devagar e fui ao banheiro. Meio tonta, tive que fechar os olhos algumas vezes e respirar fundo pra não cair e muito menos vomitar.

Fiz o número um e fiquei tantada a tomar banho. Um dia e meio sem tomar banho é um record.

-nem que eu fique só de toalha... Mas eu vou tomar banho.

Tirei a roupa do hospita e tomei banho sem molhar o cabelo. Só molhava o cabelo quando era para lavar com shampoo, mas não estava vendo nenhum. Só um sabonete. Passei rápido e me enrolei com a toalha.

- Nemy! Voce ta' aí? Esta tudo bem? Nemy? - era a voz do Henry.

Sorri.

-tô' aqui. Já estou saindo..

Paguei os negócios que estavam em mim e os curativos e me encaminhei até a porta do banheiro.
Mal abri a porta e vi o Henry. Lindo como sempre. Camisa azul escura, quase preta, e um calção que ía ate os joelho.

-como esta a sua perna? - perguntei

Ele demorou um pouco para responder. Depois de me olhar dos pés a cabeça ele respondeu:

-nunca mais faça uma merda daquelas. - resmungou e me abraçou firme. Depois ficou ao meu lado e me ajudou a ir até a cama. Me sentei.

-então... A sua perna?

Ele tocou o meu ombro e suspirou.

-só levei tres pontos - levantou um pouco o calção pra me mostrar

-sem querer ser péssima amiga mas... Parece que passou um carro passou por cima de voce - brinquei - não dormiu bem? Ou a noite foi muita agitada pra voce?

A ultima parte não foi engraçada. Mas ele é um homem bonito, e não me surprende o fato de vária mulheres darem bola pra ele.

-esta insinuando que eu estava trepando enquando voce estava no hospital? Que tipo de namo-amigo acha que eu sou? - ele estava com raiva

-desculpa, henry, não quis te ofender... - falei sem graça

-... Não durmi porque fiquei pensando em voce. Estava preocupado

-ah...

Ele se chegou mais perto. Seguro meu rosto com as mão e encostou sua testa na minha.

Ele ficou um bom tempo assim. Com os olhos fechados.

Ele me puxou mais pra lateral da cama, assim meu corpo ficou grudado no dele. Ele enterrou o seu rosto no meu pescoço.

Senti cócegas, mas não o afastei, ao invés disso o abraçei.

-fico feliz que esteja bem - murmurei distraída com o perfume dele. Ele me abraçou mais forte, o que causou um pouquinho de dor.

-não sei se vai ficar feliz com o que vou dizer - ele riu no meu pescoço, o que me fez rir também.

-o que voce aprontou?

-eu entrei sem a permissão do médico. Não esta no horario de visitas. Mas eu conversei com a enfermeira e eu enrrolei ela dizendo que já estava no horário. Adiantei o relógio - ele riu - só que eu só podria te vizitar se eu fosse da familia. - ele tocou minha bochecha e delisou até a minha nuca. Cacete, a nuca é meu ponto fraco - ... então eu disse que era o seu noivo.

Notas Finais


Iai? Gostaram??


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